Virgindade: não há valor que pague…


Virgindade: não há valor que pague...O caso da catarinense Catarina Migliorini, 20 anos, que decidiu leiloar sua virgindade pela internet levanta a discussão de um assunto que divide opiniões: qual é a importância da virgindade para as pessoas? Para alguns, ter a primeira relação sexual é um ritual de passagem e não é preciso escolher uma pessoa especial para isso. Mas existem pessoas que valorizam – e muito – esse momento e garantem que não há dinheiro que pague o valor da virgindade.

É o caso de Leonardo Teixeira, 24 anos, e Raiany Teixeira, 23 anos, que completam, hoje, dois meses de casados. Durante três anos e 9 meses eles namoraram e, desde o início, entregaram o relacionamento a Deus. “Há quatro anos, a gente se conheceu e começou a surgir um sentimento. Ficamos três meses orando, esperando a confirmação de Deus. Eu perguntei: ‘se a nossa  lua de mel fosse fazendo missões, você iria?’. Ela disse que iria comigo aonde Deus me mandasse. Foi aí que veio a confirmação e eu pedi ao pai dela para namorá-la”, conta Leonardo.

Depois disso, o namoro realmente começou, e eles deram o primeiro beijo. Mas viram que aquilo não condizia com o compromisso que fizeram com Deus e decidiram, a partir de então, não se beijarem mais, até o dia do casamento.

“Sabíamos que nosso voto tinha que ser com sinceridade, por amor, não por obrigação. E isso partiu do nosso coração. Então, a partir daí a gente não se beijou mais”, conta Leonardo.

Entre muitos beijinhos no nariz e olhares duvidosos de algumas pessoas, Raiany e Leonardo se mantiveram firmes durante quase quatro anos, até chegar o dia do casamento.

Os dois se casaram há exatos dois meses, na primeira Igreja Batista de Vista da Serra I, na Serra, e garantem que cada minuto de espera valeu a pena. “A virgindade é um presente de Deus, que nós guardamos para compartilhar depois do casamento. Valeu muito a pena esperar”, garante Raiany.

Para a psicóloga Angelita Scárdua, a espera pelo parceiro certo tem a ver com a história e os valores de cada um. “Quando a pessoa é fiel àquilo que acredita, ela vai se sentir mais confortável. A gente não deve nunca se forçar a fazer algo que viole nossos princípios e crenças, porque, em geral, é muito difícil lidar com as consequências disso, principalmente quando se é jovem”, observa a psicóloga.

Fonte: Gazetaonline

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