Archive for abril 3rd, 2011

03/04/2011

Jeremiah Bowser e Aproxime-se gravam o programa Plugin


Jeremiah Bowser e Aproxime-se gravam o programa Plugin

Na última segunda, Jeremiah Bowser e o Aproxime-se gravaram em São Paulo o programa Plugin – Encaixes Sonoros, apresentado por Lincoln Baena nas dependências do Estúdio Tribos. Jeremiah que nos últimos dias fez a abertura da sua nova turnê ‘Come Alive’ cantou sucessos de sua carreira e nos extras convidou a Banda Aproxime-se, com quem tem aliança, para participar da canção ‘Não mais Eu’ (Not My Own) de sua própria autoria, gravada no CD da Banda Paranaense.

Paulo Alberto, líder da Banda, falou sobre seu trabalho e o relacionamento com o ministro norte americano e em seguida ministraram a canção. Além dessa participação especial, o Aproxime-se também vai gravar o programa, apresentando as canções do CD que tem previsão de lançamento para Abril.

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03/04/2011

Afegãos matam 12 pessoas em protesto ao pastor que queimou o Alcorão


Em protesto pela queima do Alcorão nos Estados Unidos manifestantes iraquianos invadiram o prédio da ONU nessa sexta-feira e mataram 12 pessoas.

A ação aconteceu na cidade de Mazar-i-Sharif quando um grupo de afegãos resolveu reagir contra a atitude do pastor Terry Jones que queimou um exemplar do Alcorão durante o culto do dia 21 de março. A atitude do pastor queria condenar o livro sagrado dos mulçumanos como punição pela morte de centenas de pessoas no dia 11 de setembro de 2001.

Revoltados com o que o pastor fez, o grupo invadiu o prédio da Organização das Nações Unidas, retirou os guardas do complexo, escalou paredes e derrubou uma torre de vigilância. Dois dos estrangeiros mortos foram decapitados, mas apesar da violência nenhum nacional afegão ficou ferido.

Um porta-voz da ONU disse que o ataque não fará com que a entidade deixe o Afeganistão. “Nós precisamos garantir a segurança de nossos colegas em Mazar-i-Sharif. Não é uma questão de sair. A ONU está aqui para ficar”, disse Kieran Dwyer.

O principal diplomata da ONU no Afeganistão, Staffan De Mistura, viajou para Mazar-i-Sharif para cuidar pessoalmente da situação. O russo que chefia a missão na cidade, Pavel Yershov, foi ferido no ataque e está hospitalizado, segundo a TV estatal da Rússia.

Também houve manifestações contra o ato do pastor em outras cidades. Em Heart, no oeste afegão, milhares de pessoas saíram às ruas e outras cerca de 200 em Cabul, mas não houve violência nessas manifestações.

Fonte: Gospel Prime

03/04/2011

O caso Jeremias Rocha: Abuso de Poder


O caso Jeremias Rocha Um pastor brasileiro da região do Amazonas, norte do país, ficou mentalmente doente depois de ser preso por “supostamente” ter batido em suas duas filhas, de acordo com reportagens dos meios de comunicação locais. Até recentemente, conforme noticiaram as reportagens, o pastor estava algemado a uma cama de hospital presidiário, onde ele era forçado até mesmo a fazer suas necessidades fisiológicas em frente dos funcionários.
Jeremias Albuquerque Rocha, que acabou de completar 26 anos, era um atuante pastor evangélico na cidade de Carauari até maio do ano passado, quando uma agente do conselho tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.

Passaram-se meses sem nenhuma solução. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física [no caso de suas filhas] nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos – provas que a lei exige. Em agosto, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela. Quando foi levado a um hospital próximo e diagnosticado com doença mental, o juiz Jânio Tutomu Takeda se recusou a acreditar no diagnóstico, afirmando que Rocha estava “fingindo”, e ordenou que ele fosse algemado à cama do hospital.

As reportagens mostraram que o juiz Takeda rejeitou os relatórios dos médicos enquanto a situação de Rocha estava se deteriorando. Em 9 de dezembro, os médicos deram dois relatórios sobre Rocha, diagnosticando-o com “graves ataques de pânico e profunda depressão, tentativas suicidas” e recomendando que lhe retirassem as algemas e que ele fosse transferido para uma instituição psiquiátrica especializada. Outro relatório foi dado em 21 de janeiro deste ano, notando a grave situação de Rocha e recomendando prisão domiciliar ou remoção para uma unidade especializada.

Apesar dos pedidos de seus médicos, Rocha continuou algemado à cama até 2 de fevereiro, quando seu pai entrou com pedido de habeas corpus e uma queixa formal diante da comissão de direitos humanos do Amazonas. Embora as algemas tivessem sido removidas, as reportagens mostraram que ele ainda tem marcas nos pulsos e pés e permanece em situação grave.

“Na semana passada, mais precisamente no dia 3 de março, Jeremias Albuquerque Rocha, que há dois anos era ministro evangélico em Carauari, um município 786 km distante de Manaus, completou 26 anos de idade, mas ele esteve alheio a data”, conforme reportagem feita no começo deste mês pelo jornal Portal do Holanda. “Jeremias não lembrou do próprio aniversário, mal lembra do seu nome. Seu estado é catatônico, olhar preso ao teto ou ao chão, fica permanentemente calado, a não ser nos momentos em que entra em pânico, aos berros pede para não lhe colocarem algemas ou passa horas tendo repetidas crises de choro convulsivo”.

Quando Epitácio da Silva Almeida, o presidente da Comissão de Direitos Humanos do Amazonas, chegou em 3 de março para examinar Rocha e investigar o caso, o juiz Takeda de repente anunciou que ele já tinha dado a sentença em fevereiro, embora as reportagens tivessem mostrado que os autos processuais não foram achados em parte alguma e o veredicto jamais tivesse sido anunciado. Takeda disse que condenou Rocha e o sentenciou a seis anos e meio de prisão.

Almeida diz que planeja iniciar representação legal contra Takeda, e o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, João Simões, também prometeu tomar medidas legais no caso, depois de sua própria investigação.

Nota do tradutor

Leviandade e negligência. Acusado sem provas por algo que, objetivamente, nem crime é, jovem pastor amazonense foi detido e deixado em situação constrangedora e degradante. Agora, Jeremias Albuquerque Rocha está com problemas mentais sérios. Quem se responsabilizará?
Nota do tradutor: Em reação a esse caso bárbaro, LifeSiteNews, responsável pelo site Notícias Pró-Família, está em sua edição internacional em inglês convocando seus leitores a fazerem contato com as embaixadas do Brasil no mundo inteiro. Se você vive em outra parte do mundo e quer se manifestar, faça contato com as embaixadas brasileiras aqui.

Fonte: LifeSiteNews
De Matthew Cullinan Hoffman
Tradução: Júlio Severo

Via: CPAD NEWS

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