Posts tagged ‘CPAD’

03/09/2013

CGADB realiza AGE e desliga pastor Ivan Bastos


CGADB realiza AGE e desliga pastor Ivan BastosA Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) reuniu nesta segunda-feira (2) ministros, pastores e obreiros para a VI AGE (Assembleia Geral Extraordinária) para votar sobre o relatório do Conselho de Ética e Disciplina que pedia o desligamento do 1º Tesoureiro, o pastor Ivan Bastos.

O encontrou aconteceu na sede da igreja Assembleia de Deus do Belenzinho, em São Paulo, e teve 2.638 participantes, destes 2.504 votaram pelo desligamento e apenas 134 membros foram contra a retirada de Ivan Bastos do cargo.

Assim como os pastores Samuel Câmara, Jônatas Câmara e Sóstenes Apolos (já falecido), Ivan Bastos foi condenado por ter tumultuado a AGE que aconteceu em 2012 em Maceió. Por conta disso, todos os pastores citados estão desligados da convenção.

Por ser membro eleito da Mesa Diretora, Bastos só poderia ser desligado mediante a uma votação dos integrantes da CGADB em uma Assembleia Geral. Por este motivo ele foi o último dos pastores acusados a ser julgado.

O pastor José Wellington Bezerra da Costa anunciou em seguida que o pastor Álvaro Alen Sanches, que atuava como 2º Tesoureiro, será empossado como 1º Tesoureiro, ocupando assim o cargo que ficou vago.

O site da CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) noticiou que a decisão da Justiça de Manaus foi derrubada pelo Desembargador Paulo Cesar Caminha e Lima, liberando a CGADB a realizar a reunião e assim votar no processo disciplinar.

Os pastores envolvidos haviam conseguido uma liminar na Justiça que impedia a realização da AGE estabelecendo uma multa em caso de desobediência. Há outras decisões judiciais com multas contra a CGADB, incluindo termos que pedem a reintegração dos pastores expulsos.

Fonte: Gospel Prime

11/11/2012

Grupo cria Associação Nacional de Juristas Evangélicos


Grupo cria Associação Nacional de Juristas Evangélicos

Acontece no próximo dia 29 de novembro, em Brasília, o lançamento da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure) – Em Defesa das Liberdades Civis Fundamentais.

A Associação tem um trabalho sério, idealizado por pessoas comprometidas com o Reino de Deus. Participam da entidade advogados, promotores de justiça, magistrados, professores de Direito, procuradores da República e juristas de uma forma geral.

O Presidente da Instituição será Uziel Santana, que já possui uma forte ligação com a Visão Nacional para a Consciência Cristã (Vinacc). Na ocasião do próximo Encontro da Vinacc, haverá o 1º Encontro Nacional de Juristas Evangélicos.


Redação CPAD News

27/08/2012

CPAD realiza 93º Caped no Amapá


CPAD realiza 93º Caped no Amapá

Entre os dias 8 e 11 de agosto aconteceu na cidade de Santana, no Amapá, o 93º Curso de Aperfeiçoamento para professores da Escola Dominical. O curso foi criado e é promovido pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) desde 1974.

Este ano mais de 700 pessoas participaram do evento que foi liderado pelo pastor Lucifrancis Barbosa Tavares, presidente da Convenção das Assembleias de Deus do Amapá (Cemeadap), e no final da programação os alunos receberam o certificado de formação.

A cerimônia do final do curso foi conduzida pelo pastor César Moisés Carvalho, chefe do setor de Educação Cristã da Casa, que também coordenou todo o evento. Para facilitar a entrega dos certificados, 20 alunos foram escolhidos para receber o diploma representando os demais, dessa forma o evento não se estendeu por tanto tempo.

Durante a festa ainda aconteceu a entrega do prêmio Professor de ED do Ano, o ganhador recebeu das mãos do pastor Tavares um cheque no valor de R$ 10 mil e o pastor Antonio Gilberto fez ainda a entrega do troféu.

A ganhadora desse prêmio foi a irmã Eunice Souza que estava acompanhada pelo seu esposo, o presbítero Célio Souza, o 2º, 3º e 4º receberam troféus em suas residências, já que o programa recebeu inscrições do Brasil inteiro.

Como Eunice é da igreja Assembleia de Deus Ministério Missão de Acreúna, Goiás, sua igreja também recebeu R$ 10 mil em vale-compra para poder trocar por produtos e livros em uma das lojas da CPAD, e assim implementar a biblioteca da igreja.

Com informações CPADNews

Fonte: Gospel Prime

30/07/2012

CPAD inaugura novo prédio da Editorial Patmos em Miami


CPAD inaugura novo prédio da Editorial Patmos em Miami

A Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) mantém desde 1999 a Editorial Patmos, uma empresa do grupo que tem como público os povos de língua hispânica. No mês de julho a empresa inaugurou a nova sede da editora que agora está localizada em Miami, nos Estados Unidos.

No dia 24 de julho, data da inauguração, estiveram presentes em Miami o presidente do conselho administrativo da CPAD, o pastor José Wellington Bezerra da Costa Júnior, Ronaldo Rodrigues de Souza e outros convidados.

Para o pastor José Wellington, a inauguração desse prédio marca a missão efetiva da Capa Publicadora das Assembleias de Deus que é transmitir a palavra de Deus para todo o mundo, já que a Editorial Patmos atua também fornecendo o material necessário para projetos missionários das ADs.

Entre os títulos publicados pela editora, muitos são destinados para a formação de obreiros que atuam nos países de língua hispânica. Mas o carro chefe é a tradução de todo o currículo de Escola Dominical da CPAD para o espanhol, suprindo assim as necessidades das igrejas da América Latina.

Com uma sede em Miami, os trabalhos da Editorial Patmos poderão ser distribuídos com mais agilidade, fazendo com que de forma rápida esses materiais cheguem até os cristãos da América Latina e ajudando assim a disseminar o avivamento espiritual para essas nações.

23/12/2011

Pastor Geremias do Couto explica a proposta da Terceira Via na CGADB


Pastor Geremias do Couto explica a proposta da Terceira Via na CGADB

Quando a proposta “Terceira Via CGADB” surgiu parecia apenas uma maneira de despolarizar a rotineira disputa entre o pastor José Wellington Bezerra da Costa, atual presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) e o pastor Samuel Câmara, presidente da Igreja Assembleia de Deus do Pará – igreja mãe. Mas aos poucos a proposta ganhou proporções cada vez maiores e acendeu a curiosidade de muitos pastores.

Entre outras coisas, a proposta parece resolver alguns algozes da Assembleia de Deus no Brasil, como o desgastes entre a Igreja Mãe e a CGADB, além da relação cada vez mais distante com a CONAMAD, do Bispo Manuel Ferreira, recentemente criticado por seu envolvimento com o reverendo Moon. Além de regularizar o trabalho da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD).

Mas muitas das propostas do projeto “Terceira Via” levantaram dúvidas sobre o real interesse dos fundadores, principalmente pelo fato de não ter sido apresentado um possível terceiro nome a candidatura da CGADB, como também o fato de alguns pastores olharem com desconfiança para a proposta em questão.

Vários nomes são recomendados por membros e pastores da Assembleia de Deus, entre eles Antonio Gilberto, Elinaldo Renovato, Elienai Cabral, Joel Holder, Antonio Dionízio, Esequias Soares, Claudionor de Andrade, Nestor Henrique, Virgínio José de Carvalho Neto, Anísio do Nascimento, Perci Fontoura.

Na proposta, a Terceira Via vai receber o nome dos indicados e em hora oportuna se reunirá para escolher o representante que irá disputar a eleição com os outros candidatos. Durante a campanha ela também fiscalizará os comportamentos eleitorais de cada candidato e, caso seja necessário, irá denunciar nos fóruns competentes todo e qualquer abuso que se verificar na busca de votos, trazendo, inclusive, ao conhecimento público.

O correspondente Michael Caceres entrevistou o pastor Geremias do Couto, um dos fundadores deste projeto. Leia a entrevista na integra:

A proposta da Terceira Via é de se ter um terceiro nome para concorrer a presidência da CGADB. Como seria a seleção deste terceiro nome?

A terceira via é uma proposta, antes de ser um nome. Embora seja importante saber quem vai representá-la, é extremamente vital que os pastores associados à CGADB conheçam bem os pontos que a Terceira Via propõe e compreendam a sua viabilidade para que possamos sair dessa “camisa de força” imposta por duas candidaturas já polarizadas há duas eleições. O nome que virá encabeçá-la surgirá, no tempo certo, por um processo natural à medida que as conversas forem sendo aprofundadas e os nossos pastores estejam seguros de que a Terceira Via não é mais do mesmo. Temos até o dia 31 de outubro de 2012 para definir todos os procedimentos.

Muitos pastores da AD preferem não comentar o tema, enquanto outros tantos aprovam o projeto. Como tem sido a repercussão do projeto Terceira Via?

A recepção tem sido a mais propícia possível. A partir do momento em que uma convenção estadual aprova moção de apoio ao atual presidente e cita entre os seus argumentos a Terceira Via, isso demonstra que ela não é vista como bolha de sabão, mas como possibilidade viável e sólida de conquistar espaços por falta de alternativa à polarização existente. Embora muitos líderes prefiram não comentar o tema em público, eles têm sido muito abertos, simpáticos e mostram bastante interesse no fortalecimento da Terceira Via.

A disputa entre José Wellington e Samuel Câmara desgastou a relação entre a CGADB e a Igreja-Mãe. Acredita que o projeto Terceira Via solucionaria este desgaste?

A Terceira Via não resolverá nada da noite para o dia. No entanto, uma de suas cláusulas pétreas será não permitir que interesses pessoais, políticos ou eclesiásticos se sobreponham aos interesses do Reino. Ou seja, no que depender dela a Igreja-Mãe e sua liderança serão tratados com a distinção que merecem tanto quanto o atual presidente e o seu ministério. A Terceira Via nasceu com a missão de reconstruir os muros e não derribá-los.

Tiveram a oportunidade de conversar com o pastor José Wellington ou com o pastor Samuel Câmara sobre o tema?

Estamos sempre abertos ao diálogo, mas em relação à Terceira Via ainda não conversamos. Mas se houver qualquer conversa, não aceitaremos qualquer hipótese de cooptação, pois estaríamos negando todos os valores embutidos nas propostas que a Terceira Via apresenta. Uma coisa posso lhe afirmar com certa segurança: nas eleições de 2013 é muito provável que a eleição para presidente vá pela primeira vez para o segundo turno.

Nas propostas no blog Terceira Via, especificamente na quarta proposta, é citado um comportamento inadequado “de certos pastores”, nas assembleias. O texto está se referindo as discussões entre José Wellington e Samuel Câmara?

Essa frase, referindo-se a comportamento de “certos pastores” nas assembleias, precisa ser compreendida no contexto em que foi escrita. Em primeiro lugar, somos exemplo, modelo, para aqueles aos quais lideramos. Somos também responsáveis por ensiná-los e os conscientizamos para que tenham comportamento responsável em tudo, inclusive no trato cordial uns para com os outros.

O que ocorre, como lá está escrito, é que pregamos, mas nós mesmos muitas vezes não praticamos. Isso vale para todos nós, inclusive os líderes mencionados acima. Queiramos ou não, é desconfortável para os assembleianos assistir ao vídeo que foi espalhado pelo Brasil através do You Tube em que os dois se altercam e um deles afirma que foi criado com “leite de cabra”, com um sentido sem a menor necessidade.

O blog também menciona que há diferenças na administração eclesiástica em todo Brasil. Acredita que a CGADB poderia controlar o interesse de toda a AD?

Geremias Couto – Como está bem claro nas propostas, a primeira medida de Terceira Via, logrando êxito, será convidar os presidentes de convenções estaduais e outros líderes nos próximos 30 dias para a oração, palavra e discutir o programa de ação da nova gestão para os próximos quatro anos, com prazo de validade.

Quanto à estrutura assembleiana, temos um sistema híbrido, já arraigado, que não se muda de uma hora para a outra. Por outro lado, a Terceira Via não deseja desconstruir o que já está construído. Mas é preciso um mínimo de ordenamento, que começa com pequenas mudanças, às quais gerarão credibilidade para mudanças mais profundas. Portanto, é um projeto de curto, médio e longo prazo, o qual dependerá muito da coesão entre as lideranças, num processo contínuo, e da credibilidade da Mesa que estiver na liderança da CGADB.

Quanto a CPAD, houve acusações de que uma e outra parte estariam interessados nos recursos da editora. Qual a proposta do Terceira Via para regulamentar o órgão?

O que podemos afirmar, sem nenhuma sombra de dúvida, é que a CPAD não pode servir a nenhum sistema político-eclesiástico, no sentido de atender os interesses desse sistema e, por consequência, beneficiá-lo, seja ele qual for. Por outro lado, a editora existe para servir às Assembleias de Deus e não servir-se dela. Reconhecemos as conquistas da CPAD até o presente momento, mas percebemos alguns desvios em seus propósitos.

Sem dúvida a Terceira Via terá um compromisso muito forte de fazer com que a entidade volte a ser de fato das Assembleias de Deus até porque ela não tem fins lucrativos. Um dos nossos alvos será valorizar, para valer, o autor nacional, inclusive os comentaristas de Lições Bíblicas, para que tenhamos cada vez mais material de qualidade produzido entre nós.

No âmbito institucional, acredita que a CGADB não exerce uma função ativa?

A CGADB, hoje, é muito passiva, inclusive na hora de reagir às grandes questões nacionais. Ela é uma máquina muito pesada, que pouco funciona, com conselhos que não dispõem de estrutura e recursos para atender os seus objetivos. Por outro lado, o associado paga uma anuidade, mas a CGADB não lhe presta nenhum serviço que possa ajudá-lo no desempenho do seu ministério.

A Terceira Via acredita que pode começar com coisas bem básicas, às quais não convém comentar aqui, que certamente farão da CGADB uma organização ativa e trarão um novo ânimo aos seus associados.

Caso a proposta seja aceita pela maioria dos pastores, qual será o papel do blog a partir de então?

O blog, como propulsor da proposta da Terceira Via, também tem prazo de validade. Ele encerra as suas atividades no exato momento em que a candidatura que vier a representá-la for registrada na CGADB. A partir daí, já com os nomes da chapa oficializados, se terá uma estrutura própria, oficial, para chegar aos pastores com a mensagem da Terceira Via já oficializada, que poderá incluir também um blog.

Com base neste projeto e em uma visão espiritual do Reino de Deus, é possível que haja entendimento entre CGADB, Igreja Mãe e o Ministério de Madureira?

Embora eu seja uma pessoa frágil, com as ambiguidades naturais a todos os seres humanos, sou uma pessoa idealista. Não posso prever o futuro, mas posso afirmar uma coisa: a chapa que vier a representar a Terceira Via nunca se negará a que se tenha entendimento entre a CGADB, Igreja-Mãe e o Ministério de Madureira, tendo em vista os valores do Reino de Deus.

Confira mais informações em www.terceiraviacgadb.com.br

11/06/2011

Os primeiros passos da Assembleia de Deus no Brasil


Os primeiros passos da Assembleia de Deus no BrasilEm 19 de novembro de 1910, os suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, batizados no Espírito Santo, chegaram a Belém do Pará, procedentes dos Estados Unidos da América.  Ao crer na doutrina pentecostal pregada pelos dois missionários, em 2 de junho de 1911,  na Rua Siqueira Mendes, 67, na cidade de Belém, Celina de Albuquerque, membro da Igreja Batista de Belém, enquanto orava, foi batizada no Espírito Santo.

O fato teve repercussão imediata na Igreja Batista. Havia aqueles que aceitavam o batismo no Espírito Santo e aqueles que eram contrários à nova doutrina. Em 13 de junho, numa terça-feira, foram excluídos 13 membros da igreja: José Plácido da Costa, que ocupara o cargo de moderador da igreja até aquela sessão; Manuel Maria Rodrigues, ex-secretário; José Batista de Carvalho, ex-tesoureiro; Antonio Mendes Garcia, todos estes diáconos; Lourenço Domingos; João Domingos; Maria dos Prazeres Costa; Maria Pinto de Carvalho; Alberta Ribeiro Garcia; Manuel Rodrigues Dias; Jerusa Rodrigues. O secretário da igreja depois de anotar esses nomes, deixou para o fim os nomes de Celina Cardoso de Albuquerque e Maria de Jesus Nazaré, que, ao mencioná-los, fez chamando-as de “as profetisas”, e os de Gunnar Vingren e Daniel Berg.

Sob a liderança dos missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg, os crentes batistas que aceitavam a doutrina pentecostal foram convocados a comparecer à casa onde se instalava a congregação batista na Cidade Velha, à Rua Siqueira Mendes nº1-A, residência da irmã Celina Albuquerque, para se reunir no dia 18 de junho de 1911, num domingo. Presentes estiveram onze irmãos excluídos no dia 13 daquele mês, da Igreja Batista, tendo faltado os irmãos Lourenço Domingos e Alberta Ribeiro Garcia. Compareceram, porém, três membros da igreja que não estavam excluídos, que foram Henrique Albuquerque, esposo de Celina; Maria Piedade da Costa, esposa de Plácido e Emília Dias. Além destes, foram arrolados mais quatro irmãos da referida congregação, cujos nomes são os seguintes: Joaquim Silva, Tereza Silva de Jesus, Izabel Silva e Benvinda Silva, todos de uma mesma família. Os três que ainda eram membros da Igreja Batista só foram excluídos no dia 12 de julho depois de que a mesma tomou conhecimento da posição assumida por eles. Quanto aos quatro congregados, não cabia a igreja discipliná-los porque não eram membros da igreja. Ao todo eram 18 pessoas para o início da Missão da Fé Apostólica, que mais tarde passou a se chamar Assembléia de Deus.

I – Começa a Missão da Fé Apostólica

A partir de 18 de junho de 1911, as igrejas pentecostais que iam sendo iniciadas no Pará, começando pela que se reunia na casa de Henrique e Celina Albuquerque, à Rua Siqueira Mendes 67, Cidade Velha, em Belém, passaram a ser chamadas pelo nome Missão da Fé Apóstolica.

Em 25 de outubro de 1914, chegaram a Belém do Pará os suecos Otto e Adina Nelson, procedentes dos Estados Unidos, para se juntarem a Vingren e Berg.

Em 8 de novembro de 1914, a igreja, que se reunia na Av. São Jerônimo, 224, seu segundo, endereço depois da casa de Celina Albuquerque (nesta casa se reuniram por mais ou menos três meses) se mudou para a Travessa 9 de janeiro, 75.

Em 18 de agosto de 1916, chegaram a Belém os suecos Samuel e Lina Nyström, os primeiros missionários oficialmente enviados pela Igreja Filadélfia de Estocolmo.

Em 3 de julho de 1917, Frida Vingren chegou a Belém, como missionária também enviada pela Igreja Filadélfia de Estocolmo.

II – Registrada a primeira “Assembleia de Deus”

Em 11 de janeiro de 1918, Gunnar Vingren registrou o Estatuto da Igreja no Cartório de Registro de Títulos e Documentos do 1º ofício, em Belém, no Livro A, Nº 2, de Registro Civil de Pessoas Jurídicas e outros papéis, número de ordem 131.448, sob o nome “Estatuto da Sociedade Evangélica Assembléa de Deus”, número de ordem 21.320, do Protocolo Nº 2.

Os extratos do Estatuto foram publicados no Diário Oficial do Estado do Pará, sob nº 766524.

Com esse registro, a igreja começou a existir legalmente como pessoa jurídica adequando-se aos Artigos 16 e 18 do primeiro Código Civil Brasileiro que acabara de entrar em vigor em 1º de janeiro de 1917.

III – Primórdios no Pará

Os primeiros lugares no Pará que receberam a mensagem pentecostal foram: Soure e Mosqueiro, na Ilha de Marajó (Daniel Berg, 1911); Bragança (Daniel Berg, 1912); Xarapucu e Catipuru (Daniel Berg, 1913); Estrada de Ferro Belém-Bragança, Igarapé-Assu, Benevides, Capanema, Timboteua, Peixe-Boi e Bragança (Clímaco Bueno Aza, 1913); Ilha Caviana (Daniel Berg, 1914); Afuá, Ilha de Marajó (Gunnar Vingren e Daniel Berg, 1914); São Luís do Pará (1915); Assaisal (Bonito) (Joaquim Amaro do Nascimento, Francisco Santos Carneiro e João Paraense, 1919); e vários outros lugares foram sendo visitados pelos primeiros missionários e crentes da AD de Belém.

IV – Primórdios fora do Pará

Os primeiros lugares fora do Pará que receberam a mensagem pentecostal foram: Uruburetama, CE (Maria de Nazaré, 1914); Maceió, AL (Gunnar Vingren, 1914; Otto Nelson, 1914); Campina Grande, PB (Manoel Francisco Dubu, 1914; Felipe Nery Fernandes, 1922); Roraima (Cordulino Teixeira Bastos, 1915); Manaus, AM (Severino Moreno de Araújo, 1917); Macapá, AP (Clímaco Bueno Aza, 1916); Recife (Adriano Nobre, 1916); Natal, RN (Pregadores de nomes desconhecidos e Adriano Nobre, 1918); João Pessoa, PB (Francisco Félix e esposa, 1920); Rio de Janeiro, RJ (Gunnar Vingren, 1920, 1923; alguns crentes do Pará, 1923); Santos, SP (Gunnar Vingren, 1920; crentes de Pernambuco,1923; Daniel Berg, 1924); Tubarão, SC (Gunnar Vingren, 1920); Criciúma, SC (Gunnar Vingren, 1920); Itajaí, SC (Gunnar Vingren, 1920); São Paulo, SP (Gunnar Vingren, 1920, 1923; Daniel Berg, 1927); São Bernardo, SP (Gunnar Vingren, 1920); São Luís, MA (Clímaco Bueno Aza, 1921); Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, noroeste de Mato Grosso (Paul John Aenis, 1922; Elói Bispo de Sena, 1923); Porto Velho (RO) (Paul John  Aenis, 1922); Vitória, ES (Galdino Sobrinho e esposa, Daniel Berg, 1922); Fortaleza, CE (Antonio Rêgo Barros, 1922); Niterói, RJ (Heráclito de Menezes, 1923); Porto Alegre, RS (Gustav Nordlund, 1924);  Canavieiras, BA (Joaquina de Souza Carvalho, 1926); Belo Horizonte, MG (Clímaco Bueno Aza, 1927); Aracaju, SE (Sargento Ormínio, 1927); Teresina, PI (Raimundo Prudente de Almeida, 1927) e Curitiba, PR (Bruno Skolimowski, 1928); Itajaí, SC (André Bernardino da Silva, 1931); Cruzeiro do Sul, AC (Manoel Pirabas, 1932); Goiânia, GO (Um grupo de crentes da AD de Madureira, RJ, deu início à AD de Goiânia em 1936 e Antônio Moreira, então diácono da AD de Madureira, foi enviado por Paulo Leivas Macalão para fundar a igreja.); Cuiabá, MT (Eduardo Pablo Joerck, 1936); Rio Branco, AC (Luís Firmino Câmara, 1943); e Campo Grande, MS (Juvenal Roque de Andrade, 1944).

V – Começa a imprensa pentecostal

As primeiras publicações da AD, que antecederam o jornal Mensageiro da Paz, foram o jornal “Voz da Verdade” (1917 a 1918), por Almeida Sobrinho e João Trigueiro da Silva; o jornal “Boa Semente” (1919 a 1930), por Gunnar Vingren e Samuel Nyström; e o jornal “O Som Alegre” (1929 a 1930), por Gunnar Vingren.

VI – Primeiros hinários

Também em 1917, a AD de Belém (PA) imprimiu o seu primeiro hinário que ficou pronto no dia 6 de outubro e continha 194 hinos e cânticos. Em 1922, era publicada no Recife a primeira edição da Harpa Cristã, que passou a ser o hinário oficial das Assembléias de Deus.

Fonte: Mensageiro da Paz

11/06/2011

Apesar das rixas, Samuel Câmara participa do culto de abertura do Centenário promovido pela CGADB


Apesar das rixas, Samuel Câmara participa do culto de abertura do Centenário promovido pela CGADB

Na última quinta-feira, 9, a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) realizou no Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém do Pará, o culto que marca o inicio das comemorações do Centenário das ADs no Brasil.

Mas apesar de toda a polêmica dizendo que a festa realizada pela CGADB era uma forma de boicotar as comemorações organizadas pela igreja-mãe, o pastor Samuel Câmara, presidente da igreja centenária, esteve presente no culto.

Muito se falou sobre as duas festas para comemorar um centenário. Até a câmara de vereadores da cidade de Belém se manifestou sobre o caso, repudiando a atitude da CGADB de não convidar a igreja-mãe e seu presidente para a festa.

O pastor Silas Malafaia também saiu em defesa da igreja-mãe e pediu para que os pastores e líderes do Pará boicotassem a festa. Apesar disso, o Hangar estava cheio de membros e líderes que foram até Belém para festejar os 100 anos das ADs.

Na próxima semana começam as festividades da igreja de Belém do Pará. Do dia 16 ao dia 18 vários eventos acontecerão na capital paraense para relembrar a inauguração da maior igreja evangélica do país.

Fonte: Gospel Prime

03/06/2011

Uma Assembleia de Deus, duas comemorações do Centenário


Uma Assembleia de Deus, duas comemorações do CentenárioDia 18 de junho a Igreja Assembleia de Deus do Belém comemorará 100 anos. O trabalho ministerial fundado na capital paraense pelos suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren se espalhou pelo Brasil inteiro formando o maior ministério evangélico do país.

O Centenário das ADs no Brasil será comemorado em todo o país, mas os eventos que acontecerão na cidade de Belém (PA) estão provando que o ministério está rachado. De um lado a Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) está organizando um culto no dia 10 de junho, com vários pastores presentes, menos o líder da igreja-mãe, o pastor Samuel Câmara.

Do outro lado a AD de Belém, a única que está completando 100 anos, também organizou uma festa, serão três dias de festividade 16, 17 e 18 de junho.

Os motivos para que haja duas comemorações são muitos, mas o mais visível são as disputas políticas entre os pastores Samuel Câmara e José Wellington Bezerra da Costa. Eles concorreram às eleições da presidência da CGADB e José Wellington saiu vencedor.

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, foi o primeiro a falar sobre as comemorações duplas. De acordo com ele a CGADB organizou o evento uma semana antes para que os pastores de outros estados não participem das festas organizadas por Samuel Câmara.

Malafaia fez questão de dizer em seus programas que a igreja de Belém é a única que completa 100 anos e até pediu para que os membros e líderes não participem do evento do dia 10 de junho.

Abaixo você confere os dois convites;

Fonte: Gospel Prime

03/06/2011

Victorino Silva em estúdio


Victorino Silva em estúdio Quase 40 anos de carreira, Victorino Silva se prepara para o novo lançamento pela Patmos Music. Com título Eternidade, o CD é produzido pelo experiente maestro Ezequiel de Mattos e tem entre o repertório selecionado, um incrível arranjo em jazz. Sexto lançamento pelo selo fonográfico, o também pastor está na pré-produção do trabalho. 

Segundo Geziel Damasceno, gerente da gravadora, este novo trabalho encantará o público. “Percebemos o quanto o pastor Victorino é atemporal. Ele é um ícone no louvor das Assembleias de Deus e consegue atrair pessoas de todas as faixas etárias. Nós da Patmos Music estamos completamente envolvidos neste novo projeto”, declara.

Depois de uma cirurgia, que poderia comprometer a gravação do trabalho ainda no primeiro semestre, Victorino mostra força e disposição. Depois de quatro anos – o último CD Vale a Pena Viver, foi lançado em 2007 – ele demonstra a certeza do cumprimento do chamado de Deus. “Em cada trabalho, a gente coloca um pouco da nossa vida. Tenho uma expectativa muito grande para esse trabalho. Pelo título temos uma música que fala da grande viagem que a igreja vai fazer para encontrar com Cristo Jesus. Sou um suspeito para falar sem medo que este trabalho está excelente”.

O designer Jonas Lemos, o publicitário Leonardo Marinho e o fotógrafo Samuel Santos, estão responsáveis pelo conceito e desenvolvimento do projeto gráfico do CD. “Esse trabalho será um marco”, antecipa o designer.

De cantor secular a servo

Aos 72 anos, casado com a irmã Odiléia e pai de quatro filhos, Victorino tem o testemunho de quem começou muito cedo na música. Com apenas quatro anos já cantava em programas das rádios Tupi e Nacional. Embora nunca tenha estudado canto e não toque instrumentos musicais, ele ficou conhecido na década de 1950 e se definia como rebelde. “Vivia solto como um burro sem cabresto. Quando as coisas não funcionavam naturalmente, fazia de tudo para obter aquilo. Era revoltado com Deus e com todo mundo”, lembra.

Em entrevista ao Jornal Mensageiro da Paz ele conta que como cantor secular, o sonho da fama e do sucesso o conduziu para os vícios e crime. Em 1960, após o diagnóstico de tuberculose, marcado para morrer e sozinho, ele encontrou Jesus. “Não foi pela doença ou pela cura, como muitas pessoas pensariam. Só segui o barulho e alguém me perguntou: Você quer aceitar Jesus como seu Salvador? Parei e pensei: ‘Jesus como Salvador isso deve ser bom’. Respondi: Quero”, conta.

Em 1963, três anos após a conversão e cura, ele gravou o primeiro compacto simples e não parou mais. Canções como Davizinho, Alguém se Importa, Deus tem um Plano, Só o Senhor é Deus, Não chores mais, És, entre outras, até hoje são cantadas em igrejas de todo o Brasil. Como pastor itinerante, Victorino dedica sua vida à obra de Deus. “O Senhor nos chamou para sermos servos. O servo tem que fazer o que o Senhor quiser. É Ele quem manda”, alerta.

Victorino Silva sempre seguiu o mesmo estilo musical.

Fonte: Assessoria de Imprensa CPAD

01/06/2011

“O desejo deles é a CPAD”, afirma José Wellington sobre Silas Malafaia e Samuel Câmara


“O desejo deles é a CPAD”, afirma José Wellington sobre Silas Malafaia e Samuel CâmaraEm sua sala no Belenzinho, em São Paulo, no subsolo do templo da Assembleia de Deus, pastor José Wellington Bezerra da Costa, de 77 anos, recebeu a equipe do Creio para um bate papo. Na pauta o centenário da Assembleia de Deus e o futuro da denominação, a maior do Brasil. Desde 1987 à frente da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), rebate as críticas de seus opositores, Silas Malafaia e Samuel Câmara, e confirma que a denominação está unida. ”A Igreja não é de A ou B”

Vindo do Ceará, pastor José Wellington reafirma sua postura firme fruto do ensinamento que recebeu de família. “É melhor dormir com fome, do que acordar com dívida”, repetiu o ensinamento dado por sua mãe. Desde 1987 à frente da CGADB, eleito por sete vezes, ele diz que não dá nenhum passo fora da direção de Deus. “Se Deus disser basta, eu entrego a direção, não vejo problema”, dispara o líder que tem em seu ministério 2,3 mil congregações e se vê envolvido na construção de um grande templo para 10 mil pessoas.

Com saúde de ferro – item comemorado- o assembleiano disse que ficou muito desgastado na última eleição da Convenção. “ Foram muitas calúnias”, declarou: “ O desejo deles é a CPAD. Quando assumi a entidade tinha R$ 1,5 milhão em duplicatas. Assumi a empresa, profissionalizei a gestão com irmão Ronaldo. Hoje, mesmo sem fins lucrativos, a empresa caminha com excelência”

Sobre a identidade assembleiana, José Wellington continua sua tese: “Nós temos influência dos suecos, temos doutrina firme. Nosso objetivo é salvação e edificação. O deles é baseado nos americanos com atos midiáticos e comércio. Eles se amoldam a determinados costumes que não nos adaptamos.” Sobre o futuro da Assembleia de Deus ele finaliza: “A AD é uma árvore que dá muitos frutos. Unidos nós estamos.”

Fonte: CREIO

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