Archive for abril 7th, 2011

07/04/2011

Senadora Marta Suplicy faz alteração na PL 122 “para agradar religiosos” e desagradar cristãos que usam a internet


A Senadora Marta Suplicy anunciou que fez uma mudança no texto da PLC 122, antiga PL122 também conhecida como Lei Anti-Homofobia. A divulgação foi feita durante o programa Cidadania da TV Senado no dia 28 de Março, onde fez um discurso pró-gay.

A alteração foi a inserção de um parágrafo que protege templos religiosos. Segundo o novo texto, agora o projeto deixa claro que a lei não se aplicará a templos religiosos, pregações ou quaisquer outros itens ligados a fé, desde que não incitem a violência: “Eu tenho também que proteger essa liberdade deles de poderem falar dentro de um templo”, afirma a Senadora. O novo texto agora inclui o parágrafo: “O disposto no caput deste artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso 6° do artigo 5° (da Constituição)”.

Porém, o novo texto, segundo a própria Senadora, exclui a mídia eletrônica dessa “liberdade de consciência”: “tomei o cuidado de que em mídia eletrônica não pode fazer isso. Mas, dentro de um templo, se não incitar a violência, for alguma pregação religiosa, de culto, de dogma, de fé…”, afirmou. Nesses termos, com o texto aprovado, portais gospel, sites de igrejas, pregações de pastores postadas em blogs ou páginas na internet que discordarem da prática homossexual podem ser criminalizados pela lei como homofóbicos e seus respectivos autores presos por até 3 anos, além de obrigados a pagar multa.

Segundo Marta Suplicy a alteração seria benéfica e poderia retirar os argumentos contra a lei para assim conseguir votos para aprova-la.

Fonte: Gospel+

07/04/2011

Atirador de Realengo teria motivações religiosas para cometer o crime


Hoje o Brasil está de luto por causa da tragédia que acometeu os alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Segundo as grandes mídias, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, teria entrado na escola armado e usando colete à prova de balas e disparado cerca de 50 tiros. Até agora, 13 pessoas morreram e há muitos feridos.

As notícias ainda são confusas. O jornal Extra, do Rio de Janeiro, conhecido por causa do sensacionalismo com que transmite as notícias, menciona o testemunho de um bombeiro que diz que “o assassino começou a atirar nas crianças antes mesmo de entrar na escola”. Já o G1 diz que o assassino era um ex-aluno, e que teria entrado na escola como palestrante, e só depois teria efetuado os disparos. Segundo o Coronel Djalma Beltrame, em entrevista à Band News, o jovem entrou na escola portando dois revólveres calibre 38 e muitas balas. Após trocar tiros com a polícia, Wellington teria cometido suicídio.

“O cara entrou, foi para o terceiro andar e começou a atirar. As crianças disseram que foi pai de aluno. Vimos muitas crianças carregadas, desacordadas, baleadas. Começamos a ouvir tiros. Com o eco, parecia que uma coisa estava desabando. Todo mundo correu. Depois, a professora chegou dizendo que o cara chegou atirando em uma sala. Foi um desespero”, disse uma funcionaria da escola, que preferiu não se identificar.

Todas as mídias mencionam uma carta de teor fundamentalista deixada por Wellington, a qual conteria citações de textos islâmicos e confirmaria intenção de suicídio por parte do assassino. Se confirmado, este poderia ser o primeiro atentado terrorista islâmico no Brasil.

Fonte: Púlpito Cristão

07/04/2011

Senador Magno Malta quer prisão perpétua para pedófilos


O senador Magno Malta defendeu mudanças na Constituição e no Código Penal, umas dessas alterações sugeridas pelo evangélico seria a possibilidade de prisão perpétua para condenados por crimes contra  a liberdade sexual de crianças e adolescentes. O discurso aconteceu na terça-feira, 5, durante seu pronunciamento no Plenário.

A Constituição Brasileira proíbe a aplicação de penas de caráter perpétuo e inclui tal disposição entre as chamadas cláusulas pétreas, que não podem ser abolidas por meio de emendas. Apenas uma Assembleia Nacional Constituinte poderia mudar a regra. No entanto, há quem entenda ser possível mudar as cláusulas pétreas por meio de plebiscito seguido de emenda, como sugere o senador. Magno Malta informou que levará a questão à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Outra alteração proposta pelo senador se refere ao teste do bafômetro, ele quer alterar a legislação para que o motorista seja obrigado a fazer o teste. A lei permite que o motorista se negue a fazer, garantindo o direito de não produzir prova contra sí.

“As pessoas matam bêbadas no trânsito e infelizmente não são obrigadas nem a fazer o bafômetro. O outro é obrigado a conviver com um tubo na garganta, tetraplégico, em uma cadeira de rodas, usando fraldas, com a família tomando conta. Esse não tem direito a nada, atropelado por um bêbado. Mas o bêbado tem direitos: ele não faz nem o bafômetro’, disse Magno Malta.

O senador também apresentou outras propostas: uma se refere a imagens de câmeras de monitoramento sirvam como flagrante e a outra propõe que atletas famosos sejam proibidos de fazerem comercial de bebida alcoólica.

Fonte: Gospel Prime

07/04/2011

Filme sobre vida conjugal


Filme sobre vida conjugal A BV Films se prepara para, abalar o coração das pessoas que se encontram em vida conjugal. Em 2009 a empresa lançou o filme “Prova de Fogo” que foi sucesso de vendas no Brasil e no Exterior, sendo considerado o filme cristão mais visto e premiado de 2009.

Agora a empresa se prepara para trazer o filme “Amor Sem Limites”, que conta uma verdadeira história de perdão, conversão e fé de que o casamento é uma instituição para toda a vida.

Um filme com Anthony Tyler (da série “O Mundo É Dos Jovens”), Danielle Bisutti (interpretou “Joan” em “The O.C – Um Estranho No Paraíso” e fez participações em “2 Homens e Meio” e “Tubarão”), Jay Underwood (Fez o Homem Tocha do antigo longa “O Quarteto Fantástico” e participações em “Arquivo X” e “Star Trek Voyager”) e Eric Bivens-Bush (participação em “Todo Mundo Odeia O Chris).

O Filme é sucesso nos EUA e foi declarado com sendo um filme “Poderoso” pela American Family Association. A BV Films ainda disponibilizará no site do filme um guia de estudos bíblicos que tem como base a história do filme para ser exercitado nas igrejas.

História do filme:

Jeff e Heather Baker eram “sortudos”. Melhores amigos na infância, namorados na adolescência e casados aos vinte e dois anos, eles eram almas gêmeas inseparáveis. Após o nascimento do filho deles, Heather cai em uma depressão profunda. Sem mais esperanças, ela desaparece.

Dez anos depois do desaparecimento da esposa, o mundo de Jeff dramaticamente dá uma reviravolta quando Heather, espantosamente, reaparece em um lugar nada comum. Com um repertório composto e apresentado pela ganhadora de prêmios cristãos e artista Michelle Tumes, Amor Sem Limites é uma história tocante sobre fé e perdão para a família.

Fonte: BV Films

07/04/2011

Filme ganha versão teatral


Filme ganha versão teatral Dois talentos unidos em prol de servir a Deus através da arte. O grupo de Teatro Jeová Nissi e a Graça Filmes lançam no próximo dia 11 e 12 a versão teatral de ‘A Diretoria’.  A peça é baseada no sucesso do longa lançado pela Graça Filmes, que já vendeu 120 mil cópias em todo o Brasil. Os eventos acontecem no Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente.

A parceria entre a companhia de teatro e Graça filmes nasceu originalmente em setembro de 2010, durante a Expocristã. As gravações foram todas concluídas em dezembro com adaptações feitas pelo diretor artístico da Jeová Nissi, Caíque Oliveira.

“A mensagem do filme é muito forte. Na história inicial, apenas homens interpretam os seis personagens. Entretanto, quando o Jeová Nissi começou a estudar o roteiro, acharam que seria interessante que mulheres também o fizessem” conta Ygor Siqueira, diretor da Graça Filmes, já adiantando a produção da versão feminina de A Diretoria, com lançamento previsto para a Expocristã 2011. O evento acontece de 20 a 25 de setembro, no Anhembi Parque, em São Paulo.

Com exclusividade, pastor Chiquinho, também responsável pela Jeová Nissi, adiantou também a produção especial do DVD que celebra os dez anos do espetáculo ‘O Jardim do inimigo’. O espaço escolhido foi o Olímpia (SP). As gravações acontecem nos dias 20 e 21 de maio deste ano. O grupo é composto atualmente por 60 artistas.

Fonte: Creio

07/04/2011

Marcos Góes comemora 25 anos de ministério


Marcos Góes comemora 25 anos de ministério Este foi um ano especial para cantor Marcos Góes. Além de comemora 25 anos de ministério, ele festeja 25 tambem de casamento. Ao lado de sua esposa, Valéria, o pastor criou nos caminhos do Senhor seus três filhos: Gabriela, 24, Rebeca, 22, e Leonardo, 12 (adotivo). Hoje com 48 anos, Góes mora em Teresópolis. Em entrevista a GeraçãoJC, ele fala sobre os desafios que promovem o  sucesso profissional e pessoal.
Falando sobre sua longa jornada de ministério, ele revela os quatro segredos que todo adorador deve guardar. Segundo ele, no início, “tudo é lindo”, quando o compositor escreve uma canção que estoura nas rádios do país inteiro, trazendo popularidade e fama. “O cara começa no serviço, na humildade, no louvor a Deus. No entanto, quando começa a ver que se catapultou de uma realidade mínima de público e de mídia para uma enorme, passa a despertar um carinho muito grande e assédio das pessoas. É neste momento que ele tem o sentimento de ‘poder’ e começa a viver a ‘síndrome de lúcifer’, se orgulhando daquilo que se tornou, achando que detém a glória” explica. Ele conta que um de seus maiores desafios foi passar por esta situação se mantendo sóbrio, sem se embebedar pelo sucesso.

A segunda questão é ser justo com todos apesar de sofrer injustiças. Góes alerta que as pessoas costumam criticar os cantores cristãos, mas existem pastores que usam a presença desses homens e mulheres de Deus para encher suas igrejas e explorar suas imagens para alavancar suas ofertas. Quando o cantor fala em ser justo, quer dizer não explorar a igreja como uma forma de enriquecer. Ele defende que a Casa de Deus deve abençoar os ministérios segundo as suas posses. Góes é radicalmente contra os cantores que usam as igrejas para conseguir lucro.

A terceira questão é viver da fé. Marcos Góes explica que já passou por momentos de dificuldade financeira, mas chorou aos pés do Senhor, e Ele providenciou a vitória.

Existe também a avareza no ministério. “Muitos são aqueles que acham que o ministério é seu. O que não é verdade. O ministério é de Deus e Ele derrama e retira a Sua unção segundo o Seu julgamento. De uma hora para outra, Ele pode tirar a unção”. A esse fator ele credita o sucesso e o insucesso de alguns cantores.

Vida dedicada a Deus

Sua relação com o louvor começou ainda no tempo do grupo de louvor chamado JV (Jesus Vive), na década de 80, aos 14 anos, quando os filhos do pastor Amaury Jardim, líder na igreja em Bento Ribeiro (RJ), onde Góes se converteu, não estavam mais interessados em participar desse ministério. Neste momento, pastor Amaury perguntou ao então aluno de violão se ele gostaria de ministrar o louvor na igreja. Ele não pensou duas vezes e aceitou o convite prontamente.

Nesses anos de caminhada, Góes compôs sucessos como “Bem Querer I e II”, “Autoridade e Poder”, “Senhor Formoso És” e muitos outro. Seu ministério lhe proporcionou a oportunidade de conhecer todo o Brasil, Portugal, Londres e anualmente Góes tem viajado aos EUA e ministrado em igrejas para brasileiros e americanos. Ele conta que em uma de suas viagens para a América ministrava em uma igreja que marcou muito a sua vida. Após a ministração da canção “Bem Querer”, uma senhora bem idosa o abraçou e disse em inglês: “você tocou o meu coração. Você conseguiu alcançar o meu coração através da música”.

Nesses 25 anos, Marcos explicou que algumas vezes pensou em desistir. Ele já atuou como profissional na área de desenho industrial durante alguns anos, ao lado de seu tio, projetando sistemas de refrigeração para navios e plataformas petroleiros, e tinha um salário muito bom. Nesse tempo, Deus tocou seu coração para que largasse tudo para viver apenas do ministério. E o primeiro desafio foi o álbum “Autoridade e Poder” na década de 90. Desde então ele passou a viver da venda dos seus álbuns e da oferta destinada ao ministério nas programações a que passou a ser convidado. Ele conta também que já viveu dias em que sua família procurava algo para comer na dispensa e não encontrava. “Foi difícil, muito difícil. Já aconteceu de no mês não ter programações e minha família passar dificuldades, de nós olharmos a dispensa e buscarmos mais a Deus em oração porque ela estava vazia. Mas o Senhor supriu”.

De lá pra cá, Marcos Góes passou pelas principais gravadoras evangélicas do país e gravou inúmeros sucessos. Agora se prepara para novos desafios. Recentemente foi convidado pela Patimos Music para participar de um projeto que poderá fazer parte das comemorações dos 100 anos da Assembleia de Deus no Brasil. O intérprete e a gravadora estão em fase final de negociação.

Um dos projetos que o pastor tem para o futuro é o “Góes e Violão”, a gravação de um CD e DVD acústicos em um palco simples, num teatro, reunindo antigos e novos sucessos. O cantor não sabe ainda se este será um projeto independente ou se gravará pela Patmus Music.

Outro projeto que arde no coração do cantor e compositor é a transformação dos seus grandes sucessos em um ritmo mais acelerado, um projeto para levar o Reino ao público jovem que tem se alimentado de muita coisa que em nada se assemelha ao texto da Palavra.

 

Por Mauro Sérgio/ CPADNews

07/04/2011

Conheça um pouco mais sobre a vida de John Wesley


John Wesley nasceu em 1703 e sua infância foi fortemente influenciada por sua mãe, uma mulher rígida e piedosa. Seu pai era um homem difícil de se agradar. Sua mãe acreditava que os desejos das crianças deviam ser subjugados e que eles deveriam ser disciplinados quando não se comportassem. John era o décimo quarto filho. Ele teria morrido em um incêndio em Epworth Rectory se não tivesse sido arrancado das chamas por um vizinho. Na época tinha sete anos e depois disso sua mãe o lembrou várias vezes que ele era “um tição colhido do fogo”. Mais tarde ele teve a certeza de que tinha sido poupado por um propósito, servir a Deus.

Samuel, o pai de John, era um erudito, que por muitos anos trabalhou em uma obra monumental sobre o livro de Jó. Um pregador severo, para não dizer implacável, uma vez exigiu que uma adúltera andasse nas ruas em sua vergonha. Ele também forçou o casamento de uma de suas filhas depois que ela tentou fugir com um homem que não era o escolhido de seu pai. Com seu pai e sua mãe, John Wesley desenvolveu excelentes hábitos de estudo e também se acostumou com o sofrimento físico.

John Wesley foi para Charterhouse School em 1714, para Christ Church College, em 1720, e em 1726 foi eleito membro na Lincoln College em Oxford. Depois de ser pastor auxiliar em Wroote, Lincolnshire, de 1727 a 1729, ele voltou à Oxford não apenas para continuar seus estudos, mas também para começar a viver uma vida mais devota e santa. Muitos outros jovens brilhantes tinham um curriculum como o de Wesley, mas poucos tinham a sua dedicação. Ele dominava pelo menos sete idiomas e desenvolveu uma visão verdadeiramente abrangente em todas as áreas da investigação. Quando ele voltou de Wroote para Oxford, ele assumiu a liderança de um grupo chamado Holy Club (Clube Santo), iniciado por seu irmão Charles. Lá era onde eles reforçavam a fé através do estudo das Escrituras e buscavam a santidade na vida de cada membro.

O Clube Santo fazia muito mais do que refletir e orar. Eles iam às prisões levar a palavra de salvação aos prisioneiros. Embora eles fossem ridicularizados por seus companheiros de Oxford, de seu grupo de uma classe social mais baixa saíram homens que se tornaram importantes para aquele tempo, particularmente os irmãos Wesley, além de George Whitefield. O modo de vida de John Wesley exigia jejuns periódicos, encontros regulares para estudo e auto-avaliação pessoal. Somente muito tempo depois foi que ele percebeu que seu grupo seguia mais a letra do que o espírito do cristianismo.

Em 1735 grandes mudanças atingiram John e Charles Wesley. O seu pai morreu e ambos foram para a colônia da Georgia, nos Estados Unidos, com a bênção e encorajamento de sua mãe. Lá foi uma prova para John, que entendeu que realmente não gostava muito dos índios e sua rigidez não era muito apreciada pelas pessoas da Georgia. Mas importante que isto, foi o contato de John na sua viagem com um pequeno grupo de morávios. Estes homens e mulheres destemidamente cantavam hinos durante terríveis tempestades no mar, ao mesmo tempo em que o próprio Charles se desesperava. Isso o fez querer conhecer mais sobre a fé que eles demonstravam ter. Em 1737 ele retornou à Inglaterra.

Devemos apreciar a humildade de John Wesley, pois ele podia ser crítico o bastante consigo mesmo para parar suas atividades religiosas naquele momento e pensar que era um ministro experiente demais para examinar sua falta de fé. Peter Boehler, um morávio, deu-lhe a chave – pregar a fé até que ele a tivesse, e então ele pregava a fé. John Wesley lutou com sua falta de fé até 24 de maio, uma quarta-feira, em 1738, no famoso encontro de Aldersgate, foi quando ele teve uma conversão, uma profunda e inconfundível experiência de fé. Seu “coração foi estranhamente aquecido”. Então seu verdadeiro trabalho começou.

Como tinha uma mente brilhante e aberta, John Wesley ainda conseguia retirar os melhores recursos das melhores mentes do seu tempo. William Law, por exemplo, foi seu professor, amigo e mentor por vários anos; mas Wesley achou que um ingrediente importante estava faltando no programa de Law para uma vida devota. Os discípulos de Platão conseguiram comunicar a Wesley uma estrutura intelectual que era mais espiritual do que material, mas os hábitos mentais de Wesley estavam moldados mais pelo modelo de análise de Newton do que pelo platonismo. Os morávios eram o mais perto de uma síntese de todos os elementos que ele desejava e pôde encontrar. Ele até mesmo visitou Herrnhut para saber como sua comunidade trabalhava. Mas algo estava faltando lá, como em todo lugar, e em 1740, ele e seus seguidores romperam com os morávios, mas não antes que ele tivesse aprendido a pregar sermões ao ar livre, o que veio a ser mais tarde uma parte essencial de seu ministério.

John Wesley tinha 37 anos de idade quando começou a viajar e pregar. Ele freqüentemente exagerava o número daqueles que vinham ouvi-lo. Muitas vezes, as mesmas pessoas que precisaram de sua ajuda eram as mesmas que mais o perseguiam. Ele pregava em púlpitos até que eles fossem fechados para ele, e ele então pregava nos campos abertos. Ele pregava três vezes por dia, começando às 5 da manhã, uma vez que os trabalhadores poderiam parar para ouvi-lo enquanto andavam para o trabalho.

Algumas vezes ele andava 60 milhas (mais de 90 quilômetros) por dia a cavalo. As condições do tempo não importavam; ele fazia seu programa e o cumpria, não importavam as dificuldades. Ele fugia de uma multidão zangada pulando num lago gelado, nadava para fora dele e continuava a pregar novamente. E tinha uma certa habilidade de trazer as pessoas hostis para o seu lado.

Em 1741 foi para Gales do Sul, para o norte da Inglaterra em 1742, Irlanda em 1747, e Escócia em 1751. No total, foi à Irlanda quarenta e duas vezes e à Escócia vinte e duas vezes. Ele retornou à algumas cidades várias vezes. Houve ocasiões em que ele retornava anos depois de sua última visita e registrava que a pequena sociedade que ele ajudara ainda estava intacta e fiel. Ele examinava cada membro de cada sociedade pessoalmente para buscar crescimento espiritual e de fé. As sociedades então formadas proviam a organização local para seu movimento.

O que Wesley pregava? Santidade, honestidade, salvação, boas relações familiares, vários outros temas, mas acima de tudo a fé em Cristo. Ele não pedia aos seus ouvintes para deixarem suas igrejas, mas para continuarem indo nelas. Ele lhes deu o refrigério espiritual que eles não achavam. Quando suas décadas de provação produziram décadas de triunfo, as multidões aumentaram. Ricos e pobres vinham para ouvi-lo falar. Ele desenvolveu redes de assistentes leigos. Suas exortações para viver perfeitamente em amor hoje parecem duras, mas considere os efeitos em suas congregações. Os xingamentos nas fábricas pararam, os homens e as mulheres começaram a se preocupar com vestimentas limpas e simples, extravagâncias como chá caro e vícios como o gim foram deixados por seus seguidores, vizinhos deram um ao outro ajuda mútua através das sociedades.

Wesley ensinou tanto pelo exemplo como pelos seus sermões. Ele publicou muitos de seus textos para serem usados em devocionais e direcionou o lucro para projetos, como um local de ajuda para os pobres. Sua vida pessoal estava além de reprovação. Ele traduziu hinos, interpretou as Escrituras, escreveu centenas de cartas, discipulou centenas de homens e mulheres e manteve em seus diários um registro da energia investida, que dificilmente tem um rival na história ocidental. Sua maneira de falar na linguagem do homem comum teve um impacto imensurável no surgimento do inglês moderno, assim como os hinos de Charles Wesley tiveram um grande impacto na música com suas muitas canções sem mencionar a poesia da subseqüente era Romântica.

Mas o impacto dos Wesleys nas classes mais baixas foi além de afetar seus hábitos de vida e modo de falar. John Wesley proveu uma estrutura religiosa que era local e pessoal, bem como fortemente moral. Sua teologia não tirava a liberdade e o direito de ninguém, pois qualquer um podia achar a graça de Deus para resistir ao diabo e ser salvo, se tão somente buscasse e recebesse. As sociedades que ele formou preservaram em seus estudos o foco na fé – uma fé que também levou a uma maneira de lidar com a realidade da vida das classes mais pobres. A religião não era só para os ricos, mas Wesley também não estava pregando uma revolta contra o anglicanismo.

O anglicanismo de John Wesley era muito forte, embora os púlpitos anglicanos tornassem-se totalmente fechados para ele. Só quando tinha oitenta e um anos ele permitiu uma pequena divisão entre seus seguidores e a igreja nacional. Tendo já enviado muitos homens à América, em 1784 ele ordenou mais pessoas para este esforço missionário e, porque “ordenação é separação”, efetivamente começou uma nova igreja. O conservadorismo dele era tanto político como religioso. Ele publicou uma carta aberta às colônias americanas, aconselhando-as a permanecerem leais à Grã-Bretanha, logo antes da Revolução Americana. Ele não tolerava nenhuma conversa sobre agitação civil na Inglaterra.

Muito se tem discutido acerca de que outras forças estavam trabalhando na Inglaterra além de Wesley e uns outros poucos pregadores. Por exemplo, a Revolução Industrial que estava vindo progrediu mais rápido na Inglaterra do que em qualquer outro lugar, dando aos homens novos tipos de trabalho; a justiça do Sistema de Paz e o sistema de governo com um Primeiro-Ministro eram únicos na sua forma e deram muito mais poder do que era possível em qualquer outro lugar à classe média local e os grandes problemas que poderiam de outra forma causar revolução, simplesmente não estavam presentes na Inglaterra depois de 1750. Ainda assim sem Wesley e seus seguidores como poderia o ateísmo, tal como existia entre os camponeses franceses, ser evitado e como poderia uma classe inferior oprimida e dominada pelos vícios, ter esperança?

John Wesley morreu em 2 de março de 1791, cerca de três anos depois que seu irmão Charles morreu. Até seus últimos anos, ele colocou a mesma frase de abertura em seu diário, como fazia a cada ano no seu aniversário, agradecendo a Deus por sua longa vida e sua contínua boa saúde, afirmando que sermões pregados de manhã logo cedo e muita atividade ao ar livre o mantiveram em forma para a obra de Deus. Desde o momento em que ele tornou-se livre de influências, exceto a de Deus, ele teve cinqüenta anos de serviço constante e fez um bem imensurável à Inglaterra através da perseverança, resistência e fé. Seu legado não se limitou ao seu século ou país, mas sobrevive até hoje na fé de milhões em várias igrejas ao redor do mundo.

A seguinte frase foi escrita em seu diário em 28 de junho de 1774:

Sendo hoje meu aniversário, o primeiro dia do septuagésimo segundo ano, eu estava pensando como posso ter a mesma força que tinha trinta anos atrás? Que a minha visão esteja consideravelmente melhor agora e meus nervos mais firmes do que eram antes? Que eu não tenha nenhuma enfermidade da velhice, e não tenha mais aquelas que tive na juventude? A grande causa é, o bom prazer de Deus, que faz o que lhe agrada. Os meios principais são: meu constante levantar às quatro da madrugada, por cerca de cinqüenta anos; o fato de geralmente pregar às cinco da manhã, um dos exercícios mais saudáveis do mundo; o fato de que nunca viajo menos, por mar ou terra, do que 4500 milhas (mais de 6.750 km) por ano.

Fonte: Cristianismo Hoje

07/04/2011

Igrejas “fálidas” se transformam em bares, hotéis e restaurantes


Algumas igrejas nas cidades de Dublin (Irlanda), Liverpool (Inglaterra), Nova York (EUA) e Amsterdã (Holanda) deixaram de atrair público religioso e passaram a chamar atenção dos jovens que procuram diversão, pois nesses templos hoje funcionam bares, hotéis e restaurantes.

Em Dublin a igreja St. Mary Church deu lugar ao bar e restaurante The Church que atrai cerca de 600 mil pessoas por ano. O templo foi construído no começo do século 18, e funcionou como igreja até 1963.

A ideia de transformar o prédio, que caía em ruínas, foi do dono de um bar do outro lado da rua. O edifício passou por uma meticulosa reforma que durou sete anos até ser reaberto, em 2005, com o nome de John M. Keating’s Bar. Dois anos mais tarde, foi revendido e ganhou o nome atual.

Já em Liverpool o prédio da Igreja St. Peter se transformou no bar e restaurante “Alma de Cuba” que oferece aulas de salsa, noites latinas e festas carnavalescas. Mas nem tudo lá é profano, o espaço oferece aos domingos apresentações com um coral gospel, o Soulful Voices.

O bar faz muito sucesso na cidade inglesa mesmo rompendo com a influência religiosa. Quer dizer, além das apresentações do coral gospel os donos publicaram dez mandamentos no menu, mas não são os mandamentos bíblicos: “Você até pode chegar sozinho, mas deve se esforçar para nunca sair sozinho” e “Não se surpreenda ou fique triste com o preço da vodca dupla com RedBull, um coquetel é muito melhor para a alma” são exemplos do que está escrito no cardápio..

Na capital Holandesa o antigo Orfanato Saint Elisabeth, construído em 1890 deu espaço ao Hotel Arena fundado em 1992. O conceito do lugar é dormir, beber, comer e badalar.

Lá, a capela é hoje uma casa noturna com programação aberta ao público dez vezes ao mês e nos outros dias, é reservada para festas privadas.

Em Nova York também há igreja que se transformou em bar, trata-se da Episcopal Church of Holy Communion, que a partir de 1983 ficou conhecida como a boate The Limelight. A casa ganhou até música de Steve Taylor – This Disco (Used to be a Cute Cathedral), algo como “Esta boate era uma bela catedral”.

Hoje, depois de uma reforma de U$S 15 milhões, o prédio foi rebatizado de LimeLight Marketplace. Com quase 50 lojas, preserva pouco da antiga balada, mas mantém os vitrais da igreja.

Fonte: Gospel Prime / Estadão

07/04/2011

Aposentado cria réplica do Templo de Herodes


Um fazendeiro aposentado passou os últimos 30 anos trabalhando na construção de uma réplica do Templo de Herodes. Alec Garrard tem 80 anos e mora na cidade Norfolh, Inglaterra, seu hobby sempre foi trabalhar com réplicas mas esse foi, sem dúvidas, a obra mais ambiciosa que desejou fazer.

Ele sempre se interessou por arquitetura e região, por isso decidiu criar um réplica do Templo. O aposentado já havia visto outras obras da mesma construção, mas, segundo ele, elas eram imperfeitas.

Seu longo trabalho buscou interpretar cada detalhe da construção em escala 1:100. Os primeiros anos do projeto foram dedicados apenas à pesquisa da estrutura e só depois a construção foi iniciada.

Todas as pelas foram feitas à mão por Garrard, incluindo os 4 mil personagens vestidos com roupas da época. Mesmo assim, o aposentado não considera que seu templo seja uma obra concluída.

Fonte: Gospel Prime

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