Posts tagged ‘Casamento’

10/12/2019

A arte de permanecer casados


Texto básico: Malaquias 2.12-16

Versículo-chave: Malaquias 2.15
“…Portanto, cuidai de vós mesmos, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade”.

Alvo da lição:
Ao estudar esta lição, você se dedicará de modo sábio e cristão à manutenção de um casamento saudável.

Leia a Bíblia diariamente:
seg   1Pe 3.9-12
ter    Rm 12.14-21
qua   Mt 19.4-6
qui    Pv 4.25-27
sex    Pv 14.1; 24.3-4
sáb    Mc 10.2-12
dom  Gn 2.18-25

A lição de hoje trata de alguns princípios sobre a manutenção do casamento:

1. Casamentos são realizados com a previsão de durarem a vida toda.

2. Os casamentos não duram a vida toda naturalmente, sem algum esforço e cuidado.

3. Devemos descobrir e tomar atitudes claras e eficazes para que o casamento seja durável.

O estudo da lição não tem a intenção de acusar ou trazer um peso ainda maior aos que experimentaram o divórcio. O fato é que mesmo as pessoas que passaram por divórcio entendem que o casamento é feito para durar toda a vida. Também não teremos segredos garantidos e fáceis para as pessoas permanecerem casadas, mas alguns princípios que tenham fundamento na palavra de Deus, e que poderão ajudar na construção de casamentos mais saudáveis e mais duráveis.

Quando alguém assume um grande compromisso, geralmente, espera que logo acabe. Do outro lado, quando alguém aceita um compromisso de longa duração, espera que o valor do compromisso esteja diluído de tal maneira que se torne bastante pequeno, aceitável. No casamento, as duas dimensões estão presentes: trata-se de um compromisso intenso e, ao mesmo tempo, um compromisso extenso, para toda a vida. Nossa lição evitará o trabalho de defesa da durabilidade do casamento, e se dedicará a oferecer orientações básicas que ajudem as pessoas “na arte de permanecerem casadas”.

I. Casamentos duráveis demonstram presença equilibrada de amor e compromisso (Mc 10.7-8)

Aqueles que são casados há muitos anos, geralmente, testemunham que “só o amor não sustenta uma relação”. Aqueles que se separaram um dia demonstram na prática que “só o compromisso não sustenta uma relação”. Ainda assim, ambos concordarão que uma relação duradoura depende tanto de amor como de compromisso – muito amor, e compromisso firme!

A maneira bíblica de descrever compromisso no casamento está na célebre frase proferida em Gênesis (2.24-25) e pelo próprio Senhor Jesus: “Por isso, deixará o homem a seu pai e mãe e unir-se-á a sua mulher, e, com sua mulher, serão os dois uma só carne” (Mc 10.7-8). Duas expressões são especialmente contundentes ao ensinarem a intensidade do compromisso: “unir-se” e “uma só carne”. Segundo os estudiosos, “unir-se” tem o significado de um elo forte que não será jamais quebrado, envolvendo duas características: lealdade inabalável e amor ativo, permanente, que não desiste. Do outro lado, tornar-se uma só carne (que inclui relação sexual e todas as dimensões adicionais afetivas e físicas) significa uma natureza de união tão forte que seria impossível desunir (separar, cortar, dividir) sem que marcas profundas sejam manifestas. Para se ter uma ideia da natureza desse modelo de união, a Bíblia o chama de mistério e declara ser essa a representação mais completa do relacionamento entre Cristo e Sua igreja (Ef 5.31-32).

Um compromisso de tamanha magnitude e com tamanhas implicações não é assumido com facilidade. Por isso, alguns chegam a temer o casamento. A base do comprometimento tem que ser o amor, pois ele expulsa o medo (1Jo 4.18 NVI). Desse modo, enquanto o compromisso dá sustentação para o sentimento de amor, o amor torna possível a manutenção do compromisso.

II. Casamentos duráveis pedem manutenção sistemática

A atitude própria de todas as pessoas que adquirem um bem durável é programar-se para o natural cuidado de sua manutenção. Assim fazemos quando adquirimos uma casa, um carro ou mesmo algum eletrodoméstico. Na verdade, até mesmo a garantia da maioria dos bens depende de sua manutenção adequada. O mesmo acontece quando se deseja construir um casamento durável. Sem manutenção adequada, os casamentos se tornam vulneráveis e frágeis.

Entre as diversas formas de se cuidar da manutenção de um casamento, duas serão destacadas aqui.

1. Disposição e capacidade de lidar com conflitos

Podemos evitar muitos dos conflitos que surgem no casamento bastando para isso uma atitude mais cuidadosa por parte de cada um de nós. A disposição para aceitar as diferenças, por exemplo, diminui de modo decisivo o potencial de um casal para se envolver em conflito – homens são diferentes de mulheres (que bom!), pessoas criadas na família “A” são diferentes de pessoas criadas na família “B”, e assim por diante. Nossas diferenças se manifestam na maneira como reagimos aos problemas, na escala de valores da família, no gosto por alimentos, ambientes, humor e de tantas outras maneiras. Há casais que não conseguem conviver porque um dos cônjuges deseja mudar o outro e fazê-lo ser exatamente igual a ele. Há casos em que a disposição para “implicar” com o outro e com a maneira de ele ser e perceber as coisas acaba por tornar insustentável a vida comum.

O texto de 1Pedro 3.1-7 (NVI) oferece exemplo de postura favorável para lidarmos com as diferenças quando orienta as mulheres cristãs a tratarem até mesmo com um marido que não obedece à Palavra: “Do mesmo modo, mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, a fim de que, se ele não obedece à palavra, seja ganho sem palavras, pelo procedimento de sua mulher, observando a conduta honesta e respeitosa de vocês” (v.1-2). O ensino alcança diversas áreas da vida familiar, e orienta também os homens a serem sábios no convívio com a própria esposa… “e tratem-nas com honra, como parte mais frágil e coerdeiras do dom da graça da vida…” (v.7).

2. Habilidade de lidar com mudanças necessárias e inevitáveis

Além das questões que podem ser vistas como “diferenças”, o casamento inclui enganos, erros e pecados por parte dos membros da família. O fato é que somos pecadores! A maneira como lidamos com os nossos próprios erros e com os erros do cônjuge será fundamental para definir a continuidade saudável do casamento. Isso significa aprender a pedir perdão (embora os exemplos bíblicos sejam tantos, temos a tendência de achar que é humilhante pedir perdão, e acabamos optando por atitudes prejudiciais ao casamento, como negar, “deixar o tempo passar”, ficar irritado quando confrontado, culpar o outro, etc.), ter capacidade para entrar em acordo com o outro e disposição para perdoar. A Bíblia nos ensina que devemos ser “uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Ef 4.32). Do outro lado, se existe um lugar em que deve ser aplicado o ensinamento de Jesus a Pedro segundo o qual devemos perdoar nossos irmãos até “setenta vezes sete”, esse lugar é no casamento.

A atitude de perdão, segundo a Bíblia, é antecedida por uma cuidadosa advertência contra os pecados relacionais que nos dividem e fazem nascer conflito. Em Efésios 4.25-31, somos exortados a ser cuidadosos para “não mentir uns aos outros (v.25), não nos entregar à raiva de uns para com os outros (v.26-27), não roubar uns dos outros (v.28), não dizer palavras que machuquem uns aos outros (v.29), e viver (inclusive em casa) de maneira que permaneça “Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia” (v.31).

III. Casamentos duráveis recebem investimentos constantes

Um casamento saudável não se sustenta “naturalmente”, sem investimento.

1. De natureza física

Resumidamente, o investimento no casamento inclui o cuidado com o corpo (higiene, saúde, aparência…) e o uso de todas as potencialidades do corpo, incluindo as expressões físicas de carinho (de caráter sexual ou não).

 2. De natureza emocional

Podemos investir no casamento também por meio do uso adequado das emoções, especialmente quando oferecemos ao outro a segurança de que é importante, especial, alvo de amor. O livro de Cantares tem sido usado como um verdadeiro manual de investimento físico e emocional no casamento.

3. De natureza espiritual

Felizes são os casais que oram um pelo outro e juntos, que leem a Bíblia e cultuam juntos e que, especialmente, são capazes de aplicar os ensinamentos da palavra de Deus nas atitudes diárias e em todas as dimensões do relacionamento conjugal (veja Tg 1.22).

A Bíblia trata bastante desse tipo de relacionamento de cumplicidade e proximidade.

  • Eclesiastes 4.9-12 registra que “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará?”
  • Provérbios 31 apresenta uma mulher chamada de virtuosa e diz que a vida em família é muito agradável, entre outras razões, porque o marido confia na mulher (v.11), e “ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida” (v.12).
  • 1Coríntios 13 lembra-nos ainda que, havendo amor, há paciência nos momentos de sofrimento, confiança, e disposição para esperar e suportar as eventuais lutas da vida (v.7).

Vale a pena observar alguns conselhos apresentados pelo Dr. Ed Wheat no livro O Amor que não se Apaga.

a. Nada é tão essencial qual a saúde de seu casamento e o desenvolvimento de união entre vocês.

b. Concentrar-se no conhecimento mútuo e em construir um relacionamento íntimo agrada ao Senhor.

c. É necessário tempos juntos para lançar adequadamente os alicerces do casamento.

d. É essencial que o marido aprenda a satisfazer às necessidades da esposa.

e. O conhecimento do cônjuge é necessário a fim de ver segundo os padrões bíblicos. Você deve conhecê-lo em profundidade se quiser amá-lo, compreendê-lo e encorajá lo.

f. Os cônjunges devem ser companheiros de equipe unidos para servirem a Deus eficazmente. Para vocês se tornarem uma equipe, é preciso tempo e colaboração numa atmosfera tão livre de distrações quanto é possível.

g. De acordo com a sabedoria de Criador, o primeiro ano é crucial em todo casamento, devendo ser vivido com cuidado e prudência.

Conclusão

Nesta lição estudamos sobre a arte de permanecer casados – um casamento durável, para a vida toda. Dois lembretes são importantes. Primeiro, que a vida é curta, e devemos gozá-la com discernimento e alegria, sempre que possível, na companhia da pessoa com quem nos casamos. Segundo, que não basta ter um casamento duradouro. É preciso viver bem, com alegria e felicidade. Mais do que aparências e convenções sociais, é preciso construir relacionamento saudável e feliz, de modo que permanecer casados seja um privilégio, uma alegria, e não um dever enfadonho e sofrido.

12/01/2016

Faleceu o Pr. Gilberto Malafaia, pai do Pr. Silas Malafaia


Pr. Gilberto e irmã Albertina completariam em 2015 quase sete décadas de casamento

Pr. Gilberto e irmã Albertina completariam em 2015 quase sete décadas de casamento

Faleceu na madrugada desta terça-feira (12), aos 95 anos de idade, o pastor Gilberto Malafaia, fundador da Igreja Assembleia de Deus em Jacarepaguá (IADJ). O velório será hoje partir às 19h, no templo da IADJ, localizado na Rua André Rocha, 890, Taquara (RJ).

O culto fúnebre está marcado para esta quarta-feira (13), a partir das 9h e o sepultamento será às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.

Breve histórico

Gilberto Gonçalves Malafaia nasceu em 10 de janeiro de 1921 na cidade de Castro Alves, Bahia. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde serviu a Marinha do Brasil por 25 anos. Formou-se em Pedagogia tornando-se um exímio educador.

Fundador da Igreja Assembleia de Deus em Jacarepaguá seu ministério foi marcado pelo amor as almas perdidas, submissão a Palavra de Deus e excelência no Ensino Bíblico.

Era casado com a professora Albertina Malafaia há sessenta e sete anos e deixa seis filhos, 18 netos e 14 bisnetos.

Fonte: Biografia Pastor Gilberto Malafaia    

26/12/2015

Vídeo contra o casamento gay viraliza nas redes sociais


yago-martinsEm pouco mais de um mês, um vídeo de 12 minutos passou dos três milhões de visualizações no Facebook apenas na página que foi originalmente publicado. Como é comum, foi repostado por várias outras pessoas e possui versões para outras redes sociais. Sendo assim é difícil calcular seu alcance total.

O que chama mais atenção é que, ao contrário do que normalmente acontece com vídeos ‘virais’, não é curto nem possui um tom cômico. Trata-se de uma avaliação consistente sobre a origem do conceito de casamento e como a união consensual afetiva de pessoas do mesmo não pode ser chamada assim.

O jovem pastor batista Yago Martins, que é escritor e diretor da Academia de Formação em Missões Urbanas, contrasta as imposições “politicamente corretas” de nossos dias com o ensinamento bíblico sobre o assunto.

Inicia falando que os conceitos de casamento e família são anteriores ao Estado. Logo, o governo não pode mudar esse conceito. “O casamento gay não existe…. casamento vem de acasalamento, traz a ideia de união reprodutiva”, enfatiza.

Rebatendo alguns argumentos comuns dos movimentos LGBT no país, usa argumentos etimológicos, históricos e sociológicos para mostrar a incoerência de se usar o termo “casamento” para falar das uniões gays.

Procura mostrar que “a família sempre foi percebida como um ato heterossexual, casamento não foi definido pelo Estado, foi percebido… Havia família quando não havia Estado”.

O pastor Martins contribui para a discussão do tema que tem ganhado cada vez mais espaço na sociedade brasileira. Ao mesmo tempo desafia a igreja para aprofundar a reflexão e sem precisar recorrer a ofensas ou debates tantas vezes infrutíferos.

“Se o mundo vai piorar, que nós sejamos [igreja] aqueles poucos que vão contra o caminho daqueles que destroem instituições milenares”, desafia.

Assista:

02/12/2015

Jovens cristãos fazem paródia para responder vídeo pró-aborto gravado por atores globais


pro abortoUm grupo de jovens cristãos fez uma paródia, com críticas abertas, ao vídeo pró-aborto “Meu Corpo, Minhas Regras”, estrelado por atores da TV Globo.

O vídeo em questão traz um discurso extremista de feminismo e prega a legalização do aborto como um reconhecimento de liberdades individuais da mulher. A repercussão nas redes sociais foi extremamente negativa, e o material tornou-se um dos que possui maior reprovação no YouTube.

A resposta dos jovens, intitulada “Meu Corpo, Teu Corpo”, traz argumentos contra o aborto, abordando passagens bíblicas que foram ironizadas no vídeo original.

“É impressionante quem teve o direito de nascer querer tirar o direito do outro nascer. Quem deseja o direito do próprio corpo, precisa respeitar o direito do corpo do outro”, diz o texto, ressaltando o valor da vida e os direitos das crianças.

“Nunca foi fácil ter uma criança no mundo. É milenar. Desde o tempo de Nossa Senhora […] a virgem Maria. Virgem? Virgem e mãe. Gravidez turbulenta. Família pobre. Treze anos e correndo o risco de ser morta apedrejada. Quanto medo, quanta insegurança. Essa sim tinha motivo de sobra para dizer não, mas ela disse ‘quero’, mesmo sem saber o que ia acontecer no futuro”, diz o texto, respondendo à argumentação dos defensores do aborto de que a virgindade de Maria seria um erro de tradução. Assista o vídeo:

Erro de tradução?

Assim que o vídeo viralizou nas redes sociais, o pastor Jackson Jaques gravou uma resposta aos produtores e falou sobre o contexto histórico e cultural para o uso da palavra hebraica “almah”, usada na profecia de Isaías sobre a concepção virginal de Jesus para descrever sua mãe, e explicou que eram usuais na época os termos não literais para descrever uma virgem.

Jaques acrescentou que 250 anos antes de Cristo, os tradutores que transcreveram o Velho Testamento para o grego tiveram a capacidade de compreender essa característica da literatura de séculos atrás: “Sempre que a Bíblia usa a palavra ‘almah’, está se referindo sim a uma virgem. A palavra ‘Bethulah’ se entende que toda moça em Israel é virgem. O termo usado para quando ela é nova é ‘Almah‘, porque seria uma redundância dizer que ela é virgem”.

Confira a resposta na íntegra aqui.

Fonte: Gospel Mais

02/12/2015

Divórcios cresceram mais de 160% na última década no Brasil, aponta IBGE


DivorcioO número de divórcios no País cresceu mais de 160% na última década, de acordo com dados da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2014, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta segunda-feira (30).

Os dados mostram que, somente no ano passado, foram registrados no País 341,1 mil divórcios, um salto significativo em relação a 2004, quando foram 130,5 mil separações judiciais.

A nova pesquisa mostra de forma ainda mais enfática a nova realidade em relação aos casamentos quando são analisados os dados de anos anteriores, quando os divórcios chegaram a representar menos de 10% do que atualmente.

Em 1984, por exemplo, primeiro ano da investigação, a pesquisa contabilizou um total de 30,8 mil divórcios. Em 1994, dez anos depois, o aumento já ficou claro, com o registro de 94,1 mil dissoluções de casamentos, um acréscimo de 205,1% em relação ao dado anterior. Em 2004, o aumento foi percentualmente menor, 38,7%.

Na avaliação do IBGE, a elevação sucessiva ao longo dos anos do número de divórcios concedidos revela “uma gradual mudança de comportamento da sociedade brasileira, que passou a aceitá-lo com maior naturalidade e a acessar os serviços de Justiça de modo a formalizar as dissoluções dos casamentos”.

Nas últimas três décadas (de 1984 a 2014), o número de divórcios cresceu de 30,8 mil para 341,1 mil, com a taxa geral de divórcios passando de 0,44 por mil habitantes na faixa das pessoas com 20 anos ou mais de idade, em 1984, para 2,41 por mil habitantes em 2014. A maior incidência de divórcios deu-se no Distrito Federal (3,74 por grupo de mil) e a menor no Amapá (1,02).

A idade média das mulheres na data da sentença do divórcio, em 2014, era 40 anos, enquanto a dos homens era 44 anos. Apesar de persistir a predominância das mulheres na responsabilidade pela guarda dos filhos menores de idade a partir do divórcio (85,1%), em 2014, a pesquisa detectou um crescimento de 3,5% nos pedidos da guarda compartilhada, em 1984, para 7,5%, em 2014.

Fonte: Último Segundo – iG

07/10/2015

Resultado da enquete sobre o Estatuto da Família deixa apresentador do CQC sem palavras


cqcNa última segunda-feira (5), o CQC realizou durante a apresentação do seu programa ao vivo, uma enquete sobre o Estatuto da Família, recentemente aprovado por uma comissão especial da Câmara Federal.

A pergunta da enquete era: “Que tipos de casais devem ser contemplados no Estatuto da Família?”. 18% dos internautas responderam com a opção A – ‘Todos os Tipos’ e 82% escolheram a opção B – ‘Somente os heterossexuais’.

O resultado foi lido por Marco Luque – um dos comentaristas do programa – e deixou o apresentador, Dan Stulbach sem palavras.

O vídeo está sendo compartilhado nas mídias sociais e já foi visualizado por milhares de pessoas.

Clique no vídeo abaixo para assistir:

 

02/10/2015

Malafaia acusa imprensa de parcialidade sobre o Estatuto da Família: “Defendem o ativismo gay”


Pastor-Silas-MalafaiaO pastor Silas Malafaia comentou de forma bastante crítica a postura da imprensa ao noticiar a aprovação do projeto apelidado de Estatuto da Família pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados. De acordo com o líder evangélico, o tom adotado foi tendencioso.

“A imprensa, de maneira quase que absoluta, negou a verdade dos fatos. Eu creio que a imprensa está aí para dar notícia, como ela é. A imprensa não está aí para defender esse ou aquele. Mas, eu lamento que a imprensa brasileira, na sua grande maioria, defende sim o ativismo gay e as causas gay”, observou.

Ressaltando ser um defensor da imprensa livre, o pastor chamou atenção para o que entendeu ser um excesso, já que a aprovação do Estatuto da Família na Comissão Especial foi uma reafirmação do que prega a carta magna do país.

“Qual é a questão do estatuto da família? A imprensa acusou ‘os deputados foram contra a decisão do STF’. Que papo é esse? O que está na Constituição brasileira, que é a lei máxima do país? Artigo 226, parágrafo 3º: a Constituição brasileira reconhece de família homem e mulher […] Isso está na Constituição. Quem te falou que o Supremo Tribunal Federal está acima da Constituição?”, afirmou, lembrando a concessão do direito à união civil dos homossexuais pela corte máxima do Poder Judiciário.

Malafaia aproveitou para desafiar os ativistas gays a buscarem as vias legais para o reconhecimento das uniões homossexuais como família: “Eu falei pro líder do ativismo gay, o Toni Reis, na audiência pública da Comissão [Especial] do Estatuto da Família o seguinte: ‘Se vocês querem que a Constituição considere família dois homens ou duas mulheres, reúna 308 deputados, faça uma PEC (Projeto de Emenda Constitucional) e mude. Se não, meu querido, isso é vergonhoso’”, afirmou o pastor.

A ideia de que é necessário mudar leis para atender determinados grupos foi ironizada pelo pastor: “Então, é uma desmoralização da Constituição para atender a um grupo. Vamos fazer o seguinte: libera tudo que é droga, porque só no estado do Rio de Janeiro tem mais de um milhão de dependentes. Vamos contra as leis porque tem um grupo que está praticando. Que conversa é essa?”, questionou.

“Vamos falar a verdade: a Comissão [Especial] do Estatuto da Família concordou com o que está escrito na Constituição, que reconhece como entidade familiar [um núcleo] constituído por homem e mulher”, pontuou, acrescentando: “A imprensa não pode estar a favor de A ou B. Vamos dar a notícia como ela é”. Assista:

02/10/2015

Filme cristão de baixo orçamento vira fenômeno nos cinemas e causa espanto em Hollywood


fime cristãoUm filme cristão de baixo orçamento e que arrecadou, até agora, 16 vezes o valor de seu custo, tornou-se o centro das atenções na mídia especializada dos Estados Unidos e tem sido visto, pelos cristãos, como o símbolo de um recado à indústria de Hollywood.

“War Room” (“sala de guerra”, em tradução livre) é uma produção com orçamento de US$ 3 milhões e que arrecadou mais de US$ 50 milhões em bilheteria até agora. O roteiro do filme fala sobre um casal com problemas conjugais que contorna as dificuldades juntos, através da oração.

fime cristão3A produtora do filme, Sherwood Pictures, é a mesma de títulos como “À Prova de Fogo”, “Desafiando Gigantes” e “Corajosos”, e surgiu de um ministério da Igreja Batista de Sherwood.

De acordo com informações do Charisma News, o apoio da American Family Association (“Associação da Família Americana” – AFA) à produção é responsável por parte do sucesso do filme.

“Atuamos em muitas questões pesadas ​​da sociedade, mas nós gostamos de ir ao cinema também”, disse o presidente da AFA, Tim Wildmon. “Quando o entretenimento, no entanto, derruba nossa sociedade e é uma influência negativa sobre os nossos filhos, nós sentimos que devemos intervir. Ao mesmo tempo, quando há opções maravilhosas para as famílias para assistir juntos, nós queremos trazer esses filmes para a atenção de todos. Por décadas, a tela grande tem sido dominada pela violência, sexo, drogas e crime. Mas há um pouco de luz, e as famílias cujos dólares são conduzidos por seus valores terão um grande filme”, acrescentou.

Wildmon comentou ainda a queda na audiência dos cinemas norte-americanos, que tem vivido uma redução no número de pessoas que vão às sessões, e afirmou que o povo está cansado dos excessos, por isso, filmes como “War Room” se sobressaem: “Esperamos que esta tendência seja um vislumbre do que está por vir e nossa cultura mostre alguma evidência disso”.

26/09/2015

Comissão aprova definição de família como união entre homem e mulher


xcomissao-estatuto-da-familiaNo dia vinte quatro, quinta-feira (24) a comissão que discute o Estatuto da Família aprovou o texto principal do projeto que define como família a união entre homem e mulher. O projeto é polêmico por não aceitar como família uniões formadas por pessoas do mesmo sexo.

O texto define a família como a união entre homem e mulher por meio de casamento ou união estável, ou a comunidade formada por qualquer um dos pais junto com os filhos. O projeto não é uma criação da bancada religiosa, pois a Constituição Federal já reconhece esses termos para definir família no artigo 226.

Porém o Estatuto da Família busca a preservação da mesma, falando sobre direitos da família e as diretrizes das políticas públicas voltadas para atender a entidade familiar através da saúde, segurança e educação.

Mas para os contrários ao projeto, o texto estaria dando brechas para legitimar a discriminação de homossexuais, como bem afirmou a deputada Erika Kokay (PT-DF) que tentará apresentar um recurso para que o Estatuto seja votado na Câmara antes de seguir para o Senado.

“Mais uma vez a família venceu, este projeto vem num momento bastante oportuno. Nunca a principal instituição da sociedade e o matrimônio foram tão atacados como nos dias atuais”, afirmou o deputado Sóstenes Cavalcante.

A comissão especial votou no projeto que teve 17 votos favoráveis e 5 contrários. Os deputados chegaram a tentar votar quatro destaques do texto, mas logo começou uma sessão no Plenário e pelas regras da Casa nenhuma comissão pode votar projetos e destaques simultaneamente ao plenário.

Fonte: Gospel Prime

26/09/2015

Pastor agradece Daniela Mercury por ajudar a comprovar que homossexualidade é comportamento


daniela-mercury-capa-da-vejaInternautas estão compartilhando um texto de um líder evangélico após o anúncio de Daniela Mercury sobre seu casamento homossexual. O pastor presbiteriano Ageu Magalhães publicou em seu blog o texto intitulado ‘Daniela Mercury, obrigado…’, que a cantora baiana auxilia na comprovação de que a homossexualidade é uma opção de comportamento, e não uma predeterminação genética.

A postagem começa citando o relacionamento gay de Daniela Mercury assumido publicamente nas redes sociais. “O que achei muito interessante (e por isso meu agradecimento no título do post) foi que Daniela, sem querer, mostrou que homossexualismo não é predeterminação genética, mas opção de comportamento”, justifica. Ele acrescenta a informação de que Daniela já foi casada durante 15 anos com duas pessoas do sexo masculino.

“A questão é: Se Daniela Mercury nasceu homossexual, por que insistiu tanto na heterossexualidade, vivendo durante 15 anos com homens? Teria ela agido contra a própria natureza, violentando seus desejos homossexuais e submetendo-se a uma união infeliz? Certamente não”, o pastor questiona.

Na sequência ele apresenta o ponto de vista bíblico sobre homossexualidade. “A natureza caída potencializa o ser humano à prática pecaminosa sexual”, diz Ageu. “Aliás, do ponto de vista bíblico, é mais que escolha. É condenação, por consequência do afastamento de Deus”, escreve citando o livro de Romanos (Rm 1:26-27).

“A natureza caída nos tornará propensos a determinados pecados, mas nem por isso devemos nos render a eles. A comunhão com Deus nos liberta destas propensões e nos dá uma vida de castidade e santificação”, ele explica na sequência.

O pastor Ageu Magalhães finaliza apresentando a visão cristã sobre a santidade através de um ponto de vista bíblico. Para isso, ele acrescenta vários versículos na conclusão do artigo em seu blog. Trechos bíblicos como no capítulo seis de Romanos e nos livros de Colossenses, Tessalonicenses, 1 Coríntios e 1 João.

Fonte: The Christian Post

%d blogueiros gostam disto: