Posts tagged ‘crimes’

04/10/2012

Yousef Nadarkhani ainda corre perigo de morte


Yousef Nadarkhani ainda corre perigo de morte

O pastor Yousef Nadarkhani ainda corre risco de morte, segundo declarou uma fonte oficial do ministério Portas Abertas. A pessoa que não foi identificada por motivos de segurança garante que o pastor tem sido vigiado pelo governo iraniano e que o caso continua aberto na justiça.

“Infelizmente ainda existe a possibilidade de o pastor Yousef ser preso e até morto”, disse a fonte.

Além do crime de apostasia que fez com que ele ficasse mais de três anos na prisão, Nadarkhani ainda é acusado de ter convertido alguns muçulmanos, crimes ainda não julgados pela justiça local.

Enquanto goza da sua liberdade, o pastor iraniano segue medidas impostas pelo governo e está proibido de deixar o país. O pedido do Portas Abertas é que as orações em favor dele e de sua família continuem.

Fonte: gospel Prime

16/03/2011

Al-Qaeda lança revista com dicas de beleza e atentados suicidas


O grupo extremista Al-Qaeda lançou a revista Al-Shamikha [Mulher Majestosa], voltada para o público feminino, que mistura dicas de moda e beleza e orientações sobre como funcionam os atentados suicidas. Toda escrita em árabe, é uma criação Al-Shamikha Media Foundation.

Ela está sendo chamada de ‘a Cosmopolitan do Jihad”, em referência à revista feminina mais vendida do mundo. A capa da primeira edição traz o cano de uma sub-metralhadora ao lado de uma mulher coberta com a burca (foto). Estará disponíveis em vários países e também conta com uma versão eletrônica.

O editorial explica que o objetivo da revista é educar as mulheres e envolvê-las na guerra contra os inimigos do Islã. Afinal, as mulheres constituem metade da população. E prossegue dizendo: “Os inimigos do Islã estão empenhados em impedir que a mulher muçulmana saiba a verdade sobre sua religião e seu papel, pois sabem muito bem o que aconteceria se as mulheres entrarem de vez na jihad”.

O primeiro número traz ainda entrevistas exclusivas com esposas que elogiam a decisão dos seus maridos (considerados mártires) de morrer em atentados. Uma delas, chamada Umm Muhanad, relata a bravura do marido em seu ataque suicida no Afeganistão.

As 31 páginas da revista trazem 13 artigos, entre eles conselhos para quem deseja se casar com um desses guerreiros de Alá. A reportagem afirma que é dever das leitoras educar os filhos para estarem prontos para a jihad [guerra santa].

A “coluna de beleza” instrui as mulheres a ficarem em casa também com os rostos cobertos, mantendo sempre a “boa aparência”. Afinal, o véu é “parte dos desígnios de Deus Todo-Poderoso” e a burca foi criada para protegê-las do sol. Apresenta ainda sobre as vantagens de máscaras de beleza à base de mel e sobre etiqueta.

Outro artigo incentiva as leitoras a dar a vida pela causa islâmica, afinal “pelo martírio, os fiéis tem garantia de segurança e felicidade no paraíso”. O anúncio da próxima edição promete dicas sobre cuidados com a pele e como participar da jihad eletrônica.

Especialista em extremismo islâmico, James Brandon explica: ”A rede Al-Qaeda já percebeu como as revistas são eficientes para difundir os ideais da cultura ocidental e querem tentar reverter isso”.

O lançamento da Al-Shamikha ocorre nove meses após a Al Qaeda lançar outra revista, essa em inglês, chamada Inspire. O público-alvo é constituído de jovens muçulmanos no Ocidente, os quais são incitados a praticar atos de terrorismo. Embora esse tipo de campanhas sofisticados possam soar quase como ridículas entre o público ocidental, existem bons motivos para crer que com isso estão alcançando os jovens de muitos países islâmicos que buscam algum objetivo maior em suas vidas.

Fonte: Pavablog

 

16/03/2011

Salvação de uma cristã norte-coreana


 Salvação de uma cristã norte-coreanaA Coreia do Norte é conhecida por ser um Estado ateu, o que significa que não há uma religião oficial. Por conta disso, os cristãos sofrem uma severa perseguição, pois são vistos como uma ameaça ao Governo. Denunciar os próprios familiares e amigo são atos louváveis para quem reconhece as “ameaças” às autoridades. Apesar disso tudo, a Igreja tem permanecido e vidas têm sido alcançadas.

Kim é uma coreana que foi para a China por falta de perspectiva de vida em seu país e é uma prova do amor de Deus. Embora tenha deixado sua filha para trás, a esperança de Kim era poder sustentá-la com o dinheiro que ganhasse do outro lado da fronteira, na China. Por “razões de segurança”, ela se casou com um homem chinês.
A melhor maneira que as mulheres norte-coreanas encontram para se ocultar das autoridades e não serem deportadas é se casar com um chinês. Mas a irmã Kim foi traída. Alguém informou à polícia chinesa que ela era da Coreia do Norte. Felizmente, ela escapou em tempo, quando chegaram para prendê-la.

Salvação

“Quando Kim chegou à nossa Casa de Refúgio, pudemos perceber que ela era uma jovem com problemas”, contou um cooperador de Portas Abertas. “Kim fugia dos estudos bíblicos. Ela gritava que era uma comunista de verdade. Então, caiu doente e reclamava de muitas dores no estômago. Kim não queria nos contar o que havia acontecido. Nós oramos e, aos poucos, ela foi se interessando mais pelo Evangelho – sobretudo quando descobriu, ouvindo as escrituras, que em toda sua vida ninguém havia cuidado dela, a não ser Jesus.”

Por fim, a irmã Kim compartilhou com a equipe da Casa de Refúgio o que lhe havia acontecido. Pouco antes de chegar à Casa, ela fizera um aborto numa clínica da cidade e a coisa não correra bem. “Nós oramos e jejuamos por ela e, após uma semana, ela estava bem melhor. Depois disso, ela mergulhou no estudo da Bíblia”, contou o cooperador.

Irmã Kim teve oportunidade de tentar fugir para a Coreia do Sul, mas, após alguns meses na Casa de Refúgio de Portas Abertas, decidiu voltar à sua pátria. Ela não via sua filha há três anos e resolveu voltar com uma Bíblia, que é terminantemente proibida na Coreia do Norte.

Cuidado de Deus

“Nós a acompanhamos de volta até a fronteira, compramos uma passagem para ela, mas Kim não tinha um documento de identidade, o que tornava tudo muito arriscado”, relatou o cooperador. “Kim não se sentia bem. Sua garganta estava inflamada e, no trem, seu nariz começou a sangrar. Um oficial de imigração chinês veio conferir seus documentos, mas ela não falava chinês. Então eu disse que ela era muda e pedi a ele um remédio para o sangramento de seu nariz. Ele não tinha, mas sentiu compaixão dela. Então, o oficial atravessou conosco os outros pontos de controle e nos colocou num táxi, que nos levou até a fronteira. Depois de pagar o táxi, eu deixei uma soma de dinheiro com a irmã Kim.”

O cooperador de Portas Abertas concluiu seu relato dizendo que ela abraçou sua Bíblia e cruzou o rio para a Coreia do Norte. “Desde então, eu não tive mais notícias dela. É claro que estou preocupado”, o cooperador admitiu, “mas sei também que ela está nas mãos de Deus.”


Fonte: Portas Abertas / Tradução: Joel Macedo

 

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