Archive for março 20th, 2011

20/03/2011

Pastor evangélico é preso após espancar esposa


Vizinhos ouviram a gritaria e acionaram a polícia.
O pastor foi preso pelo crime de violência doméstica, previsto na chamada Lei Maria da Penha.
O pastor da Igreja Pentecostal Amor Divino, Juvenal Justino da Silva Filho, 31, foi preso por espancar a esposa, de 30 anos, que teve a prótese dentária arrebentado por um soco. Vizinhos ouviram a gritaria e acionaram a PM que levou o pastor para o Cisc do Planalto. O soco deixou marcas na mão do pastor.
O pastor foi preso pelo crime de violência doméstica, previsto na chamada Lei Maria da Penha. Até a filha do casal, de 12 anos, foi a favor da mãe. A prisão ocorreu no bairro Voluntários da Pátria, em Cuiabá.
No Cisc do Planalto, o pastou negou a agressão. Alegou que o casal caminhava pela rua e ela caiu e para não bater o rosto no chão colocou a mão para absorver o impacto.
Durante a prisão, a esposa do pastor recebeu uma ligação do seu celular da esposa do pastor coordenador da Igreja na Capital. Mulher estava apreensiva com os fatos.
A vítima disse que está casada há 12 anos e é agredida com freqüência. Ontem, no entanto, resolveu Por ser crime inafiançável, o pastor será encaminhado para uma unidade prisional da Grande Cuiabá.

Fonte: Notícias Cristãs / Midia News

20/03/2011

Assembleia de Deus inaugura réplica do primeiro templo da igreja no Brasil


Assembleia de Deus inaugura réplica do primeiro templo da igreja no Brasil

Abre as portas neste domingo (20), em Belém (PA), a réplica do que foi o primeiro templo da Assembleia de Deus no Brasil. O evento faz parte da comemoração do Centenário de fundação da Igreja, que ocorreu em junho de 1911 na capital paraense. A inauguração do novo prédio será antecedida de uma caminhada por algumas ruas do centro da cidade.

As obras de recuperação do espaço tiveram início em janeiro de 2010. “Buscamos reformar o espaço para deixá-lo o mais parecido com o original. A fachada lembra a do primeiro templo e até os móveis lembram o mobiliário da época”, detalha o pastor Guilherme Costa, organizador do evento.

Após descerrar a faixa de inauguração, o presidente da Assembleia de Deus em Belém, Pastor Samuel Câmara, realizará o primeiro culto na nova igreja. “Esse é momento muito importante para a Igreja. É como voltar as nossas origens. Além do que essa inauguração amplia a nossa atuação evangelizadora no bairro da Batista Campos”, garante o organizador. Diversos grupos da Assembleia de Deus participarão do evento que é aberto a todos os fiéis.

Origem

A Assembleia de Deus foi criada, em Belém, pelos suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, em 18 de junho de 1911. Nos anos seguintes, pastores levaram a evangelização para outros estados e países e, hoje, a Igreja é considerada o maior movimento pentecostal do mundo. Segundo dados o Censo 2000, divulgado pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em todo o Brasil são cerca de 10 milhões de assembleianos.

Em 2011, a Igreja celebra o seu Centenário e prepara uma grande programação. Estão previstas celebrações, peças teatrais, apresentações musicais, entre outras iniciativas. O ponto alto das comemorações acontecerá no dia 18 de junho, quando uma marcha reunirá cerca de 200 mil pessoas, de todas as religiões, e será concluída num grande culto com a participação do evangelista Reinhard Bonnke, da missionária Helena Raquel e do pastor Silas Malafaia, além de outros pregadores nacionais e internacionais.

Fonte: Gospel Prime

20/03/2011

Editora Mundo Cristão lança a Bíblia da Vovó


Editora Mundo Cristão lança a Bíblia da Vovó

Levando em conta a importância da figura da avó na formação espiritual das crianças a editora Mundo Cristão está lançando uma super novidade que é “Bíblia da Vovó”.

Um  livro que traz 150 historinhas para contar aos netos e  uma sequência de meditações e estudos para serem realizados durante a semana, de segunda a sexta-feira.  E para sábados e domingos tem atividades desenvolvidas para que a vovó interaja com as crianças.

Essa Bíblia de estudo apresenta recursos que foram  especialmente desenvolvidos pela escritora Doris Rikkers e  pela arquiteta Jeannette Taylor, que contém centenas de modelos de oração e uma seleção de versículos bíblicos sobre diversos temas.

A Bíblia da Vovó tem a Nova Versão Internacional (NVI), uma das mais recentes traduções das Escrituras,  e ainda conta com duas opções de capa: cereja/rosa e lilás/roxa.

Fonte: Gospel Prime

20/03/2011

Pastora, Mãe de Katy Perry sente vergonha de música da cantora


A mãe da cantora Katy Perry, Mary Hudson, está escrevendo um livro contando tudo sobre sua filha, segundo o tablóide americano “New York Post”.

Katy ficou conhecida no mundo inteiro depois de interpretar a música “I Kissed a Girl”, que falar sobre ter beijado e outra garota e ter gostado da experiência. Sobre esse hit Mary Hudson, que administra uma igreja com seu esposo, Keith, disse ter nojo e vergonha do single.

“Claramente, a música promove a homossexualidade e sua mensagem é vergonhosa e nojenta”, falou Mary que confessa ao tablóide “eu detesto essa música”.

Ela afirma que  Katy sabe como ela se sente em relação a música que a consagrou como cantora. “Nós somos muito abertos na família e ela sabe o quanto eu e seu pai estamos decepcionados. Eu mal posso ouvir essa música”.

Ela também revelou ao jornal como se sentiu quando ouviu a música pela primeira vez e qual a reação dela toda vez que “I Kissed a Girl’ toca. “A primeira vez que eu ouvi, fiquei em choque. Quando toca no rádio, eu oro”.

Fonte:  Folha on line

20/03/2011

Cresce cada vez mais o número de cristãos orientais na nação mais nipônica no mundo depois do Japão


Esta matéria publicada na revista Eclésia nº 137 mostra que, aqui no Brasil, os imigrantes do país recentemente arrasado por terremotos e tsunamis estão abandonando o budismo.

Desde que os primeiros japoneses começaram a desembarcar no porto de Santos, no começo do século passado, depois de uma longa e árdua viagem de 52 dias a bordo do Kasato Maru, que o número de nikkeis – nome usado para designar descendentes e japoneses natos que residem no exterior – só aumentou. Cem anos mais tarde, eles já somam quase 2 milhões e constituem a maior colônia do mundo fora do Japão. Só no Estado de São Paulo, são cerca de 1,3 milhão. Nas últimas décadas, entretanto, o caminho inverso percorrido pelos brasileiros – os dekasseguis – em busca de trabalho e novas oportunidades de vida, comprova, além do forte vínculo de amizade que se criou ao longo dos tempos, a inerência dos usos e costumes às duas raças. Aliás, quando o assunto é tradição, ninguém tem dúvidas quanto à fidelidade dos orientais para com sua rica cultura milenar, cada vez mais incorporada ao cotidiano ocidental – yakisoba e tempurá, por exemplo, tem se tornado quase tão comum como pastel de feira. Por outro lado, em se tratando de evangelismo os nikkeis também têm aprendido muito com os brasileiros e contribuído para fazer do país, não apenas um longínquo pedacinho da “terra do sol nascente”, mas uma nação com um exército de convertidos cada vez mais numeroso.

Fundada nos anos 1980 pelo pastor Fernando Takayama, a Assembleia de Deus Nipo-Brasileira surgiu, a princípio, com o objetivo de levar a Palavra de Deus aos japoneses da Liberdade – o bairro oriental da capital paulista –, onde a igreja ainda mantém sua sede. “Por se localizar numa região privilegiada e histórica, a igreja acabou se tornando uma referência para encontro dos nikkeis, além de representar um espaço de adoração e conhecimento da verdade de Cristo”, orgulha-se Carlos Leandro de Melo, pastor evangelista e líder do setor de missões.

Depois de pouco mais de duas décadas de ministério, a semente plantada por Takayama continua germinando e rendendo bons frutos; atualmente a igreja já conta com mais de 100 filiais, a maioria espalhada pelo Estado de São Paulo. A própria sede foi obrigada a mudar de endereço e hoje ocupa o prédio do antigo Cine Tokyo, onde os rostos de nikkeis e brasileiros se misturam e até se confundem. “Por não sermos tão tradicionais quanto a outras congregações, nosso trabalho se espalhou e a igreja passou a ser frequentada por irmãos sem descendência japonesa”, continua.

Embora a principal verve de toda e qualquer igreja seja a cerimônia dos cultos e ministração da Palavra, a participação ativa junto à comunidade e assistência a seus membros também faz parte das atividades ministeriais da AD Nipo-Brasileira. “Além do evangelismo realizado na Praça da Liberdade, com músicas, depoimentos e mensagens traduzidas para o japonês, realizamos visitas a asilos e dispomos de um trabalho de discipulado específico para os descendentes, enumera o pastor, cuja ligação com a comunidade nipônica transcende os limites do próprio evangelismo; afinal, ele é casado com Sumiko Miyahara, que muito o auxilia na realização de eventos de caráter sócio-religioso e cultural.

Tradição

Professor na Faculdade Teológica Batista de São Paulo, Vanderlei Gianastacio é outro cristão bem antenado com a colônia japonesa. Se atualmente ele frequenta a Igreja Batista em Pinheiros acompanhado da esposa, que pertence à terceira geração de descendentes, e da filha de seis anos, durante mais de uma década – de 1993 a 2007 – o teólogo dedicou parte de seu tempo a missões evangelísticas, primeiro na cidade de Piedade (SP) e depois na capital. “Foi uma experiência muito interessante, porém o contato com pessoas de outras culturas requer que se conheça a cosmovisão do povo. Ao trabalhar com textos bíblicos, a comunicação com os isseis – japoneses natos – e descendentes de primeira geração é mais difícil, visto que na cultura oriental não é o jovem que ensina o idoso; pelo contraio, o que é mais antigo tem maior valor. Assim não faz sentido querer explicar para um descendente de japoneses acerca de Jesus – que nessa proporção, é novo na história – sem antes falar da criação”, adverte.

Para Gianastacio, o aumento do número de cristãos entre os povos de origem oriental se deve também pela confiabilidade que é inerente à raça. “Há muita confiança entre eles; logo, um grupo reunido em algum lugar se torna um motivo para que outros também sejam atraídos. Em outras palavras, japonês chama japonês”. Em contrapartida, as igrejas também precisam fazer a sua parte para atrair todo esse contingente sedento por salvação. “Os japoneses e descendentes são responsáveis, bons profissionais e, dessa forma, se encaixariam perfeitamente em qualquer atividade social desenvolvida pelas comunidades cristãs. Entretanto, não são muitas igrejas que se interessam em trabalhar com eles, por serem um povo questionador, desconfiado e tornarem o processo de conversão mais lento. Acredito, portanto, que a melhor receita é dialogar, não somente para ensiná-los, mas também para aprender com eles; afinal, estamos falando de uma cultura milenar”, receita o professor.

Mais impressionante ainda do que o aumento do número de cristãos orientais, inclusive em seus países de origem – segundo as estatísticas, hoje no Japão os protestantes já superam os católicos – tem sido a significativa redução dos seguidores de religiões tradicionais observada nas últimas décadas – como o budismo e o xintoísmo. De acordo com o IBGE, nas últimas décadas tem caído acintosamente o número de adeptos ao budismo no Brasil – de cerca de 240 mil nos anos 1990 para 215 mil no início do século. Atualmente, calcula-se que haja cerca de 200 mil seguidores no país. “Não dá para dizer se os números são satisfatórios; eles são o que são e refletem os interesses da sociedade em que vivemos”, diz Fabiana Gaspar Gomes, presidente da Sociedade Budista Brasileira (SBB). “Todos os movimentos religiosos seguem ciclos naturais e talvez a mensagem cristã esteja, atualmente, falando mais aos corações dessas comunidades, que muitas vezes vivenciavam a religiosidade como ‘obrigação social’ determinada pela família que mantinha rituais tradicionais do país de origem”, continua a carioca que, apesar dos números apresentados pelo IBGE, garante que o budismo vem sendo cada vez mais praticado no ocidente e que o número de adeptos só não é maior por falta de apoio dos meios de comunicação. “Se houvesse um canal de TV ou emissoras de rádios budistas, como acontece em outras religiões, será que não haveria mais praticantes?, questiona.

De acordo com Frank Usarski, livre docente na área de Ciência da Religião da PUC-SP, um dos fatores responsáveis pela redução do número de budistas no Brasil se deve à falta de “força humana” religiosa. “Diversas comunidades budistas tradicionais não possuem uma autoridade religiosa residente, e tem que se contentar com uma programação precária”, resume. Soma-se também a insuficiência de material religioso traduzido para o português, o que dificulta em muito a transmissão da herança espiritual dentro das famílias de descendência japonesa. “Outra questão pode ser vista como conseqüência a longo prazo das circunstâncias históricas sob as quais o budismo de imigração foi introduzido no Brasil, numa época em que os imigrantes japoneses ainda estavam convencidos de que a sua moradia no país anfitrião seria temporária”, complementa o professor.

“Em geral os nikkeis praticam o budismo e xintoísmo não por convicção doutrinária, mas por tradição aos pais e avós. Dessa forma, uma religião calcada no entendimento e na fé pode atrair mais do que simplesmente as práticas de alguns rituais sem a devida compreensão daquilo”, opina, por sua vez, o teólogo Vanderlei Gianastacio.

Números, questionamentos ou controvérsias à parte, para Fabiana Gaspar o que importa mesmo é a “garantia do respeito e espaço para que todos pratiquem e sigam aquilo que acreditam”.

Holiness

O nome pode não ser tão familiar como outras denominações cristãs gigantes e com grande poder midiático, mas a Igreja Evangélica Holiness também já construiu sua história, que teve início nos anos 1930 com a chegada dos primeiros missionários japoneses a São Paulo. Trilhando estradas, colônias e fazendas do interior, Takeo Monobe cumpriu à risca a determinação bíblica de pregar o evangelho às famílias japonesas que por aqui já se fixavam desde o início do século. Dez anos desde mais tarde, a igreja se estabeleceu como independente e atualmente conta com quase 5 mil membros distribuídos por várias cidades brasileiras – com maior concentração no Estado de São Paulo. “A Igreja Holiness é um fruto da imigração japonesa para o Brasil, e a nossa história se mistura com a história da própria colônia japonesa brasileira”, compara Eduardo Goya, pastor titular de uma das células de São Paulo e presidente da Convenção das Igrejas Evangélicas Holiness do Brasil.

Se antes o ocidente constituía o destino dos missionários, de uns tempos para cá a situação se inverteu, tanto que a Holiness mantém dezenas de evangelistas na Índia, China e no próprio Japão, onde tudo começou. Convertido há trinta anos, Goya, que pertence à terceira geração de descendentes, também já teve a oportunidade de algumas vezes visitar o país de seus ancestrais, em especial para supervisionar as células ministradas por brasileiros. E cada vez que atravessa o mundo, ele volta mais satisfeito e com perspectivas positivas de que o mundo se torne cada vez mais cristão. “Temos orado e nos preparado para que nossa igreja no Japão alcance também os japoneses”, continua o religioso, ciente de que pregar o evangelho nessas circunstâncias é um pouco mais complicado do que considera em condições normais. “Naturalmente que se precisa um pouco de cuidado para não transgredir as tradições culturais dos japoneses e seus descendentes diretos; afinal, eles são cautelosos e demoram mais do que os outros para tomar uma decisão por Cristo”, alerta.

Faz coro à opinião de Goya o pastor Carlos Leandro de Melo que, com muito cuidado e trilhando o mesmo caminho, tem conseguido chegar a dezenas de corações que aguardam por salvação.”É necessário respeitar a cultura, mas também levá-los ao entendimento da verdade de que o evangelho não é apenas um estilo de vida ou um simples ritual”. Assim, mesmo que historicamente os orientais sejam tão enraizados a tradições milenares e espiritualmente ligados a crenças ancestrais, com estratégia correta todos tendem a entender a mensagem. Não é à toda que os cultos da Holiness e da AD Nipo-Brasileira estão sempre cheios.

Fonte: Revista Eclésia

20/03/2011

Deputado Marco Feliciano enfrenta Jean Wyllys e o convida para um debate


Deputado Marco Feliciano enfrenta Jean Wyllys e o convida para um debate

Os primeiros pronunciamentos dos deputados federais empossados em fevereiro deste ano já mostraram que a pauta deste mandato será voltada para a discussão sobre os direitos civis aos homossexuais. De um lado a bancada evangélica juntamente com a Frente da Família tenta impedir que projetos como a PLC 122 sejam aprovados e do outro lado o deputado Jean Wyllys, o primeiro parlamentar homossexual assumido, juntamente com outras frentes tentam apoiar entre outras coisas o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

O clima esquentou quando a frente evangélica tentou impedir que os parceiros homossexuais fossem colocados como dependentes no Imposto de Renda. Para debater essa afronta, Jean Wilis disse que pedirá para que todas as igrejas evangélicas prestem contas publicamente daquilo que arrecadam.

Assim que foi noticiado esse desejo do parlamentar, o deputado federal e pastor Marco Feliciano usou seu pronunciamento para mandar um recado ao colega e chamá-lo para um debate “sem preconceito”.

“Quando o assunto passa para questionamento da prestação de contas das igrejas, o nobre deputado envereda pelo campo do confronto, demonstrando vontade de atuar em todas as direções,(…) aconselho o nobre colega a verificar na internet, a prestação de contas de todas as igrejas”, disse o líder do Ministério Tempo de Avivamento.

Feliciano lembrou aos deputados presentes na sessão que muitas igrejas desenvolvem trabalhos sociais relevantes, tirando drogados das ruas e amparando órfãos e idosos. Lembrou também que muitas vezes as despesas dessas instituições superam, e em muito, as receitas.

O pastor disse que não quer desentendimentos, mas quer dar voz aos seus eleitores. “Não estamos aqui para municiar debates midiáticos e sim, para bem representar os milhões e milhões de brasileiros que professam uma fé calcada no que Ensina o Livro Sagrado – Uma família é constituída por pai, mãe e filhos – base para qualquer sociedade se desenvolver no trabalho, na educação e ser feliz”.

Encerrando, o pastor Marco Feliciano convida o parlamentar para uma conversa. “Graças a Deus, esta Casa é um parlamento democrático e convido o nobre colega para um debate de idéias, sem preconceitos e para que possamos como gente civilizada e hoje, na posição de legisladores, podermos encontrar um caminho para o bem comum.”

Fonte: Gospel Prime

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