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18/05/2012

Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes


18 de maio é a data em que Araceli Cabrera Crespo, de nove anos incompletos, desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida. A menina foi estupidamente martirizada. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo. Seu corpo, o rosto principalmente, foi desfigurado com ácido. Seis dias depois do massacre, o corpo foi encontrado num terreno baldio, próximo ao centro da cidade de Vitória, Espírito Santo. Seu martírio significou tanto que esta data se transformou no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

18 de Maio

ARACELI: Símbolo da violência. Por Pedro Argemiro

Durante mais de três anos, na década de 70, pouca gente ousou abrir a gaveta do Instituto Médico-Legal de Vitória, no Espírito Santo, onde se encontrava o corpo de uma menina de nove anos incompletos. E havia motivos para isso. Além de o corpo estar barbaramente seviciado e desfigurado com ácido, se interessar pelo caso significava comprar briga com as mais poderosas famílias do estado, cujos filhos estavam sendo acusados do hediondo crime. Pelo menos duas pessoas já tinham morrido em circunstâncias misteriosas por se envolverem com o assunto.

Ainda assim, corajosos enfrentavam os poderosos exigindo justiça, tanto que o corpo permanecia insepulto na fria gaveta, como se fosse a última trincheira da resistência. O nome da menina era Araceli Cabrera Crespo e seu martírio significou tanto que o dia 18 de maio – data em que ela desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida – se transformou no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Por uma dessas cruéis ironias, Jardim dos Anjos era onde ficava um casarão, na Praia de Canto, usado por um grupo de viciados de Vitória (ES) para promover orgias regadas a LSD, cocaína e álcool, nas quais muitas vítimas eram crianças – anjos do sexo feminino. Entre a turma de toxicômanos, era conhecida a atração que Paulo Constanteen Helal, o Paulinho, e Dante de Brito Michelini, o Dantinho, líderes do grupo, sentiam por menininhas. Dizia-se, sempre a boca pequena, que eles drogavam e violentavam meninas e adolescentes no casarão e em apartamentos mantidos exclusivamente para festas de embalo. O comércio de drogas era, e é muito enraizado naquela cidade. O Bar Franciscano, da família Michelini, era apontado como um ponto conhecido de tráfico e consumo livres.

Araceli vivia com o pai Gabriel Sanches Crespo, eletricista do Porto de Vitória, a mãe Lola, boliviana radicada no país, e o irmão Carlinhos, alguns anos mais velho que ela. Na casa modesta, localizada na Rua São Paulo, bairro de Fátima, era mantido o viralata Radar, xodó da menina, que o criava desde pequenino. Segundo o escritor José Louzeiro que acompanhou o caso de perto e o transformou no livro “Araceli, Meu Amor” – o nome Radar foi escolhido pela garota “para que o animal sempre a encontrasse”. Araceli estudava perto de casa, no Colégio São Pedro, na Praia do Suá, e mantinha urna rotina dificilmente quebrada. Ela saía da escola, no fim da tarde, e ia para um ponto de ônibus ali perto, quase na porta de um bar, onde invariavelmente brincava com um gato que vivia por ali.

No dia 18 de maio de 1973, uma sexta-feira, a rotina de Araceli foi alterada. Ela não apareceu em casa e o pai, num velho Fusca, saiu a procurá-la pelas casas de amigos e conhecidos, até chegar ao centro de Vitória. Nada. A menina não estava em lugar algum. Só restou a Gabriel comunicar a Lola que a filha estava desaparecida e que tinha deixado seu retrato em redações de jornais, na esperança de que fosse, realmente, somente um desaparecimento. No dia seguinte, quando foi ao colégio para conseguir mais informações, Gabriel ficou sabendo que a menina tinha saído mais cedo da escola. De acordo com a professora Marlene Stefanon, Araceli tinha “ido embora para casa por volta das quatro e meia da tarde, como a mãe mandou pedir num bilhete”

Na véspera, Lola tivera uma reação aparentemente normal ao constatar a demora da filha em chegar em casa. Primeiro, ficou enervada; depois, preocupada. No sábado, tarde da noite, sofreu uma crise nervosa e precisou ser internada no Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia. Ainda no início do processo, acabariam pesando sobre ela fortes suspeitas e graves acusações. Lola foi apontada como viciada e traficante de cocaína, fornecedora da droga para pessoas influentes da cidade e até amante de Jorge Michelini, tio de Dantinho. E mais: ela era irmã de traficantes de Santa Cruz de La Sierra, para onde se mudou tão logo o caso ganhou dimensão, deixando para trás o marido Gabriel e o outro filho, Carlinhos. Não se sabe até onde Lola facilitou ou estimulou a cobiça dos assassinos em relação a Araceli.

Menina era usada no tráfico de drogas

A respeito de Dantinho e de Paulinho Helal, dizia-se que uma de suas diversões durante o dia era rondar os colégios da cidade em busca de possíveis vítimas, apostando na impunidade que o dinheiro dos pais podia comprar. Dante Barros Michelini era rico exportador de café (tão ligado a Dantinho que chegou a ser preso, acusado de tumultuar o inquérito para livrar o filho). Constanteen Helal, pai de Paulinho, era comerciante riquíssimo e poderoso membro da maçonaria capixaba. Seus negócios também incluíam imóveis, hotéis, fazendas e casas comerciais. Já o eletricista Gabriel, seu maior tesouro era a filha. No domingo, ele foi à delegacia dar queixa, onde lhe foi dito que tudo seria feito para encontrar Araceli. Na Santa Casa, ele contou a Lola o resultado de sua busca e falou da garantia dos policiais de que tudo acabaria bem. Lola pareceu não acreditar – e chorou. O escritor José Louzeiro não tem dúvida:Lola foi, indiretamente, a causadora do hediondo crime de que sua filha foi vítima. “Na sexta-feira, a mando da mãe, Araceli tinha ido levar um envelope no edifício Apoio, no Centro de Vitória, ainda em construção, mas que já tinha uns três ou quatro apartamentos prontos, no 8º andar. A menina não sabia, mas o envelope continha drogas.

Num dos apartamentos, Paulinho Helal, Dantinho e outros se drogavam. Ela chegou, foi agarrada e não saiu mais com vida”, conta o escritor.

O que aconteceu realmente com Araceli Cabrera Crespo talvez nunca se saiba. E talvez, seja bom mesmo não conhecer os detalhes, tamanha é a brutalidade que o exame de corpo delito deixa entrever. A menina foi estupidamente martirizada. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta puma orgia de drogas e sexo. Sua vagina, seu peito e sua barriga tinham marcas de dentes. Seu queixo foi deslocado com um golpe. Finalmente, seu corpo – o rosto, principalmente – foi desfigurado com ácido.

Corrupção e cumplicidade da polícia

Seis dias depois do massacre da menina, um moleque caçava passarinhos num terreno baldio atrás do Hospital Infantil Menino Jesus, na Praia Comprida, perto do Centro da capital. Mas o que ele encontrou foi o corpo despido e desfigurado de Araceli. Começou, então, a ser tecida uma rede de cumplicidade e corrupção, que envolveu a polícia e o judiciário e impediu a apuração do crime e o julgamento dos acusados por uma sociedade silenciada pelo medo e oprimida pelo abuso de poder. Dois meses após o aparecimento do corpo, num dia qualquer de julho de 1973, o superintendente de Polícia Civil do Espírito Santo, Gilberto Barros Faria, fez uma revelação bombástica. Ele afirmou que já sabia o nome dos criminosos, vários, e que a população de Vitória ficaria estarrecida quando fossem anunciados, no dia seguinte. Barros havia retirado cabelos de um pente usado por Araceli e do corpo encontrado e levado para exames em Brasília. Confirmando que eram iguais.

Por que a providência? Até então, havia dúvidas que era de Araceli o corpo que apareceu desfigurado no terreno baldio. Gabriel sabia que era o da filha – ele o reconheceu por um sinal de nascença, num dos dedos dos pés. Mas Lola disse o contrário. Assim que se recuperou, ela foi ao IML reconhecer o corpo e afirmou que não era de sua filha. Louzeiro recorda um outro fato a respeito disso, altamente elucidativo. Certo dia, Gabriel levou o cachorro Radar ao IML só para confirmar, ainda mais sua certeza. Não deu outra: mesmo com a gaveta fechada, animal agiu realmente como um radar, como Araceli premonizara, e foi direto à geladeira onde estava o corpo de sua dona.

Fonte:
Centro de Educação Sexual – CEDUS
Co-Representante ONG-Sudeste/CNAIDS-MS

29/12/2011

Acusado de abuso contra menores, padre irlandês de 72 anos é deportado do Brasil


A Polícia Federal prendeu em São Paulo um padre irlandês de 72 anos acusado perante a Justiça de Dublin em 55 processos penais por supostos abusos sexuais contra menores. Ele foi deportado sumariamente para a Irlanda na noite de segunda-feira, 26.

P. J. Kennedy foi localizado na manhã de segunda por agentes da PF que atuam no escritório da Interpol em São Paulo – a Interpol é a Polícia Internacional que reúne corporações de 190 países.

A ação foi discreta. Os policiais abordaram o acusado, que confirmou sua identidade e ouviu os motivos de sua detenção, expostos em mandado de prisão expedido pela Justiça irlandesa.

Kennedy, nascido em 2 de março de 1939, foi imediatamente conduzido ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica. Às 23h30 de segunda, sob escolta, ele partiu para Londres, onde autoridades irlandesas o aguardavam no aeroporto.

A Interpol informou que desde 2003 o alvo estava no Brasil. Ele fixou residência em Osasco, na Grande São Paulo, e depois mudou-se para a capital. Para se manter, dava aulas de inglês.

No início de 2004, a Interpol solicitou formalmente a localização do religioso ao lançar seu nome na difusão azul – lista de cidadãos contra os quais não há mandados de prisão nos países onde eles se ocultam.

Em janeiro de 2004, Kennedy foi citado em dossiê da Procuradoria de Dublin. O documento informa que, em agosto de 2003, o acusado se comprometeu a desembolsar “a mais alta compensação financeira em juízo” para indenização de uma vítima. Os crimes atribuídos a Kennedy ocorreram nos anos 80.

Depois do acordo judicial, Kennedy migrou para o Brasil com passaporte inglês.

A PF vigiava os movimentos do religioso havia quatro meses, mas aguardava a formalização de documentação para detê-lo.

O plano era embarcar Kennedy às 18h46 de segunda-feira em voo da British Airways. A operação foi adiada e o embarque ocorreu por outra companhia aérea.

Deportação sumária

O Brasil e a Irlanda não mantêm tratado de extradição. A Polícia Federal agiu com cautela e sigilo para evitar eventual recurso judicial de Kennedy que impedisse ou retardasse sua deportação.

A deportação é a devolução compulsória ao Estado de origem de estrangeiros que ingressam irregularmente em outro território. Ela pode ter amparo em casos de uso de documento falso, como visto de entrada, ou no exercício de atividade profissional não autorizada.

Quando pleiteou a transformação de provisório em definitivo do protocolo de permanência no Brasil, Kennedy assinou uma declaração alegando que não respondia a nenhuma acusação judicial em seu país. A PF cancelou a emissão do documento.

Fonte: Estadão

03/06/2011

Vítimas de pedofilia do clero processam Igreja Católica


Cerca de 80 vítimas de pedofilia por parte de elementos do clero na Bélgica apresentaram uma acusação contra a Santa Sé e altos responsáveis da Igreja Católica belga num tribunal de primeira instância em Gand, para exigirem indemnizações. As primeiras audiências deverão ser marcadas para Setembro.

Walter Van Steenbrugge, advogado das vítimas, salientou que o processo visa a «Santa Sé, sacerdotes belgas e outros religiosos», não sendo contra o Papa Bento XVI directamente dada a sua imunidade enquanto chefe de Estado do Vaticano.
No entanto, o sumo pontífice não foi esquecido: O Papa «nomeia os bispos que estão sob a sua autoridade, o que o torna responsável pelos seus erros», para além de que «não interveio pessoalmente nem deu instruções, o que permitiu que os abusos continuassem e se agravassem», disse Walter Van Steenbrugge em conferência de imprensa.
Recorde-se que em 2010, a Igreja Católica viveu um escândalo, quando o bispo de Bruges, Roger Vangheluwe, reconheceu ter cometido abusos sexuais e se demitiu em Abril de 2010. Neste processo são ainda visados o arcebispo André-Joseph Léonard e o cardeal Godfried Dannels por «não terem impedido os abusos».

Notícias Cristãs / Abola

24/05/2011

Austríaco coloca placa de aviso contra padres pedófilos em floresta


De acordo com a placa, os clérigos são impedidos de entrar na floresta com crianças.

Um austríaco que é dono de terras que ficam em um bosque no sul do país decidiu colocar placas de aviso contra padres pedófilos, avisando que sacerdotes não podem entrar em sua propriedade acompanhados de crianças.

Sepp Rothwangl, 60, –que afirma ter sido vítima de abusos na infância– diz que a medida é uma tentativa de impedir a ocorrência de tais crimes por parte de religiosos. Segundo ele, o ato é um “protesto como simples cidadão”, já que a Igreja Católica parece ser incapaz de expulsar tais padres da instituição.

“Área de Proteção a Crianças”, diz o aviso que ele colocou na entrada de seus 160 hectares de terras na província de Styria. “Violações serão denunciadas. Somos forçados a tomar essa medida em defesa dos interesses das crianças”.

De acordo com a placa, os clérigos são impedidos de entrar na floresta com crianças, a não ser que estejam na companhia de pais ou outros adultos responsáveis.

O aviso está causando polêmica porque fica no trajeto para uma basílica do século 16 que atrai milhares de peregrinos católicos todos os anos.

A TV austríaca tem mostrado a placa nos principais jornais, e causado debate no país de 8,4 milhões de habitantes. A história também já repercute na Alemanha e na França.

Georg Plank, porta-voz da arquidiocese de Graz, capital da Styria, diz que a placa é um “ato bizarro que visa atrair atenção”. No entanto, ele diz que a igreja pretende ignorar a medida, sem entrar com medidas legais ou qualquer outro tipo de ação.

“Isso me lembra uma placa que foi colocada na época do nazismo, que dizia que judeus eram proibidos de entrar na floresta da Alemanha”, diz Gerhard Gross, chefe do partido político BZO, que detém 16 dos 186 assentos do Parlamento.

Gross acusa Rothwangl de espalhar uma “guerra religiosa contra o cristianismo” e entrou com pedido judicial contra ele por “incitar o ódio à igreja”.

No entanto, o dono das terras rejeita as acusações.

“Eu me recuso a ser comparado com os nazistas. Apenas quis chamar a atenção para esse problema”, diz.

Fonte: Folha Online / Folha Gospel

20/05/2011

Abusos sexuais envolvendo padres não foram influenciados por homossexualidade ou celibato


Segundo os pesquisadores, a maior parte dos padres formados em seminários nos anos 40 e 50 e envolvidos em abusos não foi treinada de forma adequada para se adaptar às mudanças da década de 60, quando houve grande mudança nos padrões de comportamento e o crime, de uma forma geral, cresceu nos EUA.

– Não há indícios em nossa pesquisa que sugiram que haja mais probabilidade de que padres possam abusarem mais de menores do que qualquer outra pessoa em nossa sociedade – disse nesta quarta-feira Karen Terry, principal investigadora.

A análise feita pelo John Jay College of Criminal Justice foi a última de três pesquisas autorizadas pela Conferência Americana de Bispos Católicos em 2002, quando escândalos envolvendo a Arquidiocese de Boston surgiram, causando a pior crise da Igreja no país.

Líderes da Igreja esperavam encontrar resultados que ajudassem a identificar agressores antes que eles agissem, porém os pesquisadores afirmaram não ter encontrado nenhuma causa específica explicando os motivos dos abusos. Eles disseram também que os religiosos não costumavam escolher as suas vítimas de acordo com sexo ou idade.

A pesquisa mostrou que os EUA, ao notarem o tamanho da crise, começaram a tratar os casos que haviam começado nos anos 80. Até recentemente, depois que as vítimas passaram a lutar pelos seus direitos, líderes da Igreja mostravam estar mais preocupados com a reabilitação dos seus padres do que com a de suas vítimas.

A Associação de Sobreviventes e Vítimas de Abusos por Padres descreveu os resultados da pesquisa, que custou US$ 1.8 milhão, como algo que “pode-se jogar fora”, já que o trabalho foi financiado em grande parte por padres e entidades católicas, além de contar com doações e de uma concessão do Departamento de Justiça dos EUA.

Fonte: O Globo online / Folha Gospel

25/02/2011

Ex-pastor é suspeito de homicídio, estupro e tráfico de drogas no Pará


ex-pastor acusado de estupro e homicídio e foragido por tráfico de drogas foi preso ontem à tarde no bairro de Batista Campos.

Detido em flagrante por tráfico de drogas, Cleonilson da Silva é acusado de estupro e dois homicídios Um ex-pastor acusado de estupro e homicídio e foragido por tráfico de drogas foi preso ontem à tarde no bairro de Batista Campos. Cleonilson da Silva Santana Júnior, 46 anos, foi flagrado com cerca de 100 gramas de maconha. Levado à Seccional da Cremação, foi reconhecido por uma vítima que ele estuprou há um mês. Policiais militares encontraram a droga dentro do short de Cleonilson, enquanto ele perambulava pelos arredores da praça Batista Campos. A abordagem foi feita depois que uma amiga da vítima de estupro reconheceu Cleonilson e pediu apoio da polícia. Só depois de levado à Seccional da Cremação, às 16 horas, foram confirmadas as pendências do acusado com a Justiça. O acusado admitiu ser vendedor de maconha na praça da República e disse morar na rua, no bairro do Marco. Ele confessa ter cometido dois homicídios, motivo pelo qual foi preso no estado do Maranhão. Cleonilson conseguiu escapar da penitenciária de Pedreirinhas e voltou para Belém. No dia 22 de janeiro deste ano, segundo a acusação, ele abordou uma mulher na rua, também no bairro de Batista Campos, por volta das 7 horas. Apontou-lhe uma faca e mandou que ela tivesse atos libidinosos com ele. “Ele primeiro pediu R$ 10,00, depois apontou a faca, aí levou meu celular. Depois disso, disse para eu não gritar e me abusou”, contou a mulher, que já havia sido estuprada em 2003, no bairro da Pratinha. Passados mais de sete anos, o trauma não estava superado. “O trauma na verdade voltou pior. Todo aquele medo e agonia”, lamentou a vítima. “Mas quero agradecer o delegado (Aldo Botelho, diretor da Seccional da Cremação), que prometeu que pegaria o cara”, disse. O primeiro estuprador não foi detido até hoje. O delegado conta que a prisão de Cleonilson da Silva foi em flagrante por tráfico de drogas, uma vez que nem se sabia o nome do suspeito para que fosse pedida prisão preventiva pelo estupro. Cleonilson explica que é apelidado de pastor porque ele já teve essa função durante a juventude, há mais de 20 anos. Há três anos ele se desviou da igreja, a Assembleia de Deus, e passou a vender drogas e se envolver em brigas, estas que resultaram em dois assassinatos. “Não lembro de ter estuprado, eu estava bêbado, inconsciente. Meu negócio é vender drogas e homicídio”, alegou o acusado, assumindo ser viciado em álcool e outras drogas mais pesadas.



Fonte: ORM

02/02/2011

Preso acusado de estuprar meninos em Castanhal


Acusado de estuprar cinco meninos, no ano passado, Rosivaldo Matos Barbosa, 50 anos foi preso em Belém. A operação foi comandada pelos delegados Raimundo Damasceno e Fernando Rocha. O acusado é pastor da Igreja Pentecostal Monte das Oliveiras, sediada em Castanhal, e se aproximava das vítimas com presentes, para ganhar a confiança delas e de familiares. Após isso, conforme as investigações, ele cometia abusos sexuais.
Muitas vezes, os crimes aconteceram dentro da própria secretaria da Igreja. Segundo o delegado Fernando Rocha, responsável pelo inquérito policial, exames periciais comprovaram que, ao menos, dois abusos sexuais foram praticados por Rosivaldo. As vítimas foram um menino de nove anos e outro de 12 anos.
Ainda, segundo o policial civil, há indícios de que, dentre as vítimas, estaria o próprio filho de criação do acusado de sete anos. Com base nas provas, a Justiça de Castanhal decretou, em novembro do ano passado, a prisão preventiva do acusado.
Ele estava na condição de foragido desde então. Rosivaldo foi indiciado com base no artigo 217-A (estupro de vulnerável). Ele está preso na sede da Superintendência Regional da Zona do Salgado, em Castanhal. Os autos do inquérito foram remetidos ao Ministério Público.

Notícias Cristãs com informações do Diário do Pará

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