Archive for outubro, 2011

13/10/2011

Ministério Hebrom faz lançamento do CD no Rio de Janeiro


Ministério Hebrom faz lançamento do CD no Rio de Janeiro No último sábado, 8 de outubro, aconteceu o lançamento do CD e a gravação do DVD Ao Vivo do Ministério de Louvor Hebrom. O evento foi realizado na Assembleia de Deus em Bonsucesso (RJ). O líder da igreja anfitriã, pastor Jaime Soares, deu início à reunião com oração e dirigiu palavras afetuosas ao grupo de louvor. “Um Estado que tem o nome de Espírito Santo e a capital por nome Vitória terá hoje um príncipe louvando o nome do Senhor”. Na sequência, o evangelista Amaury Bertoqui assumiu o microfone para realizar o lançamento do primeiro CD pela Patmos Music.

“Eu quero me congratular com o pastor Jaime Soares, o evangelista Amaury e o Ministério Hebrom por este grande evento. A minha oração é que o louvor deste grupo alcance muitos corações”, afirmou Ronaldo Rodrigues de Souza, diretor-executivo da CPAD.

O grupo de adoração pertence a Assembleia de Deus Hebrom, de Cachoeiro de Itapemirim (ES), liderada pelo pastor José Alves Sobrinho. Desde julho, o grupo tem contrato assinado com a Patmos Music, selo fonográfico da CPAD, mais uma contratação da empresa. Durante a celebração, o grupo contou com a participação de um grande coral formado por 150 vozes, mesclado com membros da igreja capixaba e da carioca.

“Eu observo a aprovação divina e seu agir em cada vida contrita na presença do Senhor, e isso é o que importa. É nesses momentos que percebemos que alcançamos o nosso objetivo: levar às pessoas o perfeito louvor”, enfatiza Geziel Damasceno, gerente da Patmos Music.

O evangelista Amaury Bertoqui, líder do ministério de louvor, afirma que o propósito do grupo é alcançar a juventude. “Fechamos com a Patmos, e a nossa proposta é atrair os jovens de nossa denominação. Concebemos música para o coração de Deus, e desejamos tocar o coração do Senhor através dessas canções”.

Os organizadores do evento recepcionaram cerca de 1,5 mil pessoas, em sua maioria jovens que se uniram para adorar a Deus.  A mensagem foi pregada pelo diácono Jodson Gomes, baseada em Mateus 16.13-16. O preletor apresentou o Senhor como alguém acima das convenções meramente humanas. “Apesar de as multidões enxergarem Jesus apenas como um profeta, seus seguidores passaram a vê-lo como o Cristo. Apesar disso, ainda há pessoas que ainda o vêem dessa maneira. Um profeta é alguém que serve apenas para ser consultado, mas Jesus é Rei, por isso o Senhor merece ser reverenciado. Dele não se espera apenas revelações, mas devemos total submissão”.

Pastor Jaime sintetizou o real significado de uma reunião na qual a Palavra de Deus foi divulgada em alto estilo. “Este foi um culto de glória no qual a presença divina foi tangível. O Senhor agiu todo o tempo. O Amaury é um servo com vida no altar e este detalhe também fez a diferença”.

Durante o lançamento do CD e a gravação DVD, foi notória a total empatia de Amaury Bertoqui com a igreja. A multidão reunida no templo se emocionou com a mensagem das belas canções do grupo capixaba, com destaque para a música Vitória no Deserto, que fez o povo vibrar em adoração a Deus.

“Eu volto satisfeito deste evento. Como eu conheço os procedimentos nos bastidores e as dificuldades para se realizar uma celebração desta magnitude, eu orei ao Senhor para que tivéssemos a liberdade e tranquilidade necessária para realizarmos o culto”, alegra-se Amaury.

Por Eduardo Araújo
Fonte:  CPAD News

Anúncios
13/10/2011

Levantamento recente aponta que a Fé ajuda derrotar vícios em bebidas e drogas


Levantamento recente aponta que a Fé ajuda derrotar vícios em bebidas e drogasUm levantamento aponta que as pessoas que se apegam à fé, tem mais chance de conseguir abandonar vícios como o alcoolismo, por exemplo. Uma reportagem publicada pelo jornal Diário do Grande ABC, da Região Metropolitana de São Paulo, relata casos de pessoas que por anos foram dependentes e que após terem um encontro com o cristianismo, encontraram forças para se recuperar.

A região do ABC, segundo o levantamento, possui cerca de 5.800 pessoas que são dependentes de álcool ou drogas e que buscam atendimento junto às autoridades. Grupos cristãos que trabalham com recuperação de viciados, auxiliam no tratamento dessas pessoas, que após frequentarem um culto, renovam suas esperanças de se livrarem da dependência de álcool e drogas.

A força de vontade, coragem, persistência e desejo de viver são os motivos mais citados pelos entrevistados, que além de tratamento médico, recebem auxílio baseado na fé. “Eu me via abrindo a minha cova. Não sei o que acontecia. Sabia que estava fazendo mal comigo e com minha família, mas, mesmo assim, não conseguia seguir o caminho certo da vida”, afirma André, 27 anos de idade e há 4 meses livre da dependência.

André, atualmente passa por um tratamento numa clínica mantida pela autoridade eclesiástica Fernando Sobrereo. O trabalho desenvolvido por ele atende 70 pessoas que passam por desintoxicação e recebem acompanhamento para serem reinseridas na sociedade.

Segundo André, ele se tornou viciado quando era jovem, pois na escola sofria bullyng dos colegas: “como era muito magro e tinha 22 graus de miopia, era muito zoado na classe”, conta. Segundo ele, para ganhar respeito dos demais, passou a fumar e beber com os alunos mais velhos. “Depois disso foi só desgosto para a minha mãe”.

 

Fonte: Gospel+/Redação CPADNews

12/10/2011

Governo das Ilhas Maldivas bloqueia sites e transmissões cristãs


Governo das Ilhas Maldivas bloqueia sites e transmissões cristãsNas Ilhas Maldivas, um país foi considerado um local “parcialmente livre” para a  mídia, pois a Constituição protege a liberdade de expressão, faz uma restrição à liberdade das pessoas que possuem “discursos” contrários ao Islã.

O relatório foi publicado antes do lançamento dos novos regulamentos da lei da unidade religiosa, que proíbe que a mídia “produza e/ou divulgue programas que humilhem o Islã, os seus profetas, o Alcorão, a Sunnah do Profeta ou a fé islâmica”, podendo-se ser preso com a pena de 2 a 5 anos.

O governo evita interferir no acesso da população à internet, que é utilizada por cerca de 30% dos moradores do país. No entanto, o Ministério de Assuntos Islâmicos anunciou em 2008 que sites cristãos e contrários ao Islã seriam bloqueados, com base no argumento de que eles poderiam afetar negativamente a crença no islamismo. Por isso, muitos sites foram bloqueados a pedido do Ministério.

Enquanto isso, jornalistas permanecem sujeitos à perseguição, e os incidentes relatam isso, como o ataque à sede da VTV por “desconhecidos” e um ataque da polícia contra jornalistas que cobriam um protesto político.

Ataques verbais incluem ameaças contra a mídia, vindas do Partido Democrático das Maldivas (MDP), e repetidas ameaças de morte contra blogueiros, vindas de extremistas islâmicos influentes no país.

Fonte: Portas Abertas

12/10/2011

Primeiro evento evangélico ao ar livre em Cavalese, na Itália, gera frutos


Primeiro evento evangélico ao ar livre em Cavalese, na Itália, gera frutos O casal missionário em Treviso, na Itália, Pr. Caio e Astride Bottega, está naquele país não só para falar das maravilhas de Deus aos italianos, mas também a outros povos que lá residem. Há uma diversidade de imigrantes muito carente de ouvir as Boas Novas de Salvação.  Portanto, foi com muita alegria que no último mês o pastor celebrou o batismo de quatro novos irmãos em Cristo. São vidas representando a Itália, Brasil e Costa do Marfim.

A família Bottega segue com o desafio de iniciar uma nova igreja na cidade de Pádova, onde está inserida a principal universidade da Itália, e no apoio à igreja de Cavalese, no norte do país. Este é um lugar estratégico para evangelizar. Mais de 15 pessoas passaram a frequentar as reuniões em Pádova, desde julho, quando um grupo de 21 jovens da Igreja Batista de Bacacheri (PR) esteve na Itália para apoiar o trabalho de evangelização realizado pelos missionários da JMM.

Os voluntários também participaram de um concerto realizado pela igreja de Treviso em Cavalese. Foi o primeiro evento evangélico, ao ar livre, daquela cidade. Autoridades municipais estiveram presentes e, ao final, uma delas propôs a inclusão de um dia gospel na programação cultural da cidade.

“A igreja de Treviso tem sido desafiada a olhar acima dos nossos limites, para aprender a amar e aceitar o ser humano, de modo que o poder de salvação e de transformação possa tocar cada coração”, diz o Pr. Bottega.

É nesse clima de evangelismo e semeadura que o grupo musical da igreja de Treviso está em fase de gravação do seu primeiro CD. O trabalho deve ser concluído ainda este mês.

“O modo de agir de Deus está acima do que nossos olhos veem. Por isso, percebemos o potencial evangelístico que se tornou a Europa”, revela o pastor.

Segundo ele, hoje a Itália abriga povos de diferentes etnias e é preciso manter a percepção de que a mensagem de Cristo é para todos, sem discriminação de raça ou nação. Mas para alcançar essas pessoas é preciso muita criatividade e flexibilidade, a fim de proclamar o nome de Jesus dentro da cultura de cada um.

“O trabalho, antes centralizado em Treviso, tem criado raízes e se expandido para outras localidades fora da região. Isso demanda grandes esforços. No entanto, sabemos que Deus está presente e nos fortalece para esses novos desafios”, encerra o pastor.

Fonte: JMM /  CPAD News

11/10/2011

Abaixo-assinado para a libertação de uma cristã no Paquistão


Abaixo-assinado para a libertação de uma cristã no Paquistão A instituição Voz dos Mártires está convidando a todos os cristãos para se unirem e participarem da campanha em favor da libertação da cristã paquistanesa Asia Bibi. Ela, que é esposa e mãe, após afirmar “nosso Cristo sacrificou Sua vida na cruz por nossos pecados, nosso Cristo está vivo” para defender sua fé contra trabalhadores que estavam zombando e tentando fazê-la se converter ao islamismo, foi mais tarde condenada por blasfêmia e sentenciada à morte.

No Paquistão, mais de 150.000 cristãos assinaram uma petição exigindo justiça para as vítimas de perseguição, incluindo a Asia Bibi. Agora você pode juntar-se ao ministério Voz dos Mártires e aos nossos irmãos e irmãs paquistaneses em uma chamada por misericórdia.

O grupo espera reunir 1 milhão de assinaturas em nome de nossa irmã Asia, que agora está na prisão aguardando a decisão da Alta Corte de Lahore, que está com seu recurso.

Convide seus amigos para visitar http://www.CallForMercy.com e adicionar seus nomes para a petição também. A Voz dos Mártires vai entregar a petição, juntamente com a lista de signatários, para a embaixada paquistanesa em Washington DC.
Saiba mais:

Cristãos pedem oração por mulher paquistanesa setenciada a morte

Indulto a cristã Paquistanesa

Cristã é condenada à morte no Paquistão



Fonte: Callformercy/Redação CPADNews

11/10/2011

Ex-padre é batizado na Itália com líderes de paróquia


Ex-padre é batizado na Itália com líderes de paróquiaO ex-sacerdote da igreja católica Luca De Pero foi batizado neste último sábado (24), numa praia em Cesena/Itália, pelo Pr. Fabiano Nicodemo, missionário da Junta de Missões Mundiais. O batismo era aguardado com muita expectativa. O ex-padre foi excomungado pelo bispo da região de Monte Cerignone e chamado de herege. Sua família também o abandonou acusando-o de agora pertencer a uma seita protestante. Além do ex-padre, também a jovem Eliza e o casal Gioachino e Maria Roza Gandolfi, que eram líderes na mesma paróquia, deram sua pública confissão de fé em Jesus por meio do batismo. A cerimônia foi marcada por muita emoção, tanto dos irmãos batizados quanto da Igreja Evangélica Batista de Cesena e outras igrejas ali representadas. O novo padre da paróquia Beato Domenico, da localidade de Monte Cerignone, onde Luca ministrava, havia pedido para que ninguém fosse ao batismo, entretanto, muitos amigos de Luca estiveram no culto. Os dias que antecederam à cerimônia foram de muita pressão para esses novos crentes. A jovem Eliza, que era uma das catequistas da paróquia, chegou a ser ameaçada de morte pela própria mãe. O culto aconteceu na tenda de um clube localizado na beira da praia. Cerca de 300 pessoas estiveram presentes. Os que seriam batizados deram breves e emocionados testemunhos da transformação que Jesus fez em suas vidas. O mensageiro foi o Pr. Fabiano Nicodemo, que pregou sobre o texto de João 3.1-13. Citando a história de Nicodemos, disse que as tradições religiosas não transformam as pessoas nem a religião salva o homem. Ao final, seis pessoas se decidiram por Cristo, algumas delas eram da mesma paróquia onde Luca De Pero era padre. Os batismos foram realizados no Mar Adriático. Luca De Pero se converteu em 2008, mas continuou realizando os serviços na igreja católica. No ano passado, procurou o Pr. Fabiano Nicodemo e foi discipulado pelo missionário. Em agosto, anunciou o rompimento com a igreja católica, quando então começou a pressão por parte do bispo da região de Cesena. Ele foi procurado pelo clero católico e instado a abandonar a ideia de “se tornar protestante”. A história de Luca ganhou destaque na imprensa local. Na semana passada, vários jornais o procuraram para falar um pouco mais sobre o caso. A conversão de Luca De Pero é uma prova do que Deus está fazendo na Itália. A chegada desses novos irmãos deu um grande renovo à igreja em Cesena e um grande ânimo ao trabalho missionário no campo italiano.

  Fonte: Junda de Missões Mundiais
11/10/2011

Projeto Cristolândia é destaque em programa de TV


O programa Aconteceu que foi ao ar ontem pela Rede TV! mostrou como vivem os usuários de crack da região central de São Paulo conhecida como Cracolândia. Para poder chegar perto dos usuários a equipe precisou da ajuda dos missionários do projeto Cristôlandia que tenta atrair essas pessoas e levá-los para a igreja montada na região. O pastor Paulo Eduardo Gomes Vieira que coordena os trabalhos na região explicou para a repórter que todos homens que estavam trabalhando naquele dia era ex-usuários que foram resgatados através do projeto Cristôlandia. O aumento do número de usuários no Brasil faz com que especialistas a considerem como uma epidemia que atingem 6 milhões de pessoas de todas as idades e todas as classes sociais. Esses números só aumentam a importância de projetos como a este realizado pela Primeira Igreja Batista de São Paulo. Outras igrejas também fazem trabalhos parecidos para tentar recuperar essas pessoas e devolver a dignidade que acaba sendo perdida com o vício. Podemos citar o Projeto Retorno, Missão Cena e a IBS Reviver.

10/10/2011

Revista IstoÉ destaca “Os 7 pecados da Igreja Católica”


Faz cerca de 140 anos que o número de católicos no Brasil segue ladeira abaixo. No século XIX, precisamente em 1872, o conglomerado de brasileiros que se assumia fiel à Igreja Católica beirava a totalidade da população, 99,7%. Durante os 100 anos seguintes, a cada década que se encerrava, aproximadamente 1% abandonava a religião. O índice dessa queda, atualmente, continua o mesmo. Mudou, porém, o fato de ele ocorrer a cada ano. Essa aceleração do declínio foi constatada pela pesquisa “Novo Mapa das Religiões”, realizada pelo Centro de Políticas Sociais da Faculdade Getulio Vargas.

Ao processar microdados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2003 e 2009, os estudiosos, capitaneados pelo economista Marcelo Neri, constataram que nesse intervalo de seis anos cerca de 6% da população deixou a religião romana – decresceu de 73,7% para 68,4%. O montante de fiéis que segue atualmente a doutrina preconizada pelo Vaticano é o mais baixo verificado no País.

E, pela primeira vez na história, em alguns Estados e capitais da maior nação católica do planeta, o número de adeptos da religião não chega nem à metade dos habitantes (leia quadro). Quais seriam, então, os deslizes patrocinadores da queda do status do catolicismo entre os brasileiros, como as estatísticas não se cansam de mostrar? ISTOÉ recorreu a um colegiado de profissionais da religião, gente que pensa a Igreja, para discorrer sobre os possíveis pecados da Santa Madre. Eis os sete principais confessados.

1 Romanização da Igreja

É cantada em prosa e verso, já há algum tempo, a rejeição dos fiéis contemporâneos a autoridades religiosas que impõem doutrinas e ritos. Imposição, obrigação e restrição são palavras proscritas em um cenário no qual cada vez mais as pessoas se habilitam a estar no comando do próprio destino. A Igreja Católica, no entanto, caminha na direção oposta. Vive um momento de reinstitucionalização de seus fiéis, de os disciplinar para que aprofundem a sua fé. Os bispos defendem um contato maior com os bens religiosos, como missas e novenas.

Esse processo preconizado pelo Vaticano é conhecido como romanização do catolicismo. “Bento XVI prefere uma Igreja menor e mais atuante em vez de uma maior sem atuação coerente e consistente”, afirma o cientista da religião Jung Mo Sung, da Universidade Metodista do Estado de São Paulo (Umesp). “A estratégia fortalece o fervor de uma minoria praticante, mas traz uma consequência não intencional da perda de adesão de católicos difusos.”

Esse efeito-rebote, somado à procura cada vez maior da população por curas e milagres que resolvam rapidamente seus problemas, tem levado esses católicos a migrar para outras denominações ou encorpar o grupo dos que fazem contato com o divino sem o intermédio de uma instituição. “A Igreja prefere que as pessoas que buscam soluções imediatas por meio de milagres não permaneçam nela”, diz o teólogo jesuíta João Batista Libanio. Diminui-se o número de católicos, mas, por outro lado, aumenta-se o dos praticantes conscientes.

2 Supermercado católico

Párocos têm relatado que seus templos estão existindo à imagem e semelhança de supermercados. Percebem que é cada vez maior o número de fiéis que procuram a igreja ocasionalmente, em busca de serviços religiosos como casamentos, missas de sétimo dia, batizados e bênçãos de lugares e objetos. Tratado como produto, o casamento, só para citar um dos “bens” católicos, se torna um evento alheio à doutrina. “Há casais que trazem o CD da novela que faz sucesso para tocar na cerimônia. Se você se nega, alguns inconformados batem boca com você, viram as costas e procuram quem o faça”, conta o padre José João da Silva, da paróquia São José Operário, em Itaquera, na zona leste da cidade de São Paulo. “Vivemos uma igreja fast-food.”

Nessa lógica de mercado, missa de sétimo dia tem se transformado em uma grande assembleia de gente que só foi ao templo por conta da ocasião e não está preocupada com o significado do ritual. Quanto aos batizados, explica o cônego Celso Pedro da Silva, da paróquia Santa Rita de Cássia, do Pari, zona norte de São Paulo, a Igreja supõe que quem quer que o filho se insira nela antes do uso da razão o faz porque dela faz parte e aceita suas regras. “O mesmo vale para a primeira comunhão, mas muitos pais não têm vínculos efetivos, nem foram casados na Igreja”, diz ele. “Acredito que uma dificuldade do catolicismo seja saber que o povo católico não é evangelizado e, mesmo assim, se comportar na prática como se ele fosse”, diz o cônego.

O padre João Carlos Almeida, teólogo e diretor da Faculdade Dehoniana (SP), foi vigário paroquial no Santuário São Judas Tadeu, na capital paulista, por três anos. E conta que passava quase o dia todo atendendo a confissões e abençoando automóveis. “Muita gente trazia seu carro recém-comprado para ser benzido e ia embora. Poucos rezavam ou participavam de uma missa”, lembra. Com a oferta religiosa na vitrine, católicos assistem a seus fiéis se afastando dos vínculos espirituais.

3 Fuga de mulheres

Está lá no “Novo Mapa das Religiões”. Entre as 25 denominações pesquisadas, apenas no catolicismo a mulher não constitui a maioria dos adeptos (leia quadro à pág. 70). Entre evangélicos, espíritas, religiões de matriz africana, oriental e asiática, elas superam os fiéis do sexo masculino. As católicas, porém, são cerca de 67,9%, enquanto os homens são 68,9%. Neri, o organizador do estudo da FGV, atribui o resultado, entre outras interpretações, ao fato de as alterações no estilo de vida feminino ocorridas nos últimos 30 anos não terem encontrado eco na doutrina católica, menos afeita a mudanças. De fato, seguem engessadas na Igreja, só para citar três tabus, as questões sobre os métodos contraceptivos, o divórcio e o aborto.

De acordo com o teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), o catolicismo não gosta da mulher. “Ao que parece, elas, mal-amadas que são pela Igreja, estão se autorizando a não gostar da religião, a reagir”, diz ele. Seu colega de PUC, o padre e psicólogo João Edénio dos Reis Valle, afirma não ter dúvida de que a questão de gênero pesa na constante diminuição do número de católicos no País. “Ela pesa em especial nas mulheres de classes mais instruídas e em melhor posição socioeconômica”, afirma. “Essas não só percebem como discutem e não aceitam as posições da Igreja em relação a uma série de questões que as afetam.” E conclui discorrendo sobre a não participação clerical feminina. “Elas reivindicam um papel novo e ativo na vida da instituição.”

4 Escândalo de pedofilia

Em 2002, um grupo de mais de 500 pessoas levou à Justiça americana denúncias de abusos sexuais cometidos por sacerdotes e membros da arquidiocese de Boston, nos Estados Unidos. Esse escândalo foi a chama que fez arder uma fogueira de denúncias mundo afora, inclusive no Brasil. Na Irlanda, só para dar a dimensão do problema, a pedofilia acobertada por seis décadas pela hierarquia católica local foi tachada pela Anistia Internacional como o maior crime contra os direitos humanos já registrado na história daquele país. Para uma instituição que tem como bandeira a verdade sobre o mundo, ser atingida por problemas éticos que constituem crime representou um duro golpe. E a mazela dos escândalos de abuso sexual envolvendo crianças afastou muitos simpatizantes do catolicismo.

É o que defende o cientista da religião Sung. “O militante não terá sua fé abalada. Mas os que se sentiam católicos por uma afinidade de infância ou inspirados em alguma figura pública podem ter deixado de ser por causa desses fatos.”

Para piorar, a Igreja não foi hábil na cicatrização da ferida. “Ela trabalhou a questão na base do segredo e do corporativismo. A lógica interna de uma instituição que se protege e não ventila o problema levou a ampliar o fenômeno, tornando-o uma sensação nos meios de comunicação”, afirma a socióloga da religião Brenda Carranza, da PUC de Campinas. Só há pouco tempo Bento XVI decidiu ordenar que os bispos abrissem normativas internas contra padres suspeitos de ser pedófilos e informassem as autoridades civis. Em setembro, ao visitar sua terra natal, a Alemanha, que perdeu 180 mil adeptos no ano passado por conta dos abusos sexuais praticados por sacerdotes, disse: “Posso compreender que, em vista de tais informações, alguém diga: ‘Esta já não é a minha Igreja.’”

5 Ausência de lideranças

Dom Hélder Câmara, arcebispo emérito de Olinda e Recife, falecido em 1999 aos 90 anos, foi quatro vezes indicado ao Prêmio Nobel da Paz. Grande defensor dos direitos humanos durante a ditadura militar brasileira, homem de vida simples que morava no quartinho de uma sacristia no Recife, ele foi um expoente internacional da Igreja Católica. Multidões se mobilizaram ao seu redor, no Brasil e na Europa, para ouvi-lo. Atualmente, porém, não há entre o colegiado católico nacional símbolos como dom Hélder, capaz de cooptar fiéis por meio do exemplo. “Numa sociedade moderna, em que a adesão à religião acontece por opção pessoal, é preciso que haja nomes admirados publicamente”, diz Sung, da Umesp. As grandes figuras católicas da atualidade são os padres cantores.

Eles, porém, fazem eco entre os católicos militantes, explica Sung, mas não são referência para setores não atuantes do catolicismo. A Igreja deixou de ser representativa entre os brasileiros como algo a ser admirado há quase duas décadas. Dom Paulo Evaristo Arns, cardeal emérito de São Paulo que lutou contra a tortura e os maus-tratos a presos políticos durante a ditadura, e uma dessas figuras que inspiraram muitos católicos, se aposentou em 1998. “Dom Paulo é uma personalidade que enfrentou um regime militar, criava afinidade entre o povo e a instituição”, afirma o padre Libanio. Aos 90 anos, Arns vive recluso em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, enquanto sacerdotes empunham microfones para cantar e fazer coreografias de suas músicas no altar.

6 Comunicação centralizada

Há comunidades dentro do catolicismo que lançam mão de tecnologias para se relacionar com os jovens. Elas têm escancarado à Igreja, segundo a socióloga da religião Brenda, que não é mais possível seguir com a ideia de que o fiel se encontra na paróquia. Estabelecida em sua maioria em grandes centros urbanos, essa turma mais nova sofre com o impacto da mobilidade, do crescimento acelerado, do consumo exacerbado, enfim, elementos que a fazem estabelecer relação com a crença muitas vezes a distância. Para a professora da PUC, a noção de participação das novas gerações urbanas é pautada pela afinidade. O jovem busca uma instituição quando se identifica com ela, independentemente da proximidade física. “Mas a noção da Igreja de paróquia é territorial”, diz Brenda. Para o padre Libanio, enxergar as demandas da população e repensar até onde a religião pode ir na direção delas é o caminho para o futuro do catolicismo. “Os fiéis querem aquilo que os satisfaz e têm buscado muito o mundo virtual”, diz ele. “A Igreja Católica tem de repensar a sua estrutura paroquial.”

7 Perda de identidade social

Houve um tempo, em muitas cidades do interior do País principalmente, que frequentar uma igreja era condição obrigatória para quem quisesse engatar um relacionamento amoroso sério. Quantos garotos não foram riscados por potenciais sogras da lista de pretendentes pelo fato de não irem à missa? Assumir-se membro de uma entidade religiosa – católica, de preferência – conferia pertençer a um grupo social. Diante da pressão para uma definição religiosa, muita gente tendia a assumir a crença na qual havia sido batizado, mesmo que exercitasse também a sua fé em terreiros de umbanda ou centros espíritas. “Católico era o imenso guarda-chuva cultural e religioso que permitia o trânsito espiritual”, diz Brenda Carranza, da PUC.

Com a disseminação do processo de secularização no campo religioso nacional, essa prática foi ficando obsoleta. A possibilidade de expressar a fé livre de preconceitos tem feito com que cada vez mais os brasileiros, quando submetidos a censos, assumam que não seguem os dogmas defendidos pela Santa Sé ou mesmo nenhum credo – daí o grupo dos sem-religião também estar em crescimento. O catolicismo, então, perdeu a status de produtor de identidade social.

Infografico Catolica Revista IstoÉ destaca Os 7 pecados da Igreja Católica

Fonte: Revista IstoÉ

10/10/2011

Assim Seja Abençoado…


O SENHOR te abençoe e te guarde;

O SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti;

O SENHOR sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.

Assim porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.
Números 6:24-27

10/10/2011

Pastor José Wellington, presidente da CGADB, comemora 76 anos com festa na AD do Belenzinho


Pastor José Wellington, presidente da CGADB, comemora 76 anos com festa na AD do Belenzinho

A Assembleia de Deus no Belenzinho (SP) realizou na noite de segunda, 03 de outubro, um grande culto em ação de graças pelos 76 anos de vida de seu pastor José Wellington Bezerra da Costa e de sua esposa, irmã Wanda Freire da Costa, que lidera o departamento feminino e a área social da igreja.

Milhares de assembleianos e personalidades políticas compareceram no evento que contou com o coral e orquestra da igreja entoando louvores a Deus antes que o pastor José Wellington Costa Junior conduzisse o culto.

Vários ministérios da igreja homenagearam o casal e entre os convidados estavam vários líderes da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil, entre eles presidentes de convenções regionais de várias partes do Brasil.

Também compareceram personalidades políticas como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; o secretário de desenvolvimento do estado, Edson Aparecido, que representou o governador Geraldo Alckmin; a vereadora Marta Costa (DEM-SP), deputado estadual, Pr. Adilson Rossi (PSC-SP) e a vereadora de Valinhos, irmã Dalva Berto e outros.

”Estar aqui hoje agradecendo a Deus pela vida deste casal é um dever de todos nós políticos e dos irmãos que são membros da AD, o trabalho que o pastor Wellington e a irmã Wanda fazem para Deus e para a população é digno do nosso reconhecimento e respeito” afirmou o prefeito.

O aniversariante fez um discurso agradecendo a Deus pelos 76 anos de vida com muita saúde. ”Somos gratos a Deus por tudo que vemos e ouvimos aqui hoje, tudo que temos e somos veio do Senhor, a quem eu e irmã Wanda tributamos nossa gratidão, agradecemos a Deus pela vida de todos, obrigado pelo carinho dos irmãos, políticos e de toda AD no Brasil que hoje se faz representar aqui de norte a sul, pelos líderes das convenções estaduais” finalizou José Wellington.

Fonte: Gospel Prime

%d blogueiros gostam disto: