“Ex-gays” mostram que é possível mudar a homossexualidade


“Ex-gays” mostram que é possível mudar a homossexualidadeEm vários estados americanos é possível encontrar grupos de apoio para ex-gays. Os encontros secretos, frequentado quase exclusivamente por homens, servem para que eles troquem suas experiências na tentativa de serem aceitos pela sociedade.

Enquanto muitos religiosos defendem que é possível reverter a homossexualidade, médicos e cientistas atestam que não há nenhum método científico que comprovem que é possível um homossexual deixar a prática.

Na Califórnia o governador Jerry Brown proibiu por lei as chamadas “terapias de conversão sexual” indicadas por alguns psicólogos ou religiosos. Ao assinar o decreto Brown afirmou que “esta lei proíbe ‘terapias’ não científicas que levam os jovens à depressão e ao suicídio”.

Enquanto esses dois grupos discutem se é ou não possível se tornar um ex-gay, quem já decidiu trocar de sexualidade tenta agora encontrar uma nova forma de vida, muitos sonham em se casar e criar uma família com esposa e filhos, outros, porém preferem o celibato.

É nessas reuniões que eles encontram apoio para discutir dilemas comuns entre eles, os temas mais abordados são como evitar tentações para não voltar a ter relações com pessoas do mesmo sexo e como encontrar uma maneira de revelar o passado para suas novas parceiras.

Blake Smith, 58 anos, é um dos americanos que se classificam como ex-gay, antes de se assumir ele ficou casado por 17 anos com uma mulher, mas se separou por não resistir aos desejos de ter relações com outros homens.

Smith só conseguiu reverter esta situação depois de avaliar sua infância através de terapias feitas em grupos com nomes como “as pessoas podem mudar” e “jornada para a masculinidade”.

Hoje Blake está casado novamente com uma mulher e testemunha que conseguiu deixar de sentir atração física por pessoas do mesmo sexo. “Depois dos 50 anos, pela primeira vez consigo olhar para uma mulher e achá-la realmente gostosa.”

Outro ex-gay que aceitou falar ao The New York Times foi Cameron Michael Swain, 20 anos, filho de um pastor da Igreja dos Amigos Evangélicos do Sudoeste. O jovem que mora no condado de Orange, na Califórnia, conta que se esforçou para vencer os desejos homossexuais.

Ele até tentou a vida gay, “mas não me acomodei a ela”, diz Swain que resolveu encontrar uma alternativa. “Tem de haver um meio de curar esse mal”, disse ele quando passou a frequentar reuniões de grupos de apoio.

“Estou criando confiança no convívio com homens”, disse, “e isso aumenta minha confiança quando estou em companhia de mulheres”, testemunha o jovem que sempre sonhou em estar noivo ou casado com uma mulher.

Fonte: Folha de SP.

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