Archive for maio 18th, 2012

18/05/2012

Band perde 85% do ibope com Show da fé


Antes de o “Show da Fé” começar, a Band tem uma média de 6 pontos, com o “Jornal da Band”, mas, cinco minutos após R.R. Soares (foto) iniciar a pregação, esse índice cai para 1 ponto ou até menos.

A Band arrecada quase R$ 300 milhões por ano com a venda de horários para igrejas, mas esse dinheiro também tem um altíssimo custo para a emissora: toda noite em que o pastor R.R. Soares, da Igreja Internacional, entra no ar, a Band perde quase que imediatamente 85% da sua audiência.

Parece difícil acreditar, mas, minutos antes de o “Show da Fé” começar, a Band registra uma média de 6 pontos, com o “Jornal da Band”. Porém, cinco minutos após o pastor Soares iniciar a pregação, esse índice cai para 1 ponto, de onde dificlmente sai até o final, ou até menos.

Ou seja, o programa evangélico tira quase que imediatamente 85% do ibope no horário mais valioso da TV brasileira.

Notável ainda é que o “Jornal da Band” é hoje a segunda maior audiência do canal, só atrás do “Pânico”. Esses seis pontos poderiam certamente alavancar o ibope de atrações seguintes. É justamente uma “alavanca” de audiência como essa que, por exemplo, o SBT tem procurado nos últimos anos, sem sucesso.

A estimativa é que R.R.Soares pague anualmente de R$ 60 milhões a R$ 70 milhões para a Band. No entanto, é impossível calcular a extensão do prejuízo financeiro (e de imagem) que a emissora tem com essa estratégia de vender o ponto crucial de seu horário nobre para uma igreja.

Com essa tática a emissora abre mão de disputar o terceiro lugar com o SBT e, para resumir, aceita destruir o próprio ibope em troca de dinheiro vivo.

Fonte: Folha.com – Coluna F5

18/05/2012

Fala Malafaia terá ‘mesa redonda’ com grandes nomes do meio evangélico


O programa Fala Malafaia, comandado pelo pastor Silas Malafaia, que será exibido neste domingo (20), trará um debate no clássico estilo “mesa redonda” com os pastores Marcus Gregório, Abner Ferreira, Gidalti Alencar e Silas Malafaia Filho.

Mesmo abordando assuntos polêmicos como o famoso esquema de compra de votos de parlamentares, conhecido como mensalão, o debate foi ditado por um tom descontraído e com muito bom humor.

Os pastores falaram sobre impunidade, honestidade, omissão e evidenciaram suas posições como cidadãos, dando ao programa total autenticidade, prestando esclarecimentos de suma importância.

O pastor Silas Malafaia compreende a relevância de abordar assuntos jurídicos, políticos e comportamentais, que permeiam a sociedade, para cativar o senso crítico e de cidadania, algumas vezes adormecido no seio da comunidade evangélica.

Fala Malafaia é exibido todos os domingos ao meio dia na Band.

18/05/2012

Não perca: neste sábado Marcha para Jesus no Rio


Neste próximo sábado (19), o Rio de Janeiro receberá a edição 2012 da Marcha para Jesus. O evento que se consagrou como uma das maiores mobilizações na cidade promete nesse ano superar o público de 200 mil pessoas, alcançado em sua última edição.

Dirigida pelo COMERJ (Conselho de Ministros Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro) a Marcha para Jesus 2012 será presidida pelo pastor Silas Malafaia e coordenada pelo pastor Alexandre Isquierdo. A Marcha para Jesus promete fazer história e levar uma mensagem em favor da vida e da família, neste ato de fé e mudança para o Brasil, que somente em Jesus se pode encontrar.

O evento

A Marcha para Jesus Rio 2012 iniciará às 14h do próximo sábado (19), com saída da Av. Presidente Vargas (Uruguaiana). No decorrer do caminho, vários trios elétricos embalarão o percurso com muita música até o final do trajeto na Praça da Cinelândia, em frente à Câmara dos Vereadores, onde um grande palco estará montado para receber o público e uma palavra de fé ministrada pelo Pr. Silas Malafaia aos moradores do Rio de Janeiro ao lado dos pastores Abner Ferreira, Marco Antônio e Marcus Gregório.

Além do público, vários convidados e participações musicais farão da Marcha para Jesus uma grande festa. Vários nomes foram confirmados, como o cantor Thalles Roberto, conhecido nacionalmente por sua musicalidade. Outra participação confirmada é a revelação da músicagospel, o cantor Jotta A. Ministro de louvor e dono de uma das vozes mais respeitadas no seguimento gospel, Davi Sacer estará presente. Três dos principais grupos de louvor do Brasil farão parte do evento, Renascer Praise diretamente de São Paulo, Ministério Apascentar e Comunidade Evangélica da Zona Sul. O roqueiro PG confirmou sua presença, assim como o grupo Quatro por Um, com repertório formado por músicas conhecidas em todo Brasil. Régis Danese fará sua primeira participação na Marcha do Rio. Outro estreante é o cantor e compositor Nani Azevedo. As mulheres serão muito bem representadas por Jozyanne, Eyshila e Léa Mendonça. O grupo Kainón traz para o palco um ritmo bem regional, e outra presença marcante será a linda voz de Gabriela Rocha, que, ao lado de Thalles Roberto, fará uma participação especial, além do Gospel Night com DJ Marcelo Araújo, que será o responsável por manter o ritmo nos intervalos dessa, que promete ser a maior Marcha para Jesus de toda a história do Rio de Janeiro.

Serviços:

Marcha Para Jesus – Rio 2012

Participações: Thalles Roberto, Jotta A, Davi Sacer, Renascer Praise, Ministério Apascentar, Comunidade Evangélica da Zona Sul, Régis Danese, Nani Azevedo, Jozyanne, Eyshila, Kainón, Gabriela Rocha, Ministério Gospel Night.

Preletor: Pastor Silas Malafaia, Pastor Abner Ferreira, Pastor Marco Antônio e Pastor Marcus Gregório.

Data: 19 de Maio de 2012

Local: Saída às 14h na Av. Presidente Vargas (Uruguaiana)

Evento Gratuito

E-mail: assessoria@gnproducoes.com.br

Informações: www.marchaparajesusrio.com.br

Fone: (21) 3738-1310 – (21) 3738-0310

Pr. Silas Malafaia fala sobre a importância da Marcha para Jesus

A Marcha para Jesus tem algumas finalidades importantíssimas no mundo espiritual. Primeiro, declarar que Cristo é o Senhor do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil. Segundo, declarar profeticamente a bênção de Deus sobre o nosso estado e o nosso país. Terceiro, reafirmar princípios irrevogáveis da nossa fé. Por último, a Marcha representa a unidade da Igreja celebrada, pois o evento não é de denominação alguma, nem de pastor; é do povo de Deus. Tendo em vista esses atributos, o foco principal este ano é marchar em favor da liberdade de expressão e em favor da liberdade religiosa, da família tradicional e da vida.

Atualmente é fundamental percebermos que as paradas gays são realizadas a fim promulgar a sua agenda para o Brasil. O objetivo deles, já declarado em diversos documentos, é a desconstrução da heteronormatividade. Então, não se enganem! Pois o que eles realmente desejam é calar os pastores, por conseguinte, calar a igreja e rotular a Bíblia como livro homofóbico.

A Marcha para Jesus, portanto, tem de ser um contraponto. Declaro profeticamente, em nome de Jesus, que eles estão derrotados.

Querido colega, forme uma caravana na sua igreja. Vamos juntos declarar que o Estado do Rio de Janeiro e o Brasil são do Senhor Jesus.

Deus abençoe você.

Um forte abraço,

Silas Malafaia

 

18/05/2012

Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes


18 de maio é a data em que Araceli Cabrera Crespo, de nove anos incompletos, desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida. A menina foi estupidamente martirizada. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo. Seu corpo, o rosto principalmente, foi desfigurado com ácido. Seis dias depois do massacre, o corpo foi encontrado num terreno baldio, próximo ao centro da cidade de Vitória, Espírito Santo. Seu martírio significou tanto que esta data se transformou no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

18 de Maio

ARACELI: Símbolo da violência. Por Pedro Argemiro

Durante mais de três anos, na década de 70, pouca gente ousou abrir a gaveta do Instituto Médico-Legal de Vitória, no Espírito Santo, onde se encontrava o corpo de uma menina de nove anos incompletos. E havia motivos para isso. Além de o corpo estar barbaramente seviciado e desfigurado com ácido, se interessar pelo caso significava comprar briga com as mais poderosas famílias do estado, cujos filhos estavam sendo acusados do hediondo crime. Pelo menos duas pessoas já tinham morrido em circunstâncias misteriosas por se envolverem com o assunto.

Ainda assim, corajosos enfrentavam os poderosos exigindo justiça, tanto que o corpo permanecia insepulto na fria gaveta, como se fosse a última trincheira da resistência. O nome da menina era Araceli Cabrera Crespo e seu martírio significou tanto que o dia 18 de maio – data em que ela desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida – se transformou no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Por uma dessas cruéis ironias, Jardim dos Anjos era onde ficava um casarão, na Praia de Canto, usado por um grupo de viciados de Vitória (ES) para promover orgias regadas a LSD, cocaína e álcool, nas quais muitas vítimas eram crianças – anjos do sexo feminino. Entre a turma de toxicômanos, era conhecida a atração que Paulo Constanteen Helal, o Paulinho, e Dante de Brito Michelini, o Dantinho, líderes do grupo, sentiam por menininhas. Dizia-se, sempre a boca pequena, que eles drogavam e violentavam meninas e adolescentes no casarão e em apartamentos mantidos exclusivamente para festas de embalo. O comércio de drogas era, e é muito enraizado naquela cidade. O Bar Franciscano, da família Michelini, era apontado como um ponto conhecido de tráfico e consumo livres.

Araceli vivia com o pai Gabriel Sanches Crespo, eletricista do Porto de Vitória, a mãe Lola, boliviana radicada no país, e o irmão Carlinhos, alguns anos mais velho que ela. Na casa modesta, localizada na Rua São Paulo, bairro de Fátima, era mantido o viralata Radar, xodó da menina, que o criava desde pequenino. Segundo o escritor José Louzeiro que acompanhou o caso de perto e o transformou no livro “Araceli, Meu Amor” – o nome Radar foi escolhido pela garota “para que o animal sempre a encontrasse”. Araceli estudava perto de casa, no Colégio São Pedro, na Praia do Suá, e mantinha urna rotina dificilmente quebrada. Ela saía da escola, no fim da tarde, e ia para um ponto de ônibus ali perto, quase na porta de um bar, onde invariavelmente brincava com um gato que vivia por ali.

No dia 18 de maio de 1973, uma sexta-feira, a rotina de Araceli foi alterada. Ela não apareceu em casa e o pai, num velho Fusca, saiu a procurá-la pelas casas de amigos e conhecidos, até chegar ao centro de Vitória. Nada. A menina não estava em lugar algum. Só restou a Gabriel comunicar a Lola que a filha estava desaparecida e que tinha deixado seu retrato em redações de jornais, na esperança de que fosse, realmente, somente um desaparecimento. No dia seguinte, quando foi ao colégio para conseguir mais informações, Gabriel ficou sabendo que a menina tinha saído mais cedo da escola. De acordo com a professora Marlene Stefanon, Araceli tinha “ido embora para casa por volta das quatro e meia da tarde, como a mãe mandou pedir num bilhete”

Na véspera, Lola tivera uma reação aparentemente normal ao constatar a demora da filha em chegar em casa. Primeiro, ficou enervada; depois, preocupada. No sábado, tarde da noite, sofreu uma crise nervosa e precisou ser internada no Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia. Ainda no início do processo, acabariam pesando sobre ela fortes suspeitas e graves acusações. Lola foi apontada como viciada e traficante de cocaína, fornecedora da droga para pessoas influentes da cidade e até amante de Jorge Michelini, tio de Dantinho. E mais: ela era irmã de traficantes de Santa Cruz de La Sierra, para onde se mudou tão logo o caso ganhou dimensão, deixando para trás o marido Gabriel e o outro filho, Carlinhos. Não se sabe até onde Lola facilitou ou estimulou a cobiça dos assassinos em relação a Araceli.

Menina era usada no tráfico de drogas

A respeito de Dantinho e de Paulinho Helal, dizia-se que uma de suas diversões durante o dia era rondar os colégios da cidade em busca de possíveis vítimas, apostando na impunidade que o dinheiro dos pais podia comprar. Dante Barros Michelini era rico exportador de café (tão ligado a Dantinho que chegou a ser preso, acusado de tumultuar o inquérito para livrar o filho). Constanteen Helal, pai de Paulinho, era comerciante riquíssimo e poderoso membro da maçonaria capixaba. Seus negócios também incluíam imóveis, hotéis, fazendas e casas comerciais. Já o eletricista Gabriel, seu maior tesouro era a filha. No domingo, ele foi à delegacia dar queixa, onde lhe foi dito que tudo seria feito para encontrar Araceli. Na Santa Casa, ele contou a Lola o resultado de sua busca e falou da garantia dos policiais de que tudo acabaria bem. Lola pareceu não acreditar – e chorou. O escritor José Louzeiro não tem dúvida:Lola foi, indiretamente, a causadora do hediondo crime de que sua filha foi vítima. “Na sexta-feira, a mando da mãe, Araceli tinha ido levar um envelope no edifício Apoio, no Centro de Vitória, ainda em construção, mas que já tinha uns três ou quatro apartamentos prontos, no 8º andar. A menina não sabia, mas o envelope continha drogas.

Num dos apartamentos, Paulinho Helal, Dantinho e outros se drogavam. Ela chegou, foi agarrada e não saiu mais com vida”, conta o escritor.

O que aconteceu realmente com Araceli Cabrera Crespo talvez nunca se saiba. E talvez, seja bom mesmo não conhecer os detalhes, tamanha é a brutalidade que o exame de corpo delito deixa entrever. A menina foi estupidamente martirizada. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta puma orgia de drogas e sexo. Sua vagina, seu peito e sua barriga tinham marcas de dentes. Seu queixo foi deslocado com um golpe. Finalmente, seu corpo – o rosto, principalmente – foi desfigurado com ácido.

Corrupção e cumplicidade da polícia

Seis dias depois do massacre da menina, um moleque caçava passarinhos num terreno baldio atrás do Hospital Infantil Menino Jesus, na Praia Comprida, perto do Centro da capital. Mas o que ele encontrou foi o corpo despido e desfigurado de Araceli. Começou, então, a ser tecida uma rede de cumplicidade e corrupção, que envolveu a polícia e o judiciário e impediu a apuração do crime e o julgamento dos acusados por uma sociedade silenciada pelo medo e oprimida pelo abuso de poder. Dois meses após o aparecimento do corpo, num dia qualquer de julho de 1973, o superintendente de Polícia Civil do Espírito Santo, Gilberto Barros Faria, fez uma revelação bombástica. Ele afirmou que já sabia o nome dos criminosos, vários, e que a população de Vitória ficaria estarrecida quando fossem anunciados, no dia seguinte. Barros havia retirado cabelos de um pente usado por Araceli e do corpo encontrado e levado para exames em Brasília. Confirmando que eram iguais.

Por que a providência? Até então, havia dúvidas que era de Araceli o corpo que apareceu desfigurado no terreno baldio. Gabriel sabia que era o da filha – ele o reconheceu por um sinal de nascença, num dos dedos dos pés. Mas Lola disse o contrário. Assim que se recuperou, ela foi ao IML reconhecer o corpo e afirmou que não era de sua filha. Louzeiro recorda um outro fato a respeito disso, altamente elucidativo. Certo dia, Gabriel levou o cachorro Radar ao IML só para confirmar, ainda mais sua certeza. Não deu outra: mesmo com a gaveta fechada, animal agiu realmente como um radar, como Araceli premonizara, e foi direto à geladeira onde estava o corpo de sua dona.

Fonte:
Centro de Educação Sexual – CEDUS
Co-Representante ONG-Sudeste/CNAIDS-MS

18/05/2012

Marcha contra a homofobia é um fracasso de público


Cerca de 500 pessoas se reuniram nesta quarta-feira na praça dos Três Poderes para a 3ª Marcha Nacional contra a Homofobia, segundo Polícia Civil. Participaram representantes de partidos políticos, organizações não governamentais e entidades de classe.

Os organizadores esperavam cerca de 1,5 mil pessoas de todos os estados do país, mas a chuva que caia sobre Brasília desde ontem (15) atrapalhou o início da manifestação de manhã.

Uma bandeira com as cores do arco-íris, símbolo do movimento, foi estendida em frente ao Palácio do Planalto. Da praça, os manifestantes seguiram em caminhada até a frente do Congresso Nacional, onde o Senado promoveu ontem (15) uma audiência pública para debater projeto que criminaliza a homofobia.

Os manifestantes pediam que o governo federal defina um orçamento para financiar o Plano de Promoção dos Direitos Humanos e Cidadania LGBT, para a elaboração e a aplicação de políticas públicas voltadas a gays, lésbicas, travestis e transexuais.

PLC 122/2006

Os manifestantes também defenderam a aprovação do Projeto de Lei 122, que criminaliza a opinião contra a prática homossexual. Se aprovada, a norma deverá ser conhecida como Lei Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente de 14 anos assassinado em 2010, em São Gonçalo (região metropolitana do Rio de Janeiro), vítima de homofobia.

A Bancada Evangélica não concorda com pontos da lei, que atingem diretamente as igrejas.

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