Posts tagged ‘caso não’

18/09/2013

Silas Malafaia comenta prisão de lésbicas durante culto de Feliciano


Silas-Malafaia 1O pastor Silas Malafaia escreveu um texto em seu site Verdade Gospel comentando sobre a prisão de duas jovens que foram presas por se beijarem durante a pregação do pastor Marco Feliciano no último domingo (15) na cidade de São Sebastião, litoral de São Paulo.

Feliciano percebeu a movimentação dos ativistas, uma das jovens era a organizadora do “beijaço gay” que pedia a saída do pastor da Comissão de Direitos Humanos e Minoria da Câmara (CDHM), e pediu para que a polícia retirassem as jovens que estavam desrespeitando o local de culto.

Para Malafaia a atitude mostra que o ativismo gay é intolerante e não sabe respeitar quem diverge de suas práticas. O pastor também criticou a atitude da imprensa que, ao noticiar o caso, tomou partido colocando o deputado como o grande vilão da história.

Para o apresentador do Programa Vitória em Cristo o caso não foi encerrado da forma como se deveria, pois baseado na lei as jovens cometeram um crime e mereciam ser presas.

“Essas duas lésbicas mereciam ir para a cadeia porque cometeram dois crimes. Um, contra a lei maior, a Constituição Brasileira, que no artigo 5º, no inciso 6″, diz ele citando o trecho que garante a proteção do Estado ao local de culto. O segundo crime seria o de perturbar e escarnecer o local de culto como está previsto no Artigo 208 do Código Penal.

“Isto é apenas um pequeno sinal do que eles desejam impor à sociedade e o que eu lamento é que ainda tem muitos pastores e cristãos que estão na cegueira espiritual e não conseguem ver a trama diabólica para nos obrigar a aceitar suas práticas.”

29/09/2012

No Paquistão, adolescente cristã é declarada inocente


No Paquistão, adolescente cristã é declarada inocenteO caso de Rimsha Masih, a cristã paquistanesa de 14 anos, que enfrentou a prisão por, supostamente , queimar o Alcorão, mas, em seguida, foi declarada “inocente” pela polícia, teve outra reviravolta: surpreendentemente, o caso não foi fechado, ao invés disso, ela será ouvida em um tribunal de menores.

Segunda-feira (24), um tribunal local, ordenou a transferência do caso de Rimsha para o tribunal de menores, de acordo com o advogado da garota, Tahir Naveed Choudhry. A decisão seguiu-se a uma audiência que aconteceu sábado (22), quando a polícia disse que Rimsha era inocente.

Depois de ser acusada por suposta blasfêmia, em 16 de agosto, Rimsha passou três semanas em uma prisão adulta preventiva, na Cadeia de Adiala, em Rawalpindi. Ela tinha sido acusada de queimar páginas do Alcorão (livro sagrado islâmico) e colocá-las em um saco de lixo. Rimsha foi libertada sob fiança, em 8 de setembro, depois que a polícia prendeu o clérigo de uma mesquita próxima, Imam Khalid Jadoon, por denunciá-la falsamente.

O juiz Raja Jawad Abbas do Distrito de Tribunal e Sessões disse: “Nós recebemos o relatório médico que confirma que ela tem 14 anos. Por isso, a investigação deve ser apresentada em um tribunal de menores.” Um relatório médico oficial classificou Rimsha como “ignorante” e com uma idade mental mais jovem do que seus anos de fato. Outros alegaram que ela tem 11 anos e sofre de Síndrome de Down.

Abdul Raheem Rao, advogado que representa  Malik Ammad, vizinho de Rimsha, e que a acusou originalmente, contestou o relatório médico, alegando que o documento estava errado e que Rimsha, na verdade, tem 21 anos de idade. O juiz alertou que ele deveria recorrer ao tribunal de menores, caso quisesse recorrer da decisão de sua libertação. O advogado de acusação também disse que Rimsha havia sido enviada para a Noruega, mas seu advogado, Tahir Naveed Chaudhry, disse que ela ainda está no Paquistão. Sua localização não pode ser divulgada devido a riscos de segurança. Seus pais receberam ameaças de morte.

Rimsha foi convocada a comparecer pessoalmente na próxima audiência do caso, em primeiro de outubro. Ao ser julgada com idade considerada juvenil, Rimsha poderá enfrentar uma pena máxima de sete anos de prisão. Se ela fosse julgada como adulta, poderia ser condenado à prisão perpétua.

Rimsha é declarada inocente

Um investigador de polícia disse sábado (22), no tribunal, em Islamabad, que não há nenhuma evidência de que Rimsha Masih tenha profanado o Alcorão.

Munir Hussain Jaffri comentou ainda que é possível que o Imam Khalid Jadoon tenha adulterado provas, colocando páginas do Alcorão em uma bolsa que Rimsha carregava. A polícia declarou que o clérigo deve enfrentar o julgamento em seu lugar.

Jaffri havia dito anteriormente que três testemunhas viram o clérigo acrescentando as páginas com versos do Alcorão às cinzas de Malik Ammad; entregue como prova contra Rimsha. Os três exortaram o líder muçulmano a não interferir e depositar os documentos, mas ele lhes disse: “Vocês sabem que esta é a única forma de expulsar os cristãos da área.” Mais de 600 cristãos fugiram do bairro após a detenção.

Mais uma vez, a polícia levou  Rimsha ao tribunal em um helicóptero e depois a encaminhou de volta para um local desconhecido.


Fonte: Portas Abertas

%d blogueiros gostam disto: