Archive for maio 7th, 2011

07/05/2011

Evangélicos são ridicularizados no Twitter após reconhecimento da união gay


TwitterApós o reconhecimento da união gay pelo STF várias pessoas resolveram ridicularizar os evangélicos, principalmente, Silas Malafaia.

Após o reconhecimento da união gay pelo STF uma onda de manifestações de apoio tomou a internet e no Twitter a várias pessoas resolveram comemorar ridicularizando evangélicos, incluindo o Pastor Silas Malafaia que fez campanha contra a decisão.

Foram criadas diversos hashtags (tópicos) para o assunto e #chupamalafaia (Chupa Malafaia) e #todoscrentechora (Todos Crente Chora) ficaram por algumas horas sendo os dois assuntos mais publicados do Twitter no Brasil respectivamente, superando até então a tag oficial sobre a união gay, #uniaohomoafetiva, que assumiu a primeira posição apenas algum tempo depois.

Tanto os tópicos #todoscrentechora e #chupamalafaia eram geralmente utilizadas por gays, ateus e simpatizantes da causa homoafetiva que veiculavam as hashtags junto a ironias, palavrões e xingamentos contra Deus.

“Foi se o tempo que religião era desculpa pra alguma coisa, só pra gente ignorante mesmo”, afirmou uma usuária, “Eu tô nessa campanha #todoscrentechora e #uniaohomoafetiva, mas eu não sou gay. Odeio Homofobia… Crentes se explodam”, afirma outro. “Se alguns deles pudessem nos queimariam vivo em fogueiras medievais, sendo assim: #uniaohomoafetiva #chupamalafaia #todoscrentechora”, acusou outro.

Já no tópico #chupamalafaia o que mais se via eram palavrões direcionados ao líder da Igreja Vitória em Cristo, Pastor Silas Malafaia, por sua luta contra causas gays: “#crente fede #chupamalafaia safado”, afirmou uma usuária. “Ele vai pro céu da boca da onça, isso se a onça não for Homo, tbéemm! kkkkkkkk #chupamalafaia”, disse outro. Já uma estudante de direito quer ir mais além: “Ter uma lei anti-igreja também. #ChupaMalafaia“.

Preconceito

Mas nem todas as mensagens eram críticas, muitos cristãos e não cristãos reprovaram a criação e utilização das hashtags: “Sinceramente, acho injusta e preconceituosa a tag #todoscrentechora”, afirmou a jovem Suelen Gomes. “Antes crentes tinham preconceito contra homossexuais, agora é o contrário. #todoscrentechora is bullshit. Quem é preconceituoso agora?”, disse Micael Wandermurem. Nenhum deles afirma em seus perfis que são evangélicos ou se quer creem em Deus.

Para a twitteira Bia Nunes há preconceito nas palavras: “Falando em preconceitos, me explica porque #todoscrentechora foi parar nos TT’s (ranking de assuntos mais falados)? Tipo, homofobia não pode, mais questão religiosa pode zuar?” e completa: “Eu sou crente, tenho amigos gays, e não tenho preconceito nenhum, e ai? Não julguem todos por um grupo ;)”, concluiu.

PLC 122

Aproveitando a polêmica, a PLC 122, lei anti-homofobia, acabou também se tornando um dos assuntos mais falados no twitter por alguns momentos. Simpatizantes da causa gay se mostraram mais confiantes na aprovação da lei no Senado.

Fonte: Folha Gospel

07/05/2011

“Profeta” gera pavor em Taiwan após prever terremoto de 14 graus


“Profeta” gera pavor em TaiwanO autoproclamado profeta “mestre Wang” gerou pavor entre a população de Taiwan e levou a um suicídio.

O autoproclamado profeta “mestre Wang” assegurou que um terremoto de 14 graus, com um posterior tsunami com ondas de 170 metros, sacudirá Taiwan em 11 de maio, o que gerou pavor entre a população e levou a um suicídio, informou a Polícia nesta sexta-feira.

Ao saber da previsão, um taiwanês de 70 anos que sofria de depressão crônica se jogou do quinto andar de um prédio em Taipé e morreu, segundo o diário “Lianhe Bao”.

Além disso, promotores taiwaneses iniciaram uma investigação sobre as profecias apocalípticas de Wang, que incutiram o temor em muitas pessoas e levaram à compra de refúgios situados nas regiões montanhosas da ilha.

Em Puli, aldeia localizada nas montanhas centrais, estão sendo construídos cerca de 100 refúgios, que posteriormente são vendidos a preços elevados, o que despertou suspeitas policiais de fraude ou de enriquecimento ilícito com relação às previsões.

Segundo o “profeta”, a catástrofe derrubará emblemáticos monumentos da ilha, como a Torre Taipé 101, um dos arranha-céus mais altos do mundo, e o Palácio Presidencial.

Fonte: EFE / Folha Gospel

07/05/2011


stf

O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por unanimidade, nesta quinta-feira (5) a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Na prática, as regras que valem para relações estáveis entre homens e mulheres serão aplicadas aos casais gays. Com a mudança, o Supremo cria um precedente que pode ser seguido pelas outras instâncias da Justiça e pela administração pública.

O presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, concluiu a votação pedindo ao Congresso Nacional que regulamente as consequência da decisão do STF por meio de uma lei. “O Poder Legislativo, a partir de hoje, tem que se expor e regulamentar as situações em que a aplicação da decisão da Corte seja justificada. Há, portanto, uma convocação que a decisão da Corte implica em relação ao Poder Legislativo para que assuma essa tarefa para a qual parece que até agora não se sentiu muito propensa a exercer”, afirmou Peluso.

De acordo com o Censo Demográfico 2010, o país tem mais de 60 mil casais homossexuais, que podem ter assegurados direitos como herança, comunhão parcial de bens, pensão alimentícia e previdenciária, licença médica, inclusão do companheiro como dependente em planos de saúde, entre outros benefícios.

Em mais de dez horas de sessão, os ministros se revezaram na defesa do direito dos homossexuais à igualdade no tratamento dado pelo estado aos seus relacionamentos afetivos. O julgamento foi iniciado nesta quarta-feira (4) para analisar duas ações sobre o tema propostas pela Procuradoria-Geral da República e pelo governo do estado do Rio de Janeiro.

Em seu voto, o ministro Ayres Britto, relator do caso, foi além dos pedidos feitos nas ações que pretendiam reconhecer a união estável homoafetiva. Baseada nesse voto, a decisão do Supremo sobre o reconhecimento da relação entre pessoas do mesmo sexo pode viabilizar inclusive o casamento civil entre gays, que é direito garantido a casais em união estável.

A diferença é que a união estável acontece sem formalidades, de forma natural, a partir da convivência do casal, e o casamento civil é um contrato jurídico formal estabelecido entre suas pessoas.

A lei, que estabelece normas para as uniões estáveis entre homens e mulheres, destaca entre os direitos e deveres do casal o respeito e a consideração mútuos, além da assistência moral e material recíproca.

Efeitos da decisão
A extensão dos efeitos da união estável aos casais gays, no entanto, não foi delimitada pelo tribunal. Durante o julgamento, o ministro Ricardo Lewandowski foi o único a fazer uma ressalva, ao afirmar que os direitos da união estável entre homem e mulher não devem ser os mesmos destinados aos homoafetivos. Um exemplo é o casamento civil.

“Entendo que uniões de pessoas do mesmo sexo, que se projetam no tempo e ostentam a marca da publicidade, devem ser reconhecidas pelo direito, pois dos fatos nasce o direito. Creio que se está diante de outra unidade familiar distinta das que caracterizam uniões estáveis heterossexuais”, disse Lewandowski.

“Não temos a capacidade de prever todas as relações concretas que demandam a aplicabilidade da nossa decisão. Vamos deixar isso para o caso a caso, nas instâncias comuns. A nossa decisão vale por si, sem precisar de legislação ou de adendos. Mas isso não é um fechar de portas para o Poder Legislativo, que é livre para dispor sobre tudo isso”, afirmou o relator do caso, ministro Ayres Britto.

“Esse julgamento marcará a vida deste país e imprimirá novos rumos à causa da homossexualidade. O julgamento de hoje representa um marco histórico na caminhada da comunidade homossexual. Eu diria um ponto de partida para outras conquistas”, afirmou o ministro Celso de Mello.

Julgamento
No primeiro dia de sessão, nove advogados de entidades participaram do julgamento. Sete delas defenderam o reconhecimento da união estável entre gays e outras duas argumentaram contra a legitimação.

A sessão foi retomada, nesta quinta, com o voto do ministro Luiz Fux. Para ele, não há razões que permitam impedir a união entre pessoas do mesmo sexo. Ele argumentou que a união estável foi criada para reconhecer “famílias espontâneas”, independente da necessidade de aprovação por um juiz ou padre.

“Onde há sociedade há o direito. Se a sociedade evolui, o direito evolui. Os homoafetivos vieram aqui pleitear uma equiparação, que fossem reconhecidos à luz da comunhão que tem e acima de tudo porque querem erigir um projeto de vida. A Suprema Corte concederá aos homoafetivos mais que um projeto de vida, um projeto de felicidade”, afirmou Fux.

“Aqueles que fazem a opção pela união homoafetiva não podem ser desigualados da maioria. As escolhas pessoais livres e legítimas são plurais na sociedade e assim terão de ser entendidas como válidas. (…) O direito existe para a vida não é a vida que existe para o direito. Contra todas as formas de preconceitos há a Constituição Federal”, afirmou a ministra Cármen Lúcia.

Preconceito
O repúdio ao preconceito e os argumentos de direito à igualdade, do princípio da dignidade humana e da garantia de liberdade fizeram parte das falas de todos os ministros do STF.

“O reconhecimento hoje pelo tribunal desses direitos responde a grupo de pessoas que durante longo tempo foram humilhadas, cujos direitos foram ignorados, cuja dignidade foi ofendida, cuja identidade foi denegada e cuja liberdade foi oprimida. As sociedades se aperfeiçoam através de inúmeros mecanismos e um deles é a atuação do Poder Judiciário”, disse a ministra Ellen Gracie.

“Estamos aqui diante de uma situação de descompasso em que o Direito não foi capaz de acompanhar as profundas mudanças sociais. Essas uniões sempre existiram e sempre existirão. O que muda é a forma como as sociedades as enxergam e vão enxergar em cada parte do mundo. Houve uma significativa mudança de paradigmas nas últimas duas décadas”, ponderou Joaquim Barbosa.

O ministro Gilmar Mendes ponderou, no entanto, que não caberia, neste momento, delimitar os direitos que seriam consequências de reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo. “As escolhas aqui são de fato dramáticas, difíceis. Me limito a reconhecer a existência dessa união, sem me pronunciar sobre outros desdobramentos”, afirmou.

Para Mendes, não reconhecer o direitos dos casais homossexuais estimula a discriminação. “O limbo jurídico inequivocamente contribui para que haja um quadro de maior discriminação, talvez contribua até mesmo para as práticas violentas de que temos noticia. É dever do estado de proteção e é dever da Corte Constitucional dar essa proteção se, de alguma forma, ela não foi engendrada ou concedida pelo órgão competente”, ponderou.

Duas ações
O plenário do STF concedeu, nesta quinta, pedidos feitos em duas ações propostas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo governo do estado do Rio de Janeiro.

A primeira, de caráter mais amplo, pediu o reconhecimento dos direitos civis de pessoas do mesmo sexo. Na segunda, o governo do Rio queria que o regime jurídico das uniões estáveis fosse aplicado aos casais homossexuais, para que servidores do governo estadual tivessem assegurados benefícios, como previdência e auxílio saúde.

O ministro Dias Toffoli não participou do julgamento das ações. Ele se declarou impedido de votar porque, quando era advogado-geral da União, se manifestou publicamente sobre o tema.

Fonte: G1

07/05/2011

Morre pastor Deusdedit de Farias


Morre pastor Deusdedit de FariasFaleceu na manhã desta quinta-feira (05) o pastor Deusdedit de Farias, presidente da Assembléia de Deus ministério Templo Central, em Fortaleza (CE).

Obreiro aprovado e preparado para toda boa obra, sua atuação foi marcante como fundador e supervisor de várias congregações na capital cearense,. Pastor Deusdedit foi também membro do Conselho de Doutrina da CGADB, membro fundador da UMADENE, Conselheiro da SBB, Diretor do Núcleo da EETAD-CE e  1º Tesoureiro da CONADEC – Convenção das Assembleias de Deus do Estado do Ceará, o qual exerceu por mais de 30 anos.

O velório acontece na Assembleia de Deus – Templo Central Sede – Fortaleza/CE e o sepultamento ocorreu nesta sexta (06/05/11) às 15 horas.

Fonte: Casa da Bíblia / Fortaleza

07/05/2011

Ecos de Lausanne III para a América Latina


Ecos de Lausanne III para a América LatinaO Congresso Internacional sobre Evangelização Mundial Lausanne III, realizado em 2010 na Cidade do Cabo, na África do Sul, terá seus desdobramentos para a América Latina, discutidos no Brasil.

Entre os dias 13 e 15 de junho acontece o Ecos de Lausanne III, para a Igreja Latino-Americana na Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

O evento é voltado para professores cristãos, líderes de igrejas e de ministérios. As inscrições ficam abertas até o dia 6 de junho.

Os preletores René Padilla, Antonia Leonora van der Meer, Ariovaldo Ramos, Durvalina Barreto Bezerra, Ed René Kivitz, Margaretha N. Adiwardana e Silvia Kivitz abordarão os seguintes temas:

• O movimento de Lausanne: retrospectiva e desafios.
• Caminhos de Lausanne e as trilhas da Missão Integral: diálogos e descompassos.
• Missão integral em contextos de catástrofe.
• Contribuição da mulher na missão integral.
• Perspectivas da Missão Integral na Igreja Brasileira.
• Fundamentos bíblicos da missão integral.
• A missão integral e o futuro do movimento evangélico.

Segundo a presidente da Associação dos Professores de Missões do Brasil (APMB), Analzira do Nascimento, cerca de 200 pessoas devem participar deste evento. Os interessados devem se apressar em fazer sua inscrição, pois as vagas são limitadas.

Inscrições e informações:

Valor: R$ 50,00 (incluso café e material)
Membros da APMB têm 10% de desconto.
Forma de pagamento: depósito bancário
Bradesco | agência: 3003-1 | conta corrente: 111792-0 em nome da APMB

Para confirmar sua inscrição, envie o comprovante de depósito para: apmb@apmb.org.br com seus dados, nome e telefone. Tire suas dúvidas pelo telefone: (11) 4437-1244.

Fonte: JMM

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