Archive for ‘Missões’

24/10/2015

Intolerância religiosa pode prejudicar os cristãos em Camarões


CameroonMovimentos fundamentalistas muçulmanos estão mudando rapidamente a paisagem do país e abrindo caminho para a intolerância religiosa nos Camarões. De acordo com declarações do ICG (Grupo de Crise Internacional): “A intolerância religiosa é um risco crescente, mas muito subestimada por aqui”, referindo-se às crescentes tensões entre cristãos e seguidores do islã.

Um analista da Portas Abertas comenta: “Investigações feitas ao longo dos últimos anos confirmam as tendências sinalizadas pelo ICG. Os ataques do Boko Haram preocupam, mas o que também preocupa é a radicalização religiosa que está ocorrendo atualmente”.

Relatórios mostram que o país nunca experimentou uma violência tão significativa: “A ascensão da ideologia islâmica está mais rigorosa e é promovida principalmente por jovens muçulmanos camaroneses do Sul, que são rebeldes”.

As iniciativas de diálogo inter-religioso são fracas, dispersas e atingem apenas uma pequena parte da população. As mudanças religiosas não são percebidas pelas autoridades políticas. Especialistas dizem que falta uma estratégia mais abrangente através da criação de organismos representativos para as comunidades mais frágeis. Mas tudo isso depende da iniciativa do governo que parece não estar muito preocupado com o assunto. Não deixe de orar por eles.

Fonte: Missão Portas Abertas

22/10/2015

Primeiro time cristão de futebol americano do Brasil


20151015224158684100oEsporte mais popular dos EUA, o futebol americano começou a ser praticado há pouco tempo no Brasil. Historicamente mais interessados no futebol inventado pelos ingleses, muitos brasileiros sequer sabem da existência de outro “futebol”, que utiliza uma bola oval.

Esta realidade, porém, vem mudando. Inicialmente praticado apenas em praias e organizado de forma amadora, o esporte ganhou em 2012 uma confederação (CBFA) e um campeonato de abrangência nacional.

Prova disso foi a recente publicação de “Tire os Olhos da Bola”, de Pat Kirwin, lançado pela Editora Simonsen. Simplesmente o primeiro livro sobre o esporte publicado no país, custeado exclusivamente por um financiamento coletivo (370 pessoas doaram mais de R$ 33.000 para ver o livro publicado).

Com a popularização, novos times e ligas regionais nascem a cada ano e adensam a estrutura do esporte no país do soccer. Rio e São Paulo concentram as principais equipes, mas foi em Minas Gerais que um novo participante do “Serra Bowl” chamou atenção.

Fundado em dezembro de 2014, o Get Eagles Futebol Americano é o primeiro time de futebol americano com princípios cristãos do Brasil. Seus fundadores começaram a praticar o esporte em 2002, em acampamentos da igreja Getsêmani.

Na época, eles praticavam a modalidade sem equipamentos (Flag) e chegaram a organizar uma primeira versão do Get Eagles específica para campeonatos do gênero. Foi somente em 2014, contando com o suporte da igreja onde tudo começou – o treinamento da equipe acontece na Sede Campestre da igreja Getsêmani -, que o time foi fundado oficialmente, com foco em competições em “Full Pad” (com todos os equipamentos necessários).

Em entrevista ao portal Super Esportes, o jogador João Conrado, de 19 anos, destacou as expectativas da equipe: “O futebol americano tem que crescer em Minas Gerais, em Belo Horizonte, porque é um dos estados mais atrasados no esporte. Deus vai nos abençoar nessa estreia e vamos daqui para o Brasil e para o mundo”.

A estreia a que se referia João aconteceu no último sábado (17), depois de um ano de preparação, contra o Nova Friburgo Yets (que já existe há nove anos), no Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte. O resultado foi uma vitória por 32 x 3 para o adversário do Rio.

Apesar do resultado adverso em sua primeira partida oficial, o objetivo do time cristão segue inalterado: querem participar do campeonato brasileiro já no ano que vem e com isso impulsionar o esporte em BH.

08/10/2015

Cristãos refugiados não se sentem seguros na Alemanha


Cristãos refugiados não se sentem seguros na Alemanha

Cristãos refugiados não se sentem seguros na Alemanha

De acordo com o jornal alemão Die Welt, cristãos que buscam albergues para refugiados, na Alemanha, estão sendo ameaçados por muçulmanos conservadores. Segundo o líder religioso conhecido como Martens, que atende a estes refugiados: “Os muçulmanos estão dominando estes locais e impondo a sharia, que é a lei islâmica”.

Analistas da Portas Abertas disseram que cristãos são proibidos de frequentar a cozinha e alguns locais dos albergues: “Mas esta é apenas a ponta do iceberg, pois há ameaças de morte e atos de violência contra os cristãos de várias denominações, mas em especial aos muçulmanos convertidos ao cristianismo, que são considerados traidores por eles”, explica um dos analistas.

Turíngia, um dos 16 estados federais da Alemanha, introduziu um sistema de separação das religiões, mas a maioria das autoridades alemãs locais são contra isso. “É difícil ver como os refugiados são atacados por todos os lados: precisam respeitar os muçulmanos radicais, mas eles estão dentro da Alemanha. Por outro lado, eles estão ali porque fugiram da perseguição religiosa de seus países, mas as ameaças continuam mesmo na Europa”, comenta o líder cristão.

“Esses refugiados não podem contar com uma vida segura, independente de onde estejam. Estes são fatos que nos remetem a alertar sobre o sério desafio que as igrejas da Alemanha e da Europa vão enfrentar daqui para a frente”, conclui o líder.

Fonte: Portas Abertas Internacional

08/10/2015

Cassiane fala de processo que recebeu da MK Music


Cassiane voltou para a gravadora MK Music, decisão que deixou muitos surpresos, pois em 2010 ela foi processada pela empresa por ter rompido o contrato antes de entregar a quantidade acordada de CDs.

O processo virou notícia quando Cassiane participou do Programa Raul Gil e não “tirou o chapéu” para a empresa. Em lágrimas, a cantora falou sobre o processo e disse que foi até acusada por formação de quadrilha.

Em entrevista ao MK News, a interprete pentecostal afirmou que a questão do processo já foi resolvida e superada. “Todo o processo, toda aquela situação que nós passamos, já foi resolvido a cinco anos atrás”, disse.

Ela só não retornou antes para a gravadora porque “não era o tempo” e hoje ela percebe que tanto ela quanto os diretores da MK estão mais maduros. “Deus trabalha com o tempo”, acredita.

A cantora Cassiane está feliz por voltar para a gravadora onde lançou a maioria de seus CD. “Eu até cheguei a pensar em voltar antes, mas depois eu pensei que não era para ser. Deus fez com que tudo fosse se encaixando”.

Ao lado de seu esposo, Jairo Manhães, Cassiane lidera a Assembleia de Deus do Brás em Alphaville (AD Alpha), na Grande São Paulo, um templo que em menos de dois anos conseguiu atrair mil membros.

Como cristã – e pastora- afirma que vive o Evangelho e por isso sabe perdoar, algo que muitas pessoas não conseguem entender. “Eu tenho uma forma de ver: o perdão não é aminézia”, explica. Cassiane faz uma explicação sobre uma mágoa que machuca e deixa cicatrizes, para ela perdoar e olhar para essas marcas que ficaram sem sentir dor e é isso que ele fez em relação ao que aconteceu com a gravadora.

Fonte: Gospel Prime

08/10/2015

Cristãos são isolados e excluídos da sociedade por causa da sua fé


mulheres na igrejaDe acordo com os relatórios da ONU (Organização das Nações Unidas), Bangladesh apresentou um resultado misto, conforme as especificações da Liberdade de Religião e Crença no país. A declaração diz que o Estado é secular, mas ao mesmo tempo afirma que o islã é a religião oficial da nação.

Embora pareça uma declaração positiva para os cristãos, na prática não há o que comemorar, porque a questão da conversão ao cristianismo continua a ser um grande problema. O relator da ONU chegou a mencionar o “ostracismo social”, um termo político que caracteriza a realidade dos cristãos, que são isolados e até mesmo excluídos da sociedade, por não seguirem as regras das autoridades.

O analista da Portas Abertas afirma que isto realmente ocorre no Bangladesh, logo após uma conversão à fé cristã, e que além do ostracismo ainda existe a perseguição religiosa, já que os cristãos são agredidos fisicamente e tratados com certa violência.

Pedidos de oração

• Clame ao Senhor pelos nossos irmãos em Bangladesh, que eles possam ser bem tratados e acharem conforto em Deus.
• Peça pelas autoridades de Bangladesh, que Deus abra os olhos deles.
• Interceda por igualdade para todos no país.

Fonte: Portas Abertas Internacional

04/10/2015

Cristãos egípcios são ousados e destemidos na evangelização


egitoSer cristão é um grande desafio no Egito. Muitos egípcios foram julgados por serem cristãos e receberam sentenças que estão cumprindo em várias prisões, em todo o país. Esse risco se aplica a todos os que compartilham a mensagem do Evangelho com qualquer muçulmano.

Mas, apesar do risco, todos os que receberam o amor cristão têm sorrisos genuínos, e os corações compassivos, e isto ainda não é proibido pela lei egípcia, segundo eles. “Nós não seremos detidos porque temos a luz de Jesus brilhando sobre nossas vidas. E nós brilhamos em público, o que nos traz uma tremenda oportunidade de viver o verdadeiro evangelho”.

Os jovens egípcios são ousados quando se trata de cristianismo. No mês passado, um grupo de evangelização foi às ruas, segurando banners que continham mensagens de amor, na praça principal de uma cidade, em meio à festa do Ramadan, para felicitar seus vizinhos muçulmanos. Entregaram doces e causaram um verdadeiro impacto.

Entre as frases, lia-se: “Eu sou um cristão e eu amo todos os muçulmanos”. Essa mensagem chocou muitas pessoas, e atraiu o interesse de outras. Muitos não entenderam, mas alguns muçulmanos se aproximaram e apertaram as mãos dos cristãos. Muitas amizades nasceram naquele momento, conforme os relatos dos jovens que disseram que os cristãos devem ser os guardiões da verdadeira esperança da humanidade.

Fonte: Folha Gospel

26/09/2015

Phyllis Sortor, missionária americana sequestrada na Nigéria, é libertada


rev-phyllis-sortorA Rev. Phyllis Sortor, missionária americana da Igreja Metodista Livre que foi sequestrada por supostos membros de gangues criminosas na Nigéria no mês passado com uma demanda por um resgate de US $ 300.000, foi libertada com segurança na sexta-feira, de acordo com um aviso da igreja.

“No início da noite (na Nigéria), sexta-feira, 6 de março, Phyllis Sortor, missionária Metodista Livre na Nigéria, foi libertada com segurança para os cuidados de autoridades e líderes da Igreja Metodista Livre”, observou David W. Kendall, para o Conselho de Bispos, em um comunicado à imprensa ao The Christian Post sexta-feira.

“Parece que ela foi sequestrada por uma gangue criminosa, e não há evidências de que este evento é associado ao terrorismo ou religião. Líderes da Metodista Livre expressaram profunda gratidão a todos que oraram pelo retorno seguro da Sortor”, acrescentou.

Sortor foi raptada de Hope Academy em Emi Woro, estado de Kogi, na segunda-feira, 23 de fevereiro por homens mascarados e armados que depois exigiram um resgate US $ 300.000 para ser pago pelo seu retorno seguro. Sua família perturbada declarou rapidamente, no entanto, que eles não tinham dinheiro para pagar o resgate da missionária de 71 anos.

“Somos apenas uma família da classe trabalhadora, não temos dinheiro. Isso não é uma igreja enorme, eles não têm dinheiro. Por que eles a levaram, quem sabe? As pessoas que estão fazendo essas coisas, esses caras não têm apoio – são apenas covardes”, enteado do missionário, Richard Sortor, registrou num relatório de CP anteriormente.

Não ficou claro a partir da liberação se o valor pelo resgate foi ou não foi pago para o retorno da Rev. Sortor. Kendall observou que os detalhes relativos à libertação não seria discutido publicamente.

“Por uma questão de política de som, e para ajudar a proteger as muitas pessoas que ajudaram a libertar Phyllis em segurança’, não teremos qualquer comentário sobre os esforços que foram empreendidos para garantir sua libertação”, disse ele.

“Sortor estava ciente que havia riscos associados com o seu ministério, mas também sabia que existem muito poucos lugares no mundo sem riscos e perigos. Recentemente, ela disse: ‘O céu é de verdade! Não há nenhuma garantia na vida; nenhum lugar seguro – que não seja o lugar que nos encontramos quando a nossa fé e confiança plena em Deus!’”, acrescentou.

Ele observou ainda que Sortor, que passou a infância em Moçambique, havia se mudado para a África depois de passar muitos de seus anos adultos em Seattle, Washington.

“Sortor e seu marido, Jim, mudou-se para Ruanda, onde eles ministravam por quase seis anos. Phyllis e Jim retornou à África em 2005, desta vez servindo na Nigéria. Depois da morte de Jim em outubro de 2008, ela permaneceu na Nigéria, onde seu foco principal tem sido o desenvolvimento da liderança e Child Care Ministries International, programa de apadrinhamento de crianças de Igreja Metodista Livre. Ela também tem sido instrumental na criação de escolas no estado de Kogi para os filhos de pastores de Fulani e em instituir projetos de pastejo como uma solução para os conflitos de longa duração entre os agricultores nigerianos e pastores Fulani”, disse Kendall no comunicado.

Screencapture/NBC News
27/06/2015

Mudança no cenário político pode ameaçar cristãos na Malásia


25_Malaysia_2014_03801002951O que muitos observadores predisseram há um tempo tem agora acontecido na Malásia: as partes colaboradoras da oposição finalmente decidiram se separar na introdução da lei penal islâmica, a hudud, em um estado federal.
Daniel, analista de perseguição da Portas Abertas, relatou: “A oposição estava unida por um principal motivo – derrotar o partido governista UMNO – Organização Unida Nacional dos Malaios, no poder desde 1957. Mas essa união prova ser fraca como testemunhado nas eleições internas do principal partido islâmico de oposição PAS – Partido Islâmico da Malásia, expulsando praticamente todos os progressistas da liderança do partido. Isso torna a aprovação da hudud mais fácil. Causou a separação com o líder chinês da DAP – Ação Democrática. Embora PAS e DAP continuem a governar juntos o importante estado federal de Selangor, a separação é significativa.”

Daniel prossegue: “Ao defender a introdução prevista da hudud, um membro da PAS não-muçulmano (um hindu de origem indiana) disse que a lei beneficiaria a todos. Ele se referiu a “países pacíficos da Arábia Saudita e Brunei”. Tudo isso mostra o quanto o islâmico UMNO e o mais radical islâmico PAS podem se tornar mais próximos. Embora não seja tão provável em um futuro próximo, uma fusão dos dois consolidaria não apenas a dominação malaia, mas também o conservadorismo islâmico. Isso traria más notícias para minorias étnicas e religiosas, incluindo os cristãos.

Fonte: Missão Portas Abertas

26/06/2015

Cristãos largam tudo para rodar o Brasil com projeto social


xteatro-de-bonecos-266x200.jpg.pagespeed.ic._pKYyA48ZUFernando Cavallari, 36 anos, e Roxane Cavallari, 37, estavam noivos quando um acidente mudou completamente suas vidas.  Durante uma viagem ao litoral, o carro perdeu o freio e parou a poucos metros do abismo por conta de uma pedra.

“Eu pensei que iria morrer e nesta hora pedi para Deus uma nova oportunidade e Ele me atendeu”, conta Fernando. “O carro parou sobre uma pedra tão pequena que com certeza não foi a pedra que o parou”.

Depois do susto eles marcaram o casamento e Fernando começou a escrever o projeto Teatro de Fantoches Companhia Atitude, um projeto social que tem como objetivo levar alegria e mensagem de esperança para crianças carentes.

Fernando tem certeza de que foi Deus quem ministrou em seu coração para criar este projeto. Nem ele e nem sua esposa haviam trabalhado com fantoches e nem mesmo com crianças, mas todas as coisas contribuíram para que o projeto desse certo.

Teatro de Fantoche

“Os planos de Deus são maravilhosos e Eles nos escolheu pra fazermos  este projeto, mesmo no começo não tendo condições, mesmo sem experiência nenhuma, sem  conhecimento, mas com a convicção que Aquele que nos chamou iria nos guiar, capacitar  e abrir as portas para aprendermos  e ter estratégias para desenvolver o trabalho”, relata.

O acidente foi um ponto marcante na vida espiritual de Fernando, ele estava com a fé adormecida e depois do livramento começou a buscar mais pela presença de Deus. “A Roxane já nasceu na igreja, é filha de Pastor, sempre caminhou nos caminhos do Senhor. Ela sempre orava por uma mudança na minha vida e como Deus já tinha planos pra nós, Ele foi guiando e direcionando para que hoje estivéssemos cuidando do que Ele colocaria em nossas mãos.”

Cia Atitude

Depois de escrever o projeto Fernando e Roxane precisaram se preparar para aprender como trabalhar com fantoches. As primeiras apresentações exigiram muitos ensaios e eles perceberam a necessidade de fazer um curso de teatro para aprimorar o trabalho.

“Foi ai que mais um milagre aconteceu, ganhamos duas bolsas para se profissionalizar em teatro,  na qual se formamos em atores profissionais. Também fizemos diversas oficinas e workshops para que cada dia nos pudéssemos fazer um trabalho de excelência”, conta Fernando.

O casal desistiu de seus empregos formais e com o Fundo de Garantia recebido, Fernando comprou uma Kombi e é com este veículo que eles viajam pelo Brasil para atender crianças carentes.

“O objetivo é levar o amor de Deus, alegria e a esperança”. Para isso eles realizam diversas atividades, como oficinas educativas, teatro de fantoches, biblioteca na praça e outros. “São projetos que unem as crianças e as despertam para fazer coisas boas. Nestas atividades nos aproximamos delas, conversamos e ouvimos suas histórias”, diz.

Para poder manter o projeto Fernando e Roxane vendem ioiô, chaveiros, canecas, produtos de limpeza e ainda entregam panfletos. Eles também aceitam convites para se apresentarem no teatro e assim conseguem se sustentar e manter o projeto social.

Escolher a comunidade que irá receber a Cia Atitude é uma tarefa complicada para o casal, pois são muitos convites. “Toda semana chega convites para receber o projeto, é uma hora que o coração fica apertado, pois é difícil escolher, de um lado crianças em situações de fome e do outro crianças onde a grande parte dos pais estão presos ou foram mortos pelo crime”, conta o ator.

A decisão segue alguns critérios estabelecidos pelo casal: “Escolhemos primeiro pela necessidade e carência do local e também de onde estamos se temos possibilidade de locomoção”.

Quem tiver interesse em convidar o Teatro de Fantoches Cia Atitude para uma comunidade carente de sua cidade ou abençoar o casal com doações pode entrar em contato com eles através do site ou Facebook. Acesse teatrodefantoche.com.brfacebook.com/projetomissaobrasil.

Fonte: Gospelprime

04/11/2014

Campanha quer levantar US$25 mi para ajudar refugiados cristãos


acampamentoAndando pelas ruas de Irbil, no Curdistão iraquiano, Johnnie Moore ficou impressionado com o que viu. “Os cristãos estavam por toda parte: nas ruas, em prédios abandonados, em barracas de lona que não são à prova de água”, disse o ex-capelão da Liberty University que voltou aterrorizado de sua viagem.

Moore trabalha como chefe de equipe para Mark Burnett e Roma Downey, atores cristãos famosos por produzirem a série “A Bíblia” e o longa “O Filho de Deus”. Eles estão decididos a levantar 25 milhões de dólares para ajudar cristãos iraquianos e sírios (assim como outras minorias) que estão refugiados por causa dos ataques do Estado Islâmico na região.

O casal doou o primeiro 1 milhão e conta com o apoio dos cristãos sensibilizados com a situação de seus irmãos no Oriente Médio. Segundo a ONU, 800 mil pessoas precisam urgentemente de abrigo e 2,8 milhões necessitam urgentemente de alimentos.

“As situação é muito urgente. Temos de agir rapidamente”, explica Moore. “O inverno está chegando. As chuvas iniciaram esta semana. Em breve chegará a neve”.

Eles estão trabalhando em parceria com o Instituto de Engajamento Global (IGE), organização acostumada a lidar com questões internacionais de liberdade religiosa.

O diretor do IGE Chris Seiple escreveu “Podemos ver o fim da presença de cristãos na região que é o berço do cristianismo”. Ele explica que estão recebendo mais apoio no momento de um muçulmano que dos pastores evangélicos. O rei Abdullah II da Jordânia reconheceu que “manter os cristãos na região é parte integrante da identidade do Oriente Médio”, e está cooperando com o IGE, assim como os líderes das igrejas orientais históricas da região.

A primeira fase da parceria IGE e do casal Burnett-Downey chama-se “Resgate, Restauração e Retorno”. Seu plano consiste em 1) identificar as comunidades cristãs iraquianas e sírias com maiores necessidades; 2) Enviar dinheiro para a compra de abrigos impermeáveis para ajudá-los a enfrentar o inverno; 3) Fornecer dinheiro para compra de alimentos.

A missão Portas Abertas do Brasil está fazendo uma coleta no mesmo sentido no endereço doe.portasabertas.org.br.  O movimento Nassarah faz uma campanha de intercessão permanente pelos cristãos do Oriente Médio e divulga informações sobre o assunto. A organização católica Aleteia organizou uma petição online para reunir 500 mil assinaturas, que será encaminhada para a ONU.

Burnett e Downey explicam que defendem a liberdade religiosa e embora sua iniciativa tenham como foco a situação dos cristãos, poderão ajudar os yazidi e os muçulmanos que se negaram a apoiar o EI e por isso também foram perseguidos.

Eles fizeram uso da internet para denunciar os graves problemas relacionados à saúde e saneamento básico dos refugiados. Sempre chamou atenção o fato que, apesar de tudo, os cristãos continuam firmes. A maioria usa tinta spray para desenhar o mesmo “n” – que marca propriedade dos Nasrani (Nazarenos, em árabe)- que os milicianos do EI pintam na casa de cristãos.

Nas redes sociais já existe uma tentativa de mobilização para dar visibilidade às vítimas do EI. A hashtag #WeareN [#NósSomosN] vem sendo usada para marcar postagens sobre o conflito e as mortes provocadas pelos militantes do Estado Islâmico, que defendem a volta do califado e o fim de Israel.

Essa campanha virtual de solidariedade inclui evangélicos, católicos e ortodoxos, pois o termo “nazareno” diz respeito a Jesus, o centro do cristianismo. Essa forma de humilhação religiosa já ocorreu outras vezes na história. Um exemplo conhecido é a estrela de Davi com a inscrição “JUDE” usada pelos nazistas para “marcar” os judeus durante a ascensão do regime de Hitler na Europa. Estrelas amarelas eram costuradas nas roupas e pintadas nas casas para identificá-los. Com informações de Christianity Today

%d blogueiros gostam disto: