Archive for janeiro 22nd, 2011

22/01/2011

André Valadão participa do programa Raul Gil, no SBT


Os cantores Chris Durán e André Valadão foram convidados a participar do Programa Raul Gil e estão hoje, em São Paulo, gravando para o quadro Banquinho, cujo jingle famoso muitas pessoas sabem de cor: “O Raul perguntou, você não acertou, pegue o seu banquinho e saia de mansinho”.

Já no dia 20, no perfil oficial de seu microblog (Twitter), André Valadão anunciou a sua participação no programa de televisão e chegou a brincar com o fato de participar da programação pela primeira vez.

“Amanhã vou participar só de um quadro do Raul Gil, ñ sou chique igual aos outros q já passaram por lá rsrs faz parte…  orem por mim. Mas vamos na fé no #RaulGil será benção e será divertido!”, brincou.

Após ter gravado a participação no quadro do programa, André Valadão mandou uma mensagem de gratidão ao filho de Raul Gil.

“@raulgiljr Querido obrigado pelo carinho! Foi ótimo estar com vcs! Deus te abençoe!”, postou.

Além de Chris e André, outros cantores gospel também participam do quadro. A gravação desse programa no qual André Valadão, Chris Durán, Mara Maravilha, Eyshila e Gabriela Rocha participaram da “brincadeira do banquinho” vai ao ar no dia 29/01 (sábado).

Fonte: Graça Music / Via: Guia-me

22/01/2011

Até onde vai o perdão a líderes religiosos que corrompem seus fiéis?


´Reinhold Nielbuht, em seu livro Uma interpretação da ética cristã, fornece uma definição magistral sobre o perdão: “Amor que perdoa é uma possibilidade apenas para aqueles que sabem que não são bons, que se percebem necessitados da misericórdia divina, que vivem numa dimensão mais profunda e mais elevada do que aquela do idealismo moral; como seus semelhantes, são também convencidos do pecado por um Deus santo e sabem que as diferenças entre o bom e o mau homem são insignificantes a seus olhos”. Dá vontade de acreditar em cada uma dessas palavras. Contudo, o mais comum é desejar que certos tipos de pecadores – como pastores corruptos que violam flagrantemente seu chamado e nunca se arrependem – sejam relegados ao oitavo e nono círculo do Inferno de Dante. 

Uma variada coleção de autores consagrados já escreveram sobre o assunto. Caso de Desmond Tutu, em Nenhum futuro sem perdão; de Dietrich Bonhoeffer, em Ética; ou L.Gregory Jones, em Encarnando o perdão. Todos eles oferecem uma ajuda honesta àqueles que possuem um coração com tendência a não perdoar, sobretudo, traições espirituais. Esses escritores lidam com o chamado para o perdão em face do mal real. Eles entendem que psicologia pop e teologia barata não dão conta disso. Mas as sociedades assassinas debaixo das quais a maioria deles sofreu – como a Alemanha nazista que levou Bonhoeffer à morte ou África do Sul racista que oprimiu Tutu – encontram seu correspondente cristão em igrejas que, por exemplo, permitem ou ignoram o abuso sexual de crianças e punem aqueles que chamam os abusadores à responsabilidade.
Certamente, não sou a única pessoa a ter uma longa história relacionada ao desvio de conduta por parte do clero. Talvez, eu traga a distinção de ter caminhado com um sobrevivente de abuso sexual e com a sua família na busca por justiça numa famosa megaigreja onde os mesmos foram vilipendiados pelos líderes por causa da sua decisão de processá-los – e por ter enfrentado um tratamento semelhante ao denunciar um suspeito de pedofilia naquela congregação. Dois anos depois de meu marido ter renunciado à posição pastoral nessa igreja, devido à corrupção sistêmica, nosso primeiro filho cometeu suicídio. Eu responsabilizo certos líderes da igreja por uma multiplicidade de pecados, começando com propaganda enganosa e terminando por levar muitos pequeninos – inclusive o meu – a tropeçar. 

Não dá para acreditar que a diferença entre os pecados dos que consideramos “homem bons” e “homens maus” são insignificantes aos olhos de Deus. É só ler a parábola do filho pródigo para perceber que o Senhor sabe, sim, a diferença. Quando o obediente irmão mais velho questiona seu pai sobre o porquê de ele nunca haver matado “nem mesmo um cabrito” (Lucas 15.29) em sua honra, ouve como explicação que aquele seu irmão mais novo estava morto, mas havia revivido; estava perdido, mas fora achado. Essa é uma demarcação significante – a que descreve não apenas o amor do pai, mas também o arrependimento do pecador. 

Em Mateus 18:1-10, Jesus ensina uma lição familiar que contrasta ambição desenfreada com fé imaculada. E inclui uma lista de consequências terríveis para aqueles que prejudicam o imaculado. “Quem recebe uma destas crianças em meu nome está me recebendo”, ele diz. “Mas, se alguém fizer tropeçar um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar”. Ao mesmo tempo, o Mestre enfatiza a possibilidade do perdão: “Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o, e, se ele se arrepender, perdoa-lhe. E, se pecar contra ti sete vezes no dia, e sete vezes no dia vier ter contigo, dizendo: ‘Arrependo-me’; perdoa-lhe.” A isso, os discípulos de Jesus compreensivelmente retrucaram: “Aumenta a nossa fé”. Então, o Senhor promete que, se eles tivessem uma fé tão pequena como a minúscula semente de mostarda, ela seria mais do que suficiente. 

Absorver a injúria
Aqui reside o problema: arrependimento é tão difícil de ser medido quanto encontrado – e, na sua ausência, nós temos muito pouca capacidade para perdoar. Contudo, tenho visto líderes sendo repreendidos não apenas uma vez, mas muito mais que setenta vezes sete, e nenhum deles arrependeu-se abertamente ou foi reconciliado com as comunidades destruídas pelas suas ações. A jovem mulher que mencionei queria duas coisas: mudança numa igreja que teimosamente resistia a isso e um pedido de desculpas pela punição que ela e a sua família receberam nos anos que se seguiram ao seu abuso. Pois não teve nem uma coisa, nem outra. Ao invés disso, advogados negociaram o preço para uma desculpa e ela simplesmente recebeu uma quantia em dinheiro em troca do seu silêncio. 

Como, então, podemos perdoar os líderes cristãos que nos traíram, na ausência de confissão e de visível arrependimento? Em sua obra Livre da carga – Dando e perdoando numa cultura desprovida de graça, Miroslav Volf, teólogo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, diz: “Condenação não é o coração do perdão. É a pressuposição indispensável dele”. Ora, perdão que não leva a sério a ofensa contra a parte injuriada é fraudulento e barato. Perdão autêntico, escreve Volf – com a legitimidade de proceder de uma família que sofreu sob o regime comunista e ter visto seu irmão morrer num acidente que poderia ter sido evitado –, “corta o laço de equivalência entre a ofensa e o modo pelo qual tratamos o ofensor. Eu não exijo que aquele que tirou o meu olho também perca o seu e que aquele que matou meu filho por negligência também seja morto. Na verdade, eu não exijo que ele perca nada. Eu renuncio a toda retribuição. Ao perdoar, absorvo a injúria – da mesma forma que devo absorver, digamos, o impacto financeiro de uma má transação comercial.” 

Na visão de Volf, disciplina é consistente com perdão. Então, criminosos devem ir para a cadeia e clérigos que violam o ensino da Igreja (ou a própria lei) devem ser destituídos de suas funções. Nossas leis proíbem, com razão, o assassinato, mas não a raiva – embora Jesus tenha dito que ambos tenham a sua fonte no coração humano. “Perdão”, escreve Volf, “nos põe no limite entre inimizade e amizade, entre exclusão e acolhimento. Ele derruba a parede de hostilidade que as más ações erigem; porém, não nos leva ao território da amizade.” “Frequentemente”, ele continua, “isso é o máximo que podemos reunir de forças para fazer, bem como é tudo que os nossos ofensores nos permitirão realizar”. Ele conclui que, no entanto, o perdão, na sua melhor manifestação, espera mais que isso. 

Depois que eu e meu marido deixamos a grande igreja que nos abateu, tornamo-nos membros de uma comunidade Anglicana que estava sendo processada pela Diocese Episcopal de Los Angeles devido a uma disputa por propriedades. Seis meses depois, o reitor que havia conduzido nossa congregação para fora da Igreja Episcopal foi forçado a resignar sob a alegação de conduta inapropriada para com outro membro de sua equipe. Pois tal religioso mudou-se para outro estado e rapidamente assumiu o ministério junto a uma igreja-irmã. Ou seja, o reformador recusou-se a ser reformado. Enquanto isso, o sacerdote assistente, que havia escrito sua tese de mestrado sobre restauração de clérigos caídos, administrou a crise com considerável cuidado. Não havia dúvida de que o reitor se retiraria, ou que aquele atingido pelos seus avanços indesejados seria protegido. Reuniões públicas foram realizadas, onde os congregados puderam expressar sentimentos de traição e fazer perguntas. Foi-nos apresentado um diagrama de possíveis desfechos e fomos desafiados a não nos permitirmos sermos prejudicados pela falha do sacerdote. 

Como essa nova comunidade de fé conduziu a crise com integridade, percebi minha restauração espiritual concernente às questões trazidas da igreja anterior. Meu marido e eu fomos então chamados para escrever uma carta aos nossos bispos descrevendo o nosso testemunho acerca das consequências de se ter um clero com má conduta que não é cobrado habitualmente. Líderes da igreja – que já têm pago um alto preço por seguirem suas consciências – ouviram-nos e nos deram apoio. Não somente isso: todo domingo, nós confessamos nossos pecados corporativamente e pedimos ao Senhor que nos perdoe, assim como perdoamos aqueles que nos ofenderam. 

Por dois anos, muitas das minhas orações de confissão estavam relacionadas às ações que tomei em relação à igreja anterior. Não importa quão justa seja uma causa: quando alguém escolhe agir contra amigos e líderes espirituais – mesmo em comunidades onde o mandamento de Jesus sobre o perdão é usado para manipular e onde acusações de estarmos sendo vingativos são lançadas na direção de quem confronta aquele que fez o errado –, essa pessoa luta com a culpa. No entanto, semana após semana, eu tinha ali a certeza de que, através do corpo e do sangue de Cristo, todos nós fomos perdoados. 

“Resistir à graça”
No período em que esteve envolvido na conspiração para assassinar Adolf Hitler Bonhoeffer escreveu: “Se é uma ação responsável; se é uma ação que diz respeito somente e inteiramente a outro homem; se isso vem de um amor altruísta pela pessoa real que é o seu irmão, então, precisamente por causa disso, não se pode querer evitar a comunhão da culpa humana.” A isso, ele acrescenta que “diante de outro homem, o homem de livre responsabilidade é justificado pela necessidade; diante de si mesmo, ele é absolvido pela sua consciência; mas, diante de Deus, espera somente por misericórdia”. A justiça das ações de Bonhoeffer ainda é debatida por teólogos e por descendentes de vítimas do Holocausto perpetrado pelo nazismo.
Assim são as ações de sobreviventes de abusos sexuais que processam suas igrejas por negligência. Em minha mente, não há dúvida acerca da justiça das duas causas em face do silêncio cúmplice do povo de Deus. No entanto, eu não posso falar sério em desejar o inferno para os líderes espirituais corruptos enquanto procuro me apegar à fé na misericórdia de Deus por meu filho e por mim mesma. O suicida lança sobre os que ficaram no seu rastro questões sem resposta e uma nuvem de culpa por pecados reais e imaginados. Assim, foi fechada em minha mente a distância entre mim e todos os clérigos que eu poderia tão facilmente condenar. Assim, cedo terreno em minha resistência à graça barata porque o meu coração não perdoador está quebrado e porque o pecador com o qual estou mais preocupada é o meu filho. 

Quem sou eu para dizer que não vou perdoar, quando sei que somente Deus poderia condenar ou absolver ações humanas? Certamente, nenhum de nós é melhor do que os apóstolos que certamente entenderam o desafio que estava posto diante deles. E, como eles, diante de uma realidade espiritual inexorável, resta-nos suplicar: “Senhor, aumenta-nos a fé”. 

Felizmente, há homens e mulheres que são capacitados para guiar discípulos empedernidos como cada um de nós. Em seu magnificente Encarnando o perdão, Gregory Jones, ex-reitor da Escola Duke de Divindade, oferece uma definição de perdão que é adequada para um mundo cheio de ambiguidades: 

“Perdão não é tanto uma palavra dita, uma ação feita ou um sentimento. Ele é um modo encarnado de vida numa sempre profunda amizade com o Deus triúno e com os outros. Dessa forma, a responsabilidade de um cristão por perdoar não deve ser simplesmente, ou mesmo primeiramente, focada na absolvição da culpa; ao invés disso, deve estar focada na reconciliação do que foi partido, na restauração da comunhão – com Deus, um com o outro e com toda a Criação. De fato, por causa da onipresença do pecado e do mal, o perdão cristão deve ser, ao mesmo tempo, uma questão de compromisso com um estilo de vida; uma vida cruciforme de santidade, na qual nós procuramos ‘desaprender’ o pecado e aprender os caminhos de Deus, bem como os meios de buscar reconciliação em meio aos pecados particulares, instâncias específicas de quebrantamento.”
Cada um de nós vive em meio a pecados particulares e instâncias específicas de quebrantamento. E cada um de nós deve escolher como irá responder. Viver uma vida de santidade e aprender os caminhos de Deus algumas vezes vai significar deixar de lado nossa necessidade por justiça e, ao invés disso, acolher um mundo que geme em antecipação pelo dia quando ele, e nós, seremos redimidos. Isso significa aceitar com humildade que somente Deus é bom. 

Por: Christine A. Scheller é escritora e editora-colaboradora da revista Christianity Today

Fonte: Cristianismo Hoje

22/01/2011

“Sansão e Dalila” bate Globo e fica em primeiro lugar no Ibope


Sansão e Dalila 250x189 Sansão e Dalila bate Globo e fica em primeiro lugar no IbopeSansão e Dalila“, da Record, registrou a melhor média de audiência desde sua estreia nesta quinta-feira (20).

O programa marcou 14 pontos de Ibope –cada ponto equivale a cerca de 60 mil residências na Grande SP– e 26% de share (participação no número de televisores ligados).

A minissérie bíblica ficou um ponto à frente do “Jornal da Globo”, que teve 13 pontos.

O desempenho deixou a Record em primeiro lugar de audiência durante a exibição.

“Sansão e Dalila” é uma das produções mais caras da emissora e é estrelada por Mel Lisboa e Fernando Pavão.

Fonte: Folha On-line

22/01/2011

Juiz condena Igreja Renascer a pagar R$51 mil reais à vítima de desabamento


Desabamento Renascer 250x166 Juiz condena Igreja Renascer a pagar R$51 mil reais à vítima de desabamentoA sentença foi dada pelo juiz Guilherme Ferreira da Cruz, do Tribunal de São Paulo. Ele condenou a Igreja Renascer em Cristo a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 51 mil a um homem que estava no templo do Cambuci, quando este desabou, um ano atrás. A igreja Renascer já recorreu da decisão tomada pelo juiz.

Sentença:

Processo nº 2009.191228-8 (1.869/09). Vistos. LUIZ FLÁVIO VIEIRA JURITY RODRIGUES ajuizou a presente ação de INDENIZAÇÃO POR PERDAS E DANOS MORAIS em face da IGREJA CRISTÃ APOSTÓLICA RENASCER EM CRISTO, qualificados nos autos, alegando que aguardava o início do culto do dia 18.01.2009 no interior da sede da ré, quando olhou para cima e viu o teto caindo como efeito dominó. Ficou completamente soterrado. Sofreu lesões físicas, permanecendo dias internado na UTI. Teve alta hospitalar em 05.03.2009. Tudo decorreu da falta de manutenção adequada, como atestaram o Instituto de Criminalística (IC) e a Escola Politécnica da USP. Apenas uma das quatorze tesouras de madeira que sustentavam o telhado não havia recebido reforço metálico durante a reforma da igreja realizada entre 1999 e 2000. Pede a procedência para condenar a ré ao pagamento a título de indenização por danos morais, em razão do desconforto e dissabores que lhe causou uma importância (…) que não deverá ser inferior a 100 (cem) salários mínimos.

Fundamento e DECIDO. como mantenedora do imóvel, no mínimo, tem a igreja responsabilidade pelos atos dos profissionais que contrata (in eligendo), lídima res inter alios frente à vítima, inocente no episódio.

DA LIQUIDAÇÃO DO DANO Afigura-se-me razoável – principalmente considerando os reflexos lesivos causados ao autor e o sofrimento imposto pela dimensão do sinistro – estimar a indenização extrapatrimonial em R$ 51.000,00, nos dias atuais o equivalente a cem salários mínimos federais (100 X R$ 510,00); contudo, sem nenhuma relevância no princípio da sucumbência, pois o valor inicialmente proposto (com referência à época de seu efetivo pagamento – fls. 13) apresenta caráter apenas estimatório. Prestigia-se, in casu, a função punitiva (intimidativa) da indenização, ou seja, a teoria do desestímulo. Assevera, a propósito, Pedro Frederico Caldas: (…) a reparação do dano moral acaba sendo integrada por dois fatores de suma importância, um deles reside no caráter punitivo e o outro, no caráter compensatório. O caráter punitivo visa, acima de tudo, a irrogar ao agente violador uma verdadeira pena, que em última análise serve de fator inibitório a novas práticas. A correção monetária é devida de hoje, enquanto os juros de mora (1% a.m.), legais, tratando-se de ato ilícito, fluem do evento danoso (18.01.2009). O mais não pertine. Ex positis, e pelo mais que dos autos consta, JULGO PROCEDENTE o pedido para o fim de CONDENAR a Igreja Cristã Apostólica Renascer em Cristo ao pagamento de R$ 51.000,00, corrigidos de hoje (29.04.2010) e com juros de mora (1% a.m.) contados de 18.01.2009. Sucumbente, arca a ré com as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios fixados em 15% sobre o valor total da condenação. P. R. I. C. São Paulo, 29 de abril de 2010. GUILHERME FERREIRA DA CRUZ Juiz de Direito

Fonte: Gospel Prime / Folha Renascer

22/01/2011

Trapalhão evangélico Dedé Santana, comenta sobre sua amizade com Didi


O próprio Dedé Santana afirma: se tivesse começando sua carreira nos dias de hoje, talvez não seria tão bem sucedido como na década de 1960.

“Naquela época, nosso humor era ingênuo e tínhamos liberdade para fazer qualquer coisa. Hoje, não posso mais chamar um afrodescendente de ‘negão’. Eu seria processado na hora. Nos Trapalhões, brincávamos muito interpretando bichas. Se fizéssemos isso hoje, todo o grupo seria processado. Ficou mais difícil fazer humor hoje”, diz.

Conflitos
Com o fim dos Trapalhões, a amizade com Renato Aragão ficou suspensa por duas décadas. Nesse tempo, Dedé participou de meia dúzia de programas em diferentes emissoras, converteu-se à Igreja Pentecostal Assembleia de Deus e, nos momentos em que ficou sem emprego fixo, ministrou, até mesmo, palestras sobre “conscientização de funcionários” em empresas.

Em ostracismo midiático, Dedé concedia entrevistas sobre o final do grupo humorístico, aproveitando para alfinetar o atual companheiro de trabalho.

Era comum, nestas entrevistas, o artista citar a discrepância entre os salário recebido por Renato Aragão e os demais membros dos Trapalhões.

Hoje, contudo, o clima é de amizade eterna, as declarações polêmicas tomaram rumos amáveis, de ternura, e, aparentemente, as brigas cessaram.

Hoje Dedé desconversa se continua recebendo um salário mais alto do que os novos colegas de cena. “Nossos contratos sempre foram assinados separadamente. Hoje, não sei se ele continua recendo mais do que os outros”.

Sobre Raul Gil e os humoristas do programa “Pânico na TV”, que entraram na campanha “Volta, Dedé”, para que a amizade e a parceria com Renato Aragão fosse reestabelecida, Dedé diz que deve a eles “agradecimento s eternos”.

Daqui a 50 anos, Dedé , pai de 8 filhos, quer ser lembrado como um dos Trapalhões e está mais do que satisfeito com a amizade reatada com o antigo companheiro de TV, cinema e shows.

“Tive medo de morrer longe do Renato. Estou vivendo um momento muito feliz na minha vida hoje, porque estou novamente ao lado do Didi”, diz o humorista…

Fonte: ODiario

22/01/2011

Fazendo da música instrumento de evangelização: Banda NS4


O som da Banda NS4 promete conquistar o Brasil 250x166 Fazendo da música instrumento de evangelização: Banda NS4A Banda NS4 vem se destacando por sua forma de trabalhar e levar  a música aos jovens. Com uma variedade de sons e influências musicais, o grupo carioca vem se tornando destaque entre a juventude do Brasil. Mas um ponto, em particular, vem chamando a atenção para banda. “ O primeiro motivo da existência da nossa Banda, é adorar ao Pai e levar a palavra de Deus, principalmente para os milhares de jovens afastados do caminho do Senhor”, disse Felipe Correa, vocalista.

A Banda que tem uma história peculiar ,nasceu depois de que o vocalista do grupo, que estava afastado dos caminhos de Deus, e foi sequestrado por traficantes de um dos morros do Rio de Janeiro, e foi liberto de uma execução, pela misericórdia do Pai. “ Saí daquele morro com a necessidade de trazer os outros companheiros da Banda para a igreja e começar um ministério voltado , também, para os desviados“, disse Felipe.

A música com qualidade e as letras que envolvem o dia-dia de muitos jovens  afastados de Deus, tem sido uma ferramenta utilizada pela banda. Com swing brasileiro, a harmonia americana, e a alegria dos africanos, a Banda NS4 vem sendo destaque levar Deus em forma de canções.

Para saber mais sobre a Banda, que estará em alguns meses fazendo uma turnê pelas cidades brasileiras; basta entrar no site www.bandans4.com.br

Fonte: Assessoria NS4

22/01/2011

Alto Comissariado do Paquistão promete aliviar sofrimento das minorias


Alto Comissariado do Paquistão promete aliviar sofrimento das minoriasO Alto Comissariado do Paquistão tentou acalmar os receios sobre a situação dos cristãos em seu país.
Em entrevista à Release International sobre petição em prol da igualdade de tratamento das minorias no Paquistão, Wajid Hasan disse que fará tudo o que estiver ao seu alcance para proteger os direitos dos cristãos em perigo em seu país.

Em um movimento surpreendente, o Sr. Hasan saiu do Alto Comissariado para falar com os cristãos que realizavam uma vigília de oração.

“Congratulamo-nos com você”, disse à multidão. Nós partilhamos as suas preocupações e faremos o melhor possível para fornecer segurança para as minorias e para aliviar os seus sofrimentos. Vamos tomar as medidas necessárias para garantir que nenhuma lei exista de abusos contra eles.

O Alto Comissariado recebeu uma petição contendo mais de 50.000 assinaturas apoiando um apelo à igualdade de tratamento das minorias do Paquistão.
Na vigília, eles oravam em particular pela Ásia Bibi, a primeira mulher cristã a ser condenada à morte por blasfêmia, uma acusação que ela nega.

Bibi recorreu a sua sentença e espera que o presidente conceda-lhe clemência. Mesmo que sua sentença seja anulada, extremistas prometeram assassiná-la e um clérigo está oferecendo uma recompensa de meio milhão de rúpias para quem matá-la.

Militantes até ameaçaram mandá-la para a prisão e seu marido e filhos passaram a se esconder.

O governador de Punjab, Salman Taseer, foi assassinado por seu guarda-costas depois que ele recomendou que Bibi fosse liberado e expressou seu apoio para a revogação das leis de blasfêmia do país.

O Alto Comissário disse: “A criminalidade de Salman Taseer era defender o direito de um membro da minoria. Não vamos nos render a essa chantagem, vamos lutar contra eles e vamos eliminá-los. Estamos na vanguarda da guerra contra o terrorismo. É uma guerra contra aqueles que abusam do Islã, que declaram ser muçulmanos, mas não são. Eles são, em minha opinião, pagãos que não têm nenhuma consideração pela vida humana”.

Fonte: Christian Today

22/01/2011

O que é ou não permitido que um casal cristão (marido e esposa) faça, sexualmente falando?


A Bíblia diz que “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará” (Hebreus 13:4). A Escritura nunca menciona o que um marido e uma esposa podem ou não fazer sexualmente. Os maridos e esposas são instruídos assim: “Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo…” (I Coríntios 7:5a). Este verso talvez estabeleça os princípios para as relações sexuais no casamento. Qualquer coisa a ser feita, deverá ser de consentimento mútuo. Ninguém deve ser encorajado ou coagido a fazer algo com o qual não se sinta confortável ou pense ser errado. Se o marido e a esposa concordam que querem tentar algo, a Bíblia não dá qualquer motivo para que não experimentem.

Há algumas poucas coisas que nunca serão permitidas, sexualmente falando, a um casal (marido e esposa). A prática de “trocas” ou “trazer mais alguém” é óbvio adultério (Gálatas 5:19; Efésios 5:3; Colossenses 3:5; 1 Tessalonicenses 4:3). O adultério é pecado, mesmo que a esposa permita, aprove ou mesmo participe. A pornografia é um apelo à “concupiscência da carne” e à “concupiscência dos olhos” (I João 2:16) e é portanto também condenada por Deus. Fora estes dois termos, não há nada que a Escritura especificamente proíba que um marido e esposa façam entre si, contanto que seja por consentimento mútuo.

Fonte: GoQuestons

22/01/2011

Verão diferente no Rio Grande do Norte


Verão diferente no Rio Grande do Norte Dos dias 20 a 29 de janeiro, o litoral do Rio Grande do Norte recebe um evento inédito no Brasil. Com a promessa de trazer mais esperança ao verão, o Summer Hope promete receber os turistas de um jeito mais acolhedor, demonstrando o amor de Cristo.

O evento é uma iniciativa da Rede Internacional de Evangelismo Jesus Warriors, que atua na América Latina e tem como visão resgatar vidas e promover ajuda pessoal a adolescentes e jovens vivendo em situação de risco. O trabalho é feito com projetos sociais diversos e como auxílio às igrejas na área de evangelização.

Os temas a serem apresentados serão drogas, alcoolismo, anorexia, abuso sexual, aborto, racismo e analfabetismo. O objetivo é conscientizar as pessoas sobre as dificuldades e realidades de muitas pessoas que enfrentam estes problemas e buscar meios de ajudá-las. “Queremos desafiar as pessoas a viver um verão um verão diferente com a esperança de que dias melhores virão”, comenta o presidente da JW Brasil e um dos organizadores do evento, Rene Alves.

Além de toda a parte social já dentro da rede, o objetivo também gira em torno da familiarização do povo evangélico com os turistas que devem visitar o Brasil nos próximos anos. “O Brasil está em evidência com a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Muitas pessoas virão de outros países e os cristãos precisam estar preparados para recebê-las. É uma forma de ligar a Igreja à sociedade”, acrescenta Alves.

Até o dia 28, as ações vão girar em torno da distribuição de panfletos turísticos e evangelísticos em duas línguas, garrafas de água mineral e sacolinhas de lixo para carros em praias, shoppings, hotéis e aeroportos. Segundo o organizador, o tratamento na recepção é uma demonstração de amor e os panfletos ajudam na aproximação e ainda levam uma mensagem de esperança. Tudo foi pensado como uma estratégia para melhor atender os visitantes, fazer um grande trabalho de solidariedade e poder apresentá-los a Jesus Cristo.

O fechamento de todo o projeto vai acontecer no dia 29 com um grande show e queima de fogos. Várias bandas de rock e reggae se apresentarão. “Escolhemos bandas que tem ritmos característicos do verão”.

Cerca de 300 voluntários serão instruídos e divididos em equipes. A meta é de que pelo menos 50 mil pessoas sejam alcançadas.


Fonte: Creio

22/01/2011

Pastores fazem congresso sobre vida plena


Pastores fazem congresso sobre vida plena

A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB) promove esta semana o seu congresso anual com o tema “Vida Plena no Ministério Pastoral”. O evento acontece no auditório do Clube Português em Niterói (RJ) e tem como preletores pastores como Carlito Paes, David Malta do Nascimento e Lécio Dornas.

Segundo o secretário executivo da OPBB, Pr. Juracy Bahia, esse será o maior congresso da história da OPBB, pois contará com um número recorde de pastores participantes, além de preletores muito bons e em um local confortável.

O pastor Juracy Bahia também informou que durante o congresso haverá o lançamento da revista “Pregação e pregadores”.

Caso você deseje mais informações sobre o evento acesse o site www.opbb.org

Fonte: Convenção Batista Brasileira

%d blogueiros gostam disto: