Archive for ‘MENSAGEM DO DIA.’

30/04/2011

Poetisa cristã inspira solteiras a esperar no Senhor


Poetisa cristã inspira solteiras a esperar no Senhor Com cerca de 500 mil acessos no YouTube e mais de milhares de “curtir” no Facebook, a palavra é rapidamente difundida sobre a compositora e poeta Janetter McGhee, e sua mais nova poesia intitulada “Eu Esperarei por Você”.
Falando honestamente sobre suas próprias ansiedades com relação a encontrar alguém perfeito ou não tão perfeito, McGhee, uma crente fiel, iluminou poderosamente suas lutas no último P2CM (Passion for Christ Movement) Lyricist Lounge.
O que começou como um simples diário se transformou em um fenômeno viral, ressoando com muitos que possuem as mesmas perguntas que ela:

– Nunca vai acontecer?
– Será que é mesmo possível?
– O que eu preciso procurar?

McGhee fala de um assunto muito sensível para muitos e estabelece os seus desejos por um marido que honre a Deus, dizendo que ela vai esperar por ele, enquanto ao mesmo tempo, reconhece que se Deus estivesse a chamá-la a uma vida de solteira, seu coração iria se contentar com Jesus, “a maior história de amor jamais contada”.

Em uma entrevista com o The Christian Post, McGhee deu aos leitores um vislumbre de seu passado e falou sobre a inspiração para sua poesia.

Vindo de uma família de talentos – sua mãe, uma cantora, dançarina e poeta e seu pai um músico – as artes pareciam ser inerentemente passadas para ela através de seus genes.

A avó e a mãe, a quem ela chama de “soldados sólidos em Cristo,” desde cedo incutiu nos seus princípios bíblicos, memorizar desde tenra idade, as bem-aventuranças e certificando-se de que ela soubesse a mensagem do Evangelho.

“Parecia um monte na época, mas era necessário,” disse McGhee. “Eu cresci nessa casa com esse tipo de fundação, onde as pessoas tinham orações e estudo da Bíblia. Não havia um dia em que eu acordasse e minha avó não estivesse na Palavra”.

Embora as mulheres em sua família mostrassem um forte sistema de apoio, ela revelou que foi molestada e fisicamente e emocionalmente abusada por seu pai alcoólatra. “Por causa do que aconteceu comigo tão cedo, eu precisava da Palavra para me sustentar. Eu realmente acredito que fui salva naquele o tempo (oito anos)”.

“Deus me mostrou realmente que Ele era muito real. Antes disso, era como o tipo de coisa que nós fazíamos – ir à Igreja, estudo da Bíblia, voltar para casa.”

Mantendo o abuso de seu pai um segredo até que ele faleceu quando ela tinha 16 anos, McGhee percebeu mais tarde a importância de ser transparente e não internalizar tudo, fingindo que tudo estava bem.

Quando ela fala abertamente agora do seu passado através de sua poesia ou de suas canções, sua avó e mãe, embora extremamente irritadas e chateadas com o passado, disseram-lhe que o Senhor nunca lhe permitiria passar por qualquer coisa sem um propósito.

“É a sua história,” são palavras de sua mãe. “Isso é o que o Senhor fez através de você. Eu sei que o Senhor está te conduzindo”.

Agora, as portas se abriram para McGhee, viajando para fora do estado do país, bem como proclamando a verdade do Evangelho e compartilhando suas histórias.

Seu mais recente hit “I Will Wait for You (Eu Esperarei por Você)” nasceu da pressão que sentia de estar em um relacionamento. “Começou como um diário. Eu estava apenas conversando com o Senhor sobre como eu confio Nele”.

Desejando permanecer virgem até se casar, McGhee também percebeu que o seu coração, não apenas o corpo dela tinha que ser puro também. Ela comprometeu-se a espera de um homem cujo coração fosse marcado com a Palavra de Deus, ao mesmo tempo se preparando para ser uma mulher de Provérbios 31.

“Eu não escrevi essa poesia com a intenção de inspirar. Eu só queria ser honesta com o local onde eu estava. As pessoas sabem a verdade quando a ouvem, quando isso é real”.


Fonte: Christian Post

23/04/2011

O que significa que Jesus é o Cordeiro de Deus?


Quando Jesus é chamado de Cordeiro de Deus em João 1:29 e João 1:36, é uma referência ao fato de que Ele é o sacrifício perfeito e definitivo pelo pecado. Para podermos compreender quem Cristo era e o que Ele fez, precisamos começar no Velho Testamento, onde encontramos as profecias sobre a vinda de Cristo como “expiação do pecado” (Isaías 53:10). Na verdade, o sistema de sacrifícios estabelecido por Deus no Velho Testamento preparou o terreno para a vinda de Jesus Cristo – o perfeito sacrifício que Deus providenciou como expiação pelos pecados de Seu povo (Romanos 8:3; Hebreus 10).

O sacrifício de cordeiros fez um papel muito importante na vida religiosa dos judeus e no seu sistema de sacrifícios. Quando João Batista se referiu a Jesus como o “Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo” (João 1:29), os judeus que o escutaram provavelmente pensaram imediatamente em um dos vários sacrifícios importantes. Com a época da páscoa judaica se aproximando, o primeiro pensamento pode ter sido o sacrifício do cordeiro da páscoa. A festa da páscoa era uma das mais importantes festas judaicas e uma celebração em memória de quando Deus livrou os israelitas da escravidão no Egito. Na verdade, o sacrifício do cordeiro da páscoa e o processo de marcar com sangue as ombreiras e as vergas da porta das casas para o anjo da morte passar pelas pessoas que estavam “cobertas pelo sangue” (Êxodo 12:11-13) é um lindo retrato do trabalho expiatório de Cristo na cruz.

Um outro sacrifício importante que envolvia cordeiros era os sacrifícios diários no Templo de Jerusalém. Toda manhã e noite, um cordeiro era sacrificado no Templo pelos pecados do povo (Êxodo 29:38-42). Esses sacrifícios diários, como todos os outros, tinham como propósito apenas direcionar as pessoas para o sacrifício perfeito de Cristo na cruz. Na verdade, a hora da morte de Jesus na cruz corresponde à hora do sacrifício noturno que estaria sendo realizado no Templo. Os judeus daquele tempo também teriam conhecimento dos profetas do Velho Testamento como Jeremias e Isaías, cujas profecias previram a vinda daquele que seria como “cordeiro levado ao matadouro” (Jeremias 11:19; Isaías 53:7) e cujo sofrimento e sacrifício providenciariam a redenção para Israel. Naturalmente, a pessoa que foi profetizada pelos profetas do Velho Testamento era Jesus Cristo, “o Cordeiro de Deus”.

Enquanto que a idéia de um sistema de sacrifícios pode nos parecer estranha nos dias de hoje, o conceito de pagamento ou restituição ainda é um que podemos facilmente entender. Sabemos que o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23) e que nossos pecados nos separam de Deus. Também sabemos que a Bíblia ensina que somos todos pecadores e que nenhum de nós é justo diante de Deus (Romanos 3:23). Por causa de nosso pecado, somos separados de Deus, e permanecemos culpados diante dEle; portanto, a única esperança que podemos ter é se Deus vai providenciar um caminho para nos reconciliar a Ele e foi isso o que Ele fez ao mandar Seu Filho Jesus Cristo para morrer na cruz. Cristo morreu para fazer expiação pelo pecado e para pagar pela penalidade dos pecados daqueles que têm colocado sua fé nEle.

É através de Sua morte na cruz como o sacrifício perfeito de Deus pelo pecado e pela Sua ressurreição três dias depois que agora podemos ter vida eterna se acreditarmos nEle. O fato de que Deus mesmo tem providenciado o sacrifício que expia (paga) pelo nosso pecado é parte da gloriosa boa notícia do Evangelho que é tão claramente descrita em 1 Pedro 1:18-21: “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós que, por meio dele, tendes fé em Deus, o qual o ressuscitou dentre os mortos e lhe deu glória, de sorte que a vossa fé e esperança estejam em Deus.”

Fonte: GotQuestons

29/03/2011

Que Deus continue Abençoando a todos Aniversariantes des Mês.


COMUNIDADE EVANGELICA PALAVRA DA VIDA, felicita a todos Aniversariante deste Mês.

Graça e Paz a todos.

30/01/2011

Dez coisas que um marido nunca deveria fazer a sua esposa


1. Mentir: Um homem jamais deveria mentir para sua esposa. A Bíblia ressalta que todo aquele que nasceu em Cristo nova criatura é e deixaram para trás as coisas velhas e antigas. Além do mais, a mentira no relacionamento enfraquece a aliança, causa sentimento de desconfiança e insegurança. Foi através da mentira do primeiro homem e da primeira mulher que o pecado e a morte entraram no mundo. E também, através dela, que almas perdidas se abrigarão no inferno. Mentir não é de Deus. Nosso Senhor e Salvador JESUS CRISTO não se agrada de mentirosos, especialmente se tratando de casamentos abençoados pelo PAI. Se algum dia você mentiu para sua esposa, trate logo de se arrepender e pedir perdão. Reconstitua seu casamento humilhando-se e por meio da Verdade e da Justiça.

2. Trair: A traição não é apenas um ato de adultério, como também de covardia. A Palavra de DEUS trata desse tema em várias passagens. Em Levítico 20:10 está escrito: “Se um homem cometer adultério com a mulher do seu próximo, ambos, o adúltero e a adúltera, certamente serão mortos”. O livro de Provérbios afirma: “O que adultera com uma mulher é falto de entendimento; destrói sua alma o que tal faz” (6:32). Há referências também no Novo Testamento nos livros de Mateus (5:27, 28, 32; 19:9 e 18; Tiago 2:11 e 2 Pedro 2:14). Em Apocalipse, capítulo 21, há a advertência final para aqueles que traem: “Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros (..), sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, que é a segunda morte” (vers. 8 ). É bom lembrar, portanto, que embora o adultério seja causa de perdição eterna da alma, ele pode, também, ser perdoado. Grandes homens de DEUS na Bíblia traíram, arrependeram-se e encontraram Graça por parte de DEUS. Não que isso venha a servir de pretexto para a prática desse pecado; mas antes de consolo de que temos um DEUS misericordioso, assim como misericordioso deve ser o coração da esposa traída.

3. Tratar mal: o mau tratamento, a grosseria, a estupidez são reflexos de um caráter não transformado pelo Espírito Santo, pois a Bíblia Sagrada alerta para a importância, dos nascidos de novo, produzirem bons frutos. Observe bem a pergunta que JESUS faz: “Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Do mesmo modo, toda árvore boa produz bons frutos e toda árvore má produz frutos maus” (Mateus 7:16 e 17). O comportamento do cristão não só na rua, no templo, diante das pessoas, como também em casa, apenas com sua esposa e filhos, quando o pastor e o líder não estão presentes, é fundamental. Os filhos precisam crescer não só ouvindo os ensinamentos dos pais, mas principalmente enxergando os seus comportamentos. A tendência é que eles reflitam no futuro o que viram e assistiram dentro de casa. A expressão “faça o que eu digo e não faça o que eu faço” não tem nenhuma fundamentação bíblica e traduz um grau altíssimo de incoerência. Se somos imitadores de DEUS, devemos fazer todas as obras que CRISTO nos deixou. O apóstolo Paulo também chamou atenção para o bom comportamento: “(o amor) Não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal” (1 Coríntios 13:5).

4. Não ajudar nas atividades de casa: sabemos que tanto a mulher como o marido têm suas responsabilidades específicas. Mas isso não significa que um ou outro não possa se ajudar para o bem-comum da família. Não é desonra nem contra os princípios bíblicos um marido, vez ou outra, preparar o almoço, varrer a casa, cuidar das crianças; demonstrar zelo e solidariedade. Às vezes, a esposa está atarefada com outras coisas igualmente importantes. Nessa hora não custa o marido exercer seu papel de companheiro. Não que isso se torne “obrigação” constante. Mas essa ajuda serve também como comprovação da união de ambos, que discutem (no bom sentido) juntos a questão econômica, elaboram as planilhas juntos e juntos chegam a um denominador comum sobre o que é mais importante para a casa e a família.

5. Comparar: A comparação em algumas circunstâncias é dolorosa. Creia que DEUS lhe deu a melhor esposa e a melhor família. Ela é a melhor esposa do mundo, mesmo com suas imperfeições. Compará-la com a esposa do amigo, destacando as qualidades da outra e diminuindo as virtudes da sua é algo deselegante e desagradável, por assim dizer. Essa comparação nunca servirá de estímulo para que a sua esposa possa ser igual ou melhor à esposa do colega. Ele até pode ter um casamento mais próspero financeiramente que o seu, ou atitudes aparentemente mais agradáveis que as suas, mas saiba que você, marido, tem um DEUS que é maior que todas as coisas, que lhe proporciona condições para que alcances todos os seus objetivos de vida. A comparação é sinal de fraqueza, de inveja, característica de derrotado. Lute, reconhecendo que o melhor do céu e da terra está sobre a sua família.

6. Não se divertir com a sua família: Conheço a história de um homem que viveu 89 anos sem nunca ter aproveitado o melhor com a sua esposa e filhos. Sua vida era de casa para o trabalho e para a igreja. Resumia-se a essas três atividades. Certa vez perguntaram ao seu filho mais velho qual era sua maior frustração. Ele respondeu: “nunca ter visto papai segurar as mãos de mamãe e as nossas e nos levar para passear”. Algo tão simples, mas tão significativo. Já escreveu um grande pensador: “a beleza está nas coisas mais simples”. A esposa e os filhos não precisam apenas estar nos templos religiosamente nos dias de culto. Todo ser humano precisa de um momento de lazer e de descontração. Ninguém vai deixar de ser menos santo se for a um parque, a um cinema ou teatro; passar um fim de semana fora com a família.  Aproveite enquanto há tempo, enquanto há luz e possibilidades em sua vida; antes que chegue o momento em que os seus olhos não verão como viam na mocidade. Os seus braços ficarão fracos e tremerão no seu corpo curvo. E a cama pela manhã, tão gostosa no tempo da mocidade, ficará incômoda. Você terá medo de andar por não enxergar o caminho direito e precisará que alguém lhe estenda as mãos para atravessar a rua; antes que seus filhos cresçam e se casem e cada um siga o seu caminho, esquecendo-se, muitas vezes, de que tem um pai e uma mãe. Dê carinho e lazer a sua família, enquanto você a tem.

7. Não agradar a esposa: Não é só levá-la para passear. Uma esposa gosta de ser lembrada em todos os momentos. Por exemplo: uma blusinha, uma camiseta, o bolo que ela mais gosta, a comida preferida, uma rosa… uma surpresinha dessas uma vez ou outra sempre faz a diferença no relacionamento e renova sempre o amor entre o casal (agora cuidado para não frequentarem ambientes que desagradam o Espírito de DEUS, como motéis, por exemplo, com o pretexto de se curtirem em um local diferente). Não é simplesmente pelo objeto que se traz, mas pela lembrança que se teve. Dizem que tudo isso é absolutamente normal nos primeiros meses ou anos de casados e que depois tudo se transforma para pior. Não deve ser assim entre os casais cristãos. O carinho deve ser cultivado até mesmo depois de muitos anos de convivência, já idosos.

8. Não respeitar o espaço da mulher: Apesar de serem apenas um, uma só carne, maridos e esposas precisam também de um espaço próprio; de um momento a sós para refletir, reorganizar, reavaliar, tomar novas decisões. Esse momento deve ser percebido e respeitado por ambos. Às vezes e muito raramente, a esposa quer e precisa visitar a mãe, quer e precisa ficar um pouco a sós com DEUS. Tudo isso é natural e não deve ser motivos de cobranças. Esses instantes não são e nem podem ser frequentes nem serem vivenciados no mais profundo silêncio como se as coisas tivessem sido iniciadas do nada. Tudo deve ser compartilhado para que não se criem dúvidas na cabeça de um ou de outro.

9. Desconfiar de sua esposa: Muitas vezes a esposa acordou meio diferente daqueles outros dias e o marido logo desconfia: “será que ela não gosta mais de mim? Será que ela está pensando em outra pessoa?” Todo ser humano necessita de credibilidade da parte do outro. Isso é de grande importância você demonstrar que a sua companheira tem seu total apoio e confiança.

10. Não querer ir aos cultos e impedir que a esposa vá: se as dificuldades do casal, todos os problemas, as doenças espirituais não forem anuladas com o Poder de DEUS na Casa de DEUS nada mais poderá subsistir. É possível que um e outro passem, em alguns momentos, por esfriamento espiritual: deixem de orar juntos (como também um pelo outro) e não sentirem mais desejo de estar na igreja, orando e louvando a JESUS juntos. Entretanto quem é de DEUS não deixa a esperança se apagar totalmente. Sua alegria e esperança estão na Casa do Senhor JESUS. Um ou outro deve tomar a iniciativa de voltar à presença de DEUS e reconhecer que a distância só atrapalha a boa convivência do casal. O que não pode nem deve é o marido não querer ir e nem deixar que a esposa vá aos cultos. Mas cuidado com outro extremo: uma vez ou outra a esposa diz ao marido, muito santo e espiritual, que gostaria de não ir ao culto aquele dia para ficar mais juntinho dele em um domingo à noite. Claro que o marido há de concordar sem que isso também se torne uma constante. A presença constante na Casa de DEUS, entre os irmãos, a convivência fraterna é indispensável ao fortalecimento de ambos.

E nunca se esqueça: esforçando-se por viver uma vida reta, crendo que as misericórdias de DEUS são infinitas, amando a sua esposa (e a esposa o seu marido) como CRISTO ama a igreja, a família jamais será destruída pelas ações do diabo nem pela falta de sabedoria do casal. A nossa família é o grande presente de DEUS para nós. Que ELE nos abençoe sempre!

Fonte: Familia para Cristo

20/01/2011

O avô, o neto e o jumento


Há muito tempo, viajando pelo interior, seguia um velho que vinha montado em seu jumentinho, conduzido por seu netinho, que puxava o animal pelo cabresto. Aquela jornada estava longe de ser um lazer. Eles tinham como finalidade ir a uma feira na cidade grande, onde tentariam vender o animal de estimação e conseguir dinheiro para o sustento do velho e seu único neto, órfão de pai e de mãe.

E assim seguiram caminho afora. Ao passarem por um vilarejo, e tendo em vista haver ali muitas pessoas, logo começaram as críticas:

“Que absurdo!”, falava aquela gente, com os ânimos bastante exaltados ao ver a criança a pé e o velho montado no jumento. “O juizado da infância e da juventude tem de saber disso e tomar as devidas providências! Como pode uma coisa dessas? Que desnaturado!”, comentavam.

Sentindo-se desconfortável diante daquela situação tão constrangedora, o velhinho de pronto trocou de posição com o menino, que agora seguia montado no jumento com o avô puxando o animal.  “Bom, agora certamente acho que ninguém ficará chocado, nem falará nada!”, pensou ele.

E assim tocaram em frente sua jornada. Mas, ao entrarem num novo vilarejo, novamente ouviram novas críticas:

“Que absurdo! Coitado do velhinho! Ele é quem tinha de estar montado sobre o jumento, não o menino! Isso não é possível! Que mundo é esse onde ninguém respeita o estatuto do idoso? Aonde nós vamos parar?”, era o que se ouvia.

E novamente o bom velhinho, quase sem saber mais o que fazer, fez outra troca. Sentou-se sobre o jumentinho com o menino e, assim, continuaram sua jornada.

Na cidade seguinte, os comentários foram muito mais fortes:

“Olhem que absurdo! Coitadinho do pobre jumento, carregando esses dois marmanjos! A sociedade protetora dos animais devia tomar alguma providência!”

Moral da história: nunca será possível agradar a todos. Quem insistir, certamente será um frustrado na vida.

Deus tem dado a fé para que cada um ande de acordo com ela. Não de acordo com a opinião alheia!

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31/12/2010

“Qual foi a primeira igreja, a igreja original? É a primeira igreja, a igreja original, a verdadeira igreja?”


A capacidade de desenhar uma linha no tempo que volte ao passado até a “primeira igreja” através da “sucessão apostólica” é um argumento usado por várias igrejas diferentes para afirmar que sua igreja é “a única igreja verdadeira”. A Igreja Católica Romana faz tal alegação. A Igreja Ortodoxa Grega faz esta alegação. Algumas denominações protestantes fazem esta alegação. Alguns dos cultos “cristãos” fazem esta alegação. Como saberemos que igreja é a correta? A resposta bíblica é: isto não importa!

A primeira igreja, seu crescimento, doutrinas e práticas foram registradas para nós no Novo Testamento. Jesus, assim como Seus apóstolos, previram que falsos mestres se levantariam, e sim, é visível em algumas epístolas do Novo Testamento que estes apóstolos tiveram que lutar contra falsos mestres ainda no passado. Ter um pedigree de sucessão apostólica ou ser capaz de encontrar as raízes de uma igreja no passado, na “primeira igreja”, não é algo que esteja dito em lugar algum das Escrituras como um teste para ser a verdadeira igreja. Mas as Escrituras registram repetidas comparações entre o que um falso mestre ensina e o que a primeira igreja ensinava. Se uma igreja é a “igreja verdadeira” ou não, é determinado se compararmos seus ensinamentos e práticas com os da igreja do Novo Testamento, como registrado nas Escrituras.

Por exemplo, em Atos 20:17-38, o Apóstolo Paulo tem uma oportunidade de falar aos líderes da igreja na grande cidade de Éfeso uma última vez, face a face. Nesta passagem, ele os adverte que falsos mestres não somente surgirão entre eles, mas também DENTRE eles (versos 29-30). Paulo não expressa o ensino de que eles deveriam seguir a “primeira” igreja organizada como segurança para a verdade, mas ele os encomenda a segurança de “Deus e à palavra de Sua graça” (verso 32). Por esta razão, a verdade poderia ser determinada ao se depender de Deus e da “palavra de Sua graça” (ou seja, as Escrituras; veja João 10:35).

Esta confiança na Palavra de Deus, ao invés de seguir certos “fundadores” individuais, é vista mais uma vez em Gálatas 1:8-9, onde Paulo afirma: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.” Por isto, a base para se diferenciar a verdade da mentira não é baseada em QUEM está ensinando, “nós mesmos ou um anjo do céu”, mas se é o mesmo evangelho que eles já receberam: e este evangelho está registrado nas Escrituras.

Outro exemplo desta confiança na Palavra de Deus é encontrado em II Pedro. Nesta epístola, o Apóstolo Pedro está em luta contra falsos mestres. Fazendo isto, Pedro começa mencionando que nós temos “mui firme palavra” para confiar, mais do que até ouvir a voz de Deus dos céus como aconteceu na transfiguração de Jesus (II Pedro 1:16-21). Esta “mui firme palavra” é a escrita Palavra de Deus. Pedro diz a eles novamente para serem cuidadosos “das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolos do Senhor e Salvador” (II Pedro 3:2). Tanto as palavras dos santos profetas quanto os mandamentos que Jesus deu aos apóstolos estão registrados nas Escrituras.

Como determinamos se uma igreja está ensinando a correta doutrina ou não? O único padrão infalível que temos, segundo as Escrituras, é a Bíblia (Isaías 8:20; II Timóteo 3:15-17; Mateus 5:18; João 10:35; Isaías 40:8; I Pedro 2:25; Gálatas 1:6-9). A tradição faz parte de qualquer igreja, mas esta tradição deve ser comparada com a Palavra de Deus, sob pena de ir contra o que é verdadeiro (Marcos 7:1-13). Mesmo sendo verdade que os cultos e às vezes as igrejas ortodoxas torçam a interpretação das Escrituras para apoiar suas práticas, as Escrituras, quando tomadas em contexto e estudadas com fé, são capazes de guiar-nos à verdade.

A “primeira igreja” é a igreja que está registrada no Novo Testamento, especialmente no Livro de Atos e nas Epístolas de Paulo. A igreja do Novo Testamento é a “igreja original” e “a igreja verdadeira”. Podemos saber disto porque ela está descrita, em grandes detalhes, nas Escrituras. A igreja, como registrada no Novo Testamento, é o padrão de Deus e base para Sua igreja. Sobre esta base, vamos agora examinar a alegação dos católicos romanos de que constituem a “primeira igreja”. Em nenhum lugar do Novo Testamento encontraremos a “única igreja verdadeira” fazendo qualquer das seguintes coisas: orando a Maria, orando aos santos, venerando Maria, submetendo-se ao papa, tendo um sacerdócio selecionado, batizando um bebê, observando as ordenanças do batismo e a Ceia do Senhor como sacramentos ou passando a autoridade apostólica a sucessores dos apóstolos. Todos estes são elementos centrais da fé católica romana. Se a maioria dos elementos centrais da Igreja Católica Romana não são praticados pela Igreja do Novo Testamento (a primeira e única igreja verdadeira), como então pode a Igreja Católica Romana ser a primeira igreja? Um estudo do Novo Testamento claramente revelará que a Igreja Católica Romana não é a mesma igreja descrita no Novo Testamento.

O Novo Testamento registra a história da igreja desde aproximadamente 30 d.C. a aproximadamente 90 d.C. No segundo, terceiro e quarto séculos, a história registra várias doutrinas e práticas católicas romanas entre os cristãos primitivos. Não é lógico que fosse mais provável que os cristãos primitivos entendessem o que os apóstolos queriam realmente dizer? Sim, é lógico, mas há um problema. Os cristãos do segundo, terceiro e quarto séculos não eram realmente os primeiros. Repetimos, o Novo Testamento registra a doutrina e prática dos primeiros cristãos… e o Novo Testamento não ensina o Catolicismo Romano. Qual é a explicação para que a igreja do segundo, terceiro e quarto séculos tivesse começado a mostrar sinais do Catolicismo Romano?

A resposta é simples: a igreja do segundo, terceiro e quarto século (e em diante) não possuía o Novo Testamento completo. As igrejas tinham partes do Novo Testamento, mas o Novo Testamento (e a Bíblia completa) não estava comumente disponível até depois da invenção da imprensa em 1440 d.C. A igreja primitiva fez o melhor que pode em passar adiante os ensinamentos dos apóstolos através da tradição oral, e através de uma disponibilidade extremamente limitada da Palavra na forma escrita. Ao mesmo tempo, é fácil ver como as falsas doutrinas puderam se infiltrar em uma igreja que tinha acesso apenas ao Livro de Gálatas, por exemplo. É muito interessante observar que “A Reforma Protestante” se seguiu logo depois à invenção da imprensa e tradução da Bíblia nas linguagens comuns às pessoas. Uma vez que as pessoas começaram a estudar a Bíblia por si mesmas, tornou-se muito claro quão longe a Igreja Católica Romana tinha se afastado da igreja descrita no Novo Testamento.

As Escrituras nunca mencionam “que igreja veio primeiro” como a base para determinar qual a “verdadeira” igreja. O que elas ensinam é que se deve usar as Escrituras como o fator determinante para sabermos qual igreja está pregando a verdade e desta forma é fiel à primeira igreja. É especialmente importante comparar as Escrituras com os ensinamentos de uma igreja em termos dos assuntos centrais, como a total divindade e humanidade de Cristo, a expiação pelo pecado através de Seu sangue no Calvário, a salvação do pecado pela graça por meio da fé e a infalibilidade das Escrituras. A “primeira igreja” e “a igreja verdadeira” estão registradas no Novo Testamento. Esta é a igreja que todas as outras igrejas devem seguir, tentar igualar ou superar e ter como modelo.

Fonte: GotQuestions

29/12/2010

Qual deve ser a ordem de prioridades na nossa família?


A Bíblia não traça em apenas uma passagem uma ordem que devemos seguir passo a passo para as prioridades nos nossos relacionamentos. No entanto, ainda podemos depender das Escrituras para aprender os princípios gerais de como dar prioridade aos relacionamentos corretos, na ordem correta. Deus obviamente deve ser o primeiro: Deuteronômio 6:5: “Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força”. Deus é a prioridade número um se todo o coração, alma e força de alguém está comprometido a amá-lO.

Se você é casado, seu cônjuge deve ser a sua próxima prioridade. Um homem casado deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja (Efésios 5:25). A primeira prioridade de Cristo – depois da prioridade de obedecer e glorificar ao Pai – foi a Igreja. Aqui está um exemplo que os maridos devem seguir: Deus primeiro, então a sua esposa. Da mesma forma, as esposas devem submeter-se aos seus maridos “como ao Senhor” (Efésios 5:22). Podemos aprender desse princípio que seu marido deve estar em segundo lugar apenas para Deus em sua ordem de prioridades.

Se maridos e esposas estão em segundo lugar apenas para Deus em nossas prioridades, e levando em consideração que o marido e sua esposa são uma só carne (Efésios 5:31), aparenta ser a lógica que o resultado desse relacionamento matrimonial – filhos- deve ser a nossa próxima prioridade. Os pais devem criar filhos que temem a Deus e que vão ser a próxima geração daqueles que amam a Deus de todo o seu coração (Provérbios 22:6; Efésios 6:4), mostrando mais uma vez que Deus deve ser o primeiro em nossa lista de prioridades e que todos os outros relacionamentos devem refletir essa verdade.

Deuteronômio 5:16 nos diz para honrarmos nossos pais para que nossos dias sejam prolongados e para que tudo vá bem aqui na terra. Limite de idade não é especificado, o que nos leva a acreditar que enquanto nossos pais estão vivos, devemos honrá-los. Claro que uma vez que o filho se torna um adulto, ele não tem mais a obrigação de obedecer aos seus pais (Filhos – crianças – , obedecei a vossos pais…), mas não há um limite de idade quando não temos mais o dever de honrar nossos pais. Podemos concluir, portanto, que nossos pais devem ser os próximos na nossa lista de prioridade, depois de Deus, do nosso cônjuge e dos nossos filhos.

Depois dos nossos pais, segue o resto da família (1 Timóteo 5:8) e então outros crentes. Romanos 14 nos diz que não devemos julgar ou desprezar nosso irmão (v.10), nem devemos fazer qualquer coisa que o leve a “tropeçar” ou cair espiritualmente. Muito do livro de 1 Coríntios contém as instruções de Paulo de como a Igreja deve viver em harmonia, amando uns aos outros. Outras exortações que se referem a nossos irmãos e irmãs em Cristo são: “…sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor” (Gálatas 5:13); “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Efésios 4:32); “Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente” (1 Tessalonicenses 5:11); “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24).

Finalmente segue, na nossa lista de prioridades, o resto do mundo (Mateus 28:19), a quem devemos ir e proclamar o Evangelho e entre os quais devemos fazer mais discípulos de Cristo. Em conclusão, a ordem que achamos nas nossas Escrituras para as nossas prioridades deve ser Deus, cônjuge, filhos, pais, parentes, irmãos e irmãs em Cristo e o resto do mundo.

28/12/2010

Quais são as funções do marido e da esposa em uma família?


Apesar do fato de que o homem e a mulher são iguais em seu relacionamento com Cristo, as Escrituras listam funções específicas para cada um no casamento. O marido deve assumir a liderança no lar (1 Coríntios 11:3; Efésios 5:23). Essa liderança não deve ser ditatorial, condescendente ou uma liderança que trate sua esposa com ares de superioridade, mas deve ser de acordo com o exemplo de como Cristo lidera a Igreja. “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra” (Efésios 5:25-26). Cristo amou a Igreja (Seu povo) com compaixão, misericórdia, perdão, respeito e abnegação; assim também devem os maridos amar suas esposas.

As esposas devem se submeter à autoridade de seus maridos. “Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos” (Efésios 5:22-24). Ser submissa não é apenas a responsabilidade de mulheres que têm maridos Cristãos. Não devemos nunca nos submeter aos nossos maridos se isso significa desobedecer a Deus; o relacionamento que temos com Ele deve ser mais importante (Deuteronômio 6:5). No entanto, pregar, implicar constantemente, reclamar e recusar-se a servir vai apenas levar um marido descrente para mais longe de Deus. Ao invés, mostrar ao seu marido o amor de Cristo com um comportamento que agrada a Deus, servi-lo e amá-lo, vai mostrar a esse marido um exemplo maravilhoso de como Cristo serviu e amou a igreja. Se uma mulher Cristã tem um marido incrédulo, ela não deve deixá-lo se ele ainda quer ficar com ela. Da mesma forma, se um marido Cristão tem uma esposa incrédula, ele não deve abandoná-la se ela ainda quer ficar com ele. No entanto, se o cônjuge incrédulo quer ir embora, não tem problema em deixá-lo partir (1 Coríntios 7:12-15).

Apesar das mulheres terem que se submeter aos seus maridos, a Bíblia também diz várias vezes como os maridos devem tratar suas esposas. O marido não deve agir como um ditador, mas deve mostrar respeito pela sua esposa e por suas opiniões. “Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja” (Efésios 5:28-29). “Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido” (Efésios 5:33). “Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor. Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não vos irriteis contra elas” (Colossenses 3:18-19). “Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações” (1 Pedro 3:7). Podemos ver por essas passagens que amor e respeito são características das funções dos maridos e das esposas. Se amor e respeito estão presentes no relacionamento, autoridade, liderança, amor e submissão não vão ser um problema para o marido ou para a sua esposa.

Quanto à divisão de responsabilidades no lar, a Bíblia instrui os maridos a providenciar por suas famílias. Isso significa que ele trabalha e ganha dinheiro suficiente para providenciar por todas as necessidades diárias da sua esposa e filhos. Falhar em fazer isso tem grandes consequências espirituais. “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel” (1 Timóteo 5:8). Um infiel é um incrédulo. Um homem que não se esforça para providenciar para a sua família não pode chamar-se de Cristão. Isso não significa que a esposa não pode ajudar em sustentar a família – Provérbios 31 demonstra que uma esposa que agrada a Deus com certeza pode fazer isso – mas providenciar para sua família não é sua responsabilidade principal – e sim do seu marido. Da mesma forma, o marido deve ajudar com as crianças e tarefas do lar (assim demonstrando amor por sua esposa). Provérbios 31 também deixa claro que o lar é para ser a área de influência e responsabilidade principal da mulher. Note que suas atividades empresariais não a atrapalham de preparar comida e vestimenta para os do seu lar (v.13-24). Mesmo se ela precisa ficar acordada até tarde e acordar cedo, sua família é muito bem cuidada. Esse não é um estilo de vida fácil para muitas mulheres – principalmente em civilizações ocidentais afluentes – e muitas mulheres estão cansadas e esgotadas por tentarem cumprir mais funções do que realmente devem. Quando isso ocorre, tanto o marido como a esposa devem em oração reorganizar suas prioridades e seguir as instruções da Bíblia para os seus papéis.

Conflitos sobre a divisão do trabalho no casamento provavelmente vão surgir, mas se o marido e a esposa são submissos a Cristo, esses conflitos vão ser poucos. Se um casal percebe que discussões sobre esse assunto são frequentes e rancorosos, ou se já se tornaram um padrão no casamento, o problema é um problema espiritual, e os dois devem se resubmeter à oração e submissão a Cristo primeiro, e então um ao outro, com uma atitude de amor e respeito.

Fonte: GotQuestions

04/12/2010

O que a Bíblia diz? – O que a Bíblia diz sobre a PACIÊNCIA.



Margaret Thatcher uma vez disse: “Eu sou extremamente paciente contanto que consiga o que quero no final”. Quando tudo está indo do jeito que queremos, é fácil demonstrar paciência. O verdadeiro teste de paciência aparece quando nossos direitos são violados; quando o carro esporte nos corta no trânsito; quando um grupo de adolescentes estão se comportando de forma inadequada; quando o nosso colega de trabalho ridiculariza a nossa fé mais uma vez. Algumas pessoas acham que têm o direito de ficar chateadas quando enfrentando irritações e provações. Impaciência é quase como uma ira justa. A Bíblia, no entanto, fala de paciência como um fruto do Espírito (Gálatas 5:22), o qual deve ser produzido por todos os Cristãos (1 Tessalonicenses 5:14). Paciência revela nossa fé no fato de que Deus sabe qual o melhor tempo para tudo e que Ele é onipotente e amoroso.

Apesar de a maioria das pessoas considerarem paciência como uma espera passiva ou tolerância gentil, a maioria das palavras gregas traduzidas como “paciência” no Novo Testamento são palavras ativas e saudáveis. Considere, por exemplo, Hebreus 12:1: “Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta”. Pode alguém correr a carreira esperando passivamente por pessoas que enrolam ou gentilmente tolerando os trapaceiros? Claro que não! A palavra traduzida como “paciência” nesse versículo significa tolerância. Um Cristão corre a carreira quando pacientemente persevera através das dificuldades com a esperança do Céu. Na Bíblia, paciência é perseverar rumo ao alvo, aguentar as dificuldades ou esperar ansiosamente que a promessa seja cumprida.

É claro que paciência não acontece da noite para o dia na vida de um crente. O poder e a bondade de Deus são muito importantes para o desenvolvimento da paciência em Seus filhos. Colossenses 1:11 nos diz que somos fortalecidos, “segundo a força da sua glória, em toda a paciência, e longanimidade com gozo”, enquanto Tiago 1:3-4 nos encoraja a saber que provações são a forma que Deus usa para aperfeiçoar nossa paciência. Nossa paciência se desenvolve e fortalece ainda mais quando descansamos na perfeita vontade de Deus e no Seu tempo, mesmo quando à face de homens perversos: “Descansa no SENHOR, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos” (Salmo 37:7). No fim das contas, nossa paciência é recompensada: “Sede pois, irmãos, pacientes até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia. Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima” (Tiago 5:7-8). “Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca” (Lamentações 3:25).

Podemos ver na Bíblia muitos exemplos de pessoas cuja paciência foi característica de sua caminhada com Deus. Tiago nos aponta aos profetas: “Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor”(Tiago 5:10). Ele também se refere a Jó, cuja perseverança foi recompensada: “Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso” (Tiago 5:11). Abraão também foi paciente: “E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa” (Hebreus 6:15). Assim como Jesus é o nosso modelo em todas as coisas, Ele demonstrou ser o modelo perfeito com sua perseverança paciente: “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus” (Hebreus 12:2).

Como podemos demonstrar paciência que é característica de Cristo? Primeiro, devemos agradecer a Deus. A primeira reação geralmente é: “Por que eu?”, mas a Bíblia nos diz que devemos regozijar na vontade de Deus (Filipenses 4:4; 1 Pedro 1:6). Segundo, devemos procurar pelos Seus objetivos. Às vezes Deus nos coloca em situações difíceis para nos dar a oportunidade de testemunhar. Outras vezes, Ele pode permitir uma provação para santificar nosso caráter. Lembrar que Seu propósito é para o nosso crescimento e Sua glória vai nos ajudar a perseverar em provações. Terceiro, devemos lembrar de Suas promessas, tal como a de Romanos 8:28, a qual nos diz: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. “Todas as coisas” incluem as coisas que testam nossa paciência.

Da próxima vez que você for cortado no trânsito, traído por um amigo ou mangado por seu testemunho, como você vai responder? A resposta natural é impaciência, a qual acaba levando a mais estresse, raiva e frustração. Graças a Deus que Cristãos não estão mais presos à “resposta natural” porque temos uma nova natureza, a natureza de Cristo (2 Coríntios 5:17). Pelo contrário, agora é que devemos ter a força do Senhor para responder com paciência e com confiança completa no poder e propósito do Pai. “A vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e incorrupção” (Romanos 2:7).

FONTE: Got Questions / N7HD

03/12/2010

O que a Bíblia diz? – O que a Bíblia diz sobre a PREGUIÇA.


A primeira lei de Newton diz que um objeto em movimento tende a permanecer em movimento, e um objeto parado tende a permanecer parado. Essa lei também se aplica a pessoas. Enquanto algumas pessoas são naturalmente motivadas para completar projetos, outras pessoas são apatéticas, precisando de motivação para combater até mesmo a inércia! Preguiça, um estilo de vida para alguns, é uma tentação para todos. A Bíblia, no entanto, é clara que, porque o Senhor, que é um Deus que trabalha, foi quem ordenou trabalho para o homem, preguiça é um pecado. “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio” (Provérbios 6:6).

A Bíblia tem muito a dizer sobre a preguiça. O livro de Provérbios é cheio de sabedoria e advertências contra a preguiça. Ele diz que o preguiçoso odeia trabalho: “O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam trabalhar” (21:25); ele adora dormir: “Como a porta gira nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama” (26:14); ele dá desculpas: “Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas” (26:13); ele desperdiça tempo e energia: “O que é negligente na sua obra é também irmão do desperdiçador” (18:9); ele acredita que é sábio, mas é um tolo: “Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que respondem bem” (26:16).

Provérbios também nos diz que há um fim certo para o preguiçoso: O preguiçoso se torna um servo (ou devedor): “A mão dos diligentes dominará, mas os negligentes serão tributários” (12:24); seu futuro será descoberto: “O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega, mas nada receberá” (20:4); ele nada alcança: “A alma do preguiçoso deseja, e coisa nenhuma alcança, mas a alma dos diligentes se farta”(13:4).

Não deve haver espaço para preguiça na vida de um Cristão. Um Cristão é ensinado que “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9). Um crente, no entanto, pode se tornar ocioso se acreditar que Deus não espera fruto de uma vida transformada. “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:10). Os Cristãos mostram sua fé através de suas obras. “Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tiago 2:18,26). A preguiça viola o propósito de Deus- as boas obras. O Senhor, no entanto, capacita os Cristãos a combater a tendência da carne de ser preguiçoso ao nos dar uma nova natureza (2 Coríntios 5:17).

Na nossa nova natureza, somos motivados a ter diligência e produtividade por amor ao nosso Salvador que nos redimiu. Nossa velha tendência à indolecência – e a todos os outros pecados – foi substituída por um desejo de viver vidas que agradam a Deus: “Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade” (Efésios 4:28). Deus nos deu a responsabilidade de providenciar para a nossa família através do nosso trabalho: “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel” (1 Timóteo 5:8); e para os da família de Deus: “Sim, vós mesmos sabeis que para o que me era necessário a mim, e aos que estão comigo, estas mãos me serviram. Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (Atos 20:34-35).

Como Cristãos, sabemos que nossos esforços serão recompensados pelo Senhor se formos perseverantes e diligentes: “E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gálatas 6:9-10); “E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis” (Colossenses 3:23-24); “Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra, e do trabalho do amor que para com o seu nome mostrastes, enquanto servistes aos santos; e ainda servis” (Hebreus 6:10).

Os Cristãos devem trabalhar com a força do Senhor para evangelizar e discipular. O Apóstolo Paulo é o nosso exemplo: “A quem anunciamos, admoestando a todo o homem, e ensinando a todo o homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo o homem perfeito em Jesus Cristo; E para isto também trabalho, combatendo segundo a sua eficácia, que opera em mim poderosamente” (Colossenses 1:28-29). Até mesmo no Céu, continuaremos a trabalhar e a servir a Deus, mesmo quando não estivermos mais afetados pela maldição (Apocalipse 22:3). Livres de todas as doenças, tristeza e pecado – até mesmo preguiça- os santos vão glorificar ao Senhor para sempre. “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Coríntios 15:58).

Fonte: Got Questions / N7HD

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