Posts tagged ‘Culto Evangelistico’

30/01/2019

Igreja que não evangeliza está doente, diz Hernandes Dias Lopes


Durante o programa “Sala de Prosa”, o pastor Hernandes Dias Lopes alertou sobre a necessidade de evangelização por parte das igrejas. “Igreja que não evangeliza está doente”, disse.

“Evangelizar é quando a igreja tira o foco dela mesma para servir a Deus, levando o Evangelho a quem carece da graça para ser salvo”, explicou. “E nós temos muitas motivações para evangelizar”, continuou.

Entre elas citou que Deus usa a igreja para esse propósito. “O governo não vai evangelizar, a ONU não vai evangelizar”, resumiu. Logo, esse é o papel da igreja e dos cristãos.

“Se eu não fizer, quem vai fazer?”, lança a questão. “A Bíblia diz que Deus vai cobrar o sangue da nossa mão, daquele ímpio que morreu sem ouvir a Palavra”, pontuou.

“As igrejas que mais sabem, são as que menos fazem”

Segundo o pastor, hoje em dia tem muita igreja que se preocupa em realizar congresso, conferência, seminário, simpósio e que “atravessa o Atlântico pra isso, mas não atravessa a rua pra falar de Jesus”, observou.

Assista!

04/12/2012

Revista comenta o crescimento dos evangélicos e critica o evangelismo


Revista comenta o crescimento dos evangélicos e critica o evangelismoA Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN) do mês de dezembro traz uma edição especial de artigos que contam a história da fé evangélica no Brasil.

Os temas abordados nas reportagens falam tanto das primeiras igrejas até os ministérios mais atuais, falando também da atuação política que estes religiosos passaram a ter nas últimas décadas.

“Sem revoluções, imposição ou violência, elas agem pela conversão e crescem sempre de baixo para cima, raramente seduzem as elites nos primeiros encontros, misturam com alguma facilidade a sua fé aos aspectos mais tradicionais das igrejas predominantes, e transformam a religião em uma identidade conquistada e vencedora”, diz trecho do texto.

O artigo postado no site da RHBN fala também sobre a evangelização de missionários brasileiros que levam a mensagem para países da América Latina e da África, citando que a língua facilita este contato, além de traçar dados históricos, a revista também faz críticas e comparam as igrejas atuais com empresas multinacionais.

Ao criticar o evangelismo, o texto diz que a atitude é impulsionada pela “batalha espiritual” que demoniza a pobreza, a violência, a exclusão, o desemprego a solidão e etc. E sobre a chamada Janela 10-40, localização geográfica onde está os países menos evangelizados do mundo, o artigo diz que os “horrores contemporâneos” combatido pelos evangélicos são o islamismo e a as religiões orientais.

Leia o artigo completo:

Colonizado e cristão, miscigenado e avesso a Revoluções, o Brasil evangélico adapta a crença em seus mitos fundadores e difunde um protestantismo que pretende conquistar o mundo.

Ao final dos anos de 1950, Nelson Rodrigues tornou conhecida a expressão “complexo de vira-latas” para falar da suposta inferioridade a que o brasileiro se colocava diante do mundo. Tratava-se, naquela ocasião, de uma crônica sobre futebol, mas funcionaria durante muito tempo como um deboche do atraso brasileiro, o país do eterno futuro, cheio de potencialidades naturais e de “cordialidade”, mas incapaz de resolver seus problemas mais antigos como o analfabetismo e a fome.

Coincidência ou não, entre os anos 50 e 70, a população evangélica daria uma salto de quase 70% em relação ao período anterior, acompanhada pela modernização conservadora durante a ditadura militar, e pela explosão mundial de movimentos sociais em defesa da liberdade de expressão, dos direitos das minorias e da negação da guerra. Um por um, os temas da agenda social brasileira e mundial foram gradualmente incorporados à pregação protestante tradicional: o pastor abre as portas da Igreja como as de sua própria casa, possui a autoridade de um pai ao acolher o cidadão mais desamparado pelo Estado e pela sociedade; oferece-lhe uma família para pertencer, eventualmente emprego e orgulho próprio, e um objetivo de vida, uma missão: mostrar ao mundo o caminho da salvação.

Podia ter dado certo ou não, como ocorre igualmente nos processos históricos e na vida, mas em fins da década de 1980, a redemocratização no Brasil e a vitória do capitalismo no mundo, contribuíram com importantes ferramentas: a legítima liberdade de crença religiosa, o livre acesso aos meios de comunicação e a consolidação do modelo liberal de sociedade de massa: cada um por si e pelos seus.

Contudo, o Espírito Santo, ou para os mais céticos, o senso de realidade e de oportunidade de alguns pastores e igrejas escapou à observação restrita às fronteiras e à conjuntura, e enxergou o impacto da fragmentação global. Conflitos étnicos, desemprego generalizado e a desarticulação da família tradicional não desfrutam mais da opção dos projetos revolucionários, o Estado tornou-se autoridade menos capaz com o aprofundamento da globalização, e a política é hoje um terreno cada vez mais desacreditado pelos jovens. Nascidas no dia a dia da batalha que cada fiel pentecostal trava com a realidade brasileira, explicada pela demonização de seus mais diversos reversos, as igrejas evangélicas oferecem à América Latina, Ásia e África uma nova utopia. Sem revoluções, imposição ou violência, elas agem pela conversão e crescem sempre de baixo para cima, raramente seduzem as elites nos primeiros encontros, misturam com alguma facilidade a sua fé aos aspectos mais tradicionais das igrejas predominantes, e transformam a religião em uma identidade conquistada e vencedora, pois que escolhida para levar a palavra de Deus aos incrédulos.

Na África e na América Latina, as proximidades da língua parecem ajudar no crescimento das igrejas brasileiras, sempre associadas a outros elementos, específicos em cada país. Pesquisadores apontam que nessas regiões os cultos são realizados em proporção de 40% na língua local, e 60% em português, atraindo também os grupos de imigrantes brasileiros.

Na Argentina, é possível que as sucessivas crises econômicas, somadas ao desgaste no orgulho das classes médias, contribuam para uma aceitação das igrejas bem maior do que no Chile, onde o catolicismo ainda é profundamente identificado com uma distinção de classe. Bolívia, Peru e México apresentam um índice de crescimento pentecostal marcadamente entre as populações indígenas, para as quais há um trabalho direcionado por parte de algumas igrejas, e minuciosamente acompanhado pela SEPAL (Servindo aos pastores e líderes), missão internacional que avalia e difunde o crescimento evangélico no Brasil há mais de 30 anos. No site da instituição/Rede é possível ter acesso às chamadas “missões transculturais”, cujos objetivos variam de acordo com as regiões de destino e a formação dos missionários. Estes, são atualmente cerca de 600 e incluem teólogos, professores, antropólogos, administradores, entre muitos outros espalhados por quase 70 países do globo.

A motivação mais comum a levar essas pessoas para lugares tão distantes de suas raízes é a “batalha espiritual”: cada povo não cristão seria vitima de um tipo de demônio como a pobreza, a violência, a exclusão, o neocolonialismo, o desemprego, a solidão, etc. Mas entre os horrores contemporâneos, existe ainda uma hierarquia que alça ao seu topo o islamismo e as religiões orientais. Daí a existência da chamada “Janela 10-40”; segundo a qual a maior concentração de pessoas do globo terrestre que ainda não “encontrou Jesus” localiza-se no retângulo que se estende da África ocidental através da Ásia, entre os graus 10 e 40 a norte do equador, incluindo o bloco muçulmano e o bloco budista, ou seja, bilhões de pessoas à espera da conversão.

Ao que é possível obter de informações nos sites das igrejas como a Universal do Reino de Deus, e em pesquisas acadêmicas variadas, as missões são estudadas com bastante antecedência por uma comissão que visita o país ou região de destino e elabora uma espécie de dossiê avaliando as probabilidades de sucesso, a legislação local, os trâmites relacionados à existência jurídica da Igreja e, sobretudo, a cultura local. Contexto nacional, linguagem apropriada, classes e modos de vida específicos, localização ideal dos templos com vias de acesso e sem concorrências, compra ou preferencialmente o aluguel de um imóvel com as proporções adequadas, arrecadamento estimado dos dízimos… A fé evangélica é também uma empresa de porte multinacional, embora esteja longe de se reduzir a isso.

Movidas especialmente pela adesão global de populações pobres, com baixos graus de instrução, não-brancas, jovens, e mulheres, tudo indica que essas igrejas buscam e produzem fieis cada vez mais diferentes entre si, marcados por histórias nacionais e individuais muito particulares, parecidos com a sociedade em que vivem mas, ao mesmo tempo, sensíveis a um discurso que universaliza sentimentos velhos conhecidos do povo brasileiro.

Desde a síndrome de vira latas criada por Nelson Rodrigues, até a opressão sentida pelas tribos indígenas latino-americanas, agora fortalecidas pelo poder eleitoral dos evangélicos, a exclusão social, no caso dos imigrantes nos Estados Unidos, e a diversidade, marca de nossa identidade histórica e cultural, agora oferecida aos russos, aos chineses, e aos países muçulmanos mais radicais… Não sem algum custo, é claro.

Para conhecer o discurso, o impacto cultural e religioso, e as estratégias utilizadas pelas igrejas evangélicas no Brasil e no mundo, leia o dossiê “Evangélicos, a fé que seduz o Brasil”, capa da Revista de História do mês de dezembro.

Fonte: Gospel Prime

26/02/2011

Pastor se nega a chamar socorro e mulher morre durante culto


Mirian R. Cardoso, de 34 anos, faleceu dentro de uma igreja em Joinville essa semana após uma parada cardíaca. A jovem tinha problemas no coração e usava marcapasso.

Os familiares de Mirian estão revoltados alegando que quando ela começou a passar mal o pastor ficou orando ao invés de pedir ajuda. Por conta disso, os familiares registraram um boletim de ocorrência nessa terça-feira contra a igreja.

Segundo a família da jovem, Mirian R. Cardoso juntamente com sua irmã e mãe foram até a igreja na segunda-feira a noite e já no final do culto, por volta das 21 horas, Mirian passou mal e caiu no chão. O pastor, ao invés de chamar socorro, ficou orando para que ela melhorasse.

“Queremos que se tenha cuidado com os fiéis para evitar uma outra morte”, diz o cunhado dela Nelson Schwalpe, 39 anos ao jornal Diária Catarinense

O Samu foi chamado, conseguiu reanimá-la, mas ela teve outra parada cardíaca e acabou morrendo. Mirian foi enterrada na quarta-feira, dia 23 no Cemitério Municipal.

De acordo com o jornal o pastor foi procurado para dar seu depoimento, mas não foi encontrado.

Fonte: Gospel Prime / Cepavi / Diário Catarinense

 

23/02/2011

Suspeito de matar pastor é preso no Rio de Janeiro


 Suspeito de matar pastor é preso no Rio de JaneiroPoliciais militares do 3º BPM (Méier) prenderam na tarde desta segunda-feira (21) um homem suspeito de ter assassinado um pastor evangélico no último domingo (20). Alessandro da Rocha Teixeira, 35 anos, estava escondido em uma casa no bairro de Inhaúma, na zona norte do Rio de Janeiro.

O pastor Heguinaldo Viana, de 44 anos, foi morto com dois tiros em frente à igreja onde pregava, em Santíssimo, na zona oeste da capital fluminense. Testemunhas relataram à polícia que o assassino, vizinho ao templo, cometeu o crime porque estava incomodado com o som alto usado no culto religioso.

Segundo fieis, Alessandro já havia ameaçado Heguinaldo na véspera do último Natal pelo mesmo motivo. O suspeito foi localizado graças a uma denúncia recebida pela Polícia Militar e encaminhado para a 34ª DP (Bangu), onde confessou ter assassinado o pastor evangélico. O caso foi registrado na Divisão de Homicídios da Polícia Civil.

Fonte: Jornal Oeste em Foco

 

04/02/2011

Pr. Marco Feliciano ministra primeiro culto do ano na Câmara Federal


Pastor Marco Feliciano é candidato a Deputado Federal 250x157 Pr. Marco Feliciano ministra primeiro culto do ano na Câmara FederalAconteceu na última terça-feira o 1º culto de 2011 da Câmara Federal, em Brasília, evento organizado pela Frente Parlamentar Evangélica (FPE). Os ministrantes da noite foram os deputados recém empossados pastor Marco Feliciano e a deputada e cantora gospel Lauriete.

O evento aconteceu após a posse dos 513 deputados federais que assumiram o cargo no inicio da semana. Participaram do culto os 71 parlamentares evangélicos e o presidente da Câmara eleito para os próximos dois anos, Marco Maia (PT-RS).

A reunião ocorreu no ‘plenário 1’ da Casa, local onde geralmente ocorrem acaloradas discussões sobre pautas polêmicas em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. O deputado Marco Feliciano pregou sobre a história de Moisés, líder do AT, e contou parte de seu testemunho e Lauriete cantou hinos de louvor.

Ainda durante o culto foi servido a Santa Ceia e o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), abriu um espaço para um momento de gratidão a Deus pela eleição do Presidente Marco Maia.

Entre famosos e anônimos, estiveram os parlamentares Pastor Pedro Ribeiro, Antony Gatorinho, Benedita da Silva, Heleno Silva, Pastor Eurico, Silas Câmara, Antonia Lúcia, Manato, Gilmar Machado, Erivelto Santana, Paulo Freire, Ronaldo Fonseca, Nilton Capixaba, Oziel de Oliveira, Leonardo Quintão, Zequinha Marinho, Fátima Pelaes, Pastor Takayama e o Senador Walter Pinheiro.

Fonte: Gospel Prime

15/01/2011

Missões: Culto ao ar livre em Cuba atrai cerca 8 mil pessoas


Culto ao ar livre em Cuba atrai 8 mil pessoas Missões: Culto ao ar livre em Cuba atrai cerca 8 mil pessoasA realização de um culto ao ar livre, na cidade de Manzanillo, em Cuba, atraiu cerca de 8 mil pessoas, segundo relatos de obreiros da terra (autóctones) de Missões Mundiais da CBB naquele país caribenho. Entre os presentes, representantes do governo cubano, que ouviram a palavra de Deus trazida pelo Pr. Gilberto Prieto, missionário da terra da JMM.

Entretanto, antes da realização evento, organizado pela 1ªIB de Manzanillo e que teve apoio das nove igrejas batistas da cidade, os obreiros cubanos relataram as muitas dificuldades enfrentadas na preparação. Uma delas foi o cancelamento, na véspera do evento, do caminhão de entregas contratado para pegar, na cidade vizinha de Bayamo,as 2 mil cadeiras plásticas e os equipamentos de som e vídeo alugados pelos missionários da terra. Porém, para a glória de Deus, um cantor evangélico, famoso em Cuba, emprestou seu equipamento de som e vídeo, e um caminhão foi oferecido para recolher as cadeiras plásticas, viabilizando a programação. “Não tínhamos verba suficiente para novos gastos, com caminhão, som e cadeiras, além da alimentação de toda equipe. Porém, no dia do evento, Deus supriu todas as necessidades. Glórias a Ele!”, disse o missionário da terra Pr. Liván Quintana Poveda.

A programação teve a presença de corais de crianças e de adultos, grupos e cantores solo, além do famoso cantor cubano, que abrilhantaram toda a programação. A mensagem pregada, com ênfase no ano novo e esperança em Cristo de dias melhores, foi levada pelo Pr. Gilberto Prieto. “O evento impactou os presentes, uma multidão de aproximadamente 8 mil pessoas, entre eles vários representantes políticos do Partido Comunista de Cuba. Esperamos, no tempo de Deus, os frutos dessa abençoada programação”, finalizou o Pr. Liván.

Fonte: JMM / Gospel Prime

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