Archive for novembro 3rd, 2014

03/11/2014

Grupo cristão enviará 90 toneladas de suprimentos para ajudar famílias do Iraque e da Síria


nao temasOs recursos servirão para contribuir com refugiados que deixaram toda sua vida para trás.

Dedicado ao resgate de necessitados, o órgão cristão Samaritan’s Purse (Bolsa dos Samaritanos, em tradução livre) fará o transporte aéreo de cerca de 90 toneladas de suprimentos para colaborar com famílias iraquianas e sírias, que fugiram de ações terroristas do grupo Estado Islâmico.

Segundo comunicado do órgão cristão, os pacotes de emergência tem a intenção de oferecer bens de subsistência mais urgentes para aqueles que abandonaram suas residências, deixando tudo para trás e ficando apenas com a roupa do corpo.

A preocupação se intensifica neste momento em função da época de frio, que começa a aparecer no Hemisfério Norte. “Agora que o inverno está chegando na região, faz com que a situação se torne ainda pior para estas famílias”, relata o grupo.

Para ajudar, os recursos reunirão agasalhos e meias quentes, principalmente para manter as crianças aquecidas, junto de cobertores, sacos de dormir e outros produtos para conseguirem se abrigar com conforto.

O trabalho faz parte de uma força conjunta de vários grupos humanitários que tentam oferecer assistência social aos civis, já que o Estado Islâmico prossegue fortemente com seus ataques contra cristãos e outras minorias religiosas.

Boa parte dos órgãos filantrópicos revela que há uma preocupação muito superficial por parte das autoridades internacionais, deixando o terror se sobrepor diante das minorias, o que motiva o dobro de atenção e esforços, conforme destacado pelo grupo cristão Portas Abertas.

Para reaver a paz nas áreas de conflito, os Estados Unidos lideram uma ampla coalizão de países para combater o Estado Islâmico, lançando ataques aéreos contra alvos terroristas e tentando deter seu avanço. Entretanto, relatórios confirmam que o grupo extremista segue ganhando território.

Enquanto isso, o Samaritan’s Purse pretende continuar contribuindo. O grupo executa vários programas de ajuda em diferentes países, inclusive da África Ocidental, alarmada com uma epidemia do ebola.

Fonte: The Christian Post

03/11/2014

Pesquisa revela que evangélicos não conhecem doutrinas básicas do cristianismo


Biblia abertaA pesquisa mostrou que muitos evangélicos americanos têm opiniões “heterodoxas” sobre a Trindade, a salvação, e outras doutrinas.

A mais recente pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas LifeWay é intitulada “Americanos acreditam no céu, inferno e em algumas heresias”. Encomendada pela Ligonier Ministries e publicada ontem (28), recebeu destaque em vários sites de conteúdo evangélico.

O material revela que muitos evangélicos americanos têm opiniões “heterodoxas” sobre a Trindade, a salvação, e outras doutrinas. Segundo os padrões dos conselhos mais importantes da Igreja primitiva, essas posturas seriam consideradas heréticas.

Os pesquisadores fizeram 43 perguntas sobre fé, abordando temas como pecado, salvação, Bíblia e vida após a morte. A pesquisa feita com 3 mil pessoas tem uma margem de erro de 1,8% e seu nível de confiança é de 95%.
As principais conclusões do estudo são que embora a imensa maioria – 90% dos evangélicos e 75% dos católicos – acredite que o céu é um lugar real, cerca de 19% dos evangélicos (67% dos católicos) acreditam que existem outros caminhos para chegar lá que não seja através da fé em Jesus.

Por outro lado, 55% dos evangélicos dizem que o inferno é um lugar real, contra 66% dos católicos. Na média, os americanos não parecem muito preocupados com o pecado ou em irem para o inferno depois de morrer. Dois terços (67%) dizem que a maioria das pessoas são basicamente boas, apesar de todos os seus pecados. Apenas 18% acredita que até mesmo pequenos pecados podem resultar em condenação eterna, enquanto pouco mais da metade (55%) dizem que Deus tem “um lado irado”.

A importância desse tipo de levantamento é a grande influência que a igreja americana tem sobre a maioria das igrejas do mundo ocidental. Segundo Stephen Nichols, diretor acadêmico da Ligonier, os dados mostram “um nível significativo de confusão teológica”. Muitos evangélicos não têm visões em harmonia com a Bíblia sobre Deus ou os seres humanos, especialmente em questões de salvação e do Espírito Santo, acrescentou.

Alguns pontos têm variação expressiva dependendo da tradição teológica a que a pessoa entrevistada pertence. Porém, em algumas questões os resultados surpreendem. Em alguns casos, o problema parece ser mais a falta de informação.
Menos da metade (48%) acredita que a Bíblia é a Palavra de Deus, sendo que 50% dos evangélicos e 49% dos católicos dizem que ela é “útil, mas não uma verdade literal”.

Ao mesmo tempo, por exemplo, apenas 6% dos evangélicos acham que o “Livro de Mórmon” é uma revelação de Deus, enquanto outros 18% “não tem certeza e acham que pode ser”. Possivelmente desconhecem que os mórmons são uma seita e que, para eles, Jesus e o Diabo são irmãos, filhos do Deus-pai, que vive em outro planeta.

Perguntados sobre a natureza de Jesus, um terço (31%) disse que Deus, o Pai é mais divino do que Jesus, enquanto 9% não tinham certeza. Além disso, 27% dizem que Jesus foi a primeira criação de Deus, e outros 11% não tinham certeza.

No segundo e terceiro século, proeminentes teólogos e líderes da igreja debateram por muito tempo sobre a natureza. O concílio ecumênico da Igreja em Nicéia, no ano 325, e o concílio ecumênico de Constantinopla, em 381 declararam sua rejeição a qualquer ensinamento que defendia que Jesus não era um com o pai, da mesma substância. Logo, tratar Jesus como um ser criado e menor que Deus-Pai não é um ensinamento cristão, embora permaneça sendo ensinado por seitas como os mórmons e os Testemunhas de Jeová.

Na mesma época, concílios ecumêmicos também esclareceram que a Trindade era composta por Pai, Filho e Espírito Santo, sem diferença de essência ou hierarquia entre eles. Quando questionados sobre a pessoa do Espírito Santo, os evangélicos de 2014 revelam posturas ainda problemáticas. Mais da metade (58%) disse que o Espírito Santo é uma força, não uma pessoa. Enquando 7% disse não ter certeza. Sobre o Espírito Santo ser menos divino do que Deus Pai e Jesus, 18% concordaram e o mesmo percentual respondeu “não sei”. Já dois terços dos católicos (75%) responderam acreditar que o Espírito Santo é apenas uma “força divina”.

A natureza humana e a salvação são outras áreas que mostram confusão nas respostas. Dois em cada três evangélicos (71%) dizem que uma pessoa será salva se buscar a Deus primeiro, e depois Deus responde com sua graça. Uma percentagem semelhante (67%) disse que as pessoas têm a capacidade de se converter a Deus apenas por sua própria iniciativa. Ao mesmo tempo, mais da metade (56%) disse que as pessoas têm de contribuir para a sua própria salvação.

Essa parece ser a questão que ainda suscita mais debate. A tradição mais comum entre católicos romanos, ortodoxos e aguns ramos protestantes defende que os seres humanos cooperam com a graça de Deus na salvação. O ensinamento cristão histórico em todos os ramos é que qualquer ação por parte do homem será apenas uma resposta à obra do Espírito de Deus.

Ao serem perguntados sobre a igreja local, 52% acreditam que não há necessidade de pertenceram a uma igreja, pois buscar a Deus sozinho tem o mesmo valor que a adoração comunitária. Ao mesmo tempo, 56% disseram crer que o sermão do pastor não tem “qualquer autoridade” sobre eles. Quarenta e cinco por cento dos entrevistados acredita que tem o direito de interpretar as Escrituras como quiserem.

Teólogos comentam

A revista Christianity Today consultou teólogos sobre os resultados da pesquisa. Para Nichols, a Ligonier apenas está verificando o que muitos pastores já sabem: as pessoas não conhecem sua fé a fundo.

Timothy Larsen, professor do pensamento cristão no Wheaton College, afirma que isso só poderá ser revertido com mais discipulado bíblico. John Stackhouse, professor de teologia no Regent College, em Vancouver, é enfático: “Um sermão no domingo e um estudo bíblico simples durante a semana não é suficiente para informar e transformar a mente das pessoas para seguirem a teologia cristã ortodoxa.”

Ele acredita que é preciso mais empenho dos que pregam para deixar claro o que a Bíblia ensina sobre essas questões-chaves. Opinião parecida tem Beth Felker Jones, professora de Teologia no Wheaton College: “Os líderes da Igreja precisam ser capazes de ensinar a verdade da fé com clareza e precisão, e nós precisamos ser capazes de mostrar às pessoas por que isso é importante para as nossas vidas.”

Howard Snyder, ex-professor de em vários seminários conhecidos, enfatiza que a doutrina da Trindade não é um “conceito teológico abstrato, mas uma verdade cristã fundamental que nos informa sobre o Deus que adoramos, que somos como seres humanos, e toda a criação”.

Na análise do diretor da LifeWay, Ed Stetzer, o evangélico médio “gosta de acreditar em um tipo de Deus quase cristão, com doutrinas incompletas”.

Fonte: Gospel Prime

03/11/2014

Aline Barros lança app da Bíblia para crianças


App pr Biblia Infantil

App pr Biblia Infantil

A cantora Aline Barros lançou um aplicativo para tablets e smartphones com uma versão da Bíblia infantil. O app “Bíblia AB” pode ser baixado em aparelhos com Android e IOS e tem as crianças como público alvo.

A ideia de criar um aplicativo surgiu quando a cantora percebeu como seus filhos, Nicolas e Maria Catherine, brincavam no celular. “Pensei que seria um jeito interessante de introduzir a Bíblia para as crianças”, disse ela.

O primeiro capítulo da Bíblia fala sobre a criação contando a história através de desenhos, cores e muita interatividade. É a própria Aline Barros quem narra as histórias bíblicas para as crianças.

O aplicativo custa R$ 4,88 e toda a renda arrecadada será revertida para a produção de eventos infantis do ministério “Aline Barros e Cia”, eventos que são realizados por todo o Brasil para evangelizar as crianças e suas famílias. A Bíblia AB está disponível para Android (http://goo.gl/oeyBbk) e iOS (http://goo.gl/9kZ3Ps)

03/11/2014


talles robertoThalles Roberto surgiu como cantor gospel. Mas restringir o trabalho do artista a um nicho seria injusto. Embora algumas de suas letras tenham temática religiosas, o som de Thalles não é só gospel e bebe em fontes como funk, rock e o soul brasileiro da década de 70, como pode ser conferido em seu mais recente CD, IDE.

— Sou evangélico, levo trechos da bíblia para minhas letras, mas não concordo em ser chamado de cantor religioso. Minha música não é restrita para um público apenas. Quero atingir o maior número de pessoas possível.

Com essa ideologia, Thalles tem obtido sucesso no exterior. Nos últimos anos, ele deixou de ser conhecido apenas por aqui, para ganhar destaque também na américa latina e nos Estados Unidos. Essa exposição garantiu ao cantor um contrato com a Motown, clássico selo de música negra americana que revelou gente como Marvin Gaye, Stevie Wonder e Michael Jackson. O feito é relevante, já que ele é o primeiro músico brasileiro a conseguir essa façanha.

— Vou lançar primeiro um EP e depois um disco com músicas em espanhol e inglês por esse selo. Ao ser contratado pela Motown, vi reconhecido meu esforço em resgatar a sonoridade soul e funk.

Nessa nova fase, Thalles pretende variar cada vez mais os espaços em que se apresenta. A fase de tocar apenas em igrejas e espaços religiosos ficou para trás. O cantor é requisitado para feiras agropecuárias, aniversários de cidades e shows em casas noturnas voltadas ao público secular.

— Minha mensagem é pensada para ajudar todos [quem está na igreja, no terreiro ou embaixo da ponte]. Se a pessoa quer melhorar, é com ela que estou falando. Canto a palavra de um Deus que é de todos, não só dos evangélicos. Deus não tem dono.

Nesses espaços não religiosos, Thalles precisa presenciar fãs consumindo bebidas ou fumando. Ex-viciado em drogas e alcool, o cantor diz que não se incomoda com a situação e que o desafio dele é fazer com que as pessoas mudem de postura ao aceitar suas letras e testemunhos.

— Sempre fui muito claro sobre minha relação com as drogas. Nunca escondi nada. Já contei em livro como cheguei ao fundo do poço. Mas não me arrependo de nada e nem julgo as pessoas. Minha música é feita para ajudar quem quer se libertar dos vícios e do mal. Cada um que interprete e utilize a mensagem como quiser.

Informação r7.com

03/11/2014

Novas traduções da Bíblia impactam 15 milhões de pessoas


biblias1Os esforços empreendidos pelas Sociedades Bíblicas Unidas (SBU) de tornar a Bíblia acessível a um número cada vez maior de pessoas podem ser medidos pelos resultados do Relatório Mundial de Tradução de Escrituras de 2013, que acaba de ser concluído.

A entidade, em parceria com outras organizações, contribuiu para a finalização da tradução do texto bíblico em 18 línguas, com potencial para impactar mais de 15 milhões de pessoas. Para dez línguas, foi a primeira tradução: sete passaram a contar com a Bíblia completa, outra com um Novo Testamento e as demais com partes do texto bíblico. As outras oito línguas receberam novas traduções ou revisões para ajudar a comunicar a Palavra de Deus de um modo que seja mais facilmente compreendida.

Esses dados, que confirmam as Escrituras Sagradas como o livro mais lido, traduzido e distribuído de todos os tempos, também justificam as celebrações que acontecerão no segundo domingo de dezembro – que este ano será no dia 14 –, quando se comemora o Dia da Bíblia. Igrejas de todo o Brasil são convidadas a promover manifestações que exaltem a Palavra de Deus, tendo como tema A Bíblia e a Família: Crianças e Idosos. Material de apoio e sugestões de como comemorar a data estão disponíveis no hot site www.diadabiblia.org.br.

O Relatório Mundial de Tradução de Escrituras, publicado pelas SBU, contempla o trabalho realizado pelas Sociedades Bíblicas de todos os países, bem como outras organizações dedicadas à tradução bíblica, em parceria com instituições missionárias e tradutores para produzir, a cada ano, Escrituras em idiomas de todos os continentes. Dessa forma, cumprem a missão de ampliar cada vez mais o acesso ao texto bíblico.

Entre as 18 línguas contempladas com novas traduções em 2013, estão a Toba, falada na Argentina por 25.000 pessoas, a Krio, com aproximadamente 495.000 falantes, em Serra Leoa, e a Mandinga, com 1.346.000, na Gâmbia. Todas elas receberam a Bíblia completa. Outros destaques ficam por conta da língua Mongol, falada por 6.500.000 chineses, que recebeu um Novo Testamento, e a Altai, falada na Rússia, por 75.000 pessoas, com o livro de Gênesis.

O relatório é feito a partir de informações coletadas pelo Museu da Bíblia da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Até 31 de dezembro de 2013, foram registradas publicações do texto bíblico em 2.551 línguas diferentes: 1.257 Novos Testamentos, 803 contendo partes da Bíblia e 491 Bíblias completas.

De acordo com o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB e responsável pela elaboração do documento, Erní Seibert, o número de Bíblias completas está crescendo e a tecnologia digital está ajudando a acelerar tanto a velocidade da tradução como o acesso às Escrituras. “Há, agora, mais de 500 línguas com a Bíblia completa e perto de 1.300 com o Novo Testamento. Mas as Escrituras ainda não estão traduzidas para mais de 4 mil línguas, o que significa que há muito trabalho a ser feito”, ele destaca.

O Relatório de Traduções de Escrituras detalha o acervo da Biblioteca da Bíblia, mantida em São Paulo pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Traduções que foram completadas, mas não enviadas para a biblioteca não aparecem nas informações do documento. A biblioteca contém traduções enviadas por Sociedades Bíblicas e outras agências bíblicas.

“Estamos felizes que a Biblioteca da Bíblia tenha recebido em 2013 novas traduções das Escrituras para dez línguas. Oramos para que estas publicações da Palavra de Deus tenham um impacto duradouro na vida das pessoas. Nossa missão é preservar um acervo o mais completo possível deste livro de grande importância para a humanidade porque ele tem o poder de transformar a vida das pessoas que com ele tomam contato”, afirma Seibert.

Informação Gospel Prime

03/11/2014

Teólogo critica silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos


Portas Abertas agradecimentos

Silencio dos Cristãos

Acredita-se que mais de cem milhões de cristãos enfrentam perseguições diariamente em todo o mundo por causa da sua fé em Jesus Cristo. Todos os anos, igrejas se reúnem para lembrar disso em novembro. Promovido pela Aliança Evangélica Mundial (AEM), o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida ocorrerá neste domingo (2), embora alguns países optaram por lembrar da data no dia 9.

“Apelamos aos cristãos de todo o mundo que apoiem os irmãos perseguidos, orando por eles e ajudando-os no que for possível, tal como ensina a Escritura”, pede Godfrey Yogarajah, diretor executivo da Comissão para a Liberdade Religiosa da AEM.

Nos últimos meses, o mundo vem testemunhando milhares de cristãos no Iraque e na Síria serem perseguidos e mortos. Muitos foram crucificados ou decapitados. Os que sobreviveram foram obrigados a fugir. Mas a perseguição não se restringe ao Oriente Médio. Em pelo menos 80 nações há registros de algum tipo de perseguição.

O tema deste ano é “Não Fique em Silêncio”.  O Dr. Geoff Tunnicliffe, secretário-geral da AEM lembra que é importante todos se unirem no clamor “Pois, se um membro sofre, todos os outros sofrem, 1 Coríntios 12:26.”

A organização do evento acredita que mais de meio milhão de igrejas se juntarão para intercessão no dia Internacional de oração pela Igreja Perseguida. No início de 2014 foi divulgado uma triste estatística: o número de cristãos mortos por causa de sua fé dobrou em 2013, se comparado com o ano anterior.

A expectativa é que os números deste ano sejam maiores ainda.  Os grupos muçulmanos radicais são as principais fontes de martírio em pelo menos metade dos países com registros de perseguição.

Teólogo critica silêncio

Mesmo com essa iniciativa, o encontro “Em Defesa dos Cristãos”, realizado recentemente foi marcado por declarações fortes sobre a atitude da maioria das igrejas. Eric Metaxas, teólogo e escritor, criticou o silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos no Oriente Médio. Ele comparou a atitude da maior parte das lideranças cristãs com o silêncio dos cristãos no tempo da Alemanha nazista.

Metaxas escreveu uma biografia de Dietrich Bonhoeffer, influente pastor e teólogo que sempre criticou a perseguição aos judeus e morreu nas mãos dos nazistas. Eric lembrou uma frase de Bonhoeffer: “O silêncio diante do mal é o próprio mal”.

“Se você não falar nada quando há perseguição aos cristãos… se você se cala, está fazendo parte desse mal. Quando os cristãos mantêm suas bocas fechadas, como temos feito normalmente enquanto ocorre essa terrível perseguição no mundo todo, Deus não nos vê como inocentes”, enfatizou. Com informações Christian Post e World EA

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