Archive for junho, 2015

27/06/2015

Mudança no cenário político pode ameaçar cristãos na Malásia


25_Malaysia_2014_03801002951O que muitos observadores predisseram há um tempo tem agora acontecido na Malásia: as partes colaboradoras da oposição finalmente decidiram se separar na introdução da lei penal islâmica, a hudud, em um estado federal.
Daniel, analista de perseguição da Portas Abertas, relatou: “A oposição estava unida por um principal motivo – derrotar o partido governista UMNO – Organização Unida Nacional dos Malaios, no poder desde 1957. Mas essa união prova ser fraca como testemunhado nas eleições internas do principal partido islâmico de oposição PAS – Partido Islâmico da Malásia, expulsando praticamente todos os progressistas da liderança do partido. Isso torna a aprovação da hudud mais fácil. Causou a separação com o líder chinês da DAP – Ação Democrática. Embora PAS e DAP continuem a governar juntos o importante estado federal de Selangor, a separação é significativa.”

Daniel prossegue: “Ao defender a introdução prevista da hudud, um membro da PAS não-muçulmano (um hindu de origem indiana) disse que a lei beneficiaria a todos. Ele se referiu a “países pacíficos da Arábia Saudita e Brunei”. Tudo isso mostra o quanto o islâmico UMNO e o mais radical islâmico PAS podem se tornar mais próximos. Embora não seja tão provável em um futuro próximo, uma fusão dos dois consolidaria não apenas a dominação malaia, mas também o conservadorismo islâmico. Isso traria más notícias para minorias étnicas e religiosas, incluindo os cristãos.

Fonte: Missão Portas Abertas

27/06/2015

Teoria de Gênero, desconstrução cultural e ditadura gay


xgender-symbols-Nos últimos dias deputados de todos os Estados do Brasil discutiram o Plano Estadual de Educação, que estabelece metas para a melhoria da educação pública no país. A intenção do Governo seria de planejar uma forma de colaboração entre os sistemas de ensino. O prazo para a entrega dos Planos Estaduais terminou nesta quarta-feira (24).

Esses planos traçam diretrizes para o ensino nos próximos dez anos e incluíam, em muitos Estados, temas polêmicos, como a identidade de gênero, diversidade e orientação sexual.  As supostas metas de combate à “discriminação racial, de orientação sexual ou à identidade de gênero” é na verdade um imbróglio.

A verdadeira intenção dos parlamentares de esquerda que pretendiam incluir no sistema educacional metas supostamente de relevância social, na verdade era de implantar programas de formação sobre gênero, diversidade e orientação sexual. Ou seja, pretendia incluir no ensino público aulas sobre homossexualidade.

Já escrevi sobre este tema em outra ocasião, quando me referi à desconstrução da família através da Teoria Queer, popularmente conhecida como Teoria de Gênero. Nos últimos anos temos acompanhado a implantação desta teoria no mundo – e chegou à vez do Brasil.

Vale lembrar que a Teoria de Gênero é uma hipótese segundo a qual não se admite a concepção de que a identidade sexual do individuo é fruto de sua genética física, do sexo que o indivíduo nasceu, mas sim do ambiente sociocultural.

Na hipótese construída através desta teoria o sexo biológico não tem nenhuma importância e seu comportamento feminino ou masculino se impõe pela cultura social, pelo ensino dos pais que estabelecem um comportamento de masculino para o menino e feminino para a menina – o que é natural.

De acordo com a Teoria de Gênero nossa orientação sexual é livre das supostas imposições sociais, podendo ter formas diversas, assim como teria a possibilidade de alterar-se ao longo dos anos. Essa hipótese admite que se um menino sentir-se menina deve ser tratado como menina ou e vice-versa.

Essas expressões aplicadas ao Plano Estadual de Educação deturparia a cultura e os conceitos que estabelecem a relação entre homem e mulher, destruindo o modelo de família milenar, que é a base da sociedade durante milênios.

De acordo com a teoria, os aspectos físicos que caracterizam e distinguem homem e mulher, desde o instante da concepção, não devem ser parte do processo de construção nos papéis sociais, mas deveria ser alicerçado na orientação sexual individual.

Alguns aspectos teóricos tem sido implantados por políticos e ativistas através de leis, produção cultural, filmes, novelas, etc. O decreto Presidencial 7.037, de 21 de dezembro de 2009, é um exemplo, pois estabelece dentro do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH), na seção de Ações Programáticas, no Objetivo Estratégico 5, a desconstrução da família.

No decreto aparece a seguinte orientação:

“Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, com base na desconstrução da heteronormatividade.”

O termo “heteronormatividade” foi criado por Michael Warner em 1991, um dos idealizadores da teoria queere e tem sido usado para descrever situações nas quais papéis sexuais estariam sendo impostos pela sociedade, marginalizando o comportamento homossexual por se diferenciar do heterossexual.

Essa desconstrução cultural inclui o ensino público, que deve doutrinar sobre o comportamento homossexual nas escolas. Por exemplo, no caso do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays Travestis e Transexuais que decidiu publicar no Diário Oficial da União a resolução que estabelece o uso dos banheiros conforme identidade de gênero.

Ou seja, nas escolas e universidades públicas e privadas do Brasil meninos poderão usar banheiros de meninas e meninas poderão usar banheiro de meninos. A medida já tem sido observada para a criação de leis que obrigue shopping, rodoviárias e aeroportos a usarem o mesmo critério.

Por fim, quero lembrar que o julgamento sobre Sodoma e Gomorra no capítulo 19 de Gênesis foi resultado de uma mudança cultural, onde tudo que era abominável passou a ser visto como “normal”, como consequência as cidades foram destruídas exatamente por causa da perversão.

Fonte: GospelPrime

27/06/2015

Papa pede perdão a denominação evangélica por séculos de perseguição


xpapa-na-igreja-valdense-277x200A visita do Papa Francisco a Turim recebeu muito destaque da mídia por suas declarações contra a indústria bélica. Afirmou que as pessoas que fabricam ou fazem investimentos em empresas de armas não podem se dizer cristãos. Também recebeu cobertura a visita que fez ao famoso “Santo Sudário”.

Contudo, nesses dois dias em que esteve na cidade que fica perto da fronteira com a França, um fato passou quase despercebido, mas que tem grande importância para os evangélicos.

Na segunda (22), o Pontífice esteve num templo Valdense. É a primeira vez que um papa visita oficialmente um templo dessa denominação evangélica. Ele foi recebido por três pastores, e fez um pedido de perdão.

“Por parte da Igreja Católica, lhes peço perdão pelas atitudes e o comportamento não cristão e até mesmo não humano que, ao longo da história, tivemos contra vocês. Em nome do Senhor Jesus Cristo, perdoem-nos!”, clamou.

Reforçou ainda: “Podemos somente nos entristecer sobre a oposição e as violências cometidas. Eu peço ao Senhor que nos dê a graça de nos reconhecer como pecadores e que saibamos perdoar uns aos outros”, reiterou. Finalizou dizendo acreditar que existe “uma profunda ligação entre as duas religiões, apesar das diferenças”.

Durante a visita de Francisco, ele tirou fotos ao lado dos pastores e beijou um exemplar da Bíblia em Italiano. O pastor da comunidade valdense em Turim, Eugenio Bernardini, questionou diante da imprensa: “Qual era o pecado dos valdenses Eles eram um movimento de evangelização popular, realizado por leigos?”.  Depois, agradeceu a iniciativa, afirmando que o pontífice “aceitou ultrapassar uma barreira histórica de oito séculos” entre os dois grupos cristãos.

Ressaltou ainda que a aproximação entre católicos e valdenses modernos, era fruto da exortação papal Evangelii Gaudium (Alegria do Evangelho em português), na qual Francisco exortou os cristãos a viver juntos em “diversidade reconciliada”.

Os Valdenses

Essa pequena denominação evangélica foi perseguida pela Igreja Católica Romana durante séculos na França e na Itália. A origem da Igreja Valdense, por volta de 1170, tem relação com os movimentos de renovação espiritual dentro da Igreja Católica Romana, no que mais tarde tornou-se parte da Reforma Protestante.

O comerciante francês Pedro Valdo (que vivia na Itália) teve acesso a uma Bíblia em linguagem popular e através dela iniciou um movimento que negava o papado de Roma. Até então a Bíblia era de difícil acesso e as cópias disponíveis estavam em Latim.

Inicialmente o grupo que passou a defender as ideias de Valdo eram denominados os Pobres de Espírito. Contudo, após a morte do seu líder passaram a ser chamados de valdenses, semelhantemente ao que ocorria com Lutero e a igreja dos luteranos séculos mais tarde.

Trabalhando para distribuir exemplares da Bíblia traduzidas para a língua do povo, Valdo e seus seguidores iniciaram pequenos grupos, principalmente na região da fronteira entre França e Itália.

Como era comum na Idade Média, além de perseguidos pela Igreja Católica, foram declarados hereges e finalmente excomungados em 1184. Vários papas tentaram exterminar os valdenses. Mesmo assim o grupo cresceu e se espalhou. Comandados pelo duque de Sabóia, em 1655, forças leais ao Vaticano conduziram uma campanha que envolvia tortura, estupro e assassinato contra eles.

A Igreja Valdense hoje conta cerca de 50 mil fiéis no mundo inteiro, com presença no norte da Itália, também na Alemanha, na França, nos Estados Unidos e até no Uruguai. Com informações de Christian Today e ABC

26/06/2015

Um jovem cristão com uma forte fé


cristao na indiaDepois de ler a passagem da grande comissão no evangelho de Mateus em um grupo de estudo bíblico, o jovem de 19 anos voltou para casa e compartilhou o evangelho com seus pais, admitindo que agora ele é um seguidor de Jesus Cristo.

Quando seu pai soube que seu filho havia traído a fé de seus antepassados, ele começou a gritar e a insultar Eric. Na semana passada, o pai e tio dele o violentaram brutalmente, a ponto de deixá-lo com vários hematomas no rosto. Recentemente, alguns líderes muçulmanos da mesquita local vieram, oraram por Eric e tentaram fazer com que ele renunciasse sua fé em Jesus. O jovem compartilhou no último domingo com seu pequeno grupo o que está acontecendo em sua vida e de sua família e pediu que orassem por ele. Eric disse que não vai negar a Cristo, não importa o que aconteça.

Pedidos de oração
• Ore para que Eric continue com sua fé forte e firme em Jesus; que tenha certeza no seu coração que ele é um bem-aventurado por ser perseguido.
• Peça a Deus pela salvação da família de Eric, para que conheçam e sejam transformados pela verdade do evangelho.
• Clame pelo crescimento da Igreja Perseguida no Quirguistão. Os muçulmanos representam 75% da população e, para algumas etnias, a resistência ao cristianismo é intensa.

*Nome alterado por motivos de segurança.

26/06/2015

Mangá transforma histórias da Bíblia em séries de ação


Mangá-cristão-transformA Bíblia é recheada de ação, vilões e heróis – ingredientes perfeitos para uma série de mangá de ação, disse uma editora cristã de mangá. “Mangá, ou o estilo de quadrinhos do Japão, é uma maneira de atrair o interesse da juventude para histórias da Bíblia e de fé, e ao mesmo tempo proporcionar-lhes entretenimento”, disse Jônatas Lin, fundador da Atiqtuq, que publica mangás cristãos.

Atiqtuq, fundada no início de 2010, lançou uma série sobre o apóstolo Paulo. “Eu sempre quis abrir meu próprio negócio e causar impacto na sociedade de uma forma positiva. Essa mídia é tão importante que pode ser usada para chegar aos leitores mais jovens”, disse Lin.

Lin cresceu visitando seus primos que vivem no Japão, onde ele testemunhou o “frenesy” sobre anime e mangá japoneses. Após sair do mundo dos negócios corporativos, Lin sentiu como ele poderia começar uma empresa que combina a popularidade do mangá com as histórias da Bíblia.

A maioria de seus clientes é proveniente dos Estados Unidos, mas tem havido pedidos de lugares tão distantes, como da Austrália, Brasil, Alemanha, Grã-Bretanha e Japão, disse ele. Seus leitores têm, geralmente, entre as idades de oito e 13 anos, o que significa que os pais geralmente são os que compram os livros on-line para seus filhos.

“Eu nunca me senti em paz em outras carreiras até agora”, disse Lin, que começou a compartilhar a empresa com suas próprias economias e trabalha longas jornadas de 14 horas. “Mesmo que o trabalho seja duro e eu não esteja fazendo tanto dinheiro como eu costumava fazer, há uma sensação de paz de saber que estou onde eu deveria estar”.

A palavra Atiqtuq é usada pelo Inuits do Canadá para descrever o momento em que um bebê urso polar sai da toca e segue sua mãe em sua primeira viagem para a Baía de Hudson. A empresa diz que quer levar o leitor a uma viagem

através de grandes histórias sobre heróis e heroínas reais.

26/06/2015

Ex-gays contam suas histórias na Câmara a convite de Marco Feliciano


xjoide-miranta-300x200.jpeg.pagespeed.ic.nDNdmtVoVUMarco Feliciano (PSC-SP) realizou na Comissão de Direitos Humanos da Câmara desta quarta-feira (24) uma sessão para ouvir oito pessoas que abandonaram a prática homossexual e alguns especialistas no assunto.

A audiência pública convocada pelo parlamentar com pastores e psicólogos para debater a vida de quem deixa de ser gay tem o objetivo de combater o preconceito sofrido por aquelas pessoas que decidiram não ser mais gays.

Para a audiência foram convidados três pastores, uma missionária, dois psicólogos, um estudante de teologia, e uma estudante de psicologia. Além dos convidados, durante a sessão representantes do Conselho Federal de Psicologia (CFP) distribuíram um material sobre o posicionamento da entidade.

O CFP proíbe os profissionais da área de abordarem o tema. Durante a audiência, o vice-presidente do órgão, Rogério de Oliveira Silva, lembrou que o conselho proíbe os psicólogos do país de tratar de casos de homossexualidade, sob ameaça de punição da entidade.

Alvo do movimento gay desde 2013, quando foi presidente da CDHM, Feliciano é pastor evangélico e sua intenção é debater o posicionamento das pessoas convidadas sobre a questão e os problemas por elas enfrentados na sociedade.

No depoimento dos convidados todos apontaram abusos sexuais e abandono como causas por terem desenvolvido o comportamento homossexual e defenderam que as pessoas que deixaram a prática homossexual tomaram tal decisão por estarem certas de que não nasceram gays.

Os convidados também reclamaram da dificuldade de conseguir ajuda, tanto psicológica quanto médica, para tratar seus casos quando decidiram mudar de orientação sexual.

O pastor, professor e radialista Arlei Lopes Batista, afirmou que mesmo nas igrejas encontrou dificuldades para conseguir ajuda. “Eu encontrei a fé cristã e meu início foi muito difícil porque ela também não está preparada para essa acolhida”, disse

Fonte: Gospelprime

26/06/2015

Cristãos largam tudo para rodar o Brasil com projeto social


xteatro-de-bonecos-266x200.jpg.pagespeed.ic._pKYyA48ZUFernando Cavallari, 36 anos, e Roxane Cavallari, 37, estavam noivos quando um acidente mudou completamente suas vidas.  Durante uma viagem ao litoral, o carro perdeu o freio e parou a poucos metros do abismo por conta de uma pedra.

“Eu pensei que iria morrer e nesta hora pedi para Deus uma nova oportunidade e Ele me atendeu”, conta Fernando. “O carro parou sobre uma pedra tão pequena que com certeza não foi a pedra que o parou”.

Depois do susto eles marcaram o casamento e Fernando começou a escrever o projeto Teatro de Fantoches Companhia Atitude, um projeto social que tem como objetivo levar alegria e mensagem de esperança para crianças carentes.

Fernando tem certeza de que foi Deus quem ministrou em seu coração para criar este projeto. Nem ele e nem sua esposa haviam trabalhado com fantoches e nem mesmo com crianças, mas todas as coisas contribuíram para que o projeto desse certo.

Teatro de Fantoche

“Os planos de Deus são maravilhosos e Eles nos escolheu pra fazermos  este projeto, mesmo no começo não tendo condições, mesmo sem experiência nenhuma, sem  conhecimento, mas com a convicção que Aquele que nos chamou iria nos guiar, capacitar  e abrir as portas para aprendermos  e ter estratégias para desenvolver o trabalho”, relata.

O acidente foi um ponto marcante na vida espiritual de Fernando, ele estava com a fé adormecida e depois do livramento começou a buscar mais pela presença de Deus. “A Roxane já nasceu na igreja, é filha de Pastor, sempre caminhou nos caminhos do Senhor. Ela sempre orava por uma mudança na minha vida e como Deus já tinha planos pra nós, Ele foi guiando e direcionando para que hoje estivéssemos cuidando do que Ele colocaria em nossas mãos.”

Cia Atitude

Depois de escrever o projeto Fernando e Roxane precisaram se preparar para aprender como trabalhar com fantoches. As primeiras apresentações exigiram muitos ensaios e eles perceberam a necessidade de fazer um curso de teatro para aprimorar o trabalho.

“Foi ai que mais um milagre aconteceu, ganhamos duas bolsas para se profissionalizar em teatro,  na qual se formamos em atores profissionais. Também fizemos diversas oficinas e workshops para que cada dia nos pudéssemos fazer um trabalho de excelência”, conta Fernando.

O casal desistiu de seus empregos formais e com o Fundo de Garantia recebido, Fernando comprou uma Kombi e é com este veículo que eles viajam pelo Brasil para atender crianças carentes.

“O objetivo é levar o amor de Deus, alegria e a esperança”. Para isso eles realizam diversas atividades, como oficinas educativas, teatro de fantoches, biblioteca na praça e outros. “São projetos que unem as crianças e as despertam para fazer coisas boas. Nestas atividades nos aproximamos delas, conversamos e ouvimos suas histórias”, diz.

Para poder manter o projeto Fernando e Roxane vendem ioiô, chaveiros, canecas, produtos de limpeza e ainda entregam panfletos. Eles também aceitam convites para se apresentarem no teatro e assim conseguem se sustentar e manter o projeto social.

Escolher a comunidade que irá receber a Cia Atitude é uma tarefa complicada para o casal, pois são muitos convites. “Toda semana chega convites para receber o projeto, é uma hora que o coração fica apertado, pois é difícil escolher, de um lado crianças em situações de fome e do outro crianças onde a grande parte dos pais estão presos ou foram mortos pelo crime”, conta o ator.

A decisão segue alguns critérios estabelecidos pelo casal: “Escolhemos primeiro pela necessidade e carência do local e também de onde estamos se temos possibilidade de locomoção”.

Quem tiver interesse em convidar o Teatro de Fantoches Cia Atitude para uma comunidade carente de sua cidade ou abençoar o casal com doações pode entrar em contato com eles através do site ou Facebook. Acesse teatrodefantoche.com.brfacebook.com/projetomissaobrasil.

Fonte: Gospelprime

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