Posts tagged ‘agressão a criança’

20/12/2015

Estado Islâmico mata 38 crianças deficientes e portadoras de Síndrome de Down


540x350_estado-islamico-criancasMais de 38 crianças com deformidades congênitas e portadoras de síndrome de Down foram supostamente mortas pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI), segundo informa a agência de notícias iraquiana Mosul Eye. 

Os assassinatos aconteceram depois que um fatwa (pronunciamento legal) foi emitido por um líder religioso do EI.

A maioria das crianças com deficiência ameaçadas pelo EI são filhos de “combatentes estrangeiros que se casaram com mulheres do Iraque, da Síria e da Ásia”, relata a agência de notícias.

As crianças foram mortas por injeções letais e asfixia na Síria e Mosul, ao norte do Iraque.

A fatwa foi emitida pelo saudita Abu Said Aljazrawi, um dos juízes da sharia, a lei islâmica.

Em junho, o site norte-americano Christian Post denunciou a segmentação, tortura e assassinatos de pessoas com deficiência pelo EI.

Além de visar as pessoas com deficiência, crianças são crucificadas por não jejuarem durante o Ramadã.

06/10/2015

Mulheres cristãs que não negam a fé são estupradas em público pelo Estado Islâmico


cristao na indiaMilitantes do Estado Islâmico (EI) assassinaram 12 cristãos que se recusaram a negar sua fé em Jesus Cristo para seguirem o Islã. Entre os mortos, estava um menino de 12 anos, filho de um líder ministerial, e duas mulheres que foram estupradas em público. Os relatos são do site Gospel Herald.

As execuções aconteceram no dia 28 de agosto, em uma aldeia próxima à Aleppo, na Síria. Na ocasião, os extremistas islâmicos cortaram a ponta dos dedos do garoto, afirmando que só iriam parar se o pai dele voltasse para o Islã, segundo relatos de integrantes do grupo Christian Aid Mission.

“Quando o líder da equipe (pai da criança) se recusou a negar Jesus, os militantes do EI torturaram e espancaram ele e outros dois membros do ministério. Em seguida, os três homens e o menino encontraram a morte na crucificação”, relatou Christian Aid em uma declaração.

Além deles, outros oito membros do ministério, incluindo duas mulheres, foram mortos.

~Antes disso, eles haviam sido levados a um local separado onde foram pressionados a retornar ao Islã. Ao recusar a oferta, as mulheres, com idades entre 29 e 33 anos, “foram estupradas diante da multidão, que foi convocado a assistir a cena. Em seguida, todos os oito foram decapitados.”

Segundo familiares e residentes que assistiram os crimes brutais, os cristãos foram mortos em oração diante dos militantes do Estado Islâmico.

“Alguns moradores disseram que eles estavam orando em nome de Jesus, outros disseram que estavam declarando a Oração do Senhor, e outros disseram que alguns deles levantaram suas cabeças para entregar seus espíritos a Jesus”, disse diretor do ministério Christian Aid. “Uma das mulheres olhou para cima e parecia estar sorrindo quando disse: ‘Jesus!'”.

Os corpos dos mortos ficaram pendurados nas cruzes para exibição. Os doze mártires estão entre milhares de cristãos mortos pelo EI, um grupo muçulmano extremista determinado a “apagar” o cristianismo do Oriente Médio.

Desde que a guerra civil eclodiu em 2011, na Síria, a população cristã despencou em dois terços. No Iraque, a população cristã está à beira da extinção, chegando a abaixo de 200 mil atualmente.

Fonte: Guia-me

13/05/2012

Uma em cada 5 meninas engravida até os 18 anos no mundo, alerta OMS


A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para o grande número de mães adolescentes em todo o mundo, na véspera das comemorações pelo Dia das Mães. Calcula-se que uma em cada cinco meninas fica grávida até os 18 anos. Anualmente, 16 milhões de adolescentes, entre 15 e 19 anos, dão a luz um bebê.

Em muitos locais do mundo, as mulheres são pressionadas a casar-se e ter filhos com pouca idade, o que justifica os altos índices de gravidez na adolescência. Nos países pobres, mais de 30% das jovens casam-se antes de completar 18 anos.

A pouca escolaridade também contribui para a gravidez precoce. “As taxas de gestação entre mulheres com menos estudo é maior em comparação à das mulheres com mais anos de educação”, diz comunicado da OMS.

De acordo com a organização, muitas adolescentes não sabem como evitar uma gravidez ou não têm acesso aos métodos contraceptivos.

Outra preocupação é quanto aos problemas de saúde provocados por uma gestação na adolescência. Complicações na gravidez e no parto são a primeira causa de morte entre meninas de 15 a 19 anos em países pobres.

“Ter bebês durante a adolescência traz sérias consequências para a saúde da garota e da criança, especialmente em locais onde os sistemas de saúde são deficientes. Em alguns países, as adolescentes recebem menos cuidados durante e depois do parto em comparação às adultas”.

As garotas também se sujeitam mais a abortos ilegais. Cerca de 3 milhões de adolescentes de 15 a 19 anos fazem abortos inseguros todos os anos.

* Com informações da Agência Brasil

27/05/2011

Crianças são afetadas pelas Leis da “blasfêmia”


As leis da “blasfêmia” do Paquistão estão colocando até mesmo as crianças em risco, e os cristãos do país afirmam que os tempos em que podiam ensinar respostas sagazes para proteger seus filhos das acusações de menosprezar o Islã ou o seu profeta, parecem ter passado.

Uma mulher paquistanesa de 30 anos que mora em Lahore revelou que seus pais cristãos lhe ensinaram uma fórmula para preservá-la de cair na rede de acusações contidas nos códigos de blasfêmia, como por exemplo, “Eu sou cristã, e só posso lhe falar dEle.” Mas, agora, os radicais islâmicos começaram a influenciar a sociedade paquistanesa, e os pais já instruem seus filhos em idade escolar para não conversarem sobre religião no colégio, disse ela. “Nós dizemos aos nossos filhos, ‘Não converse sobre religião na escola.’ Este é um terreno minado no momento.”

Milhares de paquistaneses que pensam e crêem de forma diferente do “politicamente correto” muçulmano estão correndo risco de serem indiciados na lei da blasfêmia. Vizinhos que usam a lei para executar vinganças pessoais, assim como colegas de trabalho e adversários, se encontram entre os casos mais freqüentes de apelo à lei, de acordo com Paul Marshall do Centro para Liberdade Religiosa do Instituto Hudson. Ele afirmou que há mais vítimas provocadas por pessoas físicas e grupos de fanáticos do que pelo governo paquistanês, mas que o governo tem sido cúmplice dos abusos, pois não protege as vítimas de calúnia.

O Paquistão está se tornando rapidamente um país dirigido pelo medo dos radicais islâmicos, onde até os políticos moderados assumem posições conservadoras para aplacar as ameaças dos islamitas, garante Sara Taseer Shoaib, filha do governador da província de Punjab, Salman Taseer, que foi assassinado por se opor às leis da blasfêmia. “O Paquistão está se tornando uma nação mais extremista e de direita quando se trata de religião”, ela afirma.

Fonte: Portas Abertas

26/05/2011

‘Ensino gay’ nas escolas causa reação e professor teme aumento da ‘homofobia’


Ministério Público Federal, invoque o princípio de que o Estado é laico e acabe com o proselitismo religioso nas escolas.

Ministério da Educação prepara ‘kit gay’; Igreja Católica reage e condena decisão do Supremo sobre união homossexual.

O Ministério da Educação (MEC) preparou um material com o ‘tema gay’ – três filmes e um guia de orientação aos professores – para ser distribuído nas escolas de todo o Brasil. O projeto-piloto está sendo analisado pelo MEC e o plano inicial é distribuir 6 mil kits nas escolas públicas do país ainda este ano. O objetivo é levar para o ambiente escolar o tema como forma de reconhecimento da diversidade sexual e enfrentamento do preconceito. Mas a idéia de instituir o ‘ensino gay’ nas escolas está provocando reação em todo o País, começando pela Igreja Católica.

A polêmica proposta já provocou caloradas discussões no Congresso Nacional. O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) acusou o Ministério da Educação e grupos LGBT de “incentivar o homossexualismo” e de tornar “nossos filhos presas fáceis para pedófilos”.

Aqui em Maceió o tema começa a repercutir com fortes reações contrárias ao que alguns chamam de “homossexualização da comunidade estudantil”. Nossa reportagem ouviu dois professores da Escola Estadual Irene Garrido, no Tabuleiro, para saber o que acham da ideia de fragmentar o tema para mostrar, nas escolas, apenas um lado da controversa questão sexual.

O professor de geografia Marcos Damasceno é a favor do combate à homofobia, mas não apóia, nem de longe, a proposta de ensinar o homossexualismo nas escolas. “Eu estou trabalhando com crianças, que ainda estão em formação sexual e a homossexualidade envolve muito mais do que apenas a questão moral”.
Na opinião do professor, o importante é discutir na escola a sexualidade de forma ampla e abrangente porque existe a homossexualidade e também a heterossexualidade. “O ideal é falar sobre sexo amplamente, desde as doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência até os gêneros. Se o tema é fragmentado, a discussão é empobrecida”.

Ele se revelou preocupado com a forma como o tal ‘kit gay’ será implementado na sala de aula. “Que preparação terá o professor e a professora? Que suporte e ferramentas serão usados? Para que depois não venha se fazer apologia de algo que você não segue”.

Damasceno afirmou que o debate sobre o tema tem que acontecer em todos os segmentos sociais porque, não sendo assim, corre-se o risco de reforçar o preconceito e ódio contra homossexuais. E citou um exemplo que testemunhou na sua sala de aula, quando um aluno homossexual sentou na cadeira de um aluno evangélico, que posteriomente se recusou sentar na cadeira onde um homossexual havia sentado. “Ele expressou seu fundamentalismo religioso. Se a gente não discutir e o assunto não for bem trabalhado, vamos viver situações de confronto em sala de aula”.

Assim como Marcos Damasceno, a professora de português Gasparina Cavalcante acredita que discutir a sexualidade de forma ampla é a melhor maneira de orientar os alunos sobre o homossexualismo. “Eu defendo a sexualidade de forma ampla e só o homossexualismo não. Por que chamar tanta atenção para o tema? Se a todo momento aprendemos que não devemos discriminar? Então o ensino tem que ser de forma globalizada”.
De acordo com a professora o homossexualismo dentro das escolas é uma realidade, mas isso não é motivo para que o tema seja aplicado em sala de aula fora de um contexto. “Os jovens encaram a vida como pode tudo e querem experimentar de tudo. E se o tema for recorrente, por conta da curiosidade natural da idade, eles podem sim querer experimentar uma relação com pessoa do mesmo sexo”.

Ela acrescentou que, se o projeto do MEC começar, como está previsto, no segundo semestre de 2011, o que vai acontecer é a supervalorização do tema. “Se passar a dizer que usar droga é bom, é o máximo, então vamos supervalorizar isso, e com a homossexualidade pode ser assim”.

Gasparina afirma que não é contra o homossexualismo. Para ela essa é uma questão de nascença: nasce ou não homossexual. “Agora ser orientado de que a homossexualidade é normal, é natural, isso não vai favorecer? Isso não vai facilitar e induzir o jovem a achar isso natural? É complicado”.

Igreja Católica condena decisão do STF

No início de maio, o Supremo Tribunal Federal reconheceu por unanimidade a relação entre pessoas do mesmo sexo. Agora devem ser aplicadas a esse tipo de relação às mesmas regras da união estável heterossexual, prevista no Código Civil. A Corte não relacionou os direitos que decorrem da decisão. Mas, por analogia, os gays poderão pleitear, por exemplo, a declaração conjunta de Imposto de Renda, pensão em caso de morte ou separação, partilha de bens e herança. A pessoa só precisa comprovar que integra uma “convivência pública, contínua e duradoura”, como diz a lei.

Emanoella Remigio, presidente da Comissão de diversidade sexual da OAB/AL, disse que as uniões homoafetivas são antigas e que já era tempo de efetivar os direitos desses casais. “Essas uniões constituem-se com os mesmos requisitos e as mesmas características da união estável heterossexual, com a única diferença do sexo dos envolvidos. O que não constitui restrição de direito, e nem poderia, nos termos na Constituição Federal de 1988”.
Para ela a decisão do STF foi muito acertada. “O Supremo fez um belíssimo trabalho ao reconhecer a qualidade de entidades familiares para esses casais, mostrando que o Direito está acima de quaisquer preconceitos. Essa não foi uma vitória apenas de um grupo, mas da democracia”.
Segundo a advogada esses são sinais de maturidade de uma sociedade que começa a entender que o povo se faz de maioria e minoria e que o direito de todos precisa ser equilibrado no sistema. “Foi uma decisão histórica e de muita sensibilidade. Isso é verdadeiramente um Estado Democrático de Direito”.

A Igreja Católica, através da CNBB, reagiu de pronto à ideia de ensinar o homossexualismo nas escolas. Aqui em Maceió, o arcebispo dom Antônio Muniz preferiu se situar diante da questão invocando a posição assumida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que emitiu nota oficial em que proclama:

“As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana. Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma.

É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política.

A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento. Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa”.

Fonte: Primeira Edição

21/04/2011

Homem invade Igreja Mundial e espanca criança durante culto


Menor estava assistindo ao culto quando foi agredido pelo agricultor Homem invade Igreja Mundial e espanca criança durante culto

Uma criança de 12 anos foi espancada durante um culto religioso na Igreja Mundial do Poder de Deus, no centro de Xexéu, na Zona da Mata Sul de Pernambuco.

Segundo informações de religiosos, o trabalhador rural Sandro Alves de Lima, 35 anos, entrou na igreja, por volta das 20h30 desse domingo (17), e deu dois murros no menor que estava assistindo ao culto. A agressão só não foi maior por que os evangélicos impediram o agricultor.

A polícia ainda não conseguiu explicar o motivo da agressão, mas o acusado está na delegacia e prestará depoimento para esclarecer os motivos que o levaram a espancar o garoto.

Fonte: NE10

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