Posts tagged ‘Cinema e TV Cristãos’

31/10/2012

Nicolas Cage estrelará remake de Deixados para Trás


O ator Nicolas Cage foi escalado para ser o protagonista da série “Deixados para Trás” que vai ganhar um remake. A trama, antes lançada apenas em DVD, deve ser produzida para o cinema tendo Vic Armstrong como diretor.

A trilogia foi escrita por Tim LaHaye e Jerry Jenkins e adaptada pela produtora Cloud Ten Pictures. O dono da empresa, Paulo Lalonde, agora está no comando da Stoney Lake que deve controlar as novas filmagens.

O filme tem temática cristã voltada para a vida na Terra após o arrebatamento. O anticristo governa o mundo e um grupo de novos cristãos tenta ajudar aqueles que foram “deixados para trás” a alcançar a salvação.

A série de 12 livros foi adaptada para três longas entre 2001 e 2005, nessa primeira produção o ator principal foi Kirk Cameron (A Prova de Fogo) que interpretava o jornalista Buck Williams.

De acordo com o site Hollywood Reporter, o filme com a participação de Cage está orçado em US$15 milhões, as gravações devem começar entre março e abril para que o primeiro filme seja lançado no final de 2013.

Gospel Prime

13/08/2012

Filme cristão vai para os cinemas


 Filme cristão vai para os cinemasO filme Três Histórias, um Destino representará um marco para os evangélicos de todo o país, pois será o primeiro filme gospel a ser exibido em mais de 100 salas de cinema nas principais praças brasileiras. Gravado na Carolina do Norte (EUA) e baseado no livro escrito por R.R. Soares, Três Histórias, um Destino (Destiny Road) é uma coprodução Brasil-Estados Unidos, fruto da parceria entre a Graça Filmes e a Uptone Pictures. A estreia acontecerá em novembro deste ano no Brasil. Já o lançamento nos EUA e em outros países ocorrerá em 2013.

Para alavancar um grande público, será realizada uma ação evangelística inédita e de grandes proporções. Com uma estratégia arrojada, a campanha “1+2=150 mil vidas!” estimulará o cristão a convidar pessoas de seu convívio às salas de cinema, reforçando, recuperando e estabelecendo alianças de amizade. O objetivo é transmitir a mensagem de Cristo por meio do filme.

A divulgação da campanha será feita de forma expressiva nas redes sociais e nos principais veículos voltados para o público gospel. Peças publicitárias em TV, rádio, web e material gráfico serão elaborados para convidar não somente pastores ou líderes a se envolver com a ação, mas também qualquer um que entenda o chamado de Deus para utilizar essa importante ferramenta evangelística, que é o cinema.

Acesse o site oficial www.treshistoriasumdestino.com.br para saber mais sobre o filme e a campanha.

Sinopse

Cada um pode trilhar a própria história e ir ao encontro do seu destino. Mas, às vezes, durante esse percurso, as circunstâncias parecem nos engolir diante de um grande desafio, e acabamos nos perdendo no caminho. Frank é um dedicado líder religioso que se torna obcecado pelo poder e pela ambição desenfreada. O que falará mais alto: o lado espiritual ou a vida material? Jeremias é fruto de uma família desestruturada que aprende na “escola das ruas” a se virar sozinho. Só um milagre poderá salvá-lo de um futuro trágico. Elizabeth foi educada por uma mãe superprotetora, mas, ao conhecer seu grande amor, experimenta, pela primeira vez, a liberdade para a qual não estava preparada. Três histórias diferentes, três pessoas buscando a mesma resposta para seus dilemas: como traçar um novo rumo na vida?


Fonte: Creio

31/05/2011

Kung Fu Panda mostra história de perdão e amor


Kung Fu Panda mostra história de perdão e amor O filme Kung Fu Panda 2, que tem como personagem principal o Panda Po, é mais do que uma animação cheia de ação e muita comédia. O novo filme traz ensinamentos sobre amor e perdão.

A estrela do filme, panda Po (Jack Black) e os cinco furiosos, estão em uma missão para derrotar um pavão Caudilho (Gary Oldman) que tenta destruir o Kung Fu. O pavão também conhece a história da família de Po e o destino dos pais biológicos.

A animação em 3D, dirigida por Jennifer Yuh Nelson, mistura o misticismo Oriental (embora não pregado) e a mensagem de redenção. A sequência explora a ideia de abandonar as mágoas do passado e encontrar o perdão.

Durante a viagem dos personagens, os telespectadores testemunham o amor tocar o coração de Po ao encontra-se com seu pai. Po aprende a deixar a dor do passado e reconhecer o amor do seu pai, Ping.

O perito em filmes, o cristão Ted Baehr, conta que as referências da tradição oriental devem ser explicadas como elas são. “Durante o filme, Po fala sobre a importância de deixar o passado, perdoar aqueles que erraram”.

No entanto, Ted Baehr recomenda cautela para as crianças e adolescentes. “Os pais devem discutir temas do filme com seus filhos. Ao fazer isso, eles devem apontar que somente em Jesus Cristo encontrarão a verdadeira paz”, finaliza.

Fonte: Christian Post

27/05/2011

Curta metragem evangelístico


Curta metragem evangelísticoO curta-metragem “Que amor é esse?”, de 15min, foi produzido pela Dunamys Films, ministério de filmes da Igreja Batista de Barreiros, em Santa Catarina.

O curta retrata a vida de uma mãe que vê em seu filho a possibilidade de salvar a humanidade e, em meio à cura e à morte que lhe cerca, uma dúvida é lançada em seu coração.

O objetivo principal do filme é atingir tantas quantas forem as pessoas que necessitem de uma mensagem de fé, de esperança e de amor, dando-lhes uma nova possibilidade de vida.

As gravações aconteceram entre os meses de junho e novembro de 2010. “As filmagens foram além do que esperávamos, pois vimos o agir de Deus, que nos deu um maravilhoso sol e cuidou de cada equipamento que precisávamos, para que as imagens fossem de alta qualidade”, relata com muita satisfação o diretor e produtor Jefferson Agostinho.

Ele ainda reforça que todos os profissionais envolvidos nas filmagens, bem como todos os participantes, são voluntários, ou seja, ninguém é pago para produzir.


Fonte: Creio

22/03/2011

Conheça C.S. Lewis, autor da série “As crônicas de Nárnia” e um dos maiores defensores da fé cristã


“O cristianismo, se é falso, não tem nenhuma importância, e, se é verdade, tem infinita importância. O que ele não pode ser é de moderada importância” – C.S. Lewis.

“Ele era um homem pesado que parecia ter 40 anos, com um rosto carnudo e oval e compleição sadia. Seu cabelo preto já tinha deixado a testa, o que o tornava especialmente imponente. Eu nada sabia sobre ele, exceto que era o professor de Inglês da faculdade. Eu não sabia que ele tinha publicado algum livro assinando seu próprio nome (quase ninguém o fazia). Mesmo depois de eu ter sido aluno dele por três anos, nunca passou pela minha cabeça que ele poderia ser o autor cujos livros vendiam em média dois milhões de exemplares por ano. Uma vez que ele nunca falou de religião enquanto eu era seu aluno, ou até que ficássemos amigos, 15 anos depois, parecia impossível que ele fosse o meio pelo qual muitos chegariam à fé cristã”. Mesmo para seu melhor biógrafo e amigo de longa data, George Sayer, Clive Staples Lewis era uma surpresa e um mistério.

Como J.R.R. Tolkien aconselhou Sayer: “Você nunca chegará ao fundo dele”. Mas compreender ou até mesmo concordar com Lewis nunca foram pré-requisitos para gostar dele ou admirá-lo.

Seus livros continuam vendendo extremamente bem (a série As crônicas de Nárnia, por exemplo, está entre os 200 títulos mais vendidos da Amazon.com) e muitos leitores o consideraram o escritor mais influente em suas vidas. Um feito e tanto para um homem que por muito tempo desacreditou “a mitologia cristã” e considerava Deus “meu inimigo”.

Lewis nasceu em Belfast, na Irlanda, em uma família protestante que gostava de ler. “Havia livros no escritório, livros na sala de jantar, livros na chapeleira, livros na grande estante no alto da escada, livros no quarto, livros empilhados até a altura do meu ombro no reservatório de água no sótão, livros de todos os tipos”, Lewis lembrava, e tinha acesso a todos eles. Em dias chuvosos – e havia muitos no norte da Irlanda – ele tirava muitos volumes das prateleiras e entrava em mundos criados por autores como Conan Doyle, E. Nesbit, Mark Twain e Henry Wadsworth Longfellow.

Depois que seu único irmão, Warren, foi mandando para um colégio interno na Inglaterra em 1905, Jack, nome adotado por ele mesmo aos 3 anos, tornou-se um recluso. Ele passava mais tempo com os livros e um mundo imaginário de “animais vestidos” e “cavaleiros de armadura”.

A morte de sua mãe, de câncer, em 1908, tornou-o ainda mais introvertido. A morte da Sra. Lewis veio apenas três meses antes do décimo aniversário de Jack, e este jovem estava muito abatido pela perda de sua mãe. Além disso, seu pai nunca se recuperou totalmente da morte dela, e os meninos sentiram-se cada vez mais afastados dele; a vida em casa nunca mais foi agradável e satisfatória.

A morte da mãe convenceu o jovem Jack de que o Deus que ele encontrava na Bíblia que sua mãe lhe dera não respondia sempre às orações. Esta dúvida inicial, somada a um regime espiritual excessivamente severo e a influência de uma governanta do colégio interno moderadamente ocultista alguns anos depois fizeram Lewis rejeitar o cristianismo e tornar-se ateu declarado.

Lewis entrou em Oxford em 1917, como aluno e, na verdade, nunca saiu. “O lugar ultrapassou meus sonhos mais incríveis”, ele escreveu a seu pai depois de passar seu primeiro dia lá. “Eu nunca vi nada tão lindo”. Apesar de uma interrupção para lutar na Primeira Guerra Mundial (na qual foi ferido pela explosão de uma granada), ele sempre manteve seu lar e amigos em Oxford. Sua ligação com o lugar era tão forte, que quando ele ensinou em Cambridge, de 1955 a 1963, ele voltava à Oxford nos fins de semana para que pudesse estar perto de lugares e amigos que ele amava.

Em 1919, Lewis publicou seu primeiro livro, uma série de versos líricos sob o pseudônimo de Clive Hamilton. Em 1924, tornou-se instrutor de filosofia na University College, e no ano seguinte foi eleito membro do Magdalen College, onde ele era instrutor de Língua Inglesa e Literatura. Seu segundo volume de poesia, Dymer, também foi publicado sob um pseudônimo.

Conforme Lewis continuou a ler, passou a apreciar de modo especial o autor cristão George MacDonald. Um volume de Phantastes desafiou poderosamente seu ateísmo. “O que ele fez de verdade comigo, escreveu Lewis, foi converter, mesmo batizar… minha imaginação.” Os livros de G.K. Chesterton trabalharam da mesma forma, especialmente The Everlasting Man [O homem eterno], que levantou sérias questões sobre o materialismo do jovem intelectual.

“Um jovem que deseja permanecer um ateu assumido não pode ser muito cuidadoso com sua leitura”, Lewis escreveu mais tarde em sua autobiografia Surpreendido pela alegria. “Deus é, se posso dizer assim, incompreensível”.

Enquanto MacDonald e Chesterton estavam mexendo com os pensamentos de Lewis, seu amigo íntimo, Owen Barfield, atacava a lógica do ateísmo de Lewis. Barfield tinha se convertido do ateísmo para o teísmo, e então, finalmente, ao cristianismo, e ele freqüentemente atormentava Lewis sobre o seu materialismo. O mesmo fazia Nevil Coghill, um brilhante colega estudante e amigo de longa data, que, para a surpresa de Lewis, era “um cristão e um supernaturalista radical”.

Logo depois de entrar para a Faculdade de Inglês em Magdalen College, em Oxford, Lewis conheceu mais dois cristãos, Hugo Dyson e J.R.R. Tolkien. Estes homens tornaram-se amigos íntimos dele. Ele admirava sua lógica e o fato de que eram brilhantes. Logo Lewis percebeu que a maioria dos seus amigos, assim como seus autores favoritos – MacDonald, Chesterton, Johnson, Spenser e Milton – criam neste cristianismo.

Em 1929 estas estradas se encontraram e Lewis se rendeu, admitindo: “Deus era Deus. Ajoelhei e orei”. Em dois anos, o relutante convertido também passou do teísmo para o cristianismo e entrou para a Igreja Anglicana da Inglaterra.

Quase imediatamente, Lewis tomou uma nova direção, mais notadamente em sua escrita. Os esforços anteriores para ser um poeta foram deixados de lado. O novo cristão devotou seu talento a escrever prosa, que refletia sua fé recém-encontrada. Depois de dois anos de sua conversão, Lewis publicou O regresso do peregrino (1933). Este pequeno volume abriu uma torrente de 30 anos de livros sobre a defesa da fé cristã e discipulado que se tornaram a ocupação de toda sua vida.

Nem todos aprovavam seu novo interesse em apologética. Lewis recebia críticas dos membros do seu círculo mais íntimo de amigos, os Inklings (o apelido do grupo de intelectuais e escritores que se encontravam regularmente para trocar idéias). Mesmo amigos mais íntimos cristãos como Tolkien e Owen Barfield desaprovavam abertamente a fala e a escrita evangelísticas de Lewis.

De fato, os livros “cristãos” de Lewis causavam tanta desaprovação que mais de uma vez ele perdeu a nomeação para professor em Oxford, com as honras indo para homens com menores reputações. Foi no Magdalene College, na Universidade de Cambridge, que Lewis foi finalmente honrado com uma cadeira em 1955.

Os 25 livros cristãos de Lewis venderam milhões de exemplares, incluindo: Cartas de um diabo ao seu aprendiz (1942), Cristianismo puro e simples (1952), As crônicas de Nárnia (1950-56), O grande abismo (1946) e A abolição do homem (1943) – obras que a Encyclopedia Britannica incluiu em sua coleção de Grandes Livros do Mundo.

Embora seus livros tenham lhe dado fama mundial, Lewis era em primeiro lugar um estudioso. Ele continuou a escrever história e crítica literária, tais como The Allegory of Love [A alegoria do amor] (1936), considerado um clássico em sua área, e English Literature in the Sixteenth Century [Literatura inglesa no século 16] (1954).

Apesar de seus muitos feitos intelectuais, ele se recusou a ser arrogante: “A vida intelectual não é a única estrada para Deus, nem a mais segura, mas sabemos que é uma estrada, e pode ser a que foi apontada para nós. É claro, assim será enquanto mantivermos o impulso puro e desinteressado”.

Lewis teve pelo menos um choque de discordância em sua estrada intelectual: um debate em 1948 com a filósofa britânica Elizabeth Anscombe. Anscombe leu um trabalho diante do Oxford Socratic Club (um fórum que Lewis dirigiu por muitos anos) no qual ela atacou a recente publicação de Lewis, Milagres, e todo seu argumento contra o naturalismo. Ela venceu naquele dia, e relatos dizem que ele ficou “profundamente perturbado” e “muito triste”. Ele nunca mais escreveu sobre apologética pura, embora continuasse a comunicar sua fé através da ficção e de outras formas literárias.

Os livros não eram o único meio de compartilhar sua mensagem. Em 1941, o diretor de transmissão religiosa da BBC (que encontrava conforto pessoal através da leitura de O problema do sofrimento) perguntou se Lewis estaria interessado em falar no rádio. Embora o escritor odiasse rádio, ele reconheceu a oportunidade de alcançar uma audiência maior. O resultado foram sete grupos de conversas, transmitidos entre 1941 e 1944, com títulos como Right and Wrong: A Clue to the Meaning of the Universe [Certo e errado: uma idéia do significado do universo] e What Christians Believe [No que acreditam os cristãos].

As transmissões semanais eram muito populares – justamente o que os britânicos precisavam, pois andavam desencorajados e cansados da tristeza da Segunda Guerra Mundial. Sayer conta: “Eu me lembro de estar num bar cheio de soldados em uma noite de quarta-feira. Às 7h45, o barman ligou o rádio no programa de Lewis. ‘Ouçam este sujeito’, ele gritou, ‘vale realmente a pena ouvi-lo’. E os soldados ouviram com atenção por 15 minutos”.

Além da fama crescente de Lewis como palestrante e um defensor da fé, as conversas na BBC produziram, pelo menos, dois grandes resultados. Um foi o livro Cristianismo puro e simples (1952), uma coleção destes programas, que hoje em dia é a segunda obra mais vendida de Lewis. O outro foi um dilúvio de correspondências, incluindo muitas cartas de pessoas que buscam algo no mundo espiritual para quem ele desejava dar uma resposta pessoal e detalhada. O grande volume de cartas levou-o a buscar a ajuda de seu irmão Warren como secretário, mas não lhe impediu de criar respostas que mostravam a mesma clareza de pensamento e graça literária encontrada em toda a sua obra.

Uma correspondente em particular teve um papel importante na vida de Lewis. Em 1950, ele recebeu uma carta de Joy Davidman Gresham, uma nova-iorquina que se tornou cristã lendo O grande abismo e Cartas de um diabo a seu aprendiz. Lewis ficou impressionado com sua escrita e com a mente por trás de tudo e uma correspondência alegre e intensa se seguiu.

Dois anos depois, Joy atravessou o Atlântico para visitar seu mentor espiritual na Inglaterra. Logo depois, seu marido alcoólatra a abandonou para viver com outra mulher e ela se mudou para Londres com seus dois filhos adolescentes, David e Douglas. Joy aos poucos entrou em problemas financeiros. Lewis a ajudou, assumindo as despesas do colégio interno dos meninos e pagando o aluguel de uma casa não muito longe da sua. Entre os dois cresceu uma profunda amizade, para o desgosto de muitos dos amigos de Lewis. Joy tinha muitos pontos contra ela: era americana, de descendência judia, ex-comunista, 16 anos mais jovem que Lewis, divorciada e com personalidade forte. Entretanto, ela estimulava a escrita de Lewis, e ele gostava de sua companhia.

Ainda assim, não foi o amor, em primeiro lugar, que os motivou a se casarem em 1956. Joy não conseguiu renovar seu visto para viver na Inglaterra; sua única chance de ficar no país, então, era casar-se com um inglês. Lewis, gentilmente, ofereceu seus préstimos.

Poucos meses depois da cerimônia de casamento civil, algo aconteceu para levantar as emoções de Lewis. Depois de uma queda grave em sua casa, Joy foi diagnosticada com câncer nos ossos. “Desde que ela foi atingida por esta notícia, eu a tenho amado mais”, Lewis escreveu a um amigo. Os dois se casaram numa cerimônia religiosa, com Joy de cama, e ela se mudou para a casa de Lewis, aparentemente para aguardar sua morte.

No que pareceu um milagre, sua condição melhorou e ela e Lewis viveram três anos felizes juntos. Como ele escreveu para um amigo logo depois do seu casamento: “é engraçado ter aos 59 anos o tipo de felicidade que a maioria dos homens tem aos 20… ‘Mas você guardou até agora o melhor vinho’”. Uma escritora por seus próprios méritos, sua influência sobre o que Jack considerou seu melhor livro, Till We Have Faces [Até que tenhamos rostos] (1956), foi tão profunda que ele contou a um amigo próximo que ela foi, na verdade, sua co-autora.

A morte de Joy, em 1960, assim como a de sua mãe, foi para Lewis um duro golpe. O melhor modo que ele conhecia para lutar contra seus sentimentos de luto, raiva e dúvida era escrever um livro. A anatomia de uma dor apareceu em 1961, e veio ao público sob um pseudônimo, porque era algo tão íntimo e pessoal que Lewis não suportaria publicá-lo com seu próprio nome. Poucos exemplares foram vendidos até que ele foi relançado com o nome verdadeiro do autor, após a sua morte.

No verão e outono de 1963, a saúde de Lewis se deteriorou. Ele morreu enquanto dormia, no dia 22 de novembro: no mesmo dia em que John F. Kennedy foi assassinado. Talvez por causa do choque mundial pela morte do presidente, Lewis quase não foi mencionado nos jornais, e seu funeral teve a participação de sua família e de seus amigos íntimos, incluindo os Inklings.

Lewis pode ter sido enterrado sem alarde, mas seu impacto nos corações e vidas nunca parou de crescer. Nas palavras do líder cristão e escritor John Stott: “Ele era centrado em Cristo, um cristão de tendência da grande tradição, cuja estatura, uma geração após sua morte, parece maior do que qualquer um jamais pensou enquanto ele ainda estava vivo, e cujos escritos cristãos são agora vistos como tendo status de clássicos… Eu duvido que alguém tenha conseguido compreendê-lo completamente”.

Fonte: Cristianismo Hoje

 

02/03/2011

Crônicas de Nárnia leva título de filme mais cristão de 2010


Crônicas de Nárnia leva título de filme mais cristão de 2010

Todo ano, existe um prêmio chamado Movieguide Faith and Values Awards (Prêmio de Fé e Valores no Cinema) cedido aos filmes que mais se enquadram nos preceitos cristãos. E quem ganhou na edição deste ano, que corresponde aos filmes exibidos em 2010, foi Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada.

Outros dois filmes também foram reconhecidos como as produções mais cristãs do ano passado: Toy Story 3 e Secretariat, ambos da Disney.

A instituição também divulgou um “balanço positivo” nas bilheterias dos filmes que sustentam a fé cristã. Segundo a Comissão do Cinema e TV Cristãos, filmes com mensagens pró-ateístas lucraram US$ 6,6 milhões, enquanto filmes com “forte moralidade bíblica” conseguiram US$ 78 milhões.

Fonte: Terra

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