Archive for dezembro 2nd, 2015

02/12/2015

Jovens cristãos fazem paródia para responder vídeo pró-aborto gravado por atores globais


pro abortoUm grupo de jovens cristãos fez uma paródia, com críticas abertas, ao vídeo pró-aborto “Meu Corpo, Minhas Regras”, estrelado por atores da TV Globo.

O vídeo em questão traz um discurso extremista de feminismo e prega a legalização do aborto como um reconhecimento de liberdades individuais da mulher. A repercussão nas redes sociais foi extremamente negativa, e o material tornou-se um dos que possui maior reprovação no YouTube.

A resposta dos jovens, intitulada “Meu Corpo, Teu Corpo”, traz argumentos contra o aborto, abordando passagens bíblicas que foram ironizadas no vídeo original.

“É impressionante quem teve o direito de nascer querer tirar o direito do outro nascer. Quem deseja o direito do próprio corpo, precisa respeitar o direito do corpo do outro”, diz o texto, ressaltando o valor da vida e os direitos das crianças.

“Nunca foi fácil ter uma criança no mundo. É milenar. Desde o tempo de Nossa Senhora […] a virgem Maria. Virgem? Virgem e mãe. Gravidez turbulenta. Família pobre. Treze anos e correndo o risco de ser morta apedrejada. Quanto medo, quanta insegurança. Essa sim tinha motivo de sobra para dizer não, mas ela disse ‘quero’, mesmo sem saber o que ia acontecer no futuro”, diz o texto, respondendo à argumentação dos defensores do aborto de que a virgindade de Maria seria um erro de tradução. Assista o vídeo:

Erro de tradução?

Assim que o vídeo viralizou nas redes sociais, o pastor Jackson Jaques gravou uma resposta aos produtores e falou sobre o contexto histórico e cultural para o uso da palavra hebraica “almah”, usada na profecia de Isaías sobre a concepção virginal de Jesus para descrever sua mãe, e explicou que eram usuais na época os termos não literais para descrever uma virgem.

Jaques acrescentou que 250 anos antes de Cristo, os tradutores que transcreveram o Velho Testamento para o grego tiveram a capacidade de compreender essa característica da literatura de séculos atrás: “Sempre que a Bíblia usa a palavra ‘almah’, está se referindo sim a uma virgem. A palavra ‘Bethulah’ se entende que toda moça em Israel é virgem. O termo usado para quando ela é nova é ‘Almah‘, porque seria uma redundância dizer que ela é virgem”.

Confira a resposta na íntegra aqui.

Fonte: Gospel Mais

02/12/2015

Divórcios cresceram mais de 160% na última década no Brasil, aponta IBGE


DivorcioO número de divórcios no País cresceu mais de 160% na última década, de acordo com dados da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta segunda-feira (30).

Os dados mostram que, somente no ano passado, foram registrados no País 341,1 mil divórcios, um salto significativo em relação a 2004, quando foram 130,5 mil separações judiciais.

A nova pesquisa mostra de forma ainda mais enfática a nova realidade em relação aos casamentos quando são analisados os dados de anos anteriores, quando os divórcios chegaram a representar menos de 10% do que atualmente.

Em 1984, por exemplo, primeiro ano da investigação, a pesquisa contabilizou um total de 30,8 mil divórcios. Em 1994, dez anos depois, o aumento já ficou claro, com o registro de 94,1 mil dissoluções de casamentos, um acréscimo de 205,1% em relação ao dado anterior. Em 2004, o aumento foi percentualmente menor, 38,7%.

Na avaliação do IBGE, a elevação sucessiva ao longo dos anos do número de divórcios concedidos revela “uma gradual mudança de comportamento da sociedade brasileira, que passou a aceitá-lo com maior naturalidade e a acessar os serviços de Justiça de modo a formalizar as dissoluções dos casamentos”.

Nas últimas três décadas (de 1984 a 2014), o número de divórcios cresceu de 30,8 mil para 341,1 mil, com a taxa geral de divórcios passando de 0,44 por mil habitantes na faixa das pessoas com 20 anos ou mais de idade, em 1984, para 2,41 por mil habitantes em 2014. A maior incidência de divórcios deu-se no Distrito Federal (3,74 por grupo de mil) e a menor no Amapá (1,02).

A idade média das mulheres na data da sentença do divórcio, em 2014, era 40 anos, enquanto a dos homens era 44 anos. Apesar de persistir a predominância das mulheres na responsabilidade pela guarda dos filhos menores de idade a partir do divórcio (85,1%), em 2014, a pesquisa detectou um crescimento de 3,5% nos pedidos da guarda compartilhada, em 1984, para 7,5%, em 2014.

Fonte: Último Segundo – iG

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