Archive for junho 13th, 2011

13/06/2011

Estudantes Brasileiros são ‘Cobaias’ do ‘Kit’ Gay


Denúncias recentes de estudantes da escola armando Nogueira, alegando que foram cobaias e obrigados a assistir os vídeos do ‘kit gay’ contra a homofobia que havia sido suspenso, causam indignação por parte dos deputados evangélicos.

O secretário de justiça e Direitos Humanos, Henrique Corinto, foi convocado pela bancada evangélica na Assembléia Legislativa do estado, no início do mês, para explicar as denúncias feitas sobre a distribuição dos kits anti-homofobia, de acordo com A Gazeta.

“Nós recebemos denúncias de estudantes e de pais de alunos, que na escola Armando Nogueira, os professores estavam obrigando os alunos a assistirem os vídeos. Muitos estudantes reclamaram que sequer puderam sair da sala que foi trancada,” explicou o deputado Astério Moreira (PRP).

Segundo Moreira, o próprio diretor da escola confirmou que estava sendo obrigado pelo secretário de educação a exibir os vídeos. Os deputados ficaram indignados ao saber que mesmo sendo suspensos os vídeos continuaram a ser exibidos aos estudantes do Acre, com alegação de ser projeto piloto.

“Isso é crime. Quer dizer que estão usando nossas crianças como cobaias?” reclamou a deputada Antônia Sales (PMDB).

O pastor José Wildson, presente na reunião, disse ao secretário que se o governo insistisse na divulgação do material a sociedade seria mobilizada contra a prática. “Se é proibido falar de religião nas escolas por que é obrigado falar de homossexualismo? Não vejo bom senso nessa medida e vamos reagir contra.”

O pastor ficou indignado e esclareceu que eles defendem a família e não são contra os homossexuais. “Somos contra a indução, a apologia à prática,” disse ele.

O secretário de Direitos Humanos decidiu a suspensão da exibição dos vídeos na escolas públicas da capital. “O assunto é polêmico e deve ser melhor esclarecido. Não queremos alimentar polêmica por isso decidi suspender a partir de hoje,” disse Henrique Corinto.

Fonte: The Christian Post

13/06/2011

Mãe de Justin Bieber pede oração pelo filho para que ele “mantenha os olhos em Jesus”


Mãe de Justin Bieber pede oração pelo filho para que ele “mantenha os olhos em Jesus”A mãe de Justin Bieber pediu oração pelo seu filho no site do ministério Hollywood Prayer Network (Rede de Oração Para Hollywood) ela pede para que Deus proteja seu filho contra o mal da cultura de Hollywood.

O ministério Hollywood Prayer Network foi criado há 10 anos com o objetivo de orar pelas pessoas que trabalham em toda a indústria de entretenimento de Hollywood.

O pedido da mãe de Justin diz: “Justin tem 17 anos e se tornou um fenômeno global, ainda não entende que a celebridade pode ser mais uma maldição do que uma bênção. Sua mãe pediu para que nós oremos por ambos, para manter seus olhos em Jesus, para tomar decisões sábias e não ser arrastado pela mentalidade perigosa que a fama e a celebridade trazem às pessoas”.

De acordo com a fundadora do site Rede de Oração para Hollywood,  Karen Covell, “tem sido uma batalha espiritual incrível quando se trata de celebridades. Entendemos quão sério é para os jovens que se deparam com as armadilhas das celebridades. Pedimos a Deus para ajudar Justin e outros a manobrarem o poder da celebridade que pode confundir suas mentes ou afastá-los do que é certo.” Covell também diz que muitos cristãos no lugar de orar, se unem para protestar contra Hollywood. “Nos EUA, enquanto Washington é a sede mundial do poder, Hollywood é a sede global da influência. Mas ao invés de reunir em oração, como muitos têm feito por Washington, os Cristãos têm frequentemente se reunido para protestar contra Hollywood.”

Ela acredita que o poder da oração pode mudar o coração das pessoas e assim mudar o conteúdo da indústria de entretenimento, como filmes, música, teatro e etc.

“Devemos amar os nossos semelhantes em nossa indústria e pedir a Deus para tocá-los e movê-los, para que se humilhem diante dele, e para mudar a nós de maneira que nossos corações se aquebrantem por eles. Assim então veremos vidas mudarem.”

Fonte: Gospel Prime

13/06/2011

Nome bíblico em livro de Steve Jobs reacende debate do “culto à Apple”


Nome bíblico em livro de Steve Jobs reacende debate do “culto à Apple”O subtítulo da biografia oficial do fundador da Apple, Steve Jobs, traz um trocadilho com um livro da Bíblia e reacende a polêmica do culto a marca, confirmando que a empresa é tratada como uma religião tanto pelos consumidores como pelos funcionários.

“iSteve: o livro de Jobs”, remete ao texto bíblico de Jó, descendente de Abraão e figura importante do judaísmo e das religiões cristãs. Em inglês, a diferença é de uma letra, de “The Book of Job” para “The Book of Jobs”.

Essa não é a primeira vez que a Apple faz piada da semelhança entre o comportamento de seus consumidores com os praticantes de uma fé. Voltemos a 27 de janeiro de 2010. Um slide, em meio à apresentação de Steve Jobs do iPad original, mostra uma frase colhida de uma nota de jornal: “Da última vez em que houve tanta empolgação por uma ‘tábua’, ela tinha alguns mandamentos escritos nela”. Ao lado, uma imagem representando Moisés com as Tábuas da Lei e seus Dez Mandamentos.

Steve Jobs é tratado como um profeta da tecnologia nunca havia chegado tão perto de reconhecer publicamente a existência de um culto em torno da marca que ele ajudou a fundar. Esta é uma característica que há tempos dá à Apple uma vantagem competitiva relevante no mercado de computadores e equipamentos eletrônicos, e virou tema de documentários, livros, filmes e estudos acadêmicos.

Um desses estudos mostra que os consumidores dos produtos da Apple se comportam como membros de grupos religiosos. “Quando um usuário de Macintosh encontra outros, ele se sente em comunidade. É como se eles tivessem uma história em comum, da mesma forma que pessoas que compartilham a mesma fé,” disse o professor Russell Belk, que realizou uma pesquisa em 2002 com os consumidores da marca.

Neste estudo, Belk ouviu relatos recheados de termos religiosos: eles tentam “evangelizar” e ”converter” um usuário de PC ou donos de aparelhos celulares diferentes do iPhone. Reclamam da “perseguição” imposta por aqueles que não crêem na superioridade da marca, e relatam uma vida de “sacrifícios”, como viver sem a mesma gama de programas que donos de outros computadores.

O fato é que com seu livro com título quase bíblico e a citação à frase do “Wall Street Journal” sobre os Dez Mandamentos, ele vem mandando recados claros para seus seguidores: a maior empresa do mundo da tecnologia está disposta a arrebanhar mais fiéis.

Fonte: G1

13/06/2011

Os evangélicos e a ditadura militar


Os evangélicos e a ditadura militarNo primeiro dia foram oito horas de torturas patrocinadas por sete militares. Pau de arara, choque elétrico, cadeira do dragão e insultos, na tentativa de lhe quebrar a resistência física e moral. “Eu tinha muito medo do que ia sentir na pele, mas principalmente de não suportar e falar. Queriam que eu desse o nome de todos os meus amigos, endereços… Eu dizia: ‘Não posso fazer isso.’ Como eu poderia trazê-los para passar pelo que eu estava passando?” Foram mais de 20 dias de torturas a partir de 28 de fevereiro de 1970, nos porões do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), em São Paulo.

O estudante de ciências sociais da Universidade de São Paulo (USP) Anivaldo Pereira Padilha, da Igreja Metodista do bairro da Luz, tinha 29 anos quando foi preso pelo temido órgão do Exército. Lá chegou a pensar em suicídio, com medo de trair os companheiros de igreja que comungavam de sua sede por justiça social. Mas o mineiro acredita piamente que conseguiu manter o silêncio, apesar das atrocidades que sofreu no corpo franzino, por causa da fé. A mesma crença que o manteve calado e o conduziu, depois de dez meses preso, para um exílio de 13 anos em países como Uruguai, Suíça e Estados Unidos levou vários evangélicos a colaborar com a máquina repressora da ditadura. Delatando irmãos de igreja, promovendo eventos em favor dos militares e até torturando. Os primeiros eram ecumênicos e promoviam ações sociais e os segundos eram herméticos e lutavam contra a ameaça comunista. Padilha foi um entre muitos que tombaram pelas mãos de religiosos protestantes.

O metodista só descobriu quem foram seus delatores há cinco anos, quando teve acesso a documentos do antigo Sistema Nacional de Informações: os irmãos José Sucasas Jr. e Isaías Fernandes Sucasas, pastor e bispo da Igreja Metodista, já falecidos, aos quais era subordinado em São Paulo. “Eu acreditava ser impossível que alguém que se dedica a ser padre ou pastor, cuja função é proteger suas ovelhas, pudesse dedurar alguém”, diz Padilha, que não chegou a se surpreender com a descoberta. “Seis meses antes de ser preso, achei na mesa do pastor José Sucasas uma carteirinha de informante do Dops”, afirma o altivo senhor de 71 anos, quatro filhos, entre eles Alexandre, atual ministro da Saúde da Presidência de Dilma Rousseff, que ele só conheceu aos 8 anos de idade. Padilha teve de deixar o País quando sua então mulher estava grávida do ministro. Grande parte dessa história será revolvida a partir da terça-feira 14, quando, na Procuradoria Regional da República, em São Paulo, acontecerá a repatriação das cópias do material do projeto Brasil: Nunca Mais.

Maior registro histórico sobre a repressão e a tortura na ditadura militar (leia quadro na pág. 79), o material, nos anos 80, foi enviado para o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), organização ecumênica com sede em Genebra, na Suíça, e para o Center for Research Libraries, em Chicago (EUA), como precaução, caso os documentos que serviam de base do trabalho realizado no Brasil caíssem nas mãos dos militares. De Chicago, virá um milhão de páginas microfilmadas referentes a depoimentos de presos nas auditorias militares, nomes de torturadores e tipos de tortura. A cereja do bolo, porém, chegará de Genebra – um material inédito composto por dez mil páginas com troca de correspondências entre o reverendo presbiteriano Jaime Wright (1927 – 1999) e o cardeal-arcebispo emérito de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, que estavam à frente do Brasil: Nunca Mais, e as conversas que eles mantinham com o CMI.

Somente em 1968, quatro anos após a ascensão dos militares ao poder, o catolicismo começou a se distanciar daquele papel que tradicionalmente lhe cabia na legitimação da ordem político-econômica estabelecida. Foi aí, quando no Brasil religiosos dominicanos como Frei Betto passaram a ser perseguidos, que a Igreja assumiu posturas contrárias às ditaduras na maioria dos países latino-americanos. Os protestantes, por sua vez, antes mesmo de 1964, viveram uma espécie de golpe endógeno em suas denominações, perseguindo a juventude que caminhava na contramão da ortodoxia teológica. Em novembro de 1963, quatro meses antes de o marechal Humberto Castelo Branco assumir a Presidência, o líder batista carismático Enéas Tognini convocou milhares de evangélicos para um dia nacional de oração e jejum, para que Deus salvasse o País do perigo comunista. Aos 97 anos, o pastor Tognini segue acreditando que Deus, além de brasileiro, se tornou um anticomunista simpático ao movimento militar golpista. “Não me arrependo (de ter se alinhado ao discurso dos militares). Eles fizeram um bom trabalho, salvaram a Pátria do comunismo”, diz.

Assim, foi no exercício de sua fé que os evangélicos – que colaboraram ou foram perseguidos pelo regime – entraram na alça de mira dos militares (leia a movimentação histórica dos protestantes à pág. 80). Enquanto líderes conservadores propagavam o discurso da Guerra Fria em torno do medo do comunismo nos templos e recrutavam formadores de opinião, jovens batistas, metodistas e presbiterianos, principalmente, com ideias liberais eram interrogados, presos, torturados e mortos. “Fui expulso, com mais oito colegas, do Seminário Presbiteriano de Campinas, em 1962, porque o nosso discurso teológico de salvação das almas passava pela ética e a preocupação social”, diz o mineiro Zwinglio Mota Dias, 70 anos, pastor emérito da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, da Penha, no Rio de Janeiro. Antigo membro do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (Cedi), que promovia reuniões para, entre outras ações, trocar informações sobre os companheiros que estavam sendo perseguidos, ele passou quase um mês preso no Doi-Codi carioca, em 1971. “Levei um pescoção, me ameaçavam mostrando gente torturada e davam choques em pessoas na minha frente”, conta o irmão do também presbiteriano Ivan Mota, preso e desaparecido desde 1971. Hoje professor da Universidade Federal de Juiz de Fora, Dias lembra que, enquanto estava no Doi-Codi, militares enviaram observadores para a sua igreja, para analisar o comportamento dos fiéis.

Segundo Rubem Cesar Fernandes, 68 anos, antropólogo de origem presbiteriana, preso em 1962, antes do golpe, por participar de movimentos estudantis, os evangélicos carregam uma mancha em sua história por convidar a repressão a entrar na Igreja e perseguir os fiéis. “Os católicos não fizeram isso. Não é justificável usar o poder militar para prender irmãos”, diz ele, considerado “elemento perigoso” no templo que frequentava em Niterói (RJ). “Pastores fizeram uma lista com 40 nomes e entregaram aos militares. Um almirante que vivia na igreja achava que tinha o dever de me prender. Não me encontrou porque eu estava escondido e, depois, fui para o exílio”, conta o hoje diretor da ONG Viva Rio.

O protestantismo histórico no Brasil também registra um alto grau de envolvimento de suas lideranças com a repressão. Em sua tese de pós-graduação, defendida na Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), Daniel Augusto Schmidt teve acesso ao diário do irmão de José, um dos delatores de Anivaldo Padilha, o bispo Isaías. Na folha relativa a 25 de março de 1969, o líder metodista escreveu: “Eu e o reverendo Sucasas fomos até o quartel do Dops. Conseguimos o que queríamos, de maneira que recebemos o documento que nos habilita aos serviços secretos dessa organização nacional da alta polícia do Brasil.” Dono de uma empresa de consultoria em Porto Alegre, Isaías Sucasas Jr., 69 anos, desconhecia a história da prisão de Padilha e não acredita que seu pai fora informante do Dops. “Como o papai iria mentir se o cara fosse comunista? Isso não é delatar, mas uma resposta correta a uma pergunta feita a ele por autoridades”, diz. “Nunca o papai iria dedar um membro da igreja, se soubesse que havia essas coisas (torturas).” Em 28 de agosto de 1969, um exemplar da primeira edição do jornal “Unidade III”, editado pelo pai do ministro da Saúde, foi encaminhado ao Dops. Na primeira página, há uma anotação: “É preciso ‘apertar’ os jovens que respondem por este jornal e exigir a documentação de seu registro porque é de âmbito nacional e subversivo.” Sobrinho do pastor José, o advogado José Sucasas Hubaix, que mora em Além Paraíba (MG), conta que defendeu muitos perseguidos políticos durante a ditadura e não sabia que o tio havia delatado um metodista. “Estou decepcionado. Sabia que alguns evangélicos não faziam oposição aos militares, mas daí a entregar um irmão de fé é uma grande diferença.”

Nenhum religioso, porém, parece superar a obediência canina ao regime militar do pastor batista Roberto Pontuschka, capelão do Exército que à noite torturava os presos e de dia visitava celas distribuindo o “Novo Testamento”. O teólogo Leonildo Silveira Campos, que era seminarista na Igreja Presbiteriana Independente e ficou dez dias encarcerado nas dependências da Operação Bandeirante (Oban), em São Paulo, em 1969, não esquece o modus operandi de Pontuschka. “Um dia bateram na cela: ‘Quem é o seminarista que está aqui?’”, conta ele, 21 anos à época. “De terno e gravata, ele se apresentou como capelão e disse que trazia uma “Bíblia” para eu ler para os comunistas f.d.p. e tentar converter alguém.” O capelão chegou a ser questionado por um encarcerado se não tinha vergonha de torturar e tentar evangelizar. Como resposta, o pastor batista afirmou, apontando para uma pistola debaixo do paletó: “Para os que desejam se converter, eu tenho a palavra de Deus. Para quem não quiser, há outras alternativas.” Segundo o professor Maurício Nacib Pontuschka, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo, seu tio, o pastor-torturador, está vivo, mas os dois não têm contato. O sobrinho também não tinha conhecimento das histórias escabrosas do parente. “É assustador. Abomino tortura, vai contra tudo o que ensino no dia a dia”, afirma. “É triste ficar sabendo que um familiar fez coisas horríveis como essa.”

Professor de sociologia da religião na Umesp, Campos, 64 anos, tem uma marca de queimadura no polegar e no indicador da mão esquerda produzida por descargas elétricas. “Enrolavam fios na nossa mão e descarregavam eletricidade”, conta. Uma carta escrita por ele a um amigo, na qual relata a sua participação em movimentos estudantis, o levou à prisão. “Fui acordado à 1h por uma metralhadora encostada na barriga.” Solto por falta de provas, foi tachado de subversivo e perdeu o emprego em um banco. A assistente social e professora aposentada Tomiko Born, 79 anos, ligada a movimentos estudantis cristãos, também acredita que pode ter sido demitida por conta de sua ideologia. Em meados dos anos 60, Tomiko, que pertencia à Igreja Evangélica Holiness do Brasil, fundada pelo pai dela e outros imigrantes japoneses, participou de algumas reuniões ecumênicas no Exterior. Em 1970, de volta ao Brasil, foi acusada de pertencer a movimentos subversivos internacionais pelo presidente da Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor, onde trabalhava. Não foi presa, mas conviveu com o fantasma do aparelho repressor. “Meu pesadelo era que o meu nome estivesse no caderninho de endereço de alguma pessoa presa”, conta.

Parte da história desses cristãos aterrissará no Brasil na terça-feira 14, emaranhada no mais de um milhão de páginas do Projeto Brasil: Nunca Mais repatriadas pelo Conselho Mundial de Igrejas. Não que algum deles tenha conseguido esquecer, durante um dia sequer, aqueles anos tão intensos, de picos de utopia e desespero, sustentados pela fé que muitos ainda nutrem. Para seguir em frente, Anivaldo Padilha trilhou o caminho do perdão – tanto dos delatores quanto dos torturadores. Em 1983, ele encontrou um de seus torturadores em um baile de Carnaval. “Você quis me matar, seu f.d.p., mas eu estou vivo aqui”, pensou, antes de virar as costas. Enquanto o mineiro, que colabora com uma entidade ecumênica focada na defesa de direitos, cutuca suas memórias, uma lágrima desce do lado direito de seu rosto e, depois de enxuta, dá vez para outra, no esquerdo. Um choro tão contido e vívido quanto suas lembranças e sua dor.

Confira matéria completa no site da IstoÉ aqui

Fonte: IstoÉ

13/06/2011

Folha Universal chega à marca de mil edições


No domingo, dia 5 de junho, a Folha Universal chega à marca de mil edições. Com uma tiragem semanal de aproximadamente 2,5 milhões de exemplares – auditados pela BDO Trevisan –, é hoje o maior jornal em circulação no Brasil e na América Latina, estando presente em todos os municípios do País. Além da marca histórica, o periódico está com um novo projeto gráfico, com editorias divididas por cores, o que facilita a identificação do conteúdo, ajudando a organizar a leitura.

Em 2008, a Folha já havia passado por uma mudança, quando foi dividida em dois cadernos: um com matérias seculares e outro com o conteúdo da IURD. Para essa nova fase, foram feitas várias pesquisas, segundo o chefe de redação Celso Fonseca. “O resultado é um jornal mais limpo, com espaçamento maior entre as colunas. O jornal está mais leve e nós vamos explorar mais o uso de infográficos nas matérias”, conta.

Novo site

Junto com a edição 1.000, também entra no ar uma nova versão online da Folha Universal, totalmente reformulada. O site www.folhauniversal.com.br traduz de forma virtual o que é o jornal impresso. Num primeiro momento, os internautas encontrarão um novo layout e a possibilidade de pesquisar as edições anteriores do jornal em formato “page flip” (espécie de fichário virtual, que permite folhear páginas). Eles também poderão fazer comentários sobre as matérias de capa.

A tendência é que edição online da Folha se torne cada vez mais colaborativa, integrada com as redes sociais, permitindo o máximo de interação ao internauta. “Vamos enriquecer o conteúdo do jornal impresso, com as ferramentas tecnológicas da internet. No futuro, pretendemos fazer atualizações de notícias, disponibilizar galerias de fotos e entrevistas em áudio, por exemplo”, explica Fonseca.

Recorde

A milésima edição da Folha Universal está voltada para o próprio jornal, com tiragem recorde de 4 milhões de exemplares. Nela, consta a história do veículo, que tem uma longa trajetória de resistência contra preconceitos. Além disso, fala-se um pouco de outra característica importante do periódico, que é a sua complexa operação de distribuição. Para chegar a algumas cidades mais extremas do País, o jornal é transportado até de barco.

Há ainda depoimentos de várias personalidades brasileiras, incluindo o da presidente da República, Dilma Rousseff, cumprimentado o jornal pela marca histórica. Além dela, também falaram José Sarney, o presidente do Senado; os jogadores de futebol Kaká e Lúcio; Ana Hickmann, Ana Paula Padrão e Gugu, apresentadores da Rede Record; os governadores Geraldo Alckmin, Sérgio Cabral e Antônio Anastásia; e a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entre outros.

Na coluna Ponto Final, em um artigo, o bispo Edir Macedo fala da importância da Folha Universal, agradecendo aos membros da IURD que, semanalmente, adquirem o jornal, ajudando em um incansável trabalho de alerta aos brasileiros e de socorro aos sofridos.

%d blogueiros gostam disto: