Archive for junho 2nd, 2011

02/06/2011

Casal sofre perseguição por se converter a Cristo


Em Cartum, casal cristão, com um recém-nascido, disse que vive sob ataques após se converter do islamismo ao cristianismo.

Omar Hassan e Amouna Ahmadi, ambos de 27 anos, disseram que fugiram de Nyala, a 120 km a sudoeste de El Fashir, para Cartum, em junho de 2010, mas homens armados com facas, conhecidos como “os assaltantes mascarados”, atacaram-nos no dia 4 de maio, depois que parentes descobriram que eles haviam se convertido ao cristianismo. Hassan contou que ele e sua esposa alugavam uma casa de seu tio em Cartum, mas ele pediu que se retirassem, após saber que haviam deixado o Islã.
Sua esposa ficou ferida tentando protegê-lo, no ataque do dia 4, ele disse à Compass.
“Estou em Cartum há seis meses, sem emprego para sustentar a minha mulher doente”, disse Hassan. “Os muçulmanos invadiram nossa casa e, na tentativa de me matar, feriram minha mulher na mão.”
A faca perfurou a palma da Ahmadi, que disse que seu irmão a tinha esfaqueado três vezes na barriga meses antes, ferindo gravemente o baço dela, quando ela lhe contou que se tornara cristã.
“Eu sinto dor, mas meu marido está vivo e estamos orando para ter dinheiro para o tratamento da mão e do baço”, disse ela.

Perseguição da família
“No violento ataque, seu irmão também quebrou-lhe a perna esquerda. Ela foi levada às pressas a um hospital local, onde o pessoal estava relutante em tratá-la por causa de sua conversão”, fontes informaram à Compass. No final, ela ficou internada no Hospital de Nyala durante três semanas, onde conheceu Hassan, um recém-convertido que também sofreu por sua fé; ele a visitou e ouviu sobre como sua família a havia magoado.
Hassan disse que não podia cuidar dela, embora estivesse em agonia. Ele chamou um pastor da Igreja Episcopal do Sudão (ECS) para ajudá-la e ela recebeu alta após a recuperação parcial, voltando para a casa hostil onde havia sido atacada.
“Você não merece ser um membro de minha família”, o pai gritou-lhe com raiva.
Sua família a trancou em um quarto, presa a uma cadeira de madeira, e a espancou durante um mês.
“Eu fui muito maltratada: rasparam todo o meu cabelo enquanto meu pai batia na minha cabeça”, disse Ahmadi. “Mas os vizinhos em segredo me deram comida e água.”
Depois de ser libertada do cárcere privado, Ahmadi foi impedida de sair dos limites da propriedade da família.
“Eu encontrei uma chance de escapar para ir à ECS, onde me casei com Hassan,” disse. “Minha saúde continuava se deteriorando e os médicos recomendaram que eu fosse transferida para Cartum para fazer um tratamento especializado no baço. Com uma pequena quantia de dinheiro, conseguimos chegar a Cartum, de comboio, onde meu tio nos hospedou sem saber que somos cristãos “.
Em Cartum, viram-se sem condições financeiras para pagar o medicamento necessário para o tratamento do baço.
“Há apenas uma farmácia em Cartum que lida com problemas relacionados ao baço “, disse Ahmadi. “A farmácia pede um depósito antecipado no valor de 300 dólares para encomendar a droga, que vem do Cairo (Egito). Mas nós não temos como levantar a quantia necessária, uma vez que estamos desempregados. ”
Hassan e Ahmadi dependem de amigos para ter alimentos básicos, disse ela. Às vezes ficam sem comer durante dois dias.
“Não podemos negar a Cristo; este é um grande desafio para nós, porque não temos um lugar para ir”, disse ela, em meio às lágrimas. “Não temos comida, e estamos desempregados. Eu ainda estou com dor, além de ter um bebê de 2 meses de idade para cuidar. ”

Tradução: Marcelo Peixoto

Notícias Cristãs /Portas Abertas

02/06/2011

Usuários reclamam de possível censura do twitter à manifestação #contrapl122


Usuários reclamam de possível censura do twitter à manifestação #contrapl122Internautas que estavam em Brasília e também milhares que puderam participar mas queriam se manifestar dizendo que são contra o Projeto de Lei 122 que criminaliza toda opinião contrária ao homossexualismo, disseram que sofreram censura do  Twitter que bloqueou a hashtag #contrapl122.

O “tuitaço” precisou ser alterado para #eusoucontrapl122 já que o microblog não estava aceitando a versão anterior.

“O ato de eu ser chamada de homofóbica e preconceituosa também não é uma falta de respeito e preconceito? #SoucontraPL122,” escreveu uma internauta.

Outro usuário do twitter escreveu: “Eu quero ter meu direito de dizer o que penso…#soucontraPl122.”

Muitos optaram em usar duas hashtags para justificarem seus posicionamentos: “#NaoSouHomofobico e #SouContraPL122″.

As palavras entraram rapidamente para o Trend Topics, mas logo foram alcançadas pela vertente que apoia o PL. Muitos usuários ofendiam e insultavam os usuários que se manifestavam contra.

“Bando de cristão ordinário. #euapoioplc122sim,” escreveu um internauta.

As palavras de apoio ao projeto considerado como inconstitucional não foram bloqueadas pelo Twitter.

Fonte: Gospel Prime

02/06/2011

“Homossexuais usam sua natureza para exercer o antinatural”, afirma deputado cristão


A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Minas Gerais, repudiou nessa segunda-feira o discurso do deputado estadual Antônio Genaro (PSC), que na quinta-feira usou a tribuna do Legislativo mineiro para atacar os homossexuais.

Antônio Genaro, que é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular, saiu em defesa dos evangélicos, que, com negociação política, conseguiram barrar a distribuição do kit gay nas escolas, e disse que o grupo está sendo chamado equivocadamente de fundamentalista religioso.

Para o o parlamentar, a classe dos homossexuais “infelizmente” faz parte da sociedade, pois o que eles têm a ensinar “é totalmente antinatural”. Para concluir, o deputado pediu: “Deus me livre ter na minha família ou entre os meus amigos alguém que se utiliza da sua natureza para exercer o antinatural. É por isso que o mundo vai de mal a pior”.

A fala de Genaro foi considerada inconstitucional, contrária aos direitos humanos e ao entendimento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Assim como a instituição recomendou a abertura de procedimento por quebra de decoro contra o deputado federal carioca Jair Bolsonaro (PP) em episódio semelhante, a seccional mineira espera providências da Assembleia.

A avaliação é da presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB mineira, Maria Emília Mitre Haddad. “A OAB repudia uma manifestação dessta natureza. Ele foi eleito para legislar. Não pode usar a tribuna da Assembleia para fazer um desabafo pessoal, nem é o lugar próprio”, afirmou.

De acordo com a representante da ordem, o parlamentar coloca crenças e questões pessoais, faltando com a verdade. Ao tratar o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo como “antinatural”, por exemplo, contraria a OMS que, desde 1973, baniu a homossexualidade da relação de doenças. “É também contra a manifestação de todas as associações psiquiátricas e psicológicas do mundo inteiro”, disse.

A presidente da comissão da OAB acredita que, com esse “acúmulo de agressões”, a OAB nacional possa tomar uma atitude ampla que atinja todos esses tipos de discriminação. “A OAB espera que a própria Assembleia use os meios que tem para conter esse tipo de manifestação. Isso sim faz mal ao cidadão, porque deseduca”, encerra.

Fonte: Gospel Prime /Estado de Minas

02/06/2011

“Leio a Bíblia de manhã e à noite. E dou aulas de cristianismo, às vezes”, diz estrela do rock


Em uma entrevista recente ao Jornal da Tarde, Alice Cooper, músico de 63 anos falou sobre drogas, música e hobbys. Mas o cantor também revelou que ora duas vezes ao dia e que eventualmente dá aulas de cristianismo.

Tudo isso seria normal se o rock star não cantasse canções que contrariam os ensinamentos bíblicos, em algumas delas ele fala até de necrofilia (excitação sexual decorrente da visão ou do contato com um cadáver), mas para ele “não tem nada na Bíblia que proíba alguém de ser um rock star.”

Sempre que o cantor sobe ao palco ele se transforma em um personagem, suas performances no palco inspiraram grandes artistas como a banda Kiss e Marilyn Mayson.

Apesar de sua aparência e letras liberais ele afirma ao jornal que não contrata músicos que usam drogas. “Eu não vou contratar alguém que usa drogas. Porque quando formos entrar em turnê, ele vai ser um problema. Não estou falando de beber uma cerveja. Isso não é problema para ninguém. Mas se você está numa banda grande, estar bêbado sempre não funciona no show. Não dá.”

O músico que não bebe há 30 anos conta que tomou a decisão de abandonar o vício quando viu seus amigos morrendo, Jim Morrison e Jimmy Hendrix. Nessa hora o repórter pergunta como ele é fora dos palcos e a resposta é surpreendente.

“Sou um cristão normal. Quando eu for para São Paulo, você vai ver. Vou fazer compras, jogar uma partida de golfe. O que acontece é que, quando eu viro Alice Cooper, preciso me tornar um vilão. Sou como o Darth Vadder, do Guerra nas Estrelas, ou como o Hannibal Lecter, de O Silêncio dos Inocentes. Eles são vilões. Eu adoro fazer essa transformação.”

Interessado nessa história o repórter pergunta se dá para ser um rock star e ter uma religião. “Dá, sim. Sou protestante. Não existe nada na Bíblia que diga que você não pode ser um cantor de rock’n’roll. Entendo que Deus me deu um talento e espera que eu o use. O meu show não tem nada de anticristo. Muito pelo contrário, acho até bem cristão.”

Alice Cooper revela que na igreja tem pessoas que não gostam de suas atitudes, mas a maioria o enxerga como mais um cristão. “Existem advogados cristãos, médicos cristãos. Sou um cantor de rock cristão. Sempre oro antes dos shows. Oro todos os dias. Leio a Bíblia de manhã e à noite. E dou aulas de cristianismo, às vezes. Meu pai era pastor, meu avô também. Isso é algo de família.”

Fonte: Gospel Prime / Jornal da Tarde

02/06/2011

Marcelo Aguiar convoca brasileiros para Marcha da Família contra o PL 122 em Brasília


Marcelo Aguiar convoca brasileiros para Marcha da Família contra o PL 122 em BrasíliaO deputado federal Marcelo Aguiar (PSC-SP), membro da diretoria da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família, está convocando todos os brasileiros a participar da Marcha da Família que acontece nesta quarta-feira, 1º de junho, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.

A manifestação reunirá comitivas e delegações contra o PL 122 que criminaliza a homofobia e cria regras para a união estável de casais do mesmo sexo. O encontro também marcará manifestações contra o “kit anti-homofobia” e outros projetos que tramitam no Congresso.

“Temos uma preocupação constante com a defesa da família brasileira e, infelizmente, existem projetos em tramitação na Câmara dos Deputados que atacam os pilares da família. Iremos lutar contra qualquer tentativa de enfraquecimento das famílias e é esse o caso do PL 122”, explicou Marcelo Aguiar.

O Ato Público começa com uma reunião de lideres no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal, às 9h e às 14 horas as comitivas estarão reunidas em frente ao Congresso para a Marcha da Família. Segundo o pastor Silas Malafaia, a manifestação servirá para esclarecer as famílias brasileiras da ameaça que representa o PL 122. “Não vamos aceitar mudança de comportamento imposta pela minoria. Não aceitaremos o cerceamento da liberdade de expressão, jamais iremos discriminar, mas nunca deixaremos de orientar que homossexualismo não é prática cristã”, explicou o pastor.

Fonte: Gospel Prime / Assessoria

02/06/2011

Site da ABGLT convoca para ato de queima da Bíblia


Um dos textos dizia que “em frente a Catedral, nós ativistas LGBTT iremos queimar um exemplar da ‘Bíblia Sagrada’”.

No que a entidade classifica como um “ataque hacker”, um aviso postado na tarde desta terça-feira (31) no site da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) convocava simpatizantes a um evento em Brasília, supostamente programado para amanhã (1), em que seriam queimados exemplares da Bíblia.

Na primeira versão publicada na seção de “eventos nacionais” da página virtual, o texto dizia que “em frente a Catedral, nós ativistas LGBTT iremos queimar um exemplar da ‘Bíblia Sagrada’”. Em seguida, a mensagem defendia que “um livro homofóbico como este não deve existir em um mundo onde a diversidade é respeitada.”

Por fim, o autor da postagem, que se indentificava como “João Henrique Boing, ativista GLSBTT”, conclamava o público para seu suposto ato: “Amanhã iremos queimar a homofobia. Compareça”.
Após o anúncio gerar comentários raivosos no Twitter, uma nova versão do aviso foi postado. O texto dizia: “Queimando a Homofobia: aglomeração as 14h na porta da catedral. Tragam livros religiosos, em prol da diversidade”.

Às 20h40, esse trecho continuava publicado no site da instituição, uma das mais atuantes no processo que culminou com a aprovação da união estável entre homossexuais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 5 de maio.

Segundo Toni Reis, presidente da associação, tudo não passou de um ataque de hackers. “Não somos nós que estamos publicando esse tipo de coisa. Temos respeito total pelas religiões. A Bíblia é para ser respeitada”, disse ele, que afirmou ter teólogos no corpo diretivo da entidade.

A liderança gay, que se uniu ao seu companheiro logo após a decisão no Supremo, explicou que já entrou em contato com as autoridades policiais de Curitiba, cidade sede da ABGLT, para registrar a modificação ilegal de sua página virtual. “Estamos até cogitando tirar o site do ar”, assumiu.

Toni pediu “mil desculpas” aos que se sentiram ofendidos com a postagem. “Estamos tentando verificar quem é o autor desse tipo de ataque. É alguém muito mal intencionado. As pessoas que são homofóbicas não param de nos atacar.”

Segundo ele, esta não foi a primeira vez que hackers teriam entrado na página da entidade. Há dois meses, explica ele, foi publicada a seguinte mensagem na página eletrônica: “Bolsonaro para presidente do Brasil”, em referência ao deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), que protagonizou inúmeros ataques aos movimentos gays nos últimos tempos em Brasília.

Fonte: UOL / Folha Gospel

02/06/2011

Lei não pode criar “terceiro sexo”, diz Magno Malta em marcha em Brasília


O senador Magno Malta (PR-ES) disse nesta quarta-feira (1), durante manifestação em frente ao Congresso Nacional contra a aprovação do projeto de Lei da Câmara (PLC) 122, que criminaliza a homofobia, que o Senado não tem poder para criar “um terceiro sexo” por meio de legislação.“Se Deus criou macho e fêmea, não vai ser o Senado que vai criar um terceiro sexo com uma lei” disse. “É preciso que eles [homossexuais] entendam que o anseio grotesco de uma minoria não vai se fazer engolir”, afirmou.

O evento, batizado de Marcha pela Família, foi organizado pelo pastor Silas Malafaia e reuniu diversos parlamentares contrários ao projeto de lei em cima de carros de som – entre eles os deputados federais João Campos (PSDB-GO), Ronaldo Fonseca (PR-DF), Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Anthony Garotinho (PR-RJ), e os senadores Marcelo Crivella (PR-RJ) e Walter Pinheiro (PT-BA). A PM estimou em até 20 mil pessoas os presentes na Marcha pela Família.

Garotinho se manifestou contra a aprovação do projeto. “Eles [os participantes da marcha] amam a todas as pessoas, só que não concordam com o pecado de algumas”, disse.

Em oposição ao evento,um grupo de integrantes de movimentos ligados a causas homossexuais fez uma espécie de contra-marcha à Marcha Pela Família. Eles se reuniram em frente à Catedral de Brasília às 15h e seguiram até o Congresso, no mesmo local onde ocorria a Marcha pela Família.

A polícia formou um cordão de isolamento para evitar conflitos entre os dois grupos. Um contingente de 110 policiais foi deslocado para o local para acompanhar o evento.

Ainda assim, os dois grupoos se hostilizaram. Os defensores do projeto de lei chamaram os integrantes da Marcha pela Família de “nazistas” e “fascistas”. O deputado Jair Bolsaro rebateu as acusações. “Eles são ridículos. Até o que eles falam é ridículo”, afirmou.

Os manifestantes que defendem o PLC 22 carregavam faixas e entoavam palavras de ordem em favor de uma “família plural”. Muitos se vestiram de roxo. A manifestação foi organizada pela internet, mas muitos chegaram ao local sem saber que havia um evento organizado.

“Eu viria de qualquer jeito, independentemente de ter um evento organizado ou não”, disse Cristiano Ferreira, 35, servidor público. Ele vive há 3 anos com um companheiro e defende o projeto de lei. “O Estado é público e laico, e por isso não pode privilegiar o pensamento de uma religião para defender uma legislação”, afirmou.

Fonte: G1

02/06/2011

André Valadão nega que tenha pedido dinheiro ao Ministério da Cultura


O cantor André Valadão explica por meio de um comunicado em seu site que as notícias que circularam pela internet na última semana alegando que o cantor estaria pedindo mais de R$1 milhão de reais para o Ministério da Cultura não são verídicas.

De acordo com a assessoria de André Valadão, quem pediu créditos da Lei Rouanet para o Ministério da Cultura foram organizadores de um show que teria, entre outras participações, a presença do cantor.

“No projeto apresentado ao MinC pela M&A Produções consta também que André Valadão seria apenas 1 (um) dos 30 artistas contratados para fazerem 30 shows no estado de Goiás e Distrito Federal,” diz trecho do texto.

Leia na íntegra:

“O cantor e pastor André Valadão tomou conhecimento de texto difamatório circulando na Internet e publicado em um site falando sobre o possível recebimento de uma quantia em dinheiro por meio do Ministério da Cultura (MinC).

Ao acionar profissionais especialistas sobre esta questão, André Valadão foi informado que uma produtora nomeada M&A Produções, do estado de Goiás, criou em 2010 um projeto com o nome “André Valadão Turnê 2011” e que ele teria sido aprovado pelo MinC para participar da Lei Rouanet. “Vi o projeto e fui informado que este tipo de documento pode ser elaborado mesmo sem minha autorização formal, a partir de uma abertura da própria Lei Rouanet. Soube que é comum produtoras criarem projetos, tentam aprová-los no MinC e depois buscam o ‘favorecido’ para negociar a realização dele”, conta.

A Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991), conhecida como Lei Rouanet foi criada com o objetivo de instituir políticas públicas dentro do Programa Nacional de Apoio à Cultura que geralmente apóia diversos tipos de manifestação cultural no Brasil desde então. Quando um projeto é aprovado pela Lei Rouanet o MinC autoriza que Pessoas Físicas ou Jurídicas possam contribuir com aquele valor em projetos culturais com dedução em seu Imposto de Renda.

Isso quer dizer que quando alguém tem um projeto agraciado pela Lei Rouanet vários procedimentos são cautelosamente analisados pelo MinC. Um deles é que o valor liberado pelo MinC para investimento de terceiros deve cumprir a tabela de planejamento dos recursos financeiros. A captação de recursos para a realização do projeto aprovado pela Lei Rouanet só pode começar após a aprovação do projeto e também a publicação dele no Diário Oficial da União.

No processo de captação de recursos com Pessoa Física ou Jurídica o pagamento dos valores que serão deduzidos do imposto de renda deles como investimento cultural (patrocínio) só poderá ser efetuado diretamente para os fornecedores e funções descritos detalhadamente no projeto, existe contabilidade certa para cada detalhe. Diferente do que se pensa, o valor proposto não é entregue nas mãos de quem teve o projeto aprovado pela Lei Rouanet. “Pelo que entendemos quando pesquisamos o assunto, a aprovação do projeto é uma das etapas, mas o trabalho seguinte que seria conseguir investidores é ainda mais trabalhoso”.

No caso específico noticiado por um site sobre André Valadão ter sido agraciado pela Lei Rouanet no valor de R$ 1.091.240,00 (hum milhão, noventa e um mil e duzentos e quarenta reais), teria sido aprovado então para a M&A Produções e não para André Valadão como descrito. “Outro ponto importante que minha equipe averiguou é que este projeto que leva meu nome foi aprovado em fevereiro de 2011 e até o momento não fui procurado por esta produtora. Mas vimos no MinC que o projeto está na situação de ‘pendência’ porque falta algum documento. Ele não foi publicado no Diário Oficial da União, então isso quer dizer que não houve captação de recursos”.

No projeto apresentado ao MinC pela M&A Produções consta também que André Valadão seria apenas 1 (um) dos 30 artistas contratados para fazerem 30 shows no estado de Goiás e Distrito Federal, ou seja, do valor aprovado R$ 1.091.240,00, André Valadão teoricamente receberia um cachê no valor de R$ 10mil assim como os outros 29 artistas. Quando se apresenta um projeto ao MinC ele pode ter qualquer nome, tanto, que pode ser alterado a qualquer momento do processo. “Fomos orientados de que é possível solicitar à produtora que retire meu nome do projeto e pretendemos fazer isso e já estamos tomando as medidas cabíveis”, destaca.

O Ministério André Valadão achou por bem esclarecer o que é a Lei Rouanet, como funciona e informar que não são verdadeiras as afirmações levantadas contra ele de que haveria recebido do Ministério da Cultura o valor de R$ 1.091.240,00. “As pessoas precisam conhecer a Lei Rouanet e perceber que este incentivo fiscal pode ser utilizado por qualquer projeto cultural no Brasil. Apesar deste projeto não ter sido entregue por mim, acredito que sim, nós como crentes devemos utilizar dos recursos disponíveis para propagar o Evangelho. Várias manifestações culturais como shows, peças de teatro e filmes vem sendo rodados com incentivo fiscal e não edificam. Por que nós crentes não podemos utilizar da Lei e agir dentro dela?”.”

Fonte: Gospel Prime /Texto extraído de andrevaladao.com

02/06/2011

Homem vai a casamento, no Distrito Federal, sem saber que era o noivo


Quando entrou na igreja, em Planaltina, a cerca de 40 quilômetros de Brasília, na noite do último sábado (28), Carlos Henrique de Jesus estava crente que ia ser o padrinho do casamento de uma amiga.

Ele só estranhou a situação quando a cerimônia começou e os noivos não chegaram. A descoberta da surpresa veio quando o pastor o perguntou, em alto e bom som, se ele aceitava sua companheira há 25 anos, Marilene Batista, como esposa.

“Ele despencou a chorar, ficou frio, travou suas pernas. Com muita dificuldade, conseguiu responder o sim. Quase que não sai”, contou o pasto João Machado, que celebrou a cerimônia.

O casamento surpresa foi planejado pela noiva há sete meses. O pastor, os colegas dele, vizinhos, todos sabiam, menos o noivo, que nem desconfiou. Até um convite de mentira foi entregue a Carlos Henrique e uma falsa madrinha foi indicada para acompanhar o verdadeiro noivo no cortejo.

Depois de tanto segredo, com dó do marido, Marilene quase revelou a surpresa. “Eu queria falar para ele um dia antes”, disse a noiva, que foi desencorajada a contar por amigos e familiares.

A noiva garante que, após tanta surpresa e emoção, não planejou nada de inusitado para a lua de mel. Serão três dias num hotel fazenda.

Fonte: G1

02/06/2011

Pastores de Maringá estão revoltados com lei de uso do solo


A audiência pública realizada na manhã desta segunda-feira (30), no plenário da Câmara de Maringá, causou muita polêmica entre os mais de 300 participantes do evento. A discussão sobre a lei complementar 331/99, que trata da ocupação e uso do solo do município, irá definir quais tipos de edificações podem ser construídas em cada região da cidade.

A Ordem dos Pastores de Maringá, que congrega mais de 300 pastores e representa cerca de 30 mil evangélicos de Maringá, se opõe veementemente à cláusula que dificulta a construção de templos nas zonas industriais. A lei cita que a autorização ficará à critério da Prefeitura, que pode barrar uma construção e até exigir a transferência das igrejas já existentes.
O presidente da ordem, Elizeu de Carvalho, critica também a imposição de que os templos sejam construídos em terrenos próprios, com espaça para estacionamento e estrutura com isolamento acústico.
“Dificultando, proibindo ou fechando igrejas a Prefeitura está descumprindo um princípio fundamental da lei de uso de solos, que é fazer com que ela cumpra a sua função social”, argumenta Carvalho. O pastor afirma ainda que a lei é obscura e deixa as decisões à merce do gestor, o que não é positivo na opinião dele.
O secretário de Planejamento, Walter Progiante, afirmou que a atual administração não irá impedir a construção de igrejas em nenhum lugar da cidade, com exceção das zonas industriais.
“Exigiremos apenas que as igrejas construam seus templos em terreno próprio. Não vamos mais aceitar locação de imóveis, pois quando isso ocorre não há estudo de impacto ambiental. Com a construção própria, a Prefeitura pode fazer uma fiscalização no terreno antes da liberação do alvará”, explica.
Esta é a segunda audiência pública realizada para debater a lei 331/99 (a primeira aconteceu em 2010). A prefeitura deve levar até 30 dias para formatar as sugestões indicadas durante o evento. Em seguida, o relatório segue para o Conselho Municipal de Planejamento e Gestão Territorial, onde será debatido pela Prefeitura em conjunto com diversos sindicatos, organizações, universidades e outras entidades de Maringá. Após a conclusão, a lei segue para a Câmara Municipal, onde deve ser votada pelos vereadores.

Notícias cristãs / O Diário

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