Archive for setembro 16th, 2013

16/09/2013

Cristãos perdoam muçulmanos que queimaram sua igreja


Cristãos perdoam muçulmanos que queimaram sua igrejaA cidade de Minya foi uma das mais afetadas durante a nova onde de perseguição contra a Igreja no Egito. Desde agosto, os cristãos vêm sofrendo os piores ataques dos últimos 700 anos, apontam especialistas. Contudo, muitos desses ataques estão sendo respondidos com o amor de Cristo.

Dezenas de igrejas coptas e católicas foram queimadas em todo o país. Imagens do seu interior, mostradas pela rede de TV CBN, apresentam uma visão desoladora. El Amir Tadros, uma igreja centenária, foi completamente destruída e não é seguro entrar nela. A única opção é demolir o prédio e construir outro.

Nas duas últimas semanas, essa igreja vem realizando seus cultos às 6:30 da manhã, dentro de uma tenda de lona colocada do lado de fora do terreno. Na classe de escola dominical os alunos estão aprendendo sobre Teodoro do Shateb, um comandante romano que se converteu ao cristianismo e foi martirizado em 313. Ele é uma figura popular na tradição copta e inspirou o nome da igreja.

“Nesses dias eu acho que as crianças estão tendo uma lição de vida”, disse a professora Marka William à CBN News. ”Eles veem a sua igreja queimada. Eles sabem como são tratados todos os dias. Eles nos veem perdoar os nossos inimigos. Nós respondemos como todos os outros cristãos respondem. Estamos no Egito para servir. Estamos aqui para demonstrar o amor cristão. Fazemos todos os esforços para não revidar e mostrarmos o amor que o Senhor nos ensinou”.

Em Minya, os radicais muçulmanos também atacaram e destruíram um orfanato copta chamado Soldados de Cristo. Mais de 200 crianças ficaram sem abrigo. No dia seguinte, os cristãos que administram o orfanato deixaram uma mensagem no muro em frente ao local: “Vocês quiseram nos ferir, mas nós perdoamos vocês. Deus é amor. Tudo coopera para o bem…” Em outro muro escreveram: “Amai os vossos inimigos”.

É verdade que nem todos os muçulmanos estão tentando eliminar os cristãos da cidade. Os ataques foram ordenados pela Irmandade Muçulmana, o grupo politico e religioso culpa os cristãos de “conspirarem” para a derrubada do presidente Mohammed Mursi em julho.

Embora continuem vivendo sob ameaças, os cristãos de Minya prometem continuar seus ministérios. Eles dizem que os prédios foram destruídos, mas a Igreja de Cristo continua de pé. Reafirmam sua fé em Jesus, que prometeu que edificaria a Sua Igreja.

Ezzrat Ibrhim, que trabalha para a comissão de direitos humanos da ONU no Egito, explica: “Antes de atacar propriedades dos cristãos, sejam casas, lojas, escolas, carros ou templos, fazem um X com tinta preta. No dia seguinte saqueiam e queimam os locais marcados. Isso mostra que é tudo planejado antes”.

Com informações The Age, Copitc World e CBN.

16/09/2013

Ateu mais famoso do mundo diz apoiar o estudo da Bíblia e que tem “amor pela igreja”


Ateu mais famoso do mundo diz apoiar o estudo da Bíblia e que tem “amor pela igreja” O biólogo evolucionista Richard Dawkins, autor de livros como “Deus: um delírio”, é um dos ateus mais influentes do mundo. Com certeza é o mais famoso. Toda vez que ele diz algo importante, acaba noticiado pela impressa de todo o mundo.

Em agosto ele surpreendeu seus seguidores no Twitter ao declarar: “Todos os muçulmanos do mundo têm menos prêmios Nobel que o Trinity College, em Cambridge. Esquecem que eles fizeram grandes coisas na Idade Média”. Um elogio aos muçulmanos?

Semana passada ele confessou em uma e entrevista ter sofrido nos anos de 1950 “uma leve pedofilia”. Porém, fez uma ressalva: “isso não causou nenhum dano duradouro. Não pode ser condenada pelos mesmos padrões que eu ou qualquer um usaria hoje”. Choveram críticas. Ele veio a público esclarecer que de modo algum apoia o crime de pedofilia.

Na edição da revista inglesa “The Spectator” que chegou às bancas esta semana, mais uma revelação surpreendente: “Tenho um certo amor pela igreja anglicana”. Mas ele não defendia a extinção de todas as religiões e, consequentemente, de seus templos?

Aos 71 anos, Dawkins está lançando este mês sua uma autobiografia, “An Appetite for Wonder: the Making of a Scientist” [Fome pela descoberta: como se forma um cientista]. Ao preparar seu livro de memórias ele parece especialmente interessado em esclarecer muitas coisas. Recentemente, ele parou de ensinar na Universidade de Oxford, uma das mais influentes da Europa. Com isso, tem dedicado mais tempo para pensar, entre outras coisas, em seu mais antigo adversário: Deus.

Em seu novo livro, Dawkins conta quando se descobriu ateu. Quando adolescente, ainda estudando na tradicional escola Oundle, ajudou a liderar uma pequena insurgência. Ele e outros alunos recusaram-se a ajoelhar na capela durante um culto. O diretor da escola o repreendeu. “Quando ele questionou minha rebelião contra o cristianismo, aquilo foi uma revelação”, conta.

A Igreja da Inglaterra (Anglicana) ainda é a religião oficial do Reino Unido. Perguntado sobre isso, o biólogo vai mais fundo. ”Eu tenho certa gratidão pela tradição anglicana, por sua tolerância benigna. Suspeito que muitos que professam o anglicanismo provavelmente não acreditam em nada disso… mas acho que eu sou um cristão anglicano cultural e vejo a igreja do país… com um certo amor”. Instigado, o repórter questiona ele se sentiria falta se as igrejas deixassem de existir. ”Sim, talvez”, admite.

Mas rapidamente esclarece: “Eu sentiria falta da mesma maneira que sentiria falta do jogo de críquete inglês… Eu sentiria falta como uma perda estética, por causa dos sinos da igreja, esse tipo de coisa… Eu certamente nunca faria o que alguns dos meus colegas americanos fazem ao opor-se aos símbolos religiosos, como cruzes na praça pública e coisas assim, eu não me preocupo com nada disso, estou até muito feliz por isso… Acho importante preservar essa tradição anglicana, especialmente quando vemos tanta competição”.

Por fim, elabora “Sou completamente a favor de educar as pessoas neste país na Bíblia”.

“Também acredita que os alunos deveriam aprender sobre o Alcorão e todos os outros livros religiosos?”, questiona a The Spectator.

“Acho que não… meu ponto de vista é literário – uma vez que neste país, em geral ninguém estuda literatura árabe – é o suficiente que eles devem conhecer a Bíblia King James tanto quanto precisam conhecer Shakespeare. Você nunca poderá estudar a História da Europa se não entender a hostilidade permanente entre católicos e protestantes. Suponho que precisamos conhecê-la por causa da história”.

No final da entrevista ele foi questionado se não teme que seus admiradores mais fervorosos fiquem contrariados com essas declarações. “Espero que isso não seja verdade. Eu odiaria que alguém tomasse o que eu digo como uma espécie de regra sobre como ele deveria se comportar. Quero que as pessoas escutem os argumentos e julguem por si mesmas. Esse sempre foi o meu objetivo”.

16/09/2013

Extremistas muçulmanos recebem 98 reais por cada cristão morto


Extremistas muçulmanos recebem 98 reais por cada cristão mortoQuanto vale a vida de um cristão? Na Nigéria, muçulmanos pagam aos membros do Boko Haram, em média, 7. 000 nairas por cada cristão morto. Quantia que equivale a 98 reais no câmbio atual.

O grupo cristão Jubilee Campaign têm feito graves denúncias sobre isso ao governo nigeriano, Mas o próprio presidente admitiu que não consegue controlar o exército do Boko Haram, o qual é sustentado e equipado pela Al-Qaeda. Seu desejo manifesto é estabelecer um Estado Islâmico, governado pela sharia, em um país onde quase 50% da população professa a fé cristã. A região norte hoje é quase totalmente controlada pelos extremistas e onde ocorre a maioria dos assassinatos e ataques a igrejas.

Embora recentemente a atenção da mídia esteja voltada para o massacre de cristãos na Síria, os números são imprecisos.

A rede de TV muçulmana Al Jazeera entrevistou recentemente Ibrahim Mohammed, um soldado do Boko Haram que está preso. Ele foi enfático: “Nós escolhemos pegar em armas contra as pessoas que não querem a sharia. Deus me pediu que lutássemos [contra elas]”. O repórter questionou sobre os outros muçulmanos e as crianças que acabaram mortas durante os ataques. “Quem morre sendo inocente, não tem com o que se preocupar. Além disso, nós somos perdoados por Deus, pois é uma guerra santa [jihad]“.

Massimo Introvigne, coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália chamou atenção do mundo para essa situação no final do ano passado. “Estima-se que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso. Ou seja, um morto a cada 5 minutos”, disse.

Professor de sociologia e pesquisador do Vaticano, Introvigne explica que são tanto evangélicos, quanto católicos, ortodoxos e coptas. Para ele, as áreas de maior risco são as que possuem grupos muçulmanos jihadistas, que desejam implantar as leis islâmicas. “As zonas de risco são muitas, mas podemos identificar basicamente três países onde é consequência do fundamentalismo islâmico: Nigéria, Somália, Mali”, disse.

O direito de praticar livremente a própria religião é um dos direitos fundamentais, reconhecido no artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Reconhecidamente é impossível uma estimativa precisa do martírio. Contudo, a ONG World Watch Monitor, que luta pelos direitos humanos, afirma que metade das pessoas mortas por motivos religiosos este ano viviam na Nigéria.

Com informações de Jubile e Campaign, Christianity Today e AINA

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