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13/03/2019

A missionária sueca perseguida no Brasil, internada em hospício e ‘esquecida’ pela História


Frida Maria Strandberg Vingren morreu aos 49 anos, no dia 30 de setembro de 1940, na Suécia, nos braços da filha. Abatida, ela pesava 23 quilos.

Frida Maria Strandberg Vingren morreu aos 49 anos, no dia 30 de setembro de 1940, na Suécia, nos braços da filha. Abatida, ela pesava 23 quilos.

No decorrer dos cinco anos anteriores, entre idas e vindas em um hospital psiquiátrico de Estocolmo, a missionária sueca perdera quase 40 quilos. Ela fora internada pela primeira vez no dia 12 de janeiro de 1935, levada da estação central da cidade, quando tentava tomar um trem que a levaria para Portugal – de onde, acredita-se, pegaria um navio de volta para o Brasil.

Casada com o sueco que fundou, em Belém do Pará, a Assembleia de Deus, Frida se tornou uma das mais importantes lideranças da igreja no decorrer dos 15 anos em que esteve no Brasil. Ajudou a construir o ministério no Rio de Janeiro, comandava um jornal e pregava em praça pública.

Suas atribuições – muitas até então reservadas apenas aos homens –, entretanto, desagradaram pastores brasileiros e suecos, fizeram com que ela fosse perseguida e pressionada a voltar a seu país de origem, onde teve um fim trágico.

história da missionária passou décadas esquecida e, nos últimos anos, vem sendo resgatada tanto na Suécia quanto no Brasil. Foi tema de livro, de tese de doutorado e voltou a alimentar o debate – atual e ainda polêmico – sobre o papel da mulher na Assembleia de Deus, a maior religião pentecostal do país, com 12 milhões de fiéis.

Belém do Pará, onde tudo começou

Frida embarcou para Belém em 1917, aos 26 anos, enviada pela Igreja Filadélfia, uma denominação pentecostal baseada em Estocolmo.

Veio para juntar-se a Gunnar Vingren, que, sete anos antes, havia fundado a Assembleia de Deus no Brasil. Eles haviam se conhecido naquele mesmo ano, quando o missionário estava na Suécia para arrecadar fundos e visitar a família.

“Ele conta a ela sobre a missão e ela se apaixona pela ideia do Brasil”, diz Valéria Vilhena, pesquisadora da Universidade Metodista, que baseou o doutorado na vida da missionária e que lança neste ano um livro sobre sua história.

Frida, Gunnar e dois filhos

 chegou ao Brasil sete anos antes de Frida, em 1910; o casal teve seis filhos

Três meses depois de desembarcar no Norte do país, ela se casa com Gunnar, em uma cerimônia realizada pelo pastor sueco Samuel Nyström, que, ironicamente, se tornaria um de seus maiores antagonistas.

No início, Frida restringe seu trabalho aos serviços sociais da igreja, tradicionalmente entregues às mulheres. Cuidar dos filhos, zelar pelos órfãos, visitar os idosos e os doentes.

A jovem ia com frequência aos centros afastados que isolavam pacientes com hanseníase do restante da população – os chamados leprosários, que surgiram no Brasil naquela época –, diz Kajsa Norell, jornalista sueca autora de Halleljua Brasilien!, lançado em 2011, que conta a história do surgimento da Assembleia de Deus no Brasil.

O marido, missionário “por vocação”, na definição de Vilhena, estava constantemente viajando, buscando expandir o trabalho da igreja. A saúde frágil fazia com que ele quase sempre voltasse para casa doente. As particularidades da região que escolheu para pregar não ajudavam: pegou malária diversas vezes.

“Ele ficava muito tempo de cama”, diz o sociólogo Gedeon Freire de Alencar, autor de Matriz Pentecostal Brasileira: Assembleias de Deus, 1911-2011 e um dos primeiros a redescobrir a história de Frida, no início dos anos 2000.

Com o tempo, a missionária assume cada vez mais as atribuições de Gunnar em Belém. Talentosa, ela começa a traduzir os hinos da igreja sueca para o português. Canta, toca e começa a pregar.

“Ela transforma os boletins entediantes dos missionários (publicados nos jornais da igreja sueca) em histórias incríveis. Um dos textos conta sobre a prisão que ela visitava toda semana em Belém, que mantinha 200 garotos entre cinco e 20 anos de idade, alguns que estavam ali simplesmente por não terem pai”, conta Norell, que passou meses entre os arquivos da Igreja Filadélfia, mantidos em um castelo nas redondezas de Estocolmo.

Frida com presos

Direito de imagemACERVO CPAD-CEMPImage captionFrida na escola dominical em que lecionava, em uma prisão no Rio de Janeiro

Frida passa então a bater de frente com o pastor Samuel Nyström – à frente do jornal da Assembleia de Deus, batizado de Boa Semente –, que era radicalmente contra que as mulheres pudessem pregar.

Em sua correspondência com a liderança da igreja na Suécia, Nyström passa a reclamar da missionária em toda oportunidade que lhe aparece. “Nas cartas que escrevia a Lewi Pethrus (uma das maiores figuras do pentecostalismo sueco) o tom é de fofoca mesmo: ‘Hoje ela fez isso e isso, ontem foi isso e isso'”, afirma Norell.

Em 1924, com quatro filhos, o casal Frida e Gunnar decide então se mudar para o Rio de Janeiro para fundar um novo ministério. “Eles decidem sair de Belém porque a tensão já era insustentável”, ressalta Vilhena.

 

O ministério feminino no Rio de Janeiro

Na capital carioca, Frida expande seu trabalho. Torna-se a primeira mulher da religião a dirigir uma escola bíblica dominical, fundada em uma prisão, e inicia o jornal Som Alegre, através do qual passa a defender o ministério feminino.Frida

Seus textos citam com frequência trechos da Bíblia que, em sua visão, deixavam claro que as mulheres poderiam pregar, ensinar ou doutrinar.

O comportamento desagrada também pastores brasileiros, incluindo Paulo Leivas Macalão, gaúcho, de família abastada e com tradição militar, que estava à frente da Assembleia de Deus Madureira, hoje uma das maiores do país.

“Parte dos pastores da igreja no Rio de Janeiro já não queria se submeter a sueco pobre e semiletrado. A mulher, muito pior”, acrescenta Alencar.

Ele lembra que, no início do século 20, a Suécia era um país pobre, onde a igreja luterana era a religião oficial. Perseguidos, os pentecostais migraram especialmente para os Estados Unidos. Os que vieram para o Brasil escolheram Belém porque, na época, graças à riqueza gerada pela borracha, era uma das cidades mais ricas do país.

A convenção de 1930 e o ‘enquadramento’

As tensões culminam na convocação da primeira grande convenção da Assembleia de Deus, realizada no dia 12 de julho de 1930, em Natal (RN).

“O motivo da convocação foi Frida”, destaca Isael Araújo, pastor da Assembleia de Deus em Niterói e autor da biografia Frida Vingren, lançada em 2014.

No encontro, os pastores definiram as atividades que poderiam ser desempenhadas pelas mulheres na igreja. Elas não chegaram a ser expressamente proibidas, por exemplo, de pregar – mas a atribuição não estava na lista do que as religiosas “tão somente” poderiam fazer.

“Foi um enquadramento”, acrescenta Araújo, que foi chefe do Centro de Estudos do Movimento Pentecostal (CEMP) da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD). Em todo o processo, Gunnar ficou ao lado da esposa e defendeu o ministério feminino, mas foi voto vencido.

Nos meses que se seguiram, a situação ficou pior. Frida usou seu espaço no jornal da Assembleia para desafiar as decisões tomadas na convenção e para pedir que as mulheres não recuassem. “Um dos textos dessa época tinha como título ‘Deus nos convoca para a guerra’. Era uma demonstração direta de insubordinação”, diz Alencar.

Frida Strandberg Vingren

Direito de imagemACERVO CPAD-CEMPImage captionPressionada, Frida deixa o Brasil em 1932

O clima de conflito fica claro nas cartas trocadas entre os missionários e em outros

documentos da época: “Eles (os missionários brasileiros) precisam de homens. De preferência, com as mesmas qualidades de liderança como a de Frida e Adina (Nelson, esposa de Otto Nelson), mas do sexo masculino”, escreve o pastor A.P. Franklin no jornal da igreja na Suécia, chamado The Harald.

A situação escalou depois de um suposto caso de adultério de Frida com um brasileiro. Apesar de não haver uma confirmação documental do romance que a missionária teve com o rapaz, bem mais novo que ela, os indícios levam a crer que isso de fato aconteceu.

“Eu realmente acredito que seja verdade”, diz Norell, que entrevistou um dos filhos de Frida e algumas de suas netas enquanto escrevia o livro e que identificou o assunto em cartas enviadas à Suécia “por pessoas que não eram hostis a ela”.

O pastor que era ‘uma mistura de Edir Macedo com Silas Malafaia’

A situação fica insuportável no Brasil e, em de 1932, o casal, que na época tinha seis filhos, decide retornar à Suécia. Antes de partir, contudo, eles perdem a filha mais nova – e Gunnar morre pouco tempo depois de chegar à Europa.Frida e Gunnar (esq.) foram casados pelo pastor Samuel Nyström (dir.), que viveu no Brasil com a esposa, Lina (também na foto)

Direito de imagem’HALLELUJA, BRASILIEN!’/CORTESIA KAJSA NORELLImage captionFrida e Gunnar (esq.) foram casados pelo pastor Samuel Nyström (dir.), que viveu no Brasil com a esposa, Lina (também na foto)Frida quer retomar a vida de missionária, mas a liderança da igreja no Brasil não aprova seu retorno. Na Suécia, suas aspirações também são tolhidas por Lewi Pethrus, um dos maiores líderes da igreja pentecostal no país.

Inimigo poderoso, ele era “mistura de Edir Macedo com Silas Malafaia”, define o pastor Araujo. A comparação com o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, denominação neopentecostal, e com o pastor do ministério Vitória em Cristo, ligado à Assembleia de Deus, dá conta do espírito “empreendedor” de Pethrus e de sua postura muitas vezes polêmica.

Em 1964, Pethrus fundaria o partido democrata-cristão sueco – o Kristdemokraterna (KD) –, de centro-direita.

Diante dos reiterados pedidos de Frida, o líder afirma que seu trabalho no Brasil havia prejudicado a missão e dá-lhe um não definitivo.

Ela levanta então recursos por conta própria e decide ir para Portugal.

O hospício e o esquecimento

Detida na estação de trem de Estocolmo, ela já sai com uma camisa de força em direção ao hospital psiquiátrico.

A igreja lhe tira a guarda dos filhos e doa todos os seus pertences.

Para Kajsa Norell, é difícil dizer se, naquele momento, Frida realmente tinha algum tipo de doença psiquiátrica. “Ela estava esgotada, física e mentalmente, já tinha tido malária no Brasil e, provavelmente, sofria de alguma doença na tireoide”.

Em nenhum dos prontuários médicos, contudo, há o diagnóstico de que ela sofria de algum distúrbio mental.

Frida Strandberg Vingren

Direito de imagemACERVO CPAD-CEMPImage captionFrida morreu aos 49 anos

Durante sua pesquisa, a autora percebeu “alguma coisa estranha” nos olhos de Frida. Quanto mais recente a fotografia, mais saltados eles pareciam. A partir dos registros médicos da missionária, especialistas concluíram que ela tinha possivelmente hipertireoidismo – doença que provavelmente a matou.

Para o pastor Araújo, o conflito direto com as maiores lideranças da igreja está entre as razões para o ‘esquecimento’ de Frida. Ele nega que a biografia, publicada pela editora da Assembleia de Deus, seja uma ação de reparação à missionária.

“Gunnar Vingren, o pioneiro da igreja, já tinha uma biografia. A esposa, ainda não. Não quis fazer uma biografia crítica, porque não sou sociólogo”, justifica.

Ele diz ter se deparado com a história quando trabalhava no Dicionário do Movimento Pentecostal, em 2007, e viajou à Suécia em 2008. Os diários de Gunnar e parte do acervo que estava com a família, incluindo fotos, hoje se encontram no Brasil.

Na Suécia, a Igreja Filadélfia foi confrontada com a trajetória de Frida quando o livro de Kajsa Norell foi lançado.

“Aquilo era uma novidade completa para nós”, diz Gunnar Swahn, que foi secretário de missões da Igreja Filadélfia até recentemente, quando se aposentou. “Foi horrível o que fizeram com ela. Muita gente ficou chocada com a forma como ela foi tratada pelas antigas lideranças”.

O livro, ele acrescenta, se soma a outras obras publicadas nos últimos anos na Suécia que revelam traços e atitudes polêmicas de Lewi Pethrus, em relação ao qual a igreja tem hoje uma postura crítica. “Digamos que ele não é idolatrado pelos fiéis, apesar de ainda ser uma figura importante”.

Igreja Filadélfia, em Estocolmo

Direito de imagemSIMEON HAGSTRÖM/CORTESIAImage captionA Igreja Filadélfia, que mandou Frida para o Brasil, tem hoje visão bastante crítica em relação a Lewi Pethrus, um dos maiores líderes da denominação e poderoso inimigo da missionária

Questionado sobre as mulheres, se elas hoje podem ser pastoras, ele se apressa: “Ah, sim! Nós gostamos de pensar que somos uma igreja progressista.”

A BBC News Brasil não teve retorno da Assembleia de Deus Belém sobre o pedido de entrevista e não conseguiu contato com a Assembleia de Deus Madureira, no Rio de Janeiro.

A Assembleia de Deus e as mulheres

As mulheres têm ganhado cada vez mais espaço dentro das Assembleias de Deus no Brasil, diz Alencar. Essa tendência, contudo, é bastante assimétrica nas diferentes regiões do país, justamente pelas características da religião.

Ao contrário da Igreja Católica, bastante hierarquizada, sua estrutura é congregacional. “É como se fosse uma democracia direta”, compara o sociólogo. Cada congregação define suas liturgias, “tem lugar que aceita mulher, tem lugar que não aceita”.

Em 2005, ele exemplifica, o pastor Manoel Ferreira – filiado ao PSC e presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil – Ministério de Madureira (Conamad) –, ao consagrar Jairo Manhães como pastor, acabou consagrando, sem aviso prévio, sua esposa, Cassiane – “cantora gospel de sucesso e milionária”.

Depois disso, afirma Alencar, todas as esposas de pastores do ministério de Madureira também foram ordenadas como pastoras. “Já a minha igreja, a Betesda, consagra pastoras desde 1994”, ele acrescenta.

Fonte: BBC Brasil

17/06/2011

Inauguração do Centro de Convenções do Centenário reúne mais de 18 mil fiéis em Belém


 

Inauguração do Centro de Convenções do Centenário reúne mais de 18 mil fiéis em Belém Cerca de 18 mil pessoas participaram da inauguração do Centenário Centro de Convenções em Belém do Pará durante essa quinta-feira, 16, para comemorar os 100 anos da Assembleia de Deus no Brasil.

O centro possui 13 mil metros quadrados de área climatizada, foi erguida ao longo de um ano e sua inauguração marca um século do maior movimento pentecostal do mundo, uma referência para a comunidade evangélica.

A obra está localizada na Rodovia Augusto Montenegro, próximo ao Estádio Olímpico do Mangueirão, onde serão realizadas outras grandes celebrações alusivas ao Centenário que acontecem até o dia 18 de junho.

A reunião começou com uma oração do pastor presidente da AD de Belém, o pastor Samuel Câmara que agradeceu a Deus pelos 100 anos da igreja, pelas vitórias e pela história da maior denominação evangélica do país.

Várias autoridades políticas estiveram presentes na inauguração como o governador do Estado do Pará, Simão Jatene; a primeira dama Ana Jatene; o prefeito de Belém, Duciomar Costa; o prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho, além de senadores, deputados e vereadores.

Os cantores Alessandra Prado, Cristina Mel, Gabriel Lima e o grupo Celebrai, entre outros, foram os responsáveis pelo louvor da noite.

Um pastor da Suécia também esteve presente na reunião, ele relembrou a importância da vinda de seus compatriotas Daniel Berg e Gunnar Vingren para a criação do movimento pentecostal, que atualmente congrega cerca de 700 mil pessoas, somente no Estado do Pará, em seus mais de 4 mil templos.

Muitos participantes vieram de outras regiões do Brasil só para participar das festividades que comemoram o Centenário das ADs. As comemorações acontecem até o dia 18.

Fonte: Gospel Prime

11/06/2011

Casamento comunitário une mais de mil casais na Assembleia de Deus em Belém


Casamento comunitário une mais de mil casais na Assembleia de Deus em BelémO pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus de Belém vai realizar no dia 10 de junho o maior casamento comunitário já realizado no Pará. A cerimônia, que integra as comemorações pelo Centenário da Assembleia de Deus, acontece no Templo Central, a partir das 18h.

Mais de mil casais se inscreveram para a celebração nos últimos sete meses, quando a igreja começou a anunciar o trabalho de organização. Todos os anos a AD Belém realiza cerca de 300 a 400 casamentos, mas devido a comemoração dos 100 anos, a igreja pensou em realizar algo maior.

“A procura foi muito grande até porque esse casamento foi aberto a toda a sociedade paraense. Entre os participantes, estão pessoas de diversas idades, membros ou não da Assembleia de Deus”, detalha o pastor Oséas Soares, organizador da solenidade.

A celebração contará com um arranjo musical especial. Participarão do casamento a Orquestra da Assembleia de Deus, o Coral de Quatro Vozes e cantores da música gospel que receberão os casais ao som da marcha nupcial. “Certamente, será uma grande e maravilhosa festa”, completou o pastor.

Fonte: Gospel Prime


09/06/2011

Em 8 de junho de 1911 acontecia o primeiro batismo da Assembleia de Deus


Em 8 de junho de 1911 acontecia o primeiro batismo da Assembleia de DeusNo dia 8 de junho foi comemorada a data do primeiro batismo realizado pelos missionários suecos que fundaram a igreja Assembleia de Deus. No dia 8 de junho de 1911, Celina Martins Albuquerque recebeu o batismo nas águas.

Há exatos 100 anos Daniel Berg e Gunnar Vingren batizavam a primeira pessoa de acordo com os ensinamentos da nova doutrina pentecostal que surgia em Belém.

Eles estavam no Brasil há sete meses e aos poucos foram se tornando conhecidos, depois de pregarem a palavra de Deus, inicialmente no Marajó e depois de volta à capital paraense.

Nessa época eles eram integrantes da igreja Batista, mas a forma como eles oravam, a cura e o batismo por eles pregado dividiram opiniões dentro da igreja Batista, por essas razões os missionários foram excluídos da igreja.

Juntamente com Berg e Vingren, outras 13 pessoas saíram e fundaram a nova igreja. A casa de Celina Albuquerque foi o ponto inicial da Assembleia de Deus. Situada na rua Siqueira Mendes, a casa abrigou, durante três meses, os primeiros cultos.

De acordo com dados históricos, Celina estava acamada, sofrendo de um possível câncer nos lábios. Depois de intensas noites de oração ela teria sido curada, passando a querer ser batizada de acordo com os preceitos da igreja que surgia. O batismo ocorreu na madrugada de quinta-feira, 8 de junho de 1911.

A data de hoje foi lembrada e comemorada por diversas Assembleias de Deus espalhadas pelo Brasil.

Fonte: Gospel Prime /Diário do Pará

08/06/2011

Centenário das Assembleias de Deus no Brasil


Centenário das Assembleias de Deus no Brasil Neste mês, as Assembleias de Deus no Brasil completam 100 anos de fundação. Para celebrar a data, na próxima quinta-feira, dia 09 será realizada a Cerimônia Oficial de Abertura das Comemorações do Centenário da denominação. Promovido pela Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), e Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), o evento reunirá no Centro de Convenções e Feiras da Amazônia – Hangar, em Belém (PA) pastores de todo o país.

A grande novidade será a transmissão ao vivo pela internet de todos os eventos que ocorrerão na quinta-feira, dia 9. Segundo os organizadores da programação, os assembleianos de todo o Brasil terão acesso pela grande rede. Uma estrutura com cinco câmeras em alta definição, além de uma mesa de corte e aumento na capacidade de broadcasting do site do Centenário estarão disponíveis durante o evento.

A programação da quinta-feira terá início às 09h e discutirá a Assembleia de Deus Pós-Centenário. Entre os nomes que participarão do Fórum estão os pastores Elienai Cabral, Wagner Gaby e José Satírio dos Santos – missionário na Colômbia há mais de 30 anos. Entre os temas que serão abordados estão: a necessidade de incentivar o estudo da Bíblia, a importância da atuação missionária, os próximos desafios e os objetivos da denominação e a estrutura administrativa da mesma. Às 19h, no mesmo local, será realizado a Cerimônia Oficial de Abertura das Comemorações do Centenário.

Na sexta-feira, dia 10 de junho, às 19h, assembleianos de todo o Brasil participarão da Grande Celebração do Centenário, no Estádio Baenão (Travessa Antonio Baena, 444, Belém). Além dos pastores José Wellington Bezerra da Costa e Gilberto Marques, (presidente da Convenção no Estado), pastor Joel Freire será preletor da noite. Os cantores da Patmos Music, Victorino Silva, Lília Paz, Marcelo Santos e Alice Maciel também estarão presentes.

Desde 2008, a CGADB e a CPAD trabalham em todo o Brasil na divulgação do Centenário das Assembleias de Deus. Vários eventos já reuniram milhares de pessoas desde crianças, adolescentes, jovens até homens e mulheres.

E não é para menos. Estimativas recentes dão conta que hoje, no Brasil, os assembleianos somam 15 milhões de fiéis espalhados em mais de 100 mil locais de culto. Igrejas no Espírito Santo, Ceará, Amapá, Rondônia, Acre, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Bahia, Pernambuco, Ceará, Roraima, Paraná e Santa Catarina, já estão com suas atividades programadas para celebrar esta importante data.

Acesse www.centenarioadbrasil.org.br e participe dessa festa!


Por Gláucia Montes
Assessoria de Imprensa / CPAD

08/06/2011

Assembléia de Deus ministério Belém realiza 8º Encontro com Surdos e Intérpretes


AD ministério Belém realiza 8º Encontro com Surdos e IntérpretesA igreja Assembleia de Deus Ministério Belém (SP), através do grupo Mãos Consagradas, vai realizar o 8º Encontro com Surdos e Intérpretes. O evento acontece na igreja sede, no dia 09 de julho, das 08 às 20 horas. A programação conta com palestras direcionadas para surdos e ouvintes, teatro, louvor, além da ministração da Palavra de Deus.

O preletor oficial será o pastor Marcio Matias, de Campo Grande (RJ), e os palestrantes são: pastor Silas Andrade, de Campinas (SP), com o tema “Estratégicas de Evangelismo, reconquistando as ovelhas perdidas”; pastor Marcos Arriens, Curitiba (PR), que tratará sobre “Interpretação – da técnica à unção”; pastor Eduardo P. da Silva, de São Caetano do Sul (SP), tema “Seguindo os passos de Jesus”; e Rosana Araújo Cotia (SP), que falará de “Teatro x Evangelismo”.

As inscrições podem ser feitas pela internet, no site do grupo Mãos Consagradas. Será preciso levar um documento de identificação e efetuar o pagamento de R$ 10 reais, que dá direito ao material do encontro, almoço, lanche e também a participar de todas as atividades do dia.

Também será possível efetuar a inscrição no dia do encontro, basta comparecer a partir das 8 horas no local do encontro, preencher a ficha de inscrição e efetuar o pagamento. Para os pais que precisarem levar seus filhos, haverá um local destinado às crianças, com pessoas para tomar conta delas, enquanto os adultos estiverem participando das atividades.

Mais informações pelo telefone             (11) 8299-8946      . A igreja onde acontecerá o evento fica na Rua Conselheiro Cotegipe, 273 – Belenzinho- São Paulo-SP (Próximo a estação Belém do Metrô).

Por Lorena Fraga/ CPADNews

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