Archive for maio, 2011

31/05/2011

Trabalho missionário na Bolívia


Trabalho missionário na Bolívia O trabalho missionário na Bolívia está em expansão. Há quatro anos no país, o pastor Adegildo Gonçalves de Queiroz, foi enviado como missionário para abrir um templo da Assembleia de Deus Boliviana em La Paz.

“A abertura da igreja estava programada para acontecer em cinco anos, porém Deus agilizou os projetos e em três anos construímos a igreja. Quando orava ao Senhor sobre a obra, Ele falou poderosamente ao meu coração, dizendo que eu iria participar de um grande avivamento missionário no país”.

O pastor Adegildo foi convidado pelo pastor Aroldo Chanevy, Presidente da Convenção Boliviana. “Em acordo com nossa igreja em João Pessoa (PB), eu e minha família estamos na sede em Santa Cruz de La Sierra trabalhando diretamente com a Secretaria Nacional de Missões Boliviana (Senamibol)”, testifica.

E como o projeto missionário não pode parar um aluno boliviano da base missionária da (Setep), será enviado para estudar quatro meses no Brasil e em Janeiro de 2012, será enviado para Índia. O jovem será o segundo missionário a ser enviado pela Assembleia de Deus Boliviana.

“Estamos buscando famílias voluntaria para ser enviada a Guine-Equatoria, (África) em janeiro de 2013. Graças a Deus já temos três família disposta. Agora, faremos uma triagem em oração para Deus no mostrar qual a Sua vontade”, finaliza.

Fonte: CPAD News

31/05/2011

Expo Music Gospel é adiada


Expo Music Gospel é adiada Em comunicado distribuído na última sexta-feira, dia 27, a organização da Expo Music Gospel, agora Salão Internacional da Música Gospel, anunciou o adiamento do evento que aconteceria de 31 de Maio a 04 de junho no Centro de Exposições Imigrantes.

No texto, segundo a organização, o número excessivo de credenciamento inviabilizou o acontecimento.

Em nota a MR1, empresa organizadora, disse que aconteceu um “boom” em termos de Credenciamento de Visitantes e reserva antecipada de ingressos.

“Este fato novo inviabilizou qualquer tentativa de adaptação de nossa planta no local, por questões que envolvem planejamento, logística e tempo hábil para as adaptações. Pensando primeiramente na questão humana, em detrimento do fator comercial, resolvemos adiar a realização da primeira edição do Salão Internacional Gospel”.

A MR1 afirmou que nos próximos dias anunciará novo local e data.

Fonte: Creio

31/05/2011

Convenção Batista Brasileira fala sobre a decisão do STF; “Iniquidade Institucionalizada”


A Convenção Batista Brasileira escreveu uma nota alertando seus fieis sobre a decisão do Supre Tribunal Federal que aprovou a união estável entre pessoas do mesmo sexo e o reconhecimento dessa união como família.

O documento assinado pelo presidente da CBB, pastor Paschoal Piragine Júnior, tem o objetivo de alertar a Igreja sobre o perigo dessa decisão. Um desses perigos, diz o texto, é destruir o conceito de família (que não é só cristão, mas universal e multicultural) para reconstruí-lo sob a égide somente da afetividade e não em toda a dimensão de suas funcionalidades como base da sociedade.

A nota da CBB caracteriza a atitude do STF como “a iniqüidade institucionalizada”.

“Assim, conclamamos a sociedade brasileira a continuar mostrando que existem opiniões divergentes. Sem discriminação e com respeito a cada indivíduo, tais manifestações visam a defesa de valores pessoais e sociais, com integridade,” diz um trecho da carta.

Leia na íntegra:

“Um dos papeis da Igreja na sociedade é ser uma consciência profética capaz de ajudar a cada ser humano (entendido como um indivíduo livre e competente diante de Deus e dos homens, vivendo em uma sociedade pluralista) a discernir valores essenciais que norteiam os relacionamentos em todas as suas dimensões.

É nesse contexto que os batistas – integrantes de uma denominação cristã que, ao longo de toda a sua história, defende a liberdade religiosa, de consciência e de expressão – se manifestam para alertar sobre os perigos que a sociedade brasileira corre diante das novas conjunturas sociais aprovadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que estão sendo propaladas por leis que tramitam no Congresso Nacional e por ações promovidas pelo Executivo.

Assim, alertamos para o perigo:

• De construir uma sociedade em que a legalidade pode ser estabelecida pelos interesses políticos e inclinações pessoais, como ocorreu no caso da releitura contraditória feita pelo STF do artigo 226 da Constituição Federal. O artigo diz:

“Art 226 – A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.
(…)
§3o – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
§4o – Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.
§5o – Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

Quando uma casa que tem como principal missão defender a Constituição a rasga, corremos o perigo de viver um Estado jurídico de exceção, ao qual a nação brasileira não deseja retroceder.

De destruir o conceito de família (que não é só cristão, mas universal e multicultural) para reconstruí-lo sob a égide somente da afetividade e não em toda a dimensão de suas funcionalidades como base da sociedade.
De criar uma sociedade em que os valores essenciais são relativizados, pois onde tudo é relativo nada sobra para apoiar os alicerces do nosso futuro.
De viver em uma sociedade que abandona os valores divinos revelados nas Escrituras Sagradas, pois a História, desde os tempos bíblicos, têm demonstrado que sociedades que abandonaram os valores mais elementares implodiram por perderem os seus pilares sustentadores – ainda que tenham sido, em algum momento, grandes potências no contexto universal.

Tais atitudes nada mais são do que a iniqüidade institucionalizada. Assim, conclamamos a sociedade brasileira a continuar mostrando que existem opiniões divergentes. Sem discriminação e com respeito a cada indivíduo, tais manifestações visam a defesa de valores pessoais e sociais, com integridade. Somente quando todos os segmentos da sociedade se expressam é que as forças políticas de nossa nação se sensibilizam para obviedade dos valores essenciais, como no caso recente da decisão de nossa presidente, Dilma Rousseff, ao impedir a distribuição do chamado “kit contra a homofobia ” nas escolas públicas.

Curitiba, 27 de maio de 2011

Pr. Paschoal Piragine Jr.
Presidente da Convenção Batista Brasileira.”

Texto extraído da Convenção Batista Brasileira

Fonte: Gospel Prime

31/05/2011

ONU critica Brasil por permitir ensino religioso em escolas públicas


Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) que será apresentado essa semana ao Conselho de Direitos Humanos fará um alerta ao Brasil porque foi revelado que centenas de escolas públicas em pelo menos 11 Estados brasileiros desrespeitam o caráter laico do Estado e impõem o ensino religioso.

A pesquisa foi realizada pela relatora da ONU para o direito à cultura, Farida Shaheed, que também alerta que intolerância religiosa e racismo “persistem” na sociedade brasileira.

Shaheed pedirá uma posição mais forte por parte do governo para frear ataques realizados por “seguidores de religiões pentecostais” contra praticantes de religiões afro-brasileiras no País.

A relatora também chamará a atenção para uma das maiores preocupações é o com o ensino religioso, assunto que pôs Vaticano e governo em descompasso diplomático.

Os Estados citados por Farida, que visitou o País no final do ano passado, são Alagoas, Amapá, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A representante da ONU diz ter recolhido pedidos para que o material usado em aulas de religião nas escolas públicas seja submetido a uma revisão por especialistas, como no caso de outros materiais de ensino. Além disso, “recursos de um Estado laico não devem ser usados para comprar livros religiosos para escolas”, esclarece.

Para ela as principais preocupações que impedem a implementação efetiva do que é previsto na Constituição são: deixar o conteúdo de cursos religiosos serem determinados pelo sistema de crença pessoal de professores ou administradores de escolas; usar o ensino religioso como proselitismo; ensino religioso compulsório e excluir religiões de origem africana do curriculum.

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação  o ensino religioso deve ser oferecido em todas as escolas públicas de ensino fundamental, mas a matrícula é facultativa. A legislação também pede que a definição do conteúdo seja feita pelos Estados e municípios, mas afirma que o conteúdo deve assegurar o respeito à diversidade cultural religiosa e proíbe qualquer forma de proselitismo.

“Em tese, deveria haver um professor capaz de representar todas as religiões. Mas, como sabemos, é impossível”, explica Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP)

Para a professora da USP a educação religiosa deve ser restrita aos colégios confessionais, pois lá, o pai matricula consciente de que seu filho terá o ensinamento religioso.

Com informações Paulopes

31/05/2011

Kung Fu Panda mostra história de perdão e amor


Kung Fu Panda mostra história de perdão e amor O filme Kung Fu Panda 2, que tem como personagem principal o Panda Po, é mais do que uma animação cheia de ação e muita comédia. O novo filme traz ensinamentos sobre amor e perdão.

A estrela do filme, panda Po (Jack Black) e os cinco furiosos, estão em uma missão para derrotar um pavão Caudilho (Gary Oldman) que tenta destruir o Kung Fu. O pavão também conhece a história da família de Po e o destino dos pais biológicos.

A animação em 3D, dirigida por Jennifer Yuh Nelson, mistura o misticismo Oriental (embora não pregado) e a mensagem de redenção. A sequência explora a ideia de abandonar as mágoas do passado e encontrar o perdão.

Durante a viagem dos personagens, os telespectadores testemunham o amor tocar o coração de Po ao encontra-se com seu pai. Po aprende a deixar a dor do passado e reconhecer o amor do seu pai, Ping.

O perito em filmes, o cristão Ted Baehr, conta que as referências da tradição oriental devem ser explicadas como elas são. “Durante o filme, Po fala sobre a importância de deixar o passado, perdoar aqueles que erraram”.

No entanto, Ted Baehr recomenda cautela para as crianças e adolescentes. “Os pais devem discutir temas do filme com seus filhos. Ao fazer isso, eles devem apontar que somente em Jesus Cristo encontrarão a verdadeira paz”, finaliza.

Fonte: Christian Post

31/05/2011

Dizer que Deus é soberano é o mesmo que dizer que ele é o responsável pelo orgasmo de um pedófilo, afirma Gondim


Dizer que Deus é soberano é o mesmo que dizer que ele é o responsável pelo orgasmo de um pedófilo, afirma Gondim

O pastor Ricardo Gondim concedeu uma entrevista ao jornal O Povo, na sexta-feira, onde reafirma seus posicionamentos sobre os direitos civis entre homossexuais, sobre a não soberania de Deus e também sobre o artigo intitulado de “Deus nos livre de uma país evangélico.

Foram essas palavras que lhe custaram o posto de colunista da revista Ultimato, publicação com a qual colaborou durante quase 20 anos, e várias críticas por parte dos evangélicos.

Nesta entrevista o partos da Igreja Betesda afirma que não acredita que Deus esteja soberano de tudo porque isso incluiria o controle de Deus sobre “até o orgasmo, o gozo do pedófilo, ou os horrores de Auschwitz (um dos mais conhecidos campos de concentração nazista)”.

Ricardo Gondim também critica as atitudes da bancada evangélica em Brasília para barrar a votação de direitos para homossexuais.

Leia a entrevista:

OPOVO – O senhor causou polêmica ao defender publicamente a regulamentação de uniões homoafetivas no Brasil. O senhor mantém esse pensamento?

Ricardo Gondim – Não é uma questão de pensamento. É uma questão de lógica e eu repito o que disse. Em um estado laico, a lei não pode marginalizar ou distinguir homens ou mulheres que se declarem homoafetivos. Há que se entender que num estado laico não podemos confundir teologia, convicções pessoais, com o ordenamento de leis de um país. Não podemos impor preceitos religiosos para toda a sociedade civil. Se os preceitos são meus, você tem o direito de não adotá-los. Foi assim que me posicionei sobre essa questão do STF, que, a meu ver, agiu corretamente garantindo o direito de um segmento de nossa sociedade.

OP – Além do posicionamento a favor da regulamentação de uniões homoafetivas, há outros pontos polêmicos em declarações recentes suas. Uma das críticas que setores evangélicos fazem ao senhor diz respeito à sua opinião sobre a soberania Divina. Eles dizem que o senhor passou a pregar que Deus não é soberano.

Ricardo – O que acontece é que eu descarto a teologia que se difundiu sobre a soberania de Deus. Por essa teologia, Deus tem o controle absoluto de todas as coisas. E as pessoas não estão dispostas a entender que o corolário desse pensamento, o que dele decorre, é que até o orgasmo, o gozo do pedófilo, ou os horrores de Auschwitz (um dos mais conhecidos campos de concentração nazista) estão na conta de Deus, sob a alegativa de que Ele é soberano. Se as pessoas estão dispostas a entender assim, esse Deus é um monstro, não um Deus de amor. A minha leitura da Bíblia é a partir de Jesus Cristo, que é um Deus de amor, e não de Deus títere, que é responsável por chacinas, atrocidades, limpezas étnicas. A história segue não porque Deus a controla, a história segue porque somos personagens livres e nos comportamos com desobediência à vontade de Deus. É por isso que existem a miséria, os crimes, a exclusão. Porque Sua vontade é contrariada. As pessoas não estão dispostas a lidar com esses conceitos, preferem se amparar na Soberania, que nos rouba a nossa responsabilidade na história.

OP – Recentemente, o senhor publicou no seu site o artigo Deus nos livre de um Brasil evangélico (leia trechos ao lado), onde demonstra o seu temor que o segmento chamado Movimento Evangélico chegue ao poder no Brasil e aponta uma série de razões para isso. Como esse artigo foi recebido?

Ricardo – Foi muito mal recebido. Porque há, sim, um segmento no Brasil, que se auto-denomina Movimento Evangélico, que difunde a ideia de que se os evangélicos se multiplicarem no País, se houver um número suficiente para dominar a política, as leis, se chegarem ao poder, o Brasil será um País melhor. Isso é um ledo engano. O Brasil não se tornará melhor com o crescimento do Movimento Evangélico. Porque esse crescimento não significa por si só o crescimento dos valores do Reino de Deus, que são a justiça, a inclusão que dos que estão à margem, o amor. Esses valores não são prioridade para o Movimento Evangélico. Até porque, o número crescente de evangélicos também estará absorvendo outros valores como a cobiça, a injustiça social, o desejo de crescimento financeiro e de poder. Esta última tentativa de interferência no ordenamento do STF é um exemplo desse projeto de poder.

OP – O senhor se refere à votação da regulamentação das uniões homoafetivas?

Ricardo – Sim. Eles ficaram numa campanha interna, enviando mensagens pressionando os ministros para que votassem contrários à união homoafetiva. E ficavam conclamando seus fieis para fazer o mesmo. Isso em um estado laico é um absurdo. A mesma coisa está acontecendo agora no Congresso Nacional.

OP – O senhor fala da atuação da bancada evangélica na suspensão, por parte do Governo Federal, da distribuição do kit anti-homofobia nas escolas?

Ricardo – Exatamente. Falo de uma das maiores aberrações éticas que já surgiu neste País nos últimos tempos. Em nome de blindar um ministro que está suspeito de enriquecimento ilícito, que está tendo que explicar o aumento meteórico de seu patrimônio, negociou-se a questão do kit anti-homofobia. Isso mostra do que esta bancada, que se diz evangélica, que diz representar os evangélicos, está disposta a negociar. Em nome desse projeto de poder que eu falei anteriormente, negociou-se um projeto de grande valor para esse País. Isso é lamentável, completamente lamentável.

OP – O senhor encontra ressonância para esse tipo de discurso na comunidade evangélica ou sua fala – assim como o pensamento por ela representado – é dissonante?

Ricardo – Não é dissonante, de maneira nenhuma. Existe um grande grupo que concorda com esse pensamento e que caminha nessa linha. Embora eu esteja em baixo de grande percepção por conta de grupos intolerantes e fundamentalistas, tenho me surpreendido com o número de evangélicos que me dizem para continuar.

OP – O senhor se arrepende de ter se manifestado publicamente sobre essas questões?

Ricardo – Não. Absolutamente. Eu continuo repetindo o que disse. As minhas convicções não são intempestivas, são frutos de amadurecimento teológico. O estado é laico, e é importante que se mantenha assim. Num estado laico todos os grupos são protegidos, até os religiosos.

Fonte: Gospel Prime /Jornal O Povo

31/05/2011

Prisioneira é libertada depois de quase dois anos na China


Depois de quase dois anos, uma cristã chinesa foi finalmente libertada da prisão. Yang Caizhen, junto com o marido e outros quatro líderes da igreja em Linfen-Fushan, foi condenada à prisão em 25 de dezembro de 2009.

Os líderes da igreja foram presos por organizar uma reunião de oração em 14 de setembro de 2009. Nesse dia, 400 policiais militares invadiram o terreno da igreja, ferindo gravemente 30 pessoas e destruindo 17 prédios da igreja. Os líderes foram acusados de “reunir pessoas e perturbar a ordem pública”.

Nos últimos meses, Yang ficou presa na prisão de Linfen.  A Voz dos Mártires, no Canadá anunciou que, recentemente, Deus respondeu à oração de libertação para Yang. O ministério informou que ela está livre desde fevereiro, mas passou grande parte de sua liberdade no hospital, pois está muito doente.

A Voz dos Mártires pediu que todos agradeçam a Deus pela libertação de Yang, mas também orem por sua cura. Ore pelo marido de Caizhen, Yang Xuan, e pelos outros três líderes presos, pois ainda permanecem na prisão.

Ore para que o Senhor continue a falar por meio da vida de todos esses seguidores de Cristo, dentro ou fora da prisão.

Fonte: Portas Abertas

31/05/2011

Evangélicos marcam ato contra lei anti-homofobia


também foi notícia no Jornal Nacional. Sob a coordenação do pastor Silas Malafaia, milhares de evangélicos celebraram a paz com louvores a Deus.

O pastor Silas Malafaia pretende reunir mais de 30 mil pessoas nesta quarta-feira, 1º de junho, em frente ao Congresso Nacional.

Grupo evangélico prepara uma nova ofensiva contra o projeto de lei que criminaliza a homofobia no País, em discussão no Congresso. O pastor Silas Malafaia, da Igreja Vitória em Cristo, está convocando uma manifestação para esta quarta-feira em frente ao Congresso Nacional contra o Projeto de Lei 122, que torna crime a discriminação contra os homossexuais e que prevê penas de detenção de 2 a 4 anos. São esperadas 30 mil pessoas no protesto.

De acordo com o pastor, a lei em estudo criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil.

Segundo Malafaia, o texto do projeto de lei fere a liberdade religiosa e de expressão, direitos garantidos pela Constituição brasileira, expressas no artigo 5º, incisos 4, 6, 8 e 9.

“Essa é uma lei vergonhosa, que finge proteger a prática homossexual, porém, sua intenção real é colocar uma mordaça na sociedade e criminalizar os que são contra o comportamento homossexual. Com essa lei querem atingir as famílias, as questões religiosas e a liberdade de expressão”, afirma o pastor.

A manifestação contra a lei anti-homofobia programado para Brasília acontece quase uma semana após a bancada religiosa no Congresso, tanto evangélicos como católicos, ter pressionado a presidenta Dilma Rousseff a vetar o kit-gay que seria distribuído nas escolas para combater o preconceito ao homossexualismo.

No dia 13, a bancada evangélica obteve mais uma vitória ao conseguiu barrar a votação do PL 122 em comissão do Senado

Fonte: O Dia

31/05/2011

Presidente cubano diz que país precisa das bênção


Presidente cubano diz que país precisa das bênção O presidente cubano, Raúl Castro, 79, disse que, neste momento de reforma econômica, Cuba vai precisar das “bênçãos” das igrejas evangélicas “mais que nunca”.

O presidente cubano fez essa afirmação durante o culto do 70º aniversário do CIC (Conselho de Igrejas de Cuba), que reuniu 50% das igrejas evangélicas, entre elas as principais do país no último fim de semana.

O reverendo Marcial Hernandez cumprimentou Raúl Castro pelas medidas econômicas.

O modelo econômico de Cuba está falido há décadas, e agora o governo decidiu adotar a economia de mercado. O país está se abrindo para o investimento estrangeiro, por exemplo.

Outra medida é que os cubanos poderão ter o seu próprio negócio, e muito deles vão precisar mesmo, porque o governo vai acabar com 500 mil postos de trabalho que mantém.

Nos últimos anos, o governo cubano tem tido um relacionamento cada vez mais intenso com líderes católicos e evangélicos. Bento 16 visitou o país em janeiro de 1998. Em maio de 2010, Raúl Castro teve uma reunião de quatro horas com a hierarquia católica. Um dos assuntos discutidos foi a libertação de presos políticos.

Fonte: Creio

31/05/2011

Pastor Marcos Pereira salva homem do “tribunal” do tráfico


Pastor Marcos Pereira salva homem do “tribunal” do tráficoO pastor Marcos Pereira, da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias, salvou um bandido do “tribunal do tráfico” na manhã do último domingo, 29, no Rio de Janeiro.

Jorge Osmar Anastácio Ventura, de 54 anos, seria julgado pelos traficantes do Vidigal por ter atirado, na sexta-feira, no pedreiro Sebastião Isidoro Moreira Filho, de 35 anos, que ainda está hospitalizado.

Após o crime, Jorge Osmar foi capturado pelos traficantes e amarrado com fita crepe em matagal próximo à favela. No domingo os moradores da comunidade chamaram o pastor que chegou na hora do “julgamento” e conseguiu evitar que o atirador recebesse a condenação.

“Joguei os demônios dos bandidos no chão e saí com o homem”, afirmou o pastor, que, em seguida, levou o criminoso à delegacia, com um advogado da igreja.

Jorge confessou o crime e também admitiu que praticava roubos na região. Ele já havia sido condenado por tráfico de drogas e roubo, cumprindo nove anos de prisão. Sua prisão preventiva saiu no mesmo dia, e agora ele irá responder por roubo e tentativa de homicídio.

Fonte: Gospel Prime

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