Archive for novembro 4th, 2014

04/11/2014

Família acusa missionário de igreja de abusar de menina de 12 anos


PedofiliaO abuso foi confirmado há cerca de duas semanas com exames de conjunção carnal, no Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba.

Uma família que mora no bairro Boqueirão, em Curitiba, acusa o missionário de uma igreja* de ter abusado da filha de 12 anos.

O acusado tem 60 anos, está foragido e foi demitido da igreja após o escândalo. A família suspeita que os abusos aconteciam desde a chegada dele na região, há quatro anos.

O pai procurou a Rádio Banda B para denunciar o caso e pedir ajuda na prisão no suspeito. “Ele era da igreja, vinha dentro da nossa casa, fazia o que queria com ela e ia embora. A gente confiava nele, isso me deixa muito revoltado. Estou perdido, não sei o que fazer”, desabafa o pai. Segundo a família, o missionário passou a visitar a casa deles todos os dias. Com o passar dos meses, passou a levar a garota para passear. “Ele dava chocolate, presentes, pagava as coisas para ela, mas a gente pensava que ele era um homem bom, da igreja, um senhor de 60 anos”, descreveu.

No entanto, em um desses passeios, recentes, a garota chegou sangrando em casa. “Pensei que era a menstruação dela, que tinha ficado mocinha. Ficamos em alerta quando o pastor chamou a minha mulher para conversar sobre um homem que estaria abusando das meninas. Foi aí que eu fiquei com a pulga atrás da orelha”, contou.

Há duas semanas o pai procurou 7º Distrito Policial, que indicou o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria). A garota foi submetida ao exame de conjunção carnal, que confirmou o abuso. Para a família, a menina contou que o homem ameaçava matar a mãe caso contasse a alguém.

Investigação

A reportagem da Banda B entrou em contato com o Nucria, no entanto, foi informada que a delegacia não vai se manifestar para não prejudicar as investigações.

O nome da igreja não foi divulgado para preservar a identidade da adolescente.

Fonte: TN online

04/11/2014

Campanha quer levantar US$25 mi para ajudar refugiados cristãos


acampamentoAndando pelas ruas de Irbil, no Curdistão iraquiano, Johnnie Moore ficou impressionado com o que viu. “Os cristãos estavam por toda parte: nas ruas, em prédios abandonados, em barracas de lona que não são à prova de água”, disse o ex-capelão da Liberty University que voltou aterrorizado de sua viagem.

Moore trabalha como chefe de equipe para Mark Burnett e Roma Downey, atores cristãos famosos por produzirem a série “A Bíblia” e o longa “O Filho de Deus”. Eles estão decididos a levantar 25 milhões de dólares para ajudar cristãos iraquianos e sírios (assim como outras minorias) que estão refugiados por causa dos ataques do Estado Islâmico na região.

O casal doou o primeiro 1 milhão e conta com o apoio dos cristãos sensibilizados com a situação de seus irmãos no Oriente Médio. Segundo a ONU, 800 mil pessoas precisam urgentemente de abrigo e 2,8 milhões necessitam urgentemente de alimentos.

“As situação é muito urgente. Temos de agir rapidamente”, explica Moore. “O inverno está chegando. As chuvas iniciaram esta semana. Em breve chegará a neve”.

Eles estão trabalhando em parceria com o Instituto de Engajamento Global (IGE), organização acostumada a lidar com questões internacionais de liberdade religiosa.

O diretor do IGE Chris Seiple escreveu “Podemos ver o fim da presença de cristãos na região que é o berço do cristianismo”. Ele explica que estão recebendo mais apoio no momento de um muçulmano que dos pastores evangélicos. O rei Abdullah II da Jordânia reconheceu que “manter os cristãos na região é parte integrante da identidade do Oriente Médio”, e está cooperando com o IGE, assim como os líderes das igrejas orientais históricas da região.

A primeira fase da parceria IGE e do casal Burnett-Downey chama-se “Resgate, Restauração e Retorno”. Seu plano consiste em 1) identificar as comunidades cristãs iraquianas e sírias com maiores necessidades; 2) Enviar dinheiro para a compra de abrigos impermeáveis para ajudá-los a enfrentar o inverno; 3) Fornecer dinheiro para compra de alimentos.

A missão Portas Abertas do Brasil está fazendo uma coleta no mesmo sentido no endereço doe.portasabertas.org.br.  O movimento Nassarah faz uma campanha de intercessão permanente pelos cristãos do Oriente Médio e divulga informações sobre o assunto. A organização católica Aleteia organizou uma petição online para reunir 500 mil assinaturas, que será encaminhada para a ONU.

Burnett e Downey explicam que defendem a liberdade religiosa e embora sua iniciativa tenham como foco a situação dos cristãos, poderão ajudar os yazidi e os muçulmanos que se negaram a apoiar o EI e por isso também foram perseguidos.

Eles fizeram uso da internet para denunciar os graves problemas relacionados à saúde e saneamento básico dos refugiados. Sempre chamou atenção o fato que, apesar de tudo, os cristãos continuam firmes. A maioria usa tinta spray para desenhar o mesmo “n” – que marca propriedade dos Nasrani (Nazarenos, em árabe)- que os milicianos do EI pintam na casa de cristãos.

Nas redes sociais já existe uma tentativa de mobilização para dar visibilidade às vítimas do EI. A hashtag #WeareN [#NósSomosN] vem sendo usada para marcar postagens sobre o conflito e as mortes provocadas pelos militantes do Estado Islâmico, que defendem a volta do califado e o fim de Israel.

Essa campanha virtual de solidariedade inclui evangélicos, católicos e ortodoxos, pois o termo “nazareno” diz respeito a Jesus, o centro do cristianismo. Essa forma de humilhação religiosa já ocorreu outras vezes na história. Um exemplo conhecido é a estrela de Davi com a inscrição “JUDE” usada pelos nazistas para “marcar” os judeus durante a ascensão do regime de Hitler na Europa. Estrelas amarelas eram costuradas nas roupas e pintadas nas casas para identificá-los. Com informações de Christianity Today

04/11/2014

Mais 4 juízes pedem demissão por não aceitarem fazer casamento gay


JustiçaQuando o Estado da Carolina do Norte aprovou no mês passado uma lei que legaliza o casamento gay, o anúncio foi criticado por muitos. Logo nos primeiros dias, o juiz Gilbert Breedlove, 57 anos, que também é pastor evangélico, renunciou ao cargo.

Ele trabalhou por 24 anos como juiz para o Condado de Swain. Entre suas funções de juiz ele realizava casamentos no fórum. Como a união de pessoas do mesmo sexo vai contra sua fé, decidiu abandonar a função. Breedlove avisou que seu desejo era deixar um exemplo que pudesse incentivar outros magistrados a se posicionar.

No dia seguinte, John Kallam Jr., juiz do condado de Rockingham, também apresentou sua renúncia, citando que isso era contra sua fé. Kallam afirma que fazer casamentos homossexuais seria “profanar a santa instituição estabelecida por Deus”.

Agora, mais 4 juízes estão renunciando a seus cargos citando a fé cristã como o principal motivo para suas decisões. Os juízes são: Bill Stevenson, do condado de Gaston; Tommy Holand, do condado de Graham; Gayle Myrick, do condado de Union e Jeff Powell, do condado de Jackson.

“Era algo que eu tinha que fazer por causa da minha consciência. Eu senti que realizar uniões legais de pessoas do mesmo sexo seria uma violação dos mandamentos do Senhor e eu não podia fazer isso”, declarou Stevenson à rede WCNC-TV . “O ensinamento bíblico diz do que adianta um homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma? Por isso, resolvi parar”.

Num tom similar, o juiz Myrick ressaltou que o casamento deve ser apenas entre um homem e uma mulher. “Para eu fazer o que o Estado me obrigaria a fazer, sob as penas da lei, precisaria ir contra as minhas convicções. Eu simplesmente não estava disposto a fazer isso. Quero honrar o que a Palavra diz.”

O juiz Powell, que também é pastor da Igreja Wesleyana de Tuckasegee, confirmou que estava deixando o cargo por causa da questão do casamento gay, mas se recusou a dar entrevistas.

Embora sejam apenas seis dentre os 670 magistrados que trabalham para o Estado da Carolina do Norte, há notícias de outros juízes cristãos que embora não tenham se demitido, avisaram que não irão realizar os casamentos do mesmo sexo. De acordo com a nova lei, isso poderia levar à sua demissão.

O senador Phil Berger, juntamente com 27 outros senadores republicanos, pediu ao Escritório Administrativo da Carolina do Norte que proteja o direito dos funcionários do Estado que se recusam a realizar casamentos homossexuais por causa de suas crenças religiosas. Até o momento, não foi divulgada uma resposta oficial. Com informações de Christian Post

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