Posts tagged ‘ativistas gay’

22/04/2015

Pastor Silas Maláfaia deixa Pedro Bial nervoso, e detona programa da Globo


https://i2.wp.com/otvfoco.com.br/audiencia/wp-content/uploads/2015/04/NaMoral1-750x327.jpgO pastor Silas Malafaia criticou a gravação do programa “Na Moral” da qual participou no último sábado (18). O líder da Igreja Vitória em Cristo chegou a questionar a parcialidade de Pedro Bial, e os ânimos se alteraram.

Inicialmente, o pastor havia sido convidado para participar da atração que contaria somente com a presença de Jean Wyllys e Jô Soares. No entanto, no dia da gravação, o deputado federal não pôde comparecer . Mas o que causou indignação em Malafaia, foi a desproporcionalidade do debate. Ele ‘contra’ três: Jô Soares, Silvio de Abreu, e a desembargadora Maria Berenice Dias (ativista gay).

O clima esquentou durante a gravação, e segundo Malafaia, Pedro Bial ficou nervoso: “O pau cantou, o couro comeu, o couro comeu! O apresentador até alguma hora chegou a perder o equilíbrio, ficou muito nervoso porque eu questionei a parcialidade dele”, disse o pastor. “Não foi um debate democrático”, completou o líder da Igreja Vitória em Cristo.

Silas Malafaia ainda disse que Jô Soares foi o que mais lhe tratou bem. Já Silvio de Abreu e Maria Berenice “partiram na toda”.

O líder da Igreja Vitória em Cristo ainda disse estar preocupado com a edição que será feita com o programa que contou com duas horas de gravação. Malafaia finalizou dizendo que espera que a atração não venha a ser exibida de maneira tendenciosa, e que tem todo o programa gravado em áudio.

A edição do “Na Moral” com a participação do Pastor Silas Malafaia será exibida na madrugada desta quinta para sexta-feira (24), à 1h da manhã, logo após o festival “Luz, Câmera 50 anos”.

Confira o vídeo em que Malafaia fala sobre a gravação do “Na Moral”:

Fonte: TV Foco
veja neste endereço o Vídeo.
23/09/2013

Ativistas lançam campanha nas redes sociais para incentivar beijos gay durante cultos com pastor Marco Feliciano


Durante o Glorifica Litoral no último fim de semana, o pastor Marco Feliciano mandou prender duas jovens que estavam se beijando.

As provocações por parte dos ativistas gays ao pastor Marco Feliciano (PSC-SP) após a polêmica do beijo gay durante sua pregação no Glorifica Litoral no último fim de semana deverão aumentar nos próximos dias.

campanha-ativistas-gays-200x145Open in new windowUma campanha iniciada por Gustavo Don pede aos ativistas que “curtiram” sua página, Beijos para Feliciano, enviem fotos suas se beijando durante pregações do pastor para serem publicadas na rede social. A Beijos para Feliciano possui mais de 38 mil adeptos.

“Nada melhor do que expressar o nosso amor contra o ódio e o preconceito. Envie sugestões de fotos, sua ou de famosos, artes digitais, pinturas, etc”, pede o autor da campanha.

Um blog chamado AcidBlackNerd comentou a campanha e criticou a iniciativa: “Já que os militantes radicais já estão recorreiramente invadindo cultos religiosos não vai demorar muito até que esses ambientes sejam aos poucos invadidos por militantante beijoqueiros que não respeitam nada nem ninguém”, publicou.

O texto ainda afirma que quando uma página ativista “conclama as lésbicas para irem se beijar em cultos, estão oficialmente declarando que a lei que protege os praticantes de um culto de serem vítimas de escárnio durante suas cerimônias não precisa ser aplicada, pois aqueles declarados como ‘menos que humanos’ não merecem os mesmos direitos que os demais humanos”.

Fonte: Gospel+

 

20/09/2013

Especialistas divergem sobre crime em beijo gay durante culto


Especialistas divergem sobre crime em beijo gay durante culto Após a polêmica envolvendo o deputado federal, pastor Marco Feliciano, juristas criticaram a prisão das jovens que se beijarem em evento evangélico realizado no último domingo na praia de São Sebastião (SP).

Joana Palhares, de 18 anos, e Yunka Mihura, de 20, foram retiradas pela Polícia Militar por perturbação a culto religioso. Feliciano era o preletor na 5ª edição do Glorifica Litoral e ao microfone disse que a polícia deveria “dar um jeito nas meninas” e afirmou que elas deveriam sair dali algemadas.

Feliciano afirmou que o ato das jovens é crime de acordo com o artigo 208 do Código Penal e prevê pena de um mês a um ano de prisão para quem “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

Procurado pelo jornal O Globo, o professor de Direito Processual Penal da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Fernando Castelo Branco, afirmou que a manifestação das jovens não poderia se enquadrar no artigo 208 pois elas estão se manifestando em local público. “Se elas tivessem entrado em um templo, subido em púlpito, aí é diferente”, explica.

Mas para o doutor Rubens Teixeira o Código Penal é claro e mesmo não sendo um templo, a constituição protege o direito ao culto, “não se refere ao local de culto, se é fechado ou não”. “O direito à reunião pública é garantido na forma do Artigo 5o., XVI, da Constituição da República. O vídeo postado no Youtube não deixa dúvidas de que houve uma perturbação ao culto por um ato intencional e desrespeitoso”, explica.

Carlos Kauffmann, Conselheiro da OAB-SP e professor da PUC-SP diz que as jovens não fizeram nada proibido por lei e que o artigo 208 é inaplicável, pois duas meninas se beijarem não é proibido.

“É discutível porque tudo indica que a intenção delas não era atingir a religião dele, mas o deputado federal. O artigo visa à proteção do sentimento religioso. A intenção não era atingir o culto religioso, mas a pessoa. Elas não estavam escarnecendo a crença, mas a conduta dele como deputado federal”, afirma.

Para Rubens Teixeira não se justifica a manifestação em local de culto com a intenção de atingir uma única pessoa. Rubens acredita que as pessoas até podem se manifestar, mas desde que cumpram a lei.

“Não faz sentido agredir várias pessoas sob alegação de que se quer agredir uma delas. A atitude das ativistas desrespeitou todas as pessoas que estavam no culto e às que se ofenderam com a postura agressiva e desrespeitosa dessas manifestantes. O Estado não é homossexual, heterossexual, LGBT, vadio, religioso ou ateu: é republicano e laico. As pessoas podem se manifestar e serem ativistas pela causa que quiserem, mas devem cumprir a lei e respeitar os direitos alheios”, disse.

Sobre a ação da Guarda Municipal Rubens afirma que não houve excessos e que os agentes cumpriram o dever e que qualquer cidadão poderia dar voz de prisão a um criminoso, mas os policiais são incumbidos desta missão.

“Ativismo não é salvo conduto para se descumprir a lei, a menos que os agentes do Estado escolham prevaricar e agirem como ativistas em seus cargos, o que não aconteceu neste episódio. Qualquer cidadão pode dar voz de prisão a um criminoso, os policiais têm este dever. Os agentes públicos, ao que tudo indica, cumpriram bem sua missão”, concluiu.

20/09/2013

Assessoria de Marco Feliciano divulga vídeo de beijo gay durante culto


Assessoria de Marco Feliciano divulga vídeo de beijo gay durante cultoA assessoria do deputado federal, pastor Marco Feliciano, divulgou em seu canal do Youtube o exato momento em que duas jovens são presas no domingo (15), durante o Glorifica Litoral, depois de se beijarem. Ao contrário do que foi mostrado pela imprensa, as jovens foram erguidas por seus amigos e começaram a se beijar com a intenção de provocar o pastor.

O locutor do evento chegou a alertar aos presentes que pela lei o local de culto é protegido e que a polícia estava ali para intervir em qualquer manifestação que tivesse o objetivo de prejudicar a reunião religiosa.

As jovens aparecem se beijando entre os fiéis enquanto o pastor se preparava para iniciar a pregação. Joana Palhares, de 18 anos, e Yunka Mihura, de 20, foram retiradas pela Polícia Militar e depois de serem levadas à delegacia passaram a afirmar que foram agredidas pelos policiais.

Para o colunista da Veja, Rodrigo Constantino, o episódio mostra que os homossexuais são os mais intolerantes. O jornalista também afirma que o beijo não foi inocente, mas que as garotas foram até o local de culto com a intenção de “chocar”, “prejudicar” e “avacalhar” o culto evangélico.

Rodrigo afirma que muitos do movimento gay se julgam acima da lei e que se a situação fosse contrária, se Feliciano fosse para uma parada gay se manifestar contra a homossexualidade, certamente seria hostilizado.

“Infelizmente, o movimento gay não parece mais lutar por direitos, e sim por uma agenda coletivista, autoritária e intolerante. São os “fascistas do bem”. Julgam-se detentores de uma causa tão nobre que não enxerga mais indivíduos do outro lado, e não quer saber de limites, nem mesmo os legais”, escreveu Rodrigo.

O colunista também afirma que Feliciano representa milhares de eleitores e milhões de crentes evangélicos e que estes merecem respeito. “O movimento gay precisa entender isso. Caso contrário, vai apenas prejudicar os gays que querem apenas preservar sua liberdade individual, sem, todavia, impor essa agenda política de intolerância”, escreveu.

O pastor Marco Feliciano desabafou no Twitter dizendo que só “fazem isso contra evangélicos porque somos pacatos, de paz…”. Silas Malafaia também criticou a atitude das ativistas e disse que as jovens mereciam ser presas.

Assista:

 

17/09/2012

Gays ameaçam ficar nus para protestar contra Silas Malafaia


A Câmara de Vereadores de Salvador gerou polêmica ao ter concedido o título de cidadão honorário da capital baiana ao pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Isso irritou movimentos militantes gays baianos. O professor Luiz Mott disse que eles estão se organizando para fazer um “ato de nudismo” como forma de protesto.

“Se a Câmara Municipal de Salvador não suspender o absurdo título de Cidadão Soteropolitano a Silas Malafaia, o maior homofóbico do Brasil atual, que não fez nada para Salvador para merecer qualquer honraria, dezenas de gays, lésbicas, travestis e simpatizantes pretendem ficar nus na Câmara para impedir e chamar a atenção do mundo deste absurdo discriminatório”, convocou Mott, que é historiador.

Não é primeira vez que Mott se indispõe publicamente contra Malafaia e as igrejas que condenam a homossexualidade. “As igrejas cristãs, em geral, têm as mãos sujas de sangue, pela intolerância que divulgam nos púlpitos e nas televisões. Elas fornecem munição ideológica para aqueles que têm ódio de homossexuais, fazendo com que esse ódio aumente. Vai chegar uma época em que o papa e essas igrejas vão pedir desculpas de joelhos aos homossexuais, como a igreja já pediu desculpas aos judeus, negros e índios”, afirmou recentemente.

No dia 27 de setembro, deve ser entregue o título proposto pelo vereador Héber Santana (PSC). Na mesma data, o Grupo Gay da Bahia, pretende fazer uma representação junto à  presidência do Legislativo da cidade, questionando a titulação.

A manifestação de nudismo da mais antiga entidade de defesa do gênero em atividade no Brasil será na mesma data, ressaltando que considerou o título um “atentado aos direitos humanos da comunidade LGBT”.

Com informações Mix Brasil

17/09/2012

MPF abre inquérito civil sobre livro editado por Silas Malafaia


O Ministério Público Federal solicitou inquérito civil público sobre o livro “A Estratégia – O plano dos homossexuais para transformar a sociedade”, de autoria de Louis P. Sheldon, editado no Brasil pela editora do pastor Silas Malafaia (foto), a Central Gospel.

O parecer do procurador da República Sergio Gardenghi Suiama acata pedido da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) que alega que a obra “perpetra uma inegável incitação ao ódio, ao preconceito e à discriminação com os homossexuais”.

“The Agenda” é, há anos, a cartilha da estratégia política de igrejas evangélicas fundamentalistas nos EUA. No Brasil, lideranças políticas religiosas têm adotado, recentemente, a estratégia de considerar o segmento LGBT como alvo preferencial de ataque. Para eles, os homossexuais são a principal ameaça ao estilo de vida em suas igrejas, desde que se tornaram mais organizados, realizam paradas gays e fazem advocacy em governos e parlamentos.

Lógica neonazista

No ofício, a entidade cita especificamente trechos do livro nos quais constam as afirmações: “Os promotores da estratégia, do plano homossexual, são pessoas cheias de ressentimento e ódio, misturados com autorrejeição e vergonha, e não desistirão até que tenham erradicado cada traço de moralidade e autocontenção” e “O problema não é simplesmente o tipo de sexo preferido pelos homossexuais, mas o estilo de vida que abraçam. Doenças, infecções, vícios em drogas e álcool, e ferimentos são comuns. Além disso, a evidência de disfunções sociais e emocionais é igualmente aterrorizante”.

Open in new windowO procurador afirma em sua representação, que os trechos destacados evidenciam que a obra em questão não está voltada somente à defesa de uma posição política. O autor qualifica o que chama de “estilo de vida gay” como “repugnante”, “perigoso”, “vulgar” e “assassino”, e afirma textualmente que homossexuais são “sexualmente imaturos”, moralmente irresponsáveis e emocionalmente instáveis”. São também, segundo sugere o autor, responsáveis pela transmissão de doenças e molestadores sexuais de crianças inocentes.

“Vê-se, desse modo, que a manifestação atingiu o âmbito de proteção dos direitos fundamentais à honra e à dignidade de um número indeterminado de pessoas homossexuais, já que as ofensas contidas no livro não estão voltadas a esta ou aquela pessoa, mas sim a toda a coletividade de homossexuais masculinos e femininos”, diz Suiama.

Toni Reis, presidente da ABGLT, considera o presuposto do título, – de uma conspiração homossexual -, uma postura tão nefasta quanto aquela que inventou os também inexistentes, mas difamatórios, “Protocolos dos Sábios de Sião”, inventados para difamar os judeus até meados do século XX para aterrorizar os não-judeus sobre um suposto (e inexistente) “plano” dos mesmos para dominar o mundo – a analogia nos parece evidente pelo próprio título do livro falar de um absurdo “plano” dos homossexuais para transformar a sociedade…

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão considerou cabível análise do material com vistas à tutela coletiva dos direitos fundamentais à honra e à dignidade das pessoas homossexuais. O MPF pediu ainda que a publicação de resposta coletiva dos homossexuais proporcional ao agravo encartada no próprio livro ou em jornal de grande circulação e indenização decorrente do dano moral causado à coletividade.

O livro foi lançado em março deste ano e trata-se, segundo a editora, de uma publicação de 288 páginas de análise de 33 anos do escritor sobre o tema.

A Central Gospel ainda não se manifestou sobre a decisão do MPF-SP. Contudo, o pastor Malafaia negou em outra oportunidade que a sua editora tenha livro que promova ódio e preconceito.

O site da editora informa que “A Estratégia” encontra-se esgotado. Com 288 páginas, ele estava sendo vendido a R$ 32,21. Uma resenha informa que o livro trata da família que está sendo implodida não só pelo divórcio, mas também pela “estratégia gay, que visa erradicar a estrutura moral da sociedade e promover relações promíscuas”.

A decisão do MPF é polêmica porque poderá ser interpretada como uma tentativa de impor a censura a um livro, contra a Constituição, que garante a liberdade de expressão.

Fonte: Spresso SP e Paulopes

12/07/2012

´Novo kit-gay` estaria sendo distribuído; bancada evangélica pede explicações


´Novo kit-gay` estaria sendo distribuído; bancada evangélica pede explicações

O kit-gay, material lançado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) durante o mandato de Fernando Haddad, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff após pressão da bancada evangélica, porém, segundo o pedagogo e diretor de uma escola em São Paulo, Felipe Nery, um material similar estaria sendo distribuído entre alunos da rede pública e privada, com aval do MEC.

Nery foi ouvido na última terça-feira, 04/07, pela Frente Parlamentar Evangélica durante uma reunião sobre o assunto. O pedagogo afirmou que os livros trazem figuras com apologia à homossexualidade, bissexualidade e transexualidade.

O pedagogo é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, e apresentou três livros que fazem parte do suposto novo kit-gay que o MEC estaria distribuindo nas escolhas públicas. De acordo com informações de Sandro Guidalli, do blog Fé em Jesus, os títulos são “Porta Aberta”, voltado para alunos de seis anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R. e editados pela Ciranda Cultural; e “Menino brinca de boneca?”, para todas as idades, de Marcos Ribeiro e editado pela editora Moderna.

Felipe Nery relata que os livros fazem apologia explícita à homossexualidade: “Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma. O ‘kit-gay’, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, afirmou.

O primeiro livro traz um “jogo da memória” com figuras que representem casais homossexuais com filhos, enquanto que no segundo, são apresentadas imagens com instruções para usar preservativos. O livro “Menino brinca de boneca?” traz no prefácio um texto da senadora Marta Suplicy (PT-S), defensora do PL 122.

Essa distribuição acontece nos casos de escolas que não possuem um projeto pedagógico completo, segundo Nery: “O colégio tem a opção de ter o seu próprio trabalho ou adotar o que o governo apresenta e o que ele apresenta são materiais como esse. Esses que apresentei aqui não são escritos pelo governo mas qualquer material que tem o símbolo do MEC vem com esta ideologia, não há diferença nenhuma nas editoras, há apenas um viés ideológico favorável ao homossexualismo, bissexualismo e transsexualismo”.

O pedagogo alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação de seus filhos: “O problema é que nós, pais, muitas vezes não vemos isso aqui. O diretor de colégio não vê isso aqui, ele confia no professor. Para o diretor é muito difícil ver todos os livros porque são pilhas e pilhas no final do ano para analisar. O professor é que vai ver o material. Muitas vezes o colégio ganha os livros que vão para a biblioteca e quem vai ver será o aluno. São centenas de editoras que trazem o mesmo tipo de material que é a ideologia implementada pelos ativistas homossexuais”, observou.

Os parlamentares da bancada evangélica farão uma comissão para analisar a denúncia do pedagogo e os livros apresentados por ele durante a reunião. O deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ) afirmou que deverão ser cobradas explicações do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP): “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, pontuou.


Fonte: Gospel Mais

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18/05/2012

Marcha contra a homofobia é um fracasso de público


Cerca de 500 pessoas se reuniram nesta quarta-feira na praça dos Três Poderes para a 3ª Marcha Nacional contra a Homofobia, segundo Polícia Civil. Participaram representantes de partidos políticos, organizações não governamentais e entidades de classe.

Os organizadores esperavam cerca de 1,5 mil pessoas de todos os estados do país, mas a chuva que caia sobre Brasília desde ontem (15) atrapalhou o início da manifestação de manhã.

Uma bandeira com as cores do arco-íris, símbolo do movimento, foi estendida em frente ao Palácio do Planalto. Da praça, os manifestantes seguiram em caminhada até a frente do Congresso Nacional, onde o Senado promoveu ontem (15) uma audiência pública para debater projeto que criminaliza a homofobia.

Os manifestantes pediam que o governo federal defina um orçamento para financiar o Plano de Promoção dos Direitos Humanos e Cidadania LGBT, para a elaboração e a aplicação de políticas públicas voltadas a gays, lésbicas, travestis e transexuais.

PLC 122/2006

Os manifestantes também defenderam a aprovação do Projeto de Lei 122, que criminaliza a opinião contra a prática homossexual. Se aprovada, a norma deverá ser conhecida como Lei Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente de 14 anos assassinado em 2010, em São Gonçalo (região metropolitana do Rio de Janeiro), vítima de homofobia.

A Bancada Evangélica não concorda com pontos da lei, que atingem diretamente as igrejas.

17/05/2012

Marta Suplicy confirma que irá apresentar o texto original do PL 122


A senadora Marta Suplicy está decidida a reapresentar o texto original do Projeto de Lei Complementar 122/2206 de autoria da ex-senadora Fátima Cleide a pedido da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

O texto original defende uma versão modificada do texto da ex-deputada federal Iara Bernardi que coloca a homofobia como crime de racismo, prevendo penas de prisão para quem discriminar ou discordar do comportamento homossexual.

No ano passado, Marta Suplicy tentou rever o projeto tirando trechos que desagradavam os parlamentares que se opõe à proposta, mas a substituição do texto também não ganhou aprovação.

A proposta de Fátima Cleide chegou a ser aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) no final de 2009, portanto tem mais chances de passar pelos outros processos de aprovação até que seja sancionada pela presidente.

“Só vamos mudar a situação atual e aprovar o projeto que criminaliza a homofobia quando os não gays assumirem que não querem mais violência e discriminação contra os homossexuais”, disse a senadora que elogiou o apoio público do presidente americano Barack Obama, que defendeu o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Um dos trechos do PL 122 que mais recebem críticas é a parte que criminaliza qualquer opinião contrária baseada em posicionamento filosófico, o que poderia impedir as igrejas de pregarem contra o homossexualismo, ato condenado pela Bíblia.

Com informações Agência Senado

Fonte: Gospel Prime

04/05/2012

juiz encerra ação contra Pr. Silas Malafaia por homofobia


De maneira sensacional e espetacular, o juiz federal da 24ª Vara Cível, Victorio Giuzio Neto, dando um show de conhecimento de leis e de maneira justa e inequívoca, extinguiu o processo em que o pastor Silas Malafaia era acusado de homofobia, naquela “armação” dos ativistas gays para incriminá-lo. Verdade Gospeldisponibiliza alguns trechos da sentença para a sua análise:

“… não se poder tolher o direito à crítica na medida que esta compõe exatamente o conteúdo da liberdade de manifestação e expressão.”

“…Daí considerarmos que, sob o aspecto ‘policial’ ou de ‘censura’ a questão envolve problemas práticos e jurídicos mas, neste tema, o constituinte brasileiro teve o inegável desejo de sepultar definitivamente a censura conforme se vê na redação das seguintes disposições constitucionais:

Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

…”

II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei;

IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.

…”

Art. 220 – A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

§1º………… (omíssis)

§2º – É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”. (grifo nosso)

E não comportam exceção: a censura foi banida.

“… Através da pretensão dos autos, na medida em que requer a proibição de comentários contra homossexuais em veiculação de programa, sem dúvida que se busca dar um primeiro passo a um retorno à censura, de triste memória, existente até a promulgação da Constituição de 1988, sob sofismático entendimento de ter sido relegado ao Judiciário o papel antes atribuído à Polícia Federal, de riscar palavras ou de impedir comentários e programas televisivos sobre determinado assunto.”

“… Diante disto, não pode ser considerado como homofóbico na extensão que se lhe pretende atribuir esta ação, no campo dos discursos de ódio e de incentivo à violência, pois possível extrair do contexto uma condenação dirigida mais à organização do evento – pelo maltrato do emprego de imagens de santos da igreja católica – do que aos homossexuais.”

“… De fato não se pode valorar as expressões dissociadas de seu contexto. E no contexto apresentado pode ser observado que as expressões ‘entrar de pau’ e ‘baixar o porrete’ se referem claramente à necessidade de providências acerca da Parada Gay, por entender o pastor apresentador do programa, constituir uma ofensa à Igreja Católica reclamando providências daquela.”

“… É cediço que se a população em geral utiliza tais expressões, principalmente, na esfera trabalhista, para se referirem ao próprio ajuizamento de reclamação trabalhista ao empregarem a expressão que ‘vão meter a empresa no pau’. Outros empregam a expressão ‘cair de pau’ como mera condenação social; ‘entrar de pau’ ou ‘meter o pau’, por outro lado, estaria relacionado a falar mal de alguém ou mesmo a contrariar argumentos ou posicionamentos filosóficos.

Enfim, as expressões empregadas pelo pastor réu não se destinaram a incentivar comportamentos como pode indicar a literalidade das palavras no sentido de violência ou de ódio implicando na infração penal, como pretende a interpretação do autor desta ação.”

“… Neste caso, considerar presente dano apto a ensejar a concessão de liminar contra o pastor apresentador do programa, da emissora e da União não deixaria de coexistir uma odiosa forma de censura, cumprindo lembrar sob a espécie que a própria Lei de Imprensa foi considerada inconstitucional pelo STF: Art.30.”

“… Ante o exposto, por reconhecer a impossibilidade jurídica do pedido, INDEFIRO A INICIAL E JULGO EXTINTO o processo sem resolução do mérito, com fulcro no artigo 267, inciso VI, do Código de Processo Civil.”

São mais de vinte páginas o despacho do juiz encerrando a ação. Colocamos aqui apenas alguns dos comentários brilhantes deste documento.

Pr. Silas Malafaia comenta:

A Deus seja a glória! Obrigado por milhares de irmãos que intercederam por mim e minha gratidão a Deus em fazer com que este caso fosse parar nas mãos de um juiz justo.

Foi uma “lambada” nos ativistas gays que pensam que estão acima da lei e acima de todos, mas que agora vão ter que responder na justiça por me chamarem de homofóbico. Se eu, como cidadão, não tomar as providências que tenho direito, eles vão se achar no direito de ficarem me acusando e me denunciando como homofóbico. A partir de agora vão pensar duas vezes antes de tentar me denegrir.

Como tenho dito, não os homossexuais, mas sim os ativistas gays, são o grupo social mais intolerante da pós-modernidade.

Peço a vocês para acessarem o comentário de Reinaldo Azevedo, colunista do site da “Veja”, sobre a sentença do juiz. Mais uma vez, simplesmente, sensacional!

Fonte: Verdade Gospel

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