Archive for março 22nd, 2011

22/03/2011

Ato Público contra a legalização da Maconha


A Comissão Oficial contra a legalização da maconha e outras drogas promove um ato público contra a legalização da maconha no Brasil.
O evento acontecerá no dia 24/03 às 10h da manhã na Praça Santos Andrade. Os participantes se concentraram na escadaria da Universidade Federal do Paraná.
Para conhecer melhor o projeto e saber mais sobre o ato acesse: www.maconhanao.com.br
Fonte: Assessoria de Imprensa

 

22/03/2011

Apóstolo Estevam Hernandes faz aniversário e recebe série de homenagem nos cultos e templos da Igreja Renascer


O apóstolo Estevam Hernandes recebeu uma homenagem neste domingo, 20 de março, durante a Celebração da Família, em comemoração ao seu aniversário, no próximo dia 22. O Renascer Praise cantou uma música especial em homenagem ao apóstolo e depois “Revolução”, uma das primeiras música do Katsbarnéa, banda que marcou a história do Gospel no Brasil, e “Apocalipse Now”, cuja letra é de autoria do apóstolo.

Além disso, os ministérios do Kids, Teens, Projeto Amar e Calebe também fizeram apresentações especiais em homenagem ao apóstolo. O Projeto Amar cantou uma música em que falou de toda a trajetória do apóstolo, desde o início do trabalho com os jovens drogrados em sua casa até ao que a Igreja realiza hoje no Brasil e no mundo.

Neste ano, a Igreja Renascer em Cristo completa 25 anos. “Estou muito emocionado, agradeço de coração esta homenagem. Meu desejo é continuar, por muitos anos, a fazer a vontade de Deus”, disse o apóstolo. Depois disso, a bispa Fernanda Hernandes Hasmussen orou pelo apóstolo, juntamente com toda a Igreja.Nesta noite, o apóstolo Estevam ministrou sobre o texto que está em Efésios 13.1-21. “Você está aqui hoje porque o poder de Jesus veio sobre sua vida. É preciso ter um entendimento superior disso. Muitos vivem na superficialidade, não querem crescer, se desenvolver… Vivem na futilidade. Muitas pessoas não deixam Deus trabalhar no potencial de vida que ele te deu. Satanás sabe que, se você viver superficialmente, não resiste no dia mal. Resiste no dia mal aquele que tem a marca de Jesus em sua vida e que mergulha em Deus”, disse o apóstolo.

Nesta noite, peça para que o Espírito Santo marque sua vida, afirmou o apóstolo. “Não permita que sua vida seja roubada em nada! Quando somos marcados, passamos a ser merecedores da confiança de Deus. Seja participante dos segredos de Deus! Nós precisamos conhecer para saber o ministério. Nós ficamos especulando espiritualmente e o segredo só pode ser revelado quando for dito. É exatamente o que o apóstolo Paulo fala: que há um mistério de Cristo revelado à Igreja. Ele fala que discerniu o mistério de Cristo, que é: você anda com o Cristo vivo, Ele está ao seu lado. Jesus está ao meu lado, Ele habita comigo, eu sou o templo do Espírito de Deus.”

Ele disse que temos que ter sempre a convicção de que Jesus está conosco em todos os momentos. “Amanhã você vai encontrar adversidades no seu caminho, talvez você se depare com uma má notícia… Neste momento você precisa saber: Jesus está ao seu lado! Maior é Jesus na sua vida do que aquilo que o inimigo pode fazer! Você não será atingido, porque o Senhor Jesus está ao seu lado, Ele é presente na sua luta, na sua aflição, no seu dia a dia. A grande bênção é que os demônios sabem e reconhecem isso.”

Temos que atingir essa condição, essa dimensão de relacionamento com Jesus, disse ele. “Jesus é o seu amigo. Ele não nos decepciona nunca. Amizade espiritual é amizade de aliança, indestrustível. Jesus diz que é nosso amigo, que vai nos dar tudo aquilo que recebemos do pai. Uma destas coisas é a vida abundante: dentro de você existem rios de águas vivas! Você tem um dinamismo espiritual que te empurra além das condições humanas. Você tem o Espírito Santo, que se manifesta na sua vida (como o vento, como o fogo e por meio dos dons, que são nove). É isso que faz de você uma pessoa diferenciada para enfrentar o mundo!”.

Fonte: Igospel

22/03/2011

siteAfirmando ser para evangelização, Assembléia de Deus lança rede social que usuário tem que pagar para usar


Aproveitando a grande repercussão que as redes sociais estão tendo, a Igreja Assembléia de Deus não ficou de fora e lançou sua própria, a Comunidade AD.
O Presidente da Convenção Geral das Assembléia de Deus do Brasil (CGADB), Pastor José Wellington, anunciou a Comunidade AD como um grande passo para o evangelismo em pleno Centanário da denominação no Brasil: “A intenção é evangelizar, principalmente os jovens”, mas os membros que aderiram não estão gostando muito do resultado.
Após se cadastrar os usuários descobrem que a ferramenta é “exclusivamente para membros da Assembléia de Deus” e que se quiserem usa-la plenamente terão que escolher entre planos de pagamento mensal. O Plano Ouro semestral está no valor de R$9,95 por mês, um total de R$59,70 pelo período. Há também planos de pagamento mensal, por R$ 14,95 e trimestral, no valor de R$ 13,95. Ambos por mês. O pagamento pode ser feito por boleto bancário ou cartão de crédito.
Ao se cadastrar os usuários ganham automaticamente um mês grátis no plano ouro, mas para conseguir continuar utilizando-o é preciso escolher um dos planos após o período. Há também o plano básico, gratuito para quem não quiser pagar, mas que restringe o usuário a ter no máximo 12 amigos, publicar 12 fotos e “seguir” somente 12 pastores.
Segundo a equipe da Comunidade AD pagando pelo serviço o assembleiano estará “usufruindo de uma plataforma moderna e adequada para a propagação da palavra de Deus” e “contribuindo diretamente com as obras da Igreja”, além de que “com plano Ouro você poderá ter quantos amigos quiser, postar quantas fotos desejar e seguir qualquer pastor”.
A Comunidade AD foi lançada em fevereiro de 2011 na Igreja-Mãe em Belém e estava antes restrita apenas a pastores da denominação. Sua aparência e funcionalidades são muito parecidas com as do Facebook.
A Equipe da Comunidade AD encerra afirmando: “É a Assembléia de Deus Ministério do Belém mostrando que está preparada para mais 100 anos de história!”

Fonte: Notícias Cristãs

 

22/03/2011

Reedição da Bíblia sagrada na Tradução Brasileira


Um clássico da literatura bíblica volta a ser editado pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Trata-se da Bíblia Sagrada na Tradução Brasileira, uma obra histórica que levou 11 anos para ser concluída (1903 a 1914). Tendo sua primeira edição publicada em 1917, foi um projeto de tradução pioneiro, por ter sido totalmente realizado no Brasil.
Também conhecida como Versão Brasileira ou Versão Fiel, a Tradução Brasileira contou com uma comissão de tradução formada por notáveis da literatura nacional, entre os quais Rui Barbosa, José Veríssimo e Heráclito Graça, que atuaram como consultores linguísticos. Liderada por Hugh Clarence Tucker, missionário metodista norte-americano, integraram, ainda, sua comissão de tradução líderes religiosos do Brasil e Estados Unidos, com destaque para Hipólito de O. Campos, Antônio B. Trajano, Alfredo Borges Teixeira, John M. Kyle e John R. Smith.
A Tradução Brasileira ganhou renome pela fidelidade ao sentido original. Chegou a ser conhecida como “Bíblia Tira-Teima”. Seu relançamento está fundamentado em dois grandes pontos: ela é um marco histórico e um documento que auxilia, em muitos casos, a compreender a origem das formulações encontradas na tradução de Almeida Revista e Atualizada.
A nova edição trouxe algumas alterações e atualizações em relação ao texto bíblico de 1917. São elas:
– Atualização gramatical e ortográfica, de acordo com as normas atuais da Língua Portuguesa.
– Utilização das formas aportuguesadas adotadas na tradução de Almeida Revista e Atualizada na grafia dos nomes próprios. Originalmente, na Tradução Brasileira, os nomes haviam sido transliterados, como, por exemplo, Jehoshaphat, Habakkuk, Nebuchadnezzar e Zephanias. Na nova edição, os nomes aparecem grafados como Josafá, Habacuque, Nabucodonosor e Sofonias, respectivamente.
– No caso do tetragrama, isto é, nome de Deus no Antigo Testamento, foi mantida a forma originalmente adotada pela comissão tradutora, havendo apenas uma atualização gráfica (de Jehovah passou para Jeová). Importante destacar que a forma “Jeová” resulta da vocalização do tetragrama YHWH como Adonay (“meu Senhor”).
A versão atualizada da Tradução Brasileira também está disponível em formato eletrônico, podendo ser encontrada no pacote de traduções oferecido pela Bíblia Digital Glow e, em formato ePub, nas lojas virtuais Gato Sabido (www.gatosabido.com.br) e Livraria Saraiva (www.livrariasaraiva.com.br) .

Recursos
– Conjunto original de notas e referências cruzadas (só no formato impresso)
– Mapas (só no formato impresso)

Descrição do Produto
Título: Bíblia Sagrada – Tradução Brasileira
Categoria: Bíblias
Código: TB063 EAN: 978-85-311-0283-7: TB063 – capa dura preta 978-85-311-0811-2: TB – formato ePub
Papel: Bíblia branco
Formato: 13,5 x 21,0 cm
Nº Páginas: 1.216
Preço: ePub: R$ 19,90 Impresso: R$ 17,90

Fonte: Notícias Cristãs / SBB

 

22/03/2011

Jocum realiza Conferência Internacional de Missões


 

De 30 de março a 03 de abril de 2011 acontece a Conferência dos Povos Amazon COFM, em Porto Velho-RO. “Com pé na estrada e o pé na mata, seguimos firmes na caminhada missionária! Estaremos juntos aqui no Brasil para refletir sobre nossa presença entre os não-alcançados de várias regiões do mundo”. Este é o foco do encontro que acontecerá no norte do país.
Durante o evento, pastores, lideranças indígenas e missionários de vários continentes estarão reunidos, além de representantes de agências, seminários e líderes de diferentes povos e nações, para conhecer e compartilhar sobre a situação atual dos povos não-alcançados, fazer contatos, formar redes e estabelecer parcerias.

Com início previsto para as 19h do dia 30 de março a partir de uma grande celebração de abertura, a Amazon COFM terá Eli Ticuna, um dos maiores líderes indígenas do Brasil, como um dos preletores oficiais.

Outros destaques da programação dessa Conferência dos Povos são as apresentações, músicas e danças de diferentes culturas. O encerramento está previsto para as 12h do dia 03 de Abril, com a palavra de Wellington Oliveira, o presidente nacional de Jocum Brasil. Nesse mesmo dia, será celebrada a Ceia do Senhor com elementos típicos da Amazônia entre os representantes de várias tribos, povos e raças presentes.

Não perca essa oportunidade de se atualizar sobre os avanços do Evangelho entre os não-alcançados e não-engajados! Participe da Conferência dos Povos Amazon COFM 2011!
Fonte: JOCUM

 

 

22/03/2011

Editora lança série pioneira de livros cristãos para jovens e adolescentes


Um jovem cristão brasileiro precisa usar seus conhecimentos bíblicos e sua sagacidade investigativa para solucionar crimes e mistérios e em suas aventuras aprende importantes lições de vida cristã. Essa é a premissa básica dos livros da série Geração Ação, da editora Anno Domini, que chega já marcada pelo pioneirismo: a coleção é a primeira do gênero no mercado brasileiro destinada ao público jovem que, além de contar histórias que aguçam a curiosidade do leitor, também passa bases espirituais importantes para a formação de adolescentes cristãos. Ou seja: mistura entretenimento e aprendizado.

Os três primeiros livros da série Geração Ação são assinados pelo jornalista e escritor Maurício Zágari. As histórias fictícias acontecem no Brasil, num ambiente que cria uma empatia imediata do leitor com a história. O autor aplica uma linguagem acessível a todas as classes sociais e descreve ambientes frequentados pelos nossos adolescentes – como igreja e outras localidades do dia a dia dos nossos jovens. Outro diferencial que merece ser destacado é que os livros são interdenominacionais.

O público já responde positivamente ao lançamento dos livros. A série, inclusive, tem sido usada como ferramenta de discipulado em diversas igrejas, seja em atividades com jovens e adolescentes seja em retiros e até mesmo em evangelização.

Sinopses dos livros:

O Enigma da Bíblia de Gutemberg:

Roubaram um dos raros exemplares da primeira Bíblia impressa do mundo, a Bíblia de Gutemberg. Agora, Daniel tem que promover uma complicada investigação para solucionar um crime do qual ele acaba se tornando o maior suspeito! Para isso, precisa usar todo seu conhecimento bíblico – e seguir os ensinamentos de Jesus. Mal sabe ele o que terá de passar para chegar ao final desta jornada! Quem é o criminoso? Como solucionar o crime? Como provar sua inocência? E o mais importante: como se manter fiel a Cristo a cada passo dessa jornada? Descubra em O Enigma da Bíblia de Gutemberg.

7 Enigmas e um Tesouro:

Daniel se vê diante de uma situação de vida ou morte! Ele tem que correr contra o tempo e desvendar sete enigmas bíblicos para salvar seu amigo Marcos, que está em perigo de vida. Nessa jornada, Daniel tem sua fé posta à prova ao se envolver com uma linda jovem cheia de segundas intenções. Como resistir a tão grande tentação? Como salvar a vida de seu melhor amigo? Descubra em 7 Enigmas e um Tesouro.

O Mistério de Cruz das Almas:

Neste terceiro livro da coleção, ao realizar um trabalho missionário, o jovem Daniel terá de enfrentar misticismo, bruxaria e criaturas das trevas! Com a ajuda de novos amigos, Daniel arriscará sua vida numa jornada sombria e perigosa que testará a sua fé. Como levar o Evangelho a um povo que vive à sombra do seu próprio medo? Como enfrentar as forças do mal? E a pergunta maior: como manter firme a sua fé em Cristo a cada passo do caminho? As respostas estão no eletrizante thriller espiritual O Mistério de Cruz das Almas.

Fonte: Gospel Prime

 

22/03/2011

Confira o trabalho da Igreja Universal do Reino de Deus nos presídios


De acordo com pesquisa de 2006 realizada pela Fundação Getúlio Vargas, 97,7% dos presos que cumprem pena nas unidades prisionais do Estado de São Paulo são homens e 54,5 % deles são jovens entre 20 e 29 anos. Por causa dos crimes que cometeram muitos são considerados por parte da sociedade como um caso perdido, homens sem perspectiva de mudança de comportamento.

Há 15 anos, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) realiza um trabalho evangelístico semanal dentro dos presídios, cadeias públicas e delegacias no Estado de São Paulo visando a ressocialização dos encarcerados. Os voluntários realizam orações e ensinam a todos a cerca da bíblia. Eles também distribuem kits de higiene pessoal, livros, revistas e Bíblias doadas por membros da IURD.

Marcos César Datri, de 37 anos, trabalha a semana inteira coordenando a organização de seu comércio voltado para Construção Civil, mas quando tem uma folga prefere ir aos presídios fazer visitas a ficar em casa descansando. Ele conta que, aos 8 anos de idade, se tornou viciado em maconha, cocaína, crack e álcool. Foi preso aos 18 anos por homicídio e assalto, tendo cumprido pena durante nove anos em diversos presídios do Estado de São Paulo, incluindo a extinta Carandiru, onde ficou por quase quatro anos. “Minha mãe morreu de aids, meu pai do coração e um irmão de Leucemia. Eu não tinha razão para viver, minha vida era completamente destruída”, relembra.

Foi nessa situação que ele recebeu em sua cela a visita de um voluntário da IURD, que fez o convite para que participasse de uma reunião de fé na capelania da penitenciária. Lá dentro foi liberto das drogas, curado de dores na coluna e teve seus pensamentos mudados. Para ele o importante é saber que o seu esforço oferece ao preso uma nova chance de recomeçar a vida longe do crime. “Eu faço questão de participar desse trabalho, porque eu sei o que Deus fez na minha vida e quero mostrar para eles que existe esperança, a vida deles pode mudar assim como a minha mudou”, comenta.

Trabalho voluntário

O responsável por este trabalho em São Paulo, pastor Wellington de Souza Moura, diz que apesar do grupo contar com 600 voluntários, esse número de pessoas ainda é pequeno diante da quantidade de presos que precisam ser visitados. “Eles passam a acreditar na mudança de vida, em uma segunda chance, tornando-se mais calmos, tolerantes e conciliadores com os companheiros de cela, contribuindo assim, com as instituições. Percebemos a felicidade no olhar de cada um quando chegamos, porque eles sabem que estamos ali não para julgá-los ou criticá-los, mas sim para levar uma palavra amiga”.

Além das visitas, a IURD mantém diariamente, das 20 às 20h30, o programa “Momento do Presidiário” que é transmitido para todo o Estado de São Paulo pela rede de rádios Aleluia. Durante a programação, familiares ligam e deixam seus recados aos presos, que aproveitam para enviarem cartas que são lidas no ar. Os ouvintes também contam com uma equipe de advogados, que auxiliam nas respostas jurídicas.

Os voluntários que quiserem participar desse trabalho devem procurar o pastor Wellington de Souza Moura, aos domingos na IURD matriz do Brás localizada na Avenida Celso Garcia, 499, zona Leste da capital paulista.

Fonte: Arca Universal

 

22/03/2011

Conheça C.S. Lewis, autor da série “As crônicas de Nárnia” e um dos maiores defensores da fé cristã


“O cristianismo, se é falso, não tem nenhuma importância, e, se é verdade, tem infinita importância. O que ele não pode ser é de moderada importância” – C.S. Lewis.

“Ele era um homem pesado que parecia ter 40 anos, com um rosto carnudo e oval e compleição sadia. Seu cabelo preto já tinha deixado a testa, o que o tornava especialmente imponente. Eu nada sabia sobre ele, exceto que era o professor de Inglês da faculdade. Eu não sabia que ele tinha publicado algum livro assinando seu próprio nome (quase ninguém o fazia). Mesmo depois de eu ter sido aluno dele por três anos, nunca passou pela minha cabeça que ele poderia ser o autor cujos livros vendiam em média dois milhões de exemplares por ano. Uma vez que ele nunca falou de religião enquanto eu era seu aluno, ou até que ficássemos amigos, 15 anos depois, parecia impossível que ele fosse o meio pelo qual muitos chegariam à fé cristã”. Mesmo para seu melhor biógrafo e amigo de longa data, George Sayer, Clive Staples Lewis era uma surpresa e um mistério.

Como J.R.R. Tolkien aconselhou Sayer: “Você nunca chegará ao fundo dele”. Mas compreender ou até mesmo concordar com Lewis nunca foram pré-requisitos para gostar dele ou admirá-lo.

Seus livros continuam vendendo extremamente bem (a série As crônicas de Nárnia, por exemplo, está entre os 200 títulos mais vendidos da Amazon.com) e muitos leitores o consideraram o escritor mais influente em suas vidas. Um feito e tanto para um homem que por muito tempo desacreditou “a mitologia cristã” e considerava Deus “meu inimigo”.

Lewis nasceu em Belfast, na Irlanda, em uma família protestante que gostava de ler. “Havia livros no escritório, livros na sala de jantar, livros na chapeleira, livros na grande estante no alto da escada, livros no quarto, livros empilhados até a altura do meu ombro no reservatório de água no sótão, livros de todos os tipos”, Lewis lembrava, e tinha acesso a todos eles. Em dias chuvosos – e havia muitos no norte da Irlanda – ele tirava muitos volumes das prateleiras e entrava em mundos criados por autores como Conan Doyle, E. Nesbit, Mark Twain e Henry Wadsworth Longfellow.

Depois que seu único irmão, Warren, foi mandando para um colégio interno na Inglaterra em 1905, Jack, nome adotado por ele mesmo aos 3 anos, tornou-se um recluso. Ele passava mais tempo com os livros e um mundo imaginário de “animais vestidos” e “cavaleiros de armadura”.

A morte de sua mãe, de câncer, em 1908, tornou-o ainda mais introvertido. A morte da Sra. Lewis veio apenas três meses antes do décimo aniversário de Jack, e este jovem estava muito abatido pela perda de sua mãe. Além disso, seu pai nunca se recuperou totalmente da morte dela, e os meninos sentiram-se cada vez mais afastados dele; a vida em casa nunca mais foi agradável e satisfatória.

A morte da mãe convenceu o jovem Jack de que o Deus que ele encontrava na Bíblia que sua mãe lhe dera não respondia sempre às orações. Esta dúvida inicial, somada a um regime espiritual excessivamente severo e a influência de uma governanta do colégio interno moderadamente ocultista alguns anos depois fizeram Lewis rejeitar o cristianismo e tornar-se ateu declarado.

Lewis entrou em Oxford em 1917, como aluno e, na verdade, nunca saiu. “O lugar ultrapassou meus sonhos mais incríveis”, ele escreveu a seu pai depois de passar seu primeiro dia lá. “Eu nunca vi nada tão lindo”. Apesar de uma interrupção para lutar na Primeira Guerra Mundial (na qual foi ferido pela explosão de uma granada), ele sempre manteve seu lar e amigos em Oxford. Sua ligação com o lugar era tão forte, que quando ele ensinou em Cambridge, de 1955 a 1963, ele voltava à Oxford nos fins de semana para que pudesse estar perto de lugares e amigos que ele amava.

Em 1919, Lewis publicou seu primeiro livro, uma série de versos líricos sob o pseudônimo de Clive Hamilton. Em 1924, tornou-se instrutor de filosofia na University College, e no ano seguinte foi eleito membro do Magdalen College, onde ele era instrutor de Língua Inglesa e Literatura. Seu segundo volume de poesia, Dymer, também foi publicado sob um pseudônimo.

Conforme Lewis continuou a ler, passou a apreciar de modo especial o autor cristão George MacDonald. Um volume de Phantastes desafiou poderosamente seu ateísmo. “O que ele fez de verdade comigo, escreveu Lewis, foi converter, mesmo batizar… minha imaginação.” Os livros de G.K. Chesterton trabalharam da mesma forma, especialmente The Everlasting Man [O homem eterno], que levantou sérias questões sobre o materialismo do jovem intelectual.

“Um jovem que deseja permanecer um ateu assumido não pode ser muito cuidadoso com sua leitura”, Lewis escreveu mais tarde em sua autobiografia Surpreendido pela alegria. “Deus é, se posso dizer assim, incompreensível”.

Enquanto MacDonald e Chesterton estavam mexendo com os pensamentos de Lewis, seu amigo íntimo, Owen Barfield, atacava a lógica do ateísmo de Lewis. Barfield tinha se convertido do ateísmo para o teísmo, e então, finalmente, ao cristianismo, e ele freqüentemente atormentava Lewis sobre o seu materialismo. O mesmo fazia Nevil Coghill, um brilhante colega estudante e amigo de longa data, que, para a surpresa de Lewis, era “um cristão e um supernaturalista radical”.

Logo depois de entrar para a Faculdade de Inglês em Magdalen College, em Oxford, Lewis conheceu mais dois cristãos, Hugo Dyson e J.R.R. Tolkien. Estes homens tornaram-se amigos íntimos dele. Ele admirava sua lógica e o fato de que eram brilhantes. Logo Lewis percebeu que a maioria dos seus amigos, assim como seus autores favoritos – MacDonald, Chesterton, Johnson, Spenser e Milton – criam neste cristianismo.

Em 1929 estas estradas se encontraram e Lewis se rendeu, admitindo: “Deus era Deus. Ajoelhei e orei”. Em dois anos, o relutante convertido também passou do teísmo para o cristianismo e entrou para a Igreja Anglicana da Inglaterra.

Quase imediatamente, Lewis tomou uma nova direção, mais notadamente em sua escrita. Os esforços anteriores para ser um poeta foram deixados de lado. O novo cristão devotou seu talento a escrever prosa, que refletia sua fé recém-encontrada. Depois de dois anos de sua conversão, Lewis publicou O regresso do peregrino (1933). Este pequeno volume abriu uma torrente de 30 anos de livros sobre a defesa da fé cristã e discipulado que se tornaram a ocupação de toda sua vida.

Nem todos aprovavam seu novo interesse em apologética. Lewis recebia críticas dos membros do seu círculo mais íntimo de amigos, os Inklings (o apelido do grupo de intelectuais e escritores que se encontravam regularmente para trocar idéias). Mesmo amigos mais íntimos cristãos como Tolkien e Owen Barfield desaprovavam abertamente a fala e a escrita evangelísticas de Lewis.

De fato, os livros “cristãos” de Lewis causavam tanta desaprovação que mais de uma vez ele perdeu a nomeação para professor em Oxford, com as honras indo para homens com menores reputações. Foi no Magdalene College, na Universidade de Cambridge, que Lewis foi finalmente honrado com uma cadeira em 1955.

Os 25 livros cristãos de Lewis venderam milhões de exemplares, incluindo: Cartas de um diabo ao seu aprendiz (1942), Cristianismo puro e simples (1952), As crônicas de Nárnia (1950-56), O grande abismo (1946) e A abolição do homem (1943) – obras que a Encyclopedia Britannica incluiu em sua coleção de Grandes Livros do Mundo.

Embora seus livros tenham lhe dado fama mundial, Lewis era em primeiro lugar um estudioso. Ele continuou a escrever história e crítica literária, tais como The Allegory of Love [A alegoria do amor] (1936), considerado um clássico em sua área, e English Literature in the Sixteenth Century [Literatura inglesa no século 16] (1954).

Apesar de seus muitos feitos intelectuais, ele se recusou a ser arrogante: “A vida intelectual não é a única estrada para Deus, nem a mais segura, mas sabemos que é uma estrada, e pode ser a que foi apontada para nós. É claro, assim será enquanto mantivermos o impulso puro e desinteressado”.

Lewis teve pelo menos um choque de discordância em sua estrada intelectual: um debate em 1948 com a filósofa britânica Elizabeth Anscombe. Anscombe leu um trabalho diante do Oxford Socratic Club (um fórum que Lewis dirigiu por muitos anos) no qual ela atacou a recente publicação de Lewis, Milagres, e todo seu argumento contra o naturalismo. Ela venceu naquele dia, e relatos dizem que ele ficou “profundamente perturbado” e “muito triste”. Ele nunca mais escreveu sobre apologética pura, embora continuasse a comunicar sua fé através da ficção e de outras formas literárias.

Os livros não eram o único meio de compartilhar sua mensagem. Em 1941, o diretor de transmissão religiosa da BBC (que encontrava conforto pessoal através da leitura de O problema do sofrimento) perguntou se Lewis estaria interessado em falar no rádio. Embora o escritor odiasse rádio, ele reconheceu a oportunidade de alcançar uma audiência maior. O resultado foram sete grupos de conversas, transmitidos entre 1941 e 1944, com títulos como Right and Wrong: A Clue to the Meaning of the Universe [Certo e errado: uma idéia do significado do universo] e What Christians Believe [No que acreditam os cristãos].

As transmissões semanais eram muito populares – justamente o que os britânicos precisavam, pois andavam desencorajados e cansados da tristeza da Segunda Guerra Mundial. Sayer conta: “Eu me lembro de estar num bar cheio de soldados em uma noite de quarta-feira. Às 7h45, o barman ligou o rádio no programa de Lewis. ‘Ouçam este sujeito’, ele gritou, ‘vale realmente a pena ouvi-lo’. E os soldados ouviram com atenção por 15 minutos”.

Além da fama crescente de Lewis como palestrante e um defensor da fé, as conversas na BBC produziram, pelo menos, dois grandes resultados. Um foi o livro Cristianismo puro e simples (1952), uma coleção destes programas, que hoje em dia é a segunda obra mais vendida de Lewis. O outro foi um dilúvio de correspondências, incluindo muitas cartas de pessoas que buscam algo no mundo espiritual para quem ele desejava dar uma resposta pessoal e detalhada. O grande volume de cartas levou-o a buscar a ajuda de seu irmão Warren como secretário, mas não lhe impediu de criar respostas que mostravam a mesma clareza de pensamento e graça literária encontrada em toda a sua obra.

Uma correspondente em particular teve um papel importante na vida de Lewis. Em 1950, ele recebeu uma carta de Joy Davidman Gresham, uma nova-iorquina que se tornou cristã lendo O grande abismo e Cartas de um diabo a seu aprendiz. Lewis ficou impressionado com sua escrita e com a mente por trás de tudo e uma correspondência alegre e intensa se seguiu.

Dois anos depois, Joy atravessou o Atlântico para visitar seu mentor espiritual na Inglaterra. Logo depois, seu marido alcoólatra a abandonou para viver com outra mulher e ela se mudou para Londres com seus dois filhos adolescentes, David e Douglas. Joy aos poucos entrou em problemas financeiros. Lewis a ajudou, assumindo as despesas do colégio interno dos meninos e pagando o aluguel de uma casa não muito longe da sua. Entre os dois cresceu uma profunda amizade, para o desgosto de muitos dos amigos de Lewis. Joy tinha muitos pontos contra ela: era americana, de descendência judia, ex-comunista, 16 anos mais jovem que Lewis, divorciada e com personalidade forte. Entretanto, ela estimulava a escrita de Lewis, e ele gostava de sua companhia.

Ainda assim, não foi o amor, em primeiro lugar, que os motivou a se casarem em 1956. Joy não conseguiu renovar seu visto para viver na Inglaterra; sua única chance de ficar no país, então, era casar-se com um inglês. Lewis, gentilmente, ofereceu seus préstimos.

Poucos meses depois da cerimônia de casamento civil, algo aconteceu para levantar as emoções de Lewis. Depois de uma queda grave em sua casa, Joy foi diagnosticada com câncer nos ossos. “Desde que ela foi atingida por esta notícia, eu a tenho amado mais”, Lewis escreveu a um amigo. Os dois se casaram numa cerimônia religiosa, com Joy de cama, e ela se mudou para a casa de Lewis, aparentemente para aguardar sua morte.

No que pareceu um milagre, sua condição melhorou e ela e Lewis viveram três anos felizes juntos. Como ele escreveu para um amigo logo depois do seu casamento: “é engraçado ter aos 59 anos o tipo de felicidade que a maioria dos homens tem aos 20… ‘Mas você guardou até agora o melhor vinho’”. Uma escritora por seus próprios méritos, sua influência sobre o que Jack considerou seu melhor livro, Till We Have Faces [Até que tenhamos rostos] (1956), foi tão profunda que ele contou a um amigo próximo que ela foi, na verdade, sua co-autora.

A morte de Joy, em 1960, assim como a de sua mãe, foi para Lewis um duro golpe. O melhor modo que ele conhecia para lutar contra seus sentimentos de luto, raiva e dúvida era escrever um livro. A anatomia de uma dor apareceu em 1961, e veio ao público sob um pseudônimo, porque era algo tão íntimo e pessoal que Lewis não suportaria publicá-lo com seu próprio nome. Poucos exemplares foram vendidos até que ele foi relançado com o nome verdadeiro do autor, após a sua morte.

No verão e outono de 1963, a saúde de Lewis se deteriorou. Ele morreu enquanto dormia, no dia 22 de novembro: no mesmo dia em que John F. Kennedy foi assassinado. Talvez por causa do choque mundial pela morte do presidente, Lewis quase não foi mencionado nos jornais, e seu funeral teve a participação de sua família e de seus amigos íntimos, incluindo os Inklings.

Lewis pode ter sido enterrado sem alarde, mas seu impacto nos corações e vidas nunca parou de crescer. Nas palavras do líder cristão e escritor John Stott: “Ele era centrado em Cristo, um cristão de tendência da grande tradição, cuja estatura, uma geração após sua morte, parece maior do que qualquer um jamais pensou enquanto ele ainda estava vivo, e cujos escritos cristãos são agora vistos como tendo status de clássicos… Eu duvido que alguém tenha conseguido compreendê-lo completamente”.

Fonte: Cristianismo Hoje

 

22/03/2011

Relatório mostra que 75% da perseguição religiosa é contra cristãos


 Relatório mostra que 75% da perseguição religiosa é contra cristãosUm novo relatório da organização católica do Reino Unido mostra que 75% da perseguição religiosa no mundo é contra os Cristãos.

Examinando 33 países, a filial britânica da organização Ajuda à Igreja que Sofre relatou que a maioria das perseguições que estava ocorrendo no Oriente Médio, África e Ásia em sua “Perseguidos e esquecidos? Um relatório sobre os Cristãos oprimidos por sua fé” de 2011.

Além dos suspeitos de costume – China, Irã, Coréia do Norte e Arábia Saudita – o relatório revelou também que países como a Venezuela, o Zimbabwe e até a Terra Santa são culpados de perseguição religiosa. O relatório também descobriu que os Cristãos enfrentam perseguições aumentaram em 22 países entre os analisados, com o Egito, Iraque, Líbano, Nigéria e Paquistão estando entre os piores países para os crentes viverem. O relatório também diz que agora 100 milhões de Cristãos em todo o mundo estão enfrentando perseguição.

“A proporção de países com uma piora histórica de violência anti-cristã e intimidação seria maior se não fosse pelo fato de que em muitos casos, a situação dificilmente poderia ter sido pior, em primeiro lugar,” afirma o relatório.

Além da perseguição de extremistas islâmicos, o relatório também destacou que os Cristãos são perseguidos pelo aumento do nacionalismo em países como Birmânia, Índia e Sri Lanka. Há também a crescente ameaça do extremismo islâmico no Norte da África e partes da Ásia. Enquanto isso, alguns países comunistas e ateus estão suprimindo os direitos religiosos das minorias.

“Extremistas associam cada vez mais cristãos locais com seus países do Ocidente,” explicou John Pontifex, porta-voz da Ajuda à Igreja que Sofre. “Como eles são, na maioria dos casos, incapazes de atacar países ocidentais diretamente, muitos extremistas transformar seu fogo contra os Cristãos locais”.

Esta semana, Ann Widdecombe, um político britânico conhecido, foi nomeado como enviado especial sobre liberdade religiosa para a caridade do auxílio à Igreja que Sofre.

Widdecombe disse que está “cada vez mais alarmado” com os relatos de violência e intimidação contra os cristãos. Ela também destacou a incoerência do esforço do governo britânico para proteger os direitos das minorias religiosas no mercado interno e sua tendência de fechar os olhos à perseguição dos cristãos no exterior.

“É hora de colocar a cabeça acima do parapeito e falar em nome dos cristãos que sofrem por sua fé,” disse ela. “Estou muito satisfeita em apoiar o trabalho da Ajuda à Igreja que Sofre, que está fazendo um excelente trabalho para ajudar os cristãos perseguidos”.

Fonte: Christian Post

 

22/03/2011

Cristãos exortam igrejas a colaborarem com governos


 Cristãos exortam igrejas a colaborarem com governos

Bispo emérito da Igreja Metodista Unida em Angola, Emílio de Carvalho, exortou, na cidade de Huambo, às Igrejas do país a colaborarem com o governo nas ações tendentes ao resgate dos valores morais e cívicos da sociedade.

Carvalho deu uma palestra sobre “o papel da Igreja no resgate dos valores morais e cívicos da sociedade angolana,” que esteve no contexto da comemoração dos 126 anos da Igreja Metodista Unida na Angola. Segundo ele, as Igrejas também têm como missão moralizar e educar a sociedade.

Ele afirmou que o resgate dos valores morais, por ser um processo demorado, não deve ser responsabilidade única do governo, defendendo, portanto, o maior envolvimento das Igrejas para o efeito.

“A destruição dos valores morais, cívicos e culturais leva muito pouco tempo, mas a sua recuperação leva anos e anos, pelo que é necessário um esforço redobrado de todas as forças vivas, com realce para a Igreja,” declarou.

Membros do governo local, dirigentes de partidos políticos com assento no parlamento, deputados do círculo provincial e líderes de diferentes denominações religiosas participaram da palestra.

Na semana passada em Luanda, o bispo proferiu uma palestra subordinada ao tema: “As Marcas do Metodismo em Angola,” dizendo que as atividades de caráter social sempre constaram das preocupações da Igreja Metodista por constituir um meio de contribuir para o bem-estar das crianças, idosos e ou outros grupos em situação de carência. No discurso ele relembrou Jhon Wesleym fundador do movimento metodista na Inglaterra no século XVIII, que optou por anunciar e viver um evangelho com dimensão social.

“A ação social não pode ser vista apenas como dever no sentido de uma obrigação formal e farisaica, pois ela é parte integrante da missão da Igreja e deve ser acholhida como fruto natural de uma fé integral,” considerou.

Existe parceria entre a Igreja Metodista Unida e o Governo na área de educação, funcionando em diversas escolas de ensino espalhadas no país, e uma universidade em Luanda, com cursos de licenciatura em Direito, Engenharia Mecatrônica, Industrial e Civil, Administração e Gestão de Empresas.

A Igreja ainda desenvolve ações no setor da saúde, através da criação de postos médicos em diferentes representações, bem como um centro de formação profissional.

A semana do Metodismo começou nesta segunda-feira (dia 15) com palestras sobre a história da Igreja na Angola, implantada desde 1885, por missionários americanos.


Fonte: Christian Post

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