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01/06/2011

“Maconha é o Jardim de Infância do Crack”, afirma Deputado Ismael dos Santos


“Maconha é o Jardim de Infância do Crack”, afirma Deputado Ismael dos SantosMuitos participaram da Marcha da Liberdade e da Maconha realizada em diversos estados do Brasil neste fim de semana, que teve inicialmente a intenção de promover a legalização da maconha, sob o lema da liberdade de expressão. é o povo brasileiro consciente da realidade das drogas no Brasil? O que pensam os Cristãos?

O fundador do Centro Terapêutico Vida, em Blumenau e Balneário Camboriú, em Florianópolis, Ismael dos Santos (DEM), explicou o porquê de não se legalizar a maconha no Brasil.

Tentando proibir a Marcha da Maconha que ocorreria no sábado, em Florianópolis, Ismael que é deputado estadual em Santa Catarina disse que “não se pode confundir o uso do espaço público para fazer apologia ao consumo de drogas, com direito a liberdade de expressão.”

Segundo ele, a marcha é em defesa da droga que provoca efeitos psíquicos agudos evidentes, com predominância de delírios e alucinações, e já foi proibida em diversos estados.

Em uma entrevista à Notícias do Dia, ele disse sobre os manifestantes que, “quando evocam a liberdade de expressão, eles encobrem a real finalidade da marcha, que é disseminar e fazer apologia da droga.”

Quando perguntado se o consumo da maconha empurra o usuário para outras drogas, ele confirmou dizendo “temos visto que a cada 10 internos, sete se envolvem no mundo de drogas pesadas. Para mim, a maconha é o jardim de infância do crack.”

Ele não vê incoerência em ir contra a marcha da maconha como liberdade de expressão, sendo filiado à um partido político que é contra a interferência do Estado na vida do cidadão porque, “essa liberdade não pode vir em detrimento da saúde e segurança da sociedade.”

Na opinião do deputado, que é ligado à Assembléia de Deus, a proposta de descriminalização da maconha representa uma “tragédia.” Ele cita o caso de Amsterdã, na Holanda, em que segundo ele, o centro da cidade, onde era permitido consumir drogas acabou virando uma favela.

Para concluir ele disse que o argumento de que a liberação da maconha vai acabar com o tráfico não é válida, “Os traficantes vão inventar outra droga. Está ai a nova droga, oxi, mais devastadora que o crack.”

No estado de Santa Catarina, ele apresentou um requerimento para a criação da Comissão Parlamentar de Combate às Drogas. Segundo ele, “apenas com o conhecimento do problema será possível uma ação estatal eficiente, que produza resultados capazes de evitar que mais famílias sejam destruídas.”

“Chegou a hora do estado tratar do problema de forma séria, investindo com eficiência. A luta contra as drogas precisa ser prioridade na agenda estatal,” declarou o parlamentar.

Fonte: The Christian Post

 

02/02/2011

Um dos melhores skatistas brasileiros diz que trocou a droga pela igreja


Aos nove anos ele já cheirava cola. Aos 11 anos fumava maconha, e por 11 anos permaneceu no crack. Bruno Taioli foi dependente de álcool e drogas por 22 anos e passou por 15 internações sem sucesso. Para se manter no vício, se en­volveu com o tráfico, viveu foragido e a sua relação com a família estava comple­tamente destruída, principalmente com o filho. “Traficava para sustentar o vício, como o perfil de todo dependente quí­mico”, diz.
Foi quando, em 1989, recebeu um convite da Patrícia, sua atual esposa, para frequentar a igreja Renascer e viu sua vida mudar completamente, com uma recuperação definitiva.
Na época, seu bispo e o principal in­centivador para sua mudança disse: “se a droga faz parte da sua vida todo dia, agora você vai trocar a droga pela igreja, todo dia”.

O estímulo deu resultado. Anos de­pois, hoje ele é um dos líderes do GAUF – Grupo de Apoio a Usuários e Familia­res – que busca ajudar, acompanhar e apoiar o processo de recuperação e reabilitação de viciados em drogas, na Renascer Moema.

Bruno compreende muito bem a si­tuação de cada um dos participantes do grupo. “A nossa sociedade trata a dependência química como algo físico e emocional, mas esquece o lado es­piritual. Porém, até o Governo hoje re­conhece que as igrejas são os maiores agentes transformadores deste proble­ma da sociedade. Só essa paz espiritual é realmente capaz de curar o vício”, diz Bruno.

Skatista há 34 anos, hoje ele faz parte do “Legends”, turma de ex-profissionais que ainda se dedica ao esporte. Ele é tão ligado ao skate que construiu uma mini rampa no quintal de sua casa.

Sua história de transformação e vida nova, hoje serve de inspiração para cen­tenas de jovens. Durante os torneios,
Bruno costuma fazer orações no início e no final das disputas. “Após as prega­ções, um bando de doido tatuado vem pedir “benção” pra mim, e destes, mui­tos se convertem”, afirma.

As terças, ele reúne dezenas de jovens na Pista de Skate do Sumaré, na Doutor Arnaldo, onde costuma dar aconselha­mentos aos jovens que o procuram.

Fonte: Igospel / guiame
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