Posts tagged ‘Casal homossexual’

26/09/2015

Pastor agradece Daniela Mercury por ajudar a comprovar que homossexualidade é comportamento


daniela-mercury-capa-da-vejaInternautas estão compartilhando um texto de um líder evangélico após o anúncio de Daniela Mercury sobre seu casamento homossexual. O pastor presbiteriano Ageu Magalhães publicou em seu blog o texto intitulado ‘Daniela Mercury, obrigado…’, que a cantora baiana auxilia na comprovação de que a homossexualidade é uma opção de comportamento, e não uma predeterminação genética.

A postagem começa citando o relacionamento gay de Daniela Mercury assumido publicamente nas redes sociais. “O que achei muito interessante (e por isso meu agradecimento no título do post) foi que Daniela, sem querer, mostrou que homossexualismo não é predeterminação genética, mas opção de comportamento”, justifica. Ele acrescenta a informação de que Daniela já foi casada durante 15 anos com duas pessoas do sexo masculino.

“A questão é: Se Daniela Mercury nasceu homossexual, por que insistiu tanto na heterossexualidade, vivendo durante 15 anos com homens? Teria ela agido contra a própria natureza, violentando seus desejos homossexuais e submetendo-se a uma união infeliz? Certamente não”, o pastor questiona.

Na sequência ele apresenta o ponto de vista bíblico sobre homossexualidade. “A natureza caída potencializa o ser humano à prática pecaminosa sexual”, diz Ageu. “Aliás, do ponto de vista bíblico, é mais que escolha. É condenação, por consequência do afastamento de Deus”, escreve citando o livro de Romanos (Rm 1:26-27).

“A natureza caída nos tornará propensos a determinados pecados, mas nem por isso devemos nos render a eles. A comunhão com Deus nos liberta destas propensões e nos dá uma vida de castidade e santificação”, ele explica na sequência.

O pastor Ageu Magalhães finaliza apresentando a visão cristã sobre a santidade através de um ponto de vista bíblico. Para isso, ele acrescenta vários versículos na conclusão do artigo em seu blog. Trechos bíblicos como no capítulo seis de Romanos e nos livros de Colossenses, Tessalonicenses, 1 Coríntios e 1 João.

Fonte: The Christian Post

01/06/2011

Casal Canadense Cria Bebê ‘Sem Sexo’ e defende que ele escolha se é menino ou menina


A mãe de Storm Stocker, o bebê canadense que está sendo criado com apenas poucas pessoas sabendo o seu sexo, defendeu a escolha da família de criá-lo sem designar o gênero.

O casal Kathy Witterick e David Stocker decidiram criar seus filhos sem falar o sexo, homem ou mulher. Witterick explica: “Na verdade, em não dizer o sexo do meu bebê precioso, eu estou dizendo para o mundo, ‘Por favor, você pode simplesmente deixar Storm descobrir por si mesmo o que é (ele) quer ser?’” O casal reivindica que esse tipo de coisa está funcionando bem para os seus filhos mais velhos, Jazz e Kio.

Jazz de fala suave, olhos castanhos, mantém seus cabelos longos e gosta da cor rosa. Ele adora pintar suas unhas e usar um cravo rosa em uma orelha. Kio tem seus cabelos loiros ondulados abaixo do queixo. O garoto de dois anos, adora a cor roxa.

“Como resultado, Jazz e agora Kio são quase que exclusivamente assumidos serem meninas,” diz Stocker. é a escolha dos meninos se eles querem oferecer uma correção.

Sem divulgar o sexo de Storm, de 4 meses de idade, os pais estão negando à criança a maneira de posicionar-se por si mesmo, num mundo em que você é homem, mulher ou no meio, segundo um psicólogo no artigo Parent Central. Os efeitos disso é que isso pode marginalizar a criança.

“Eu acredito que isso coloca restrições nesse bebê em particular que nesta cultura o bebê será uma pessoa singular que não está sendo dada uma oportunidade de encontrar seu sexo verdadeiro, também com base no que está dentro deles.”

Na forbes, Victoria Pynchon disse que tem sentimentos misturados sobre a situação, mas acha que o poisitivo disso é que pelo menos eles não são homeschoolers cristãos.

“É mais comum os pais limitarem as oportunidades de seus filhos do que mães e pais abrirem aos seus filhos todas as possibilidades imagináveis.”

Fonte: The Christian Post

17/05/2011

Padre contraria CNBB e elogia Supremo por legalizar união de casais gays no Brasil


Padre contraria CNBB e elogia Supremo por legalizar união de casais gays no BrasilA primeira reação do frei Gilvander Moreira, padre mineiro da Ordem dos Carmelitas, ao ser convidado a analisar a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo foi de temor: “Vou ser reconhecido por quem é de mente mais aberta, mas vou apanhar muito dos dogmáticos e conservadores”. Porém, mesmo desconfiado de que pagaria caro pela entrevista, resolveu falar porque “a causa é justa e vale a pena”.

Mestre em Exegese Bíblica, professor de Teologia e assessor da Comissão Pastoral da Terra, Frei Gilvander disse que o Supremo está de parabéns por tornar visíveis as milhares de uniões homoafetivas do país.

Como o senhor recebeu a decisão do Supremo?

Com alegria, pois é uma vitória dos movimentos e dos grupos que historicamente vêm lutando pelo direito à liberdade sexual homossexual. Nesse caso, o STF posicionou-se com justiça e equidade. A sociedade está em constante transformação, e esse grupo em questão existe e está no dia a dia vivendo e construindo suas relações à margem da sociedade. Devido a isso, o Direito não podia mais se esconder ou continuar negando esse direito a relações homoafetivas. Foi um exemplo de coragem e cidadania. Tornou-se visível o invisível. Declara-se assim o início do fim da hegemonia da moral heterossexual. Abre caminho para a afirmação, à luz do dia, das mais de 60 mil uniões estáveis entre homossexuais no Brasil, que até aqui pagavam um altíssimo preço pela sua orientação sexual.

Como o senhor vê hoje a situação dos homossexuais no Brasil?

Segundo o pesquisador Luiz Mott, da UFBA, o mais preocupante é que o registro de violência contra a população LGBT vem aumentando ao longo dos anos. De janeiro a novembro de 2010, Mott contabilizou 205 assassinatos. Estima-se que o número de casos de discriminação da população LGBT atinge entre 10 mil e 12 mil por ano no país.

O senhor considera a sociedade brasileira preconceituosa?

Infelizmente estamos numa sociedade preconceituosa, intolerante, hipócrita e cínica. Ainda há muito moralismo, fundamentalismos e sectarismos em segmentos conservadores de igrejas e da sociedade, que ficaram irritados e questionam o acerto da decisão. No último Censo, foi declarado que há mais de 60 mil uniões estáveis homoafetivas no Brasil. O movimento que defende os direitos dos homossexuais está crescendo, o que é muito bom. Na decisão do STF , não se pode deixar de destacar e parabenizar a luta deste movimento, que vem marchando pelas ruas e erguendo suas bandeiras.

Fonte: Blog Noblat

01/04/2011

Casal homossexual quer fechar igreja por acusação de homofobia


A igreja evangélica Esperança Viva de Mogi das Cruzes, São Paulo, corre o risco de ser fechada depois de uma acusação de homofobia feita por um casal homossexual que foi contratado para trabalhar em uma clínica de recuperação de dependentes.

O consultor Carlos Roberto Neher, de 44 anos, e o auxiliar-administrativo Thiago André Santos da Rocha, 23, que mantém união estável há cinco anos, entraram na Justiça contra a denominação acusando  os representantes da instituição de homofobia, ameaça e invasão de domicílio.

O casal morava em Porto Alegre e estavam morando em Mogi há três meses a convite de uma representante da igreja. “Fomos convidados para ajudar em uma comunidade terapêutica. Largamos tudo para nos dedicarmos a esse programa e o combinado era que tivéssemos uma casa aqui em Mogi para morar”, explicou Neher.

Instalados na cidade, eles passaram a morar no sítio Xangrilá, mas no início de março, o pastor avisou que eles passariam a morar em outro imóvel, com outros funcionários e dependentes químicos e a notícia não agradou o casal. “Eles sempre souberam que nós tínhamos uma união estável. Quando deixei isso mais claro ainda, praticamente nos expulsaram de lá”.

O casal, juntamente com seu advogado, Eduardo Piza Gomes de Mello, foram até o 2° DP, em Brás Cubas, para entregar a representação contra os representantes da instituição. “Também vamos entrar com uma representação na Secretaria de Justiça para pedir a suspensão das atividades clínicas e da igreja. Podemos fazer isso com base em uma lei que diz que, quando a instituição pratica atos de discriminação em relação à orientação sexual, está sujeita a multas e suspensão das atividades”, explicou o advogado.

Fonte: Gospel Prime

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