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20/11/2012

Construção de “megamesquita” em Londres gera protestos


Construção de “megamesquita” em Londres gera protestosUm grupo radical islâmico solicitou uma autorização para construir uma das maiores mesquitas do mundo, em Londres, local que já abrigou grandes personalidades do cristianismo.

A “megamesquita” apelido do que é chamado oficialmente de Centro Riverine de Abbey Mills, poderá abrigar até 10 mil fiéis. Ele será o maior edifício religioso na Grã-Bretanha e a maior mesquita da Europa.

Para termos de comparação, a maior catedral da Grã-Bretanha, a Catedral Anglicana de Liverpool, tem lotação de 3.000 fiéis, e a Catedral de São Paulo, um dos cartões postais do centro antigo de Londres, tem capacidade para 2.500.

O projeto para o local se estende por 30.000 metros quadrados, perto da Vila Olímpica de West Ham, e inclui dois minaretes de 15 metros, uma biblioteca islâmica, um refeitório, instalações esportivas, oito apartamentos para clérigos muçulmanos e centenas de vagas de estacionamento.

Grande parte do financiamento das obras da mesquita, com um custo estimado de 300 milhões de reais, deverá vir da Arábia Saudita.

O projeto de construção desse “espaço sagrado islâmico contemporâneo” foi apresentado por Tablighi Jamaat [Sociedade para a Difusão da Fé] uma espécie de líder do “movimento missionário muçulmano” atual e o maior grupo de treinamento de religiosos do mundo.

Mais ativo no sudoeste e sudeste da Ásia, na África e na Europa, acredita-se que esse grupo tem contribuído em muito para o crescimento explosivo de fervor religioso islâmico e de conversões em massa em diferentes partes do mundo.

Embora se esforce para projetar uma imagem pacífica, seus membros passaram a ser acusados de serem parte de uma organização terroristas muçulmana, depois de comprovada sua ligação com os responsáveis pelos atentados do 11 de setembro de 2001 (EUA) e 7 de julho de 2005 (Londres).

As autoridades americanas classificam o Tablighi Jamaat um “campo de recrutamento para a Al-Qaeda”. Funcionários da inteligência franceses descreveram o grupo como uma “antesala do fundamentalismo” e assinalam que o objetivo final do grupo é uma “conquista planejada do mundo”, no espírito da jihad.

O projeto tramita desde 1999, na prefeitura de Newham, que faz parte da região metropolitana de Londres. Ele já foi modificado várias vezes e a versão atual deverá ser votada por uma comissão de zoneamento no início de dezembro.

Ironicamente, cerca de um quilômetro do local em que a mesquita será edificada, ficava a sede do Centro Cristão Internacional Kingsway, a maior igreja evangélica da Europa, que reunia cerca de 12 mil fieis por domingo. O templo foi demolido em 2007 para que não região pudesse ser construído o novo estádio Olímpico. Até hoje, cinco anos mais tarde, o governo ainda não deu a permissão para a igreja cristã construir um novo local de culto novo em outro lugar da cidade.

O ex-vereador londrino Alan Craig lançou uma campanha contra a construção da megamesquita. Ele produziu 100 mil folhetos, que foram distribuídos na região. Embora afirme acreditar na liberdade de religião o problema dessa mesquita é ter sido planejada “por uma seita islâmica particularmente perturbadora, o Tablighi Jamaat. Eles ensinam que, se você quer ser um bom muçulmano deve se afastar dos não-muçulmanos… Eles estão em todo o mundo, é um grupo enorme e onde chegam criam barreiras, hostilidade e divisão, impondo o separatismo”.

Estas preocupações estranhamente são compartilhadas por muitos muçulmanos, que não querem na cidade o que chamam de “Islamismo medieval”. Asghar Bukhari, porta-voz da filial britânica do Comitê de Assuntos Públicos Muçulmanos, confirmou isso em uma entrevista recente. Traduzido de Gatestone Institute.

Fonte: Gospel Prime

15/10/2012

Ativistas invadem o púlpito da Catedral mais famosa de Londres


Ativistas invadem o púlpito da Catedral mais famosa de LondresVários adeptos do movimento anticorporativo “Ocupe Londres” se acorrentaram ao púlpito da Catedral Anglicana Saint Paul, durante o culto deste domingo em uma ação que marca o aniversário de seu protesto na capital inglesa.

O responsável pela Saint Paul, reverendo David Ison, disse que ele estava realizando um culto de oração, quando “quatro mulheres jovens, vestidas de branco” se acorrentaram à estrutura. “Vai ser uma noite longa e fria, se elas quiserem ficar lá”, disse ele.

Fotos mostram as mulheres, uma delas em uma cadeira de rodas, ao redor do púlpito com um bilhete escrito em um guarda-chuva pedindo para “tirar os cambistas do templo”.

Outros manifestantes estenderam uma faixa na frente da igreja com uma mensagem semelhante.
O movimento Ocupe Londres disse que as mulheres foram embora perto das 10 horas da noite, depois que policiais anunciaram que elas seriam presas.

Os manifestantes contra os excessos do capitalismo e pela desigualdade social mudaram seus locais de manifestação depois de serem impedidos de fazer demonstrações perto da Bolsa de Valores de Londres no ano passado e um dos lugares escolhidos foi a Catedral, a maior igreja protestante do Reino Unido.

O movimento londrino foi inspirado pelos manifestantes do “Ocupar Wall Street” que fizeram várias manifestações em Nova York ano passado.

Na Inglaterra, a posição das autoridades eclesiásticas a respeito dos manifestantes mudou várias vezes, a ponto de o antigo pastor da catedral renunciar a seu cargo.

O acampamento que foi montado em frente à igreja ficou de outubro de 2011 até fevereiro de 2012, quando os manifestantes perderam uma batalha judicial com as autoridades locais.

Uma declaração lida pelos manifestantes e publicada online pelo movimento Ocupe acusa as autoridades da catedral de negligenciar suas obrigações cristãs por ficar ao lado dos ricos e poderosos. “Na luta pela justiça econômica, Jesus expulsou os cambistas do templo, mas você os convida para dentro em vez de expulsá-los”, dizia o comunicado.

Por sua vez, a catedral afirmou em nota que discorda “da maneira como alguns manifestantes continuam a impor sua agenda e buscar o conflito com a Saint Paul, em vez de conversar conosco como poderíamos, juntos, realizar as reformas que muitas pessoas, incluindo os membros do [movimento] Ocupe são querendo”.

Com informações Huffington Post e Terra

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