Archive for junho 15th, 2011

15/06/2011

Pastor que previu o fim do mundo sofre derrame


O pastor americano Harold Camping, que previu sem sucesso o fim do mundo no dia 21 de maio, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) em sua casa na cidade de Alameda, Estados Unidos.

Harold tem 89 anos e gastou mais de US$ 100 milhões para comprar uma rádio e divulgar suas previsões durante os últimos sete anos. O derrame ocorreu na quinta-feira passada, mas só foi divulgado neste fim de semana.
Nos últimos dias, Camping foi alvo de gozação já que o mundo não acabou no dia previsto por ele. O pastor, no entanto, não deu o braço a torcer e decretou uma nova data para o acontecimento: 21 de outubro.

Notícias Cristãs / O Dia

15/06/2011

Aline Barros renova contrato com a gravadora MK Music


Aline Barros renova contrato com a gravadora MK MusicUm dia marcante. Foi assim o expediente de todos os colaboradores do Grupo MK de Comunicação. Afinal, Aline Barros, um dos mais expressivos nomes do gospel nacional, renovou contrato com a MK Music, gravadora que está há mais de 25 anos no mercado, e é pioneira na profissionalização do segmento música gospel. Desde 2004, Aline é artista exclusiva da MK, exatamente há sete anos, onde já lançou três CDs de carreira (Som de Adoradores, Caminho de Milagres, e o novíssimo Extraordinário Amor de Deus), dois infantis (Aline Barros & Cia 1 e 2) e cinco DVDs (Som de Adoradores, Caminho de Milagres, Aline Barros Na Estrada, e Aline Barros & Cia 1 e 2). E prepara o CD e DVD Aline Barros & Cia 3.

A cantora, grávida de quatro meses de uma menina, chegou à sede da MK Music no Rio de Janeiro acompanhada de seu marido, o pastor Gilmar Santos. Ela foi recebida com festa por todos, felizes pela continuidade dessa vitorio sa e próspera aliança. “Esse ano tem muita coisa para acontecer, muitos projetos e novidades. Estou muito feliz por mais esse tempo que Deus está proporcionando para caminharmos juntos. Os anos anteriores foram de bênçãos para nós e os que virão pela frente serão maravilhosos. Os projetos que nascem no coração de Deus são plantados no nosso coração e a gente precisa de pessoas, equipes, para que eles tornem-se palpáveis. Louvo a Deus pela família MK, por essa equipe linda. Que Deus abençoe mais ainda essa empresa, os projetos e as pessoas que trabalham aqui”, afirmou a cantora e pastora, que é membro da Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul.

A diretoria da MK Music estava reunida. A presidente, Yvelise de Oliveira, falou sobre a renovação. “Nós estamos muito felizes, lutamos muito com Aline, queremos que ela seja o que Deus planejou pra ela e isso está dentro do meu coração. Vocês vão ver o que vai acontecer, ela vai explodir no mundo. Ela é o máximo”, declarou Yvelise, que está terminando pessoalmente o figurino para os próximos CD e DVD infantis Aline Barros & Cia 3. O Pr. Gilmar orou e intercedeu para que Deus continue abençoando esse “casamento”. “Estamos aqui assinando esse contrato gratos porque sabemos que isso é projeto Seu”, declarou.

“A gente espera que esses anos sejam de muitas vitórias, que abençoem muito o povo de Deus. Estamos preparando muitas surpresas, se preparem porque a família brasileira vai sofrer um grande impacto. Estejam orando para que esse projeto alcance multidões. Mais uma vez obrigada MK por estar acreditando e fazendo parte da nossa família”, agradeceu Gilmar, ao falar sobre a expectativa com o que vem pela frente. Afinal, onde há comunhão, Deus ordena a bênção. E toda glória e honra sejam dadas ao Senhor Jesus Cristo.

Assessoria

15/06/2011

Frente Evangélica pretende aprovar outra lei que substitui o PLC 122


Frente Evangélica pretende aprovar outra lei que substitui o PLC 122A Frente Parlamentar Evangélica anunciou essa semana que vai apoiar o projeto de lei 6418/2005, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) que criminaliza a homofobia, mas sem interferir no discurso religioso que a condena.

É possível fazer com que a senadora Marta Suplicy, relatora do PL 122 e ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais) desistam do polêmico projeto e passam a apoiar esse novo texto que aguarda o parecer da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara sob relatoria da deputada federal Janete Rocha Pietá (PT-SP).

O texto do PL 6418 pune discriminação por orientação sexual no ambiente de trabalho, repartições públicas e comerciais ou quem incentiva práticas discriminatórias e, ainda, tipifica violência motivada por orientação sexual (entre outras) e criminaliza associações de pessoas que incitem violência – como os grupos neonazistas. Além de proibir qualquer referência ao nazismo – lei parecida com essa existe na França.

Leia o projeto 6418/2005:

PL 6418

CAPÍTULO I

DA DISPOSIÇÃO PRELIMINAR

Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação e preconceito de RAÇA, COR, RELIGIÃO, ORIENTAÇÃO SEXUAL, descendência ou origem nacional ou étnica.

Parágrafo único: Para efeito desta Lei, entende-se por discriminação toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha por objeto ou resultado anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício em igualdade de condições de direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou em qualquer outro campo da vida pública.

CAPÍTULO II

DOS CRIMES EM ESPÉCIE

Discriminação resultante de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Art. 2º. Negar, impedir, interromper, restringir ou dificultar por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica o reconhecimento, gozo ou exercício de direito assegurado a outra pessoa.

Pena – reclusão, de um a três anos.

§ 1° No mesmo crime incorre quem pratica, difunde, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica ou injuria alguém, ofendendo-lhe dignidade e o decoro, com a utilização de elementos referentes à raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Aumento da pena

§ 2º. A PENA AUMENTA-SE DE UM TERÇO SE A DISCRIMINAÇÃO É PRATICADA:

I – contra menor de dezoito anos;

II – por funcionário público no exercício de suas funções ou a pretexto de exercê-las;

III – através da fabricação, comercialização, distribuição, veiculação de símbolo, emblema, ornamento, propaganda ou publicação de qualquer natureza que negue o holocausto ou utilize a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo;

IV – ATRAVÉS DE MEIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, PUBLICAÇÕES DE QUALQUER NATUREZA E REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES – INTERNET;

IV – contra o direito ao lazer, à cultura, à moradia, à educação e à saúde;

V – contra a liberdade do consumo de bens e serviços;

VI – contra o direito de imagem;

VII – contra o direito de locomoção;

VIII – com a articulação de discriminação, baseada em gênero, contra a mulher.

Violência resultante de discriminação raça, cor, religião, orientação

sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

§3°. A pena aumenta-se da metade se a discriminação consiste na prática de:

I – lesões corporais (art. 129, caput, do Código Penal);

II – maus tratos (art. 136, caput, do Código Penal);

III – ameaça (art. 147 do Código Penal);

IV – abuso de autoridade (arts. 3º e 4º da Lei nº 4.898, de 09 de dezembro de 1965).

Homicídio qualificado, tortura, lesões corporais de natureza grave e lesão corporal seguida de morte

§4º Se o homicídio é praticado por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica aplica-se a pena prevista no art. 121, §2º do Código Penal, sem prejuízo da competência do tribunal do júri.

§ 5° Se a tortura é praticada pelos motivos descritos no parágrafo anterior, aplica-se a pena prevista no artigo 1° da Lei nº9.455/97.

§ 6° Em caso de lesão corporal de natureza grave, gravíssima e lesão corporal seguida de morte, motivadas pelas razões descritas no parágrafo 3° aplicam-se, respectivamente, as penas previstas no art. 129, §§ 1º, 2º e 3º do Código Penal, aumentadas de um terço.

Discriminação no mercado de trabalho

Art. 3° Deixar de contratar alguém ou dificultar sua contratação por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

§ 1º A pena aumenta-se de um terço se a discriminação se dá no acesso a cargos, funções e contratos da Administração Pública.

§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Atentado contra a identidade étnica, religiosa ou regional

Art. 4º Atentar contra as manifestações culturais de reconhecido valor étnico, religioso ou regional, por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.

Associação criminosa

Art. 5º Associarem-se 3 (três) ou mais pessoas, sob denominação própria ou não, com o fim de cometer algum dos crimes previstos nesta Lei:

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.

Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre quem financia ou de qualquer modo presta assistência à associação criminosa.

Discriminação Culposa

Art. 6° Se a discriminação é culposa:

Pena- detenção de seis meses a um ano.

Parágrafo único: Na discriminação culposa a pena é aumentada da metade se o agente não procura diminuir as conseqüências do seu ato.

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 7º Os crimes previstos nesta Lei são inafiançáveis e imprescritíveis, na forma do art. 5º, XLII, da Constituição Federal.

Art. 8°. A concorrência de motivos diversos ao preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica, não exclui a ilicitude dos crimes previstos nesta Lei.

Art. 9°. Nas hipóteses dos artigos 2º e 5º, o juiz pode determinar, ouvido o Ministério Público ou a pedido deste, ainda antes do inquérito policial, sob pena de desobediência:

I – o recolhimento imediato ou a busca e apreensão dos exemplares do material respectivo;

II – a cessação das respectivas transmissões radiofônicas ou televisivas;

III – a suspensão das atividades da pessoa jurídica que servir de auxílio à associação criminosa.

Parágrafo único. Constitui efeito da condenação, após o trânsito em julgado da decisão, a destruição do material apreendido e a dissolução da pessoa jurídica que servir de auxílio à associação criminosa.

Art. 11. São revogadas a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 e o artigo 140, § 3°, do Decreto-Lei n° 2.848, de 7 de dezembro de 1940 –Código Penal .

Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala da Comissão, em 10 de julho de 2007.

Deputada JANETE ROCHA PIETÁ

Relatora

Fonte: Gospel Prime / Mix Brasil

15/06/2011

Parlamento holandês votará lei que inviabiliza abate religioso de animal


Motty Rosenzweig é o único açougueiro kosher remanescente na Holanda e, caso uma nova lei seja aprovada, será o último.O Parlamento holandês prepara-se para aprovar uma lei que acaba com a isenção para matadouros religiosos das normas que exigem que os animais sejam “atordoados” ou anestesiados antes de serem mortos. Como as regras judaicas e muçulmanas não permitem que os animais estejam inconscientes quando são mortos, na prática a lei baniria as práticas kosher (judaica) e halal (islâmica) de morte de animais. Para Rosenzweig, é o mais recente sinal da crescente intolerância religiosa em um país onde a mentalidade de tolerância vem sendo um valor característico desde o século XVII.

“O país mudou”, diz Rosenzweig. Seu avô, que também tinha a mesma profissão, morreu no Holocausto, assim como 75% dos judeus da Holanda. “Eles estão nos fazendo sentir que nos querem fora, que querem que deixemos o país.”

Muitos judeus e muçulmanos veem a proibição como parte de uma crescente hostilidade à imigração e à diversidade. Geert Wilders, político holandês da extrema-direita, defendeu que a Holanda proíba a burca, depois de a França ter restringido seu uso público; políticos como o premiê britânico, David Cameron, proclamaram o fim do multiculturalismo; e partidos anti-imigração, como o Finlandeses Verdadeiros, da Finlândia, são cada vez mais bem-sucedidos nas eleições.

Ainda assim, os defensores veem a proibição como uma continuidade da tradição holandesa de liderança em ética progressista. A proposta na Holanda veio do Partido pelos Animais, única legenda do mundo baseada especificamente na defesa do direito dos animais e que tem representantes no Parlamento nacional.

Marianne Thieme, sua jovem e carismática líder, diz que os líderes religiosos contrários à lei tentam frear a história.

“Aqui em nossa sociedade não aceitamos mais que os animais precisem sofrer”, dizThieme. Grupos religiosos se opuseram com frequência a mudanças sociais progressistas, acrescentou. “Vimos a mesma coisa com os direitos das mulheres.”

Muitos veterinários acreditam que os animais sofrem mais durante a morte se não estiverem “atordoados” e continuam conscientes durante mais tempo enquanto morrem. Um estudo encomendado pelo governo à Universidade de Wageningen cita a Federação de Veterinários da Europa e Temple Grandin, uma especialista americana no assunto, como defensores da ideia.

Grupos judeus e muçulmanos, no entanto, criticaram o estudo universitário e destacam que Grandin defende o aperfeiçoamento das práticas kosher e não a sua proibição. Ela foi coautora de estudo nos anos 90 com outro especialista, Joseph Regenstein, da Universidade Cornell, e concluiu que as mortes de animais, quando bem realizada pelas práticas kosher, podem ser tão misericordiosas como nos mais modernos métodos não religiosos.

Regenstein criticou o estudo da Universidade Wageningen e vem fornecendo evidências para esforços legais da comunidade judaica para vetar a lei.

De fato, os abatedouros kosher dizem que suas regras têm como propósito justamente evitar o sofrimento. De seus dez anos de treinamento, Rosenzweig passou os primeiros dois aprendendo a deixar as facas tão afiadas que os animais não deveriam sentir nada quando a garganta é cortada. As facas são retangulares, sem ponta, impedindo o esfaqueamento penetrante.

Os padrões de abate halal variam de forma mais ampla, mas há tentativas de resolver isso. Yusuf Altuntas, que comanda o grupo oficial de contato entre a comunidade muçulmana holandesa e o governo, organizou conferências por toda a Europa para melhorar os padrões halal. Ele diz, porém, que políticos holandeses não tentaram se engajar nesse processo antes de decidir sobre a proibição.

Independente da avaliação científica, a questão é altamente política. A proposta deThieme foi apoiada pelo Partido da Liberdade, de Wilders, que frequentemente usava valores laicos holandeses, como o apoio aos diretos dos homossexuais, contra os muçulmanos e outras minorias.

O governo, do Partido Liberal, essencialmente laico, decidiu apoiar a lei. O Partido Trabalhista, de oposição, também a apoiou, favorecendo a sua ala defensora dos direitos dos animais em detrimento de seu significativo eleitorado muçulmano. Ironicamente, os principais opositores são os democrata-cristãos, juntamente com um pequeno partido calvinista, o SGP. Ambos se identificam com grupos religiosos conservadores fora de sintonia com normas laicas.

De certa forma, o conflito aliou judeus e muçulmanos. O Amsterdam Jewish-Moroccan Council organizou protestos contra a nova lei, com imãs e rabinos marchando juntos.

“Compreendo que as emoções estejam lá em cima”, afirmou Thieme, “porque você acha que sua comunidade religiosa está fazendo as coisas da melhor forma possível há milhares de anos, e é doloroso ser confrontado com fatos científicos que mostram de outra forma”.

Para Rosenzweig, o conflito continua desalentador. “As pessoas não estão interessadas em como o abatedor kosher realmente trabalha”, diz. “Eles dizem: a forma como fazemos aqui é a forma boa. E, se você quiser fazê-lo de uma forma ultrapassada e bárbara, volte a seu próprio país.”

Fonte: Paulo Lopes

15/06/2011

Viver o Evangelho não é utopia, mas forma de vida plena, diz Papa


O Papa Bento XVI inaugurou na tarde da segunda-feira, 13,  na Basílica de São João de Latrão, o Congresso Eclesial da Diocese de Roma que tem o tema: “Estas palavras emocionaram-nos até ao fundo do coração”. A alegria de gerar a fé na Igreja de Roma.

Depois dos primeiros dois anos de reflexão dedicados a participação na Missa dominical, o testemunho da caridade e o itinerário de verificação pastoral, a Diocese de Roma se centrará, no próximo biênio, na iniciação cristã.

O congresso refletirá também o papel das famílias na atuação educativa das crianças e a formação dos catequistas.

No discurso proferido na Basílica de São João de Latrão, o Papa insistiu na necessidade de voltar a proclamar a Boa Nova nas regiões de antiga tradição cristã e exortou a percorrer o caminho no qual se descobre o Evangelho, não como uma utopia, mas como uma forma de vida plena.

Bento XVI salientou também que a fidelidade à fé da Igreja deve conjugar-se com a criatividade catequética que tenha na devida conta o contexto, a cultura e a idade do destinatário.

Citando uma das intervenção durante o sínodo romano, o Papa disse que “a fé não deve ser pressuposta mas proposta. É precisamente assim. A fé não se conserva por si mesma no mundo, não se transmite automaticamente no coração do homem, mas deve ser sempre anunciada. E o anuncio da fé, por sua vez, para ser eficaz deve partir de um coração que acredita, que espera, que ama, um coração que adora Cristo e acredita na força do Espírito Santo”.
Um anuncio que deve ressoar de novo nas regiões de antiga tradição cristã e que se resume na necessidade, já advertida por João Paulo II, de uma nova evangelização dirigida a todos aqueles que apesar de conhecerem a fé já não apreciam a beleza do cristianismo, e inclusive é possível que o considerem como um obstáculo para alcançar a felicidade, salientou o Pontífice.

Neste contexto o Santo Padre repetiu as suas palavras  proferidas aos jovens na Jornada Mundial da Juventude de Colônia: “a felicidade que procurais, a felicidade a que tendes direito tem um nome e um rosto: Jesus de Nazaré escondido na Eucaristia”.

Bento XVI manifestou o desejo de que aumente o compromisso com uma renovada estação de evangelização que não é só o trabalho de alguns, mas de todos os membros da Igreja. Porque, como salientou o Papa, cada um dos fiéis baptizados é mensageiro deste anuncio.

Em primeiro lugar , os pais que são chamados a colaborar com Deus na transmissão do dom inestimável da vida, porém também devem fazer conhecer Aquele que é a Vida. Neste sentido Bento XVI assegurou aos pais o apoio da Igreja nesta missão fundamental.

Além disso, o Santo Padre referiu-se ao trabalho que a comunidade cristã deve fazer na formação dos adolescentes ajudando-os não só a compreender com a inteligência as verdades da fé, mas também com as experiencias de oração, de caridade e de fraternidade.

O Papa salientou ao concluir seu discurso que a fé corre o perigo de permanecer muda se não encontrar uma comunidade que a põe em pratica, tornando-a viva e atraente como experiencia da realidade da vida verdadeira.

Fonte: Canção Nova

15/06/2011

Fanáticos religiosos aceitam ser crucificados para provar a fé nas Filipinas


Fanáticos religiosos aceitam ser crucificados para provar a fé nas Filipinas

Durante a Semana Santa um grupo de fanáticos religiosos das Filipinas se autoflagelam e até aceitam ser crucificados para “sentir” a mesma dor de Cristo.

A reportagem foi ao ar com exclusividade pelo Domingo Espetacular no último dia 12, mostrando a caminhada de autoflagelação e até o ritual de crucificação.

Muitos desses participantes são católicos que levam a devoção ao extremo, castigando o próprio corpo. Eles caminham por duas horas, sozinhos ou em grupos, se chicoteando até sangrar ou até não aguentarem mais.

As cenas são fortes, mas não se comparam com as cenas dos que aceitam serem crucificados, com pregos nas mãos e nos pés. Eles acreditam que dessa forma o corpo e alma serão purificados.

Fonte: Gospel Prime

15/06/2011

Blog ‘Sem deus no Coração’ ironiza intolerância no Twitter contra ateus


No Twitter, uma jovem escreveu ser “uma vergonha falar em público que não acredita em Deus”. Assim como ela, outras pessoas não têm tido vergonha de manifestar em público intolerância contra os ateus. Uma delas, por exemplo, escreveu que ser ateu é acreditar que o homem veio do “verme da merda dos dinossauros”, em uma alusão à teoria da evolução de Charles Darwin.

O analista de sistema André, 30, criou em abril o blog “Sem deus no coração” para ironizar os intolerantes do Twitter, como o rapaz que duvida da existência de ateus porque não conhece ninguém que atende pelo nome de Lúcifer ou Satanás. André retrucou: “O Belzebuzinho daqui de casa já está na quarta série”.

O blog tem cerca de 180 posts e mais de 2.000 seguidores via feed, Twitter e Facebook. André informa que os acessos são mais de 1.500 por dia.

A perseguição aos ateus no Twitter não surpreende porque reflete um dos mais enraizados preconceitos. Uma pesquisa de 2009 da Fundação Perseu Abramo revelou que os ateus e drogados são as pessoas mais odiadas pelos brasileiros. Em segundo lugar, mas com uma razoável distância, estão os homossexuais e os garotos de programa.

O que ocorre no Twitter é que lá muitas pessoas afirmam o que certamente não dizem a um ateu cara a cara. Coisa como: “Acabei de descobrir que odeio ateu. Gente idiota – se é que dá para considerar como gente”. Ou: “Quem não acredita em Deus é maléfico e perigoso.” Ou ainda: “Todo ateu é um depressivo sem esperança”.

Muitas pessoas duvidam que alguém possa ser de fato ateu, como se a descrença fosse um sintoma de uma anormalidade passageira. Nesse sentido, alguém escreveu:  “Ateu é aquele que sabe que Deus existe, mas diz que não para alimentar sua autoestima”. Ou: “Não há ateu quando um avião está para cair”. Mais: “Todo aquele que se diz ateu é porque tem vergonha de dizer que é carente de Deus”.

Existe a turma dos que acreditam que um dia os ateus vão se converter, um a um, como neste exemplo: “Muito bom o filme O Ritual. Os ateus que assistirem irão se converter”. Outro exemplo: “Não existe um ateu no inferno! Depois de 1 minuto, todos viram crentes.”

Há ainda aqueles que evocam a ira Deus contra os descrentes — “Deus não é bonzinho como vocês pensam” —  e os que dizem coisas incompreensíveis. Existe até quem consegue ser engraçado, como este: “É óbvio que Stephen Hawking não acredita em Deus. É um carinha revoltado porque não anda, não fala, nem bate punheta sozinho!”

Uma twitteira provocou: “Obrigada, Senhor, por ser um milagre de tua criação e não um acidente da evolução”. André observou: “Milagre mesmo é arrumar paciência pra ler tanta bobagem”.

Com informação do Sem deus no coração. / Paulo Lopes

15/06/2011

Cristãos criticam documentário que promove a eutanásia no Reino Unido


Cristãos criticam documentário que promove a eutanásia no Reino Unido Um documentário do escritor Terry Pratchett sobre o suicídio assistido de um milionário britânico de 71 anos na Suíça fez ressurgir nesta terça-feira (14) o ácido debate sobre a eutanásia no Reino Unido, onde cristãos e outros opositores acusaram a BBC de promover a o suicídio assistido.

“Choosing to Die” (Escolhendo morrer), o filme exibido na noite desta segunda-feira pela segunda maior rede de televisão pública britânica, segue o hoteleiro Peter Smedley, acometido por uma doença dos neurônios motores, até a clínica Dignitas, perto de Zurique, na qual, diante das câmeras, põe fim aos seus dias com uma dose letal de barbitúricos.

Pratchett, um popular escritor britânico de livros fantásticos de ficção científica, de 63 anos e doente de Alzheimer, defendeu o documentário, que disse ser o resultado de sua “consternação diante da situação atual”. Ele, que milita há anos pela legalização da eutanásia, afirmou que Smedley queria “mostrar ao mundo o que estava acontecendo e a razão de fazer isso”.

No entanto, cristãos e outros grupos antieutanásia criticaram a modo como o documentário apresenta o suicídio assistido e afirmam que a BBC ajuda a promovê-lo.

Alistair Thompson, da Care Not Killing Alliance, denuncia a transmissão como uma “propaganda ‘pró-suicídio assistido’ vagamente disfarçada de documentário”.

“Os testes mostram que quando mais se retrata, mais suicídios existem”, acrescentou Thomson, explicando que a rede transmitiu nos últimos três anos cinco programas apresentados por um ativista ou simpatizante pró-eutanásia.

Fonte: AFP / Redação CPAD News

15/06/2011

Igreja Universal pagou R$ 480 milhões por seus programas na Rede Record em 2010


Igreja Universal pagou R$ 480 milhões por seus programas na Rede Record em 2010

De acordo com o programa Ooops! a Igreja Universal do Reino de Deus colocou R$480 milhões nos cofres da Rede Record em 2010. Esse valor representa cerca de R$40 milhões por mês para quitar os programas religiosos que ocupam a programação da madrugada.

A reportagem usou um estudo inédito e sigiloso que mostra as operações financeiras da emissora de Edir Macedo. Mas apesar desse montante que entra todos os meses, a Record fechou o ano de 2010 com um prejuízo de R$1,7 milhão, segundo informações do Diário Oficial Empresarial publicado em 31 de maio.

O faturamento total da emissora foi de R$1,9 bilhão, ou seja, quase 1/4 (um quarto) do que a Record fatura vem da IURD.

É importante dizer que essa relação entre a emissora e a igreja não apresenta nenhum transação financeira ilegal, qualquer instituição religiosa pode alugar espaço em redes de televisão. Tanto que a própria IURD mantém programas na TV Gazeta e até tentou negociar a programação do SBT.

Fonte: Gospel Prime

15/06/2011

Secretário da SBB diz que produção anual de Bíblias não atende demanda


Na última semana a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) comemorou a marca de 100 milhões de Bíblias produzidas.

O número apesar de importante esconde um outro fato: a produção ainda é insuficiente e não atende ao número de evangélicos no Brasil. A informação foi dada pelo Secretário de comunicação da entidade, Erni Seibert. Para atender a tiragem teria que ser duplicada

Em entrevista ao CREIO, Seibert detalhou em números a produção de Bíblias em território nacional, produção essa que ocupa o topo nos números das Sociedades Bíblicas mundo afora. Por ano, cerca de seis milhões de exemplares são impressos pela entidade brasileira, dos quais 20% são exportados para mais de 100 países nos cinco continentes. Um quinto de toda a produção das Sociedades Bíblicas estrangeiras (30 milhões) e o dobro do que se produzia há seis anos.

Mas se produz tanto, por que afirmar que o número é insuficiente? Seibert explica: “Ter uma Bíblia, em primeiro lugar, não significa lê-la. Em segundo, se pegarmos o número de habitantes no Brasil (cerca de 190 milhões, segundo IBGE), vemos que a demanda é muito maior do que podemos atender, mesmo com o crescimento de nosso trabalho”.

Seibert calcula que, para que cada brasileiro tenha uma Bíblia aos quinze anos de idade, será preciso uma quantidade mínima de 12 milhões de exemplares produzidos em um ano. O desafio não é fácil, e pode se tornar ainda mais complicado. Estima-se que a quantidade de evangélicos no Brasil chegue a 109 milhões de pessoas até 2020, projeção que já dá sinais de certa se levados em conta os números de 2010 divulgados pelo Instituo Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE): 19% de toda a população nacional.

De cara, uma produção eficiente não seria impossível se houvessem mais editoras produzindo Bíblias no Brasil. Para Seibert, o projeto esbarra no interesse comercial. Na região Norte do Brasil, por exemplo, não há um trabalho de produção forte e Seibert aponta a razão: “O eixo Sudeste/Sul é mais vantajoso e prático, do ponto de vista empresarial. Nos últimos dez anos, muitas editoras de Bíblias fecharam as portas por não obterem o retorno esperado e outras preferem não arriscar em regiões afastadas” explica, ao destacar a postura da SBB nestas mesmas regiões ‘menos interessantes’. “Não somos uma editora, somos uma entidade. Por isso trabalhamos e investimos em lugares que não dão lucro. Nossa proposta é diferente”.

Com a marca de 100 milhões de Bíblias impressas, Seibert diz estar motivado a aumentar a produção anual da SBB, que deve ficar em torno de sete milhões nos próximos anos, aumentando inclusive a produção de exemplares segmentados como a ‘Bíblia da mulher’ e a ‘Bíblia do surfista’. “A segmentação é importante, a partir do momento em que se reconhece uma necessidade de fazê-la” finaliza.

Fonte: Creio

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