Posts tagged ‘DEFESA DA FÉ’

10/04/2018

China admite proibição de Bíblias e justifica que ela fere a “harmonia social” do comunismo


Em seu livro biográfico “Desinformação”, Ion Mihai Pacepa, ex-Chefe de Espionagem da Romênia revela diferentes táticas criadas pelo Partido Comunista para “confundir” o Ocidente com informações mentirosas ou meias-verdades, além de atacar a religião, sobretudo o cristianismo.

A obra, bastante extensa e detalhada, fala sobre o período da Guerra Fria, mas serve para evidenciar que pouca coisa mudou desde então nas estratégias comunistas.

O anúncio da proibição da venda de Bíblias na China desde o início do mês é um claro exemplo disso.

O governo proibiu a comercialização das Escrituras e de algumas literaturas cristãs em livrarias on-line em todo o país, para cumprir com novas normas que exigem um controle de literatura que não esteja de acordo com os “valores centrais do socialismo”.

Ao mesmo tempo publica o documento “Políticas e Práticas para Proteger a Liberdade de Crença Religiosa na China”. Apesar do nome pomposo, trata-se de uma nova tentativa do governo comunista em censurar o direito dos cristãos de praticarem sua fé. Porém, as autoridades insistem que se trata da “proteção” da liberdade religiosa.

Devido à grande repercussão do assunto, que pelas redes sociais conseguiu furar a forte rede de censura de informações instituída pelo regime, o Partido Comunista divulgou sua versão dos fatos. E parte da imprensa está divulgando a desinformação, nome dado a toda informação oferecida com o propósito de induzir a erro.

Através do Global Times, que funciona como um jornal oficial do partido, com publicações em inglês, a explicação dada pelo regime foi: “A China regulou recentemente a venda de livros e revistas online. Algumas versões da Bíblia que não tinham um número de série de publicação foram retiradas da internet junto com outras publicações não autorizadas. O movimento foi mal interpretado por alguns meios de comunicação ocidentais”.

Segundo o Partido Comunista, “Esta não é uma campanha direcionada a todas as publicações religiosas. Vários outros livros relacionados ao estudo da Bíblia continuarão disponíveis, desde que sejam publicados através de canais legais. No entanto, a China permite que a Bíblia seja vendida apenas através de igrejas, não em livrarias, e algumas plataformas on-line burlavam essa regra”.

O comunicado afirma que são “infundadas” as declarações de que o governo “irá fazer sua própria versão da Bíblia ou que o cristianismo esteja sob repressão”. Diz também que “Uma atividade normal de gerenciamento de mercado está sendo criticada por ‘infringir a liberdade religiosa’. A Bíblia é sagrada para os cristãos, mas, como livro, tem as mesmas características de outros objetos. Como livro, a Bíblia não deve ser sacralizada no sistema de gestão social do país”.

Liberdade vigiada

O que se depreende do texto é que existe liberdade, mas uma liberdade vigiada. A livre circulação de Bíblia é um mito, que já foi desmentido inúmeras vezes. Organizações cristãs que acompanham a situação no país, como a China Aid, há muito vem mostrando ao mundo testemunhos de cristãos perseguidos, além de fotografias e filmagens de igrejas sendo fechadas, demolidas ou que tiveram as cruzes retiradas do seus templos.

Mesmo assim, o governo chinês insiste na narrativa de que existe liberdade. Os cristãos não são os únicos a serem perseguidos. Existem diversos relatos que a minoria muçulmana do país também sofre com as violações aos direitos humanos e proibições de livre expressão religiosa.

A questão principal é que o cristianismo tem defensores mais expressivos. Isso ficou evidente quando Nikki Haley, embaixadora dos EUA junto à ONU, que é sabidamente evangélica usou suas redes sociais para denunciar a proibição da venda de Bíblias.

Recheada de contradições, o comunicado do governo chinês se justifica: “Existem muitas religiões na China e todas devem ser iguais perante a administração pública. Atualmente, algumas religiões são menos propensas a conflitos e as políticas do governo têm menos probabilidade de serem mal interpretadas. Mas quando se trata do cristianismo, a questão se torna mais complicada”.

Culparam a mídia

A opção foi atacar os críticos, de forma generalizada, mas incisiva. “Algumas forças ocidentais e a mídia ocidental gostam de se intrometer nos assuntos cristãos da China, interpretando mal as políticas do governo e instigando confrontos. Eles parecem estar promovendo um conceito de que as atividades cristãs devem seguir as práticas ocidentais ao invés de se adequarem à realidade social e à governança da China. Promover tal ideia não é condizente com a harmonia da sociedade chinesa. O cristianismo tem que se integrar com a nossa sociedade.”

Em outras palavras, não há cerceamento de liberdade para quem se submete ao que o governo determina. “A maior verdade é que os cidadãos chineses desfrutam de liberdade religiosa. Os cristãos chineses não têm dificuldade em adquirir a Bíblia. A gestão social da China se alinha com o desenvolvimento saudável das religiões”, alegam as autoridades.

Finaliza dizendo que o controle de assuntos religiosos “fazem parte do sistema político da China e não são contraditórios com a liberdade de crença religiosa. Tentar criar tal problema não vem dos crentes comuns. Precisamos ficar atentos a essas tentativas”.

Toda essa argumentação e a escolha de palavras seguem a mesma linha de outros discursos do Partido Comunista, que trata o cristianismo como “religião ocidental, de valores ocidentais”, ainda que a fé tenha surgido na Ásia.

Embora possa haver questionamentos sobre a real intenção do governo em produzir sua própria tradução, embora a formação de uma “teologia chinesa”, com elementos ideológicos socialistas já esteja em curso há mais de uma década. A pretensa liberdade dos cristãos é tão real na China quanto em outros países comunistas, como Coreia do Norte e Cuba. E a grande mídia repete a desinformação como se fosse verdade.

Por: Gospelprime

09/04/2018

Mais de 200 cristãos mortos na Nigéria por milícia islâmica este ano


Centenas de cristãos foram mortos desde o início do ano, resultado dos ataques coordenados das milícias islâmicas da etnia fulani na Nigéria. Segundo um novo relatório, esses jihadistas já superaram o Boko Haram como a maior ameaça na região norte da África.

Somente em março, foram 27 ataques a aldeias, que deixaram 225 cristãos mortos e forçaram mais de mil famílias a fugirem de suas casas. Igrejas foram queimadas e muitas propriedades destruídas. Foi o mês mais violento nos últimos dois anos, o que deixa a comunidade cristã do país preocupada sobre o crescimento da violência.

Segundo a organização de direitos humanos International Christian Concern (ICC), que produziu o relatório, o governo nigeriano não tomou nenhuma medida eficaz para que a perseguição acabe. O presidente Muhammadu Buhari é muçulmano e há vários relatos que ele ignora as denúncias contra os jihadistas.

A ICC diz que, em mais de 75% dos casos, os fulani atacaram civis desarmados e indefesos. Em contraste, o Boko Haram matou 37 pessoas no mesmo período, muitas das quais eram militares envolvidos em combate.

O documento da ICC afirma que “Esta situação séria requer uma resposta séria”. Exigiu uma posição do governo, que insiste em dizer que são conflitos tribais, quando fica evidente que o assassinato em massa é coordenado e os fulani estão recebendo armamentos do exterior.

Além de matar e expulsar os cristãos das aldeias, os jihadistas ficam com suas terras, animais e propriedades. Os fulani são uma das maiores etnias da África, sendo majoritariamente muçulmanos.

Embora o governo nigeriano venha tratando esses ataques como conflitos étnicos, existem vários relatórios que os homens estavam fortemente armados e alguns ataques tiveram cobertura de helicópteros. Com informações de Persecution

07/04/2018

Ex-homossexual, pastor denuncia ativistas LGBT por “intolerância”


Hoje pastor, David Kyle Foster viveu muitos anos o estilo de vida homossexual. Há décadas ele prega que qualquer pessoa pode ser liberta como ele foi e mudar de vida, mas ultimamente vem sendo perseguido e caluniado por ativistas LGBT.

“Porque eles nos odeiam? É por amor que proclamamos as boas novas que Jesus Cristo pode libertar o cativo. É por nossa própria experiência, como ex-gays, que gritamos dos telhados que qualquer um deseje se arrepender de seu pecado pode ser perdoado e curado daquelas coisas que estão destruindo suas vidas”, escreveu ele em uma “carta aberta” publicada pela revista pentecostal Charisma.

Foster lembra que nunca forçou ninguém a tomar essa decisão e os homossexuais que buscam ajuda em seu ministério não ficam presos em algum “campo de conversão”. “Essas ideias são pura ficção, inventadas por ativistas LGBT, que talvez tenham, subconscientemente, medo de estar vivendo uma mentira. Por isso, empregam publicamente táticas de intimidação para se esconder de seus próprios medos e justificar sua decisão imprudente de permanecer como estão”, afirma o pastor.

Citando trechos bíblicos, ele lembrou que qualquer pessoa que deseje ser um discípulo de Jesus deve entender que as Escrituras trazem ensinamentos morais. “De acordo com 1 Coríntios 6: 9-11, as pessoas estavam deixando o estilo de vida gay 2.000 anos atrás, para seguirem a Cristo. Eu conheci milhares de ex-gays nos meus 30 anos de ministério”.

O líder religioso diz que vem pesquisando sobre o assunto por mais de 20 anos e diz ter provas científicas e estatísticas que mostram, inequivocamente, que o estilo de vida gay é perigoso para aqueles que o praticam e que sua causa não é “geneticamente determinada”.

“Existem muitos estudos clínicos mostrando que pode ser o resultado de trauma, negligência, abuso e / ou uma série de outras causas ao mesmo tempo”, assegurou. Destacou ainda que as taxas de suicídio entre a população LGBT é “significativamente mais alta, bem como de abuso de entorpecentes, depressão e outros problemas de saúde mental”.

Com anos de experiência no auxílio aos que desejavam abandonar a homossexualidade, Foster lamenta que “os ativistas gays deliberadamente deturparam a terapia e os ministérios que tentam ajudar aqueles que desejam abandonar o estilo de vida gay”. Diz não ter dúvida que “em seu esforço para fazer com que juízes e legisladores proíbam tal ajuda, os ativistas pressionaram legisladores, profissionais de saúde mental e líderes religiosos com argumentos falaciosos e mentirosos”.

Em tom de desabafo, o pastor Foster evita generalizar, mas diz que a motivação de muitos grupos ativistas organizado é somente financeira. Eles exigem verbas para garantia de seus “direitos” e tentam destruir a todos que “atrapalham” seu negócio.

“Os ativistas se tornaram profissionais em interpretar o papel de vítima, sabendo que as pessoas bem-intencionadas sempre estarão do lado de alguém que seja vítima. Isso se chama manipulação emocional e tem sido uma estratégia bem conhecida dos movimentos LGBT desde os anos 1950, quando tinham outros nomes”, destaca. No seu entendimento, “está se tornando cada vez mais difícil manter essa fachada de vítima quando fazem esforços claros de silenciar sumariamente qualquer pessoa que fale a verdade em amor sobre essas pessoas tão quebradas pela vida que escolheram.

O pastor chama a atenção para o que seria a nova estratégia dos ativistas: focar nos menores de idade. “Eles estão tentando aprovar novas legislações que impedem os pais de se manifestarem contrários a decisões que afetam a vida inteira de uma pessoa, como tratamentos hormonais e mudanças de sexo”, denunciou Foster.

Finalizou dizendo que “o que está em jogo é a saúde emocional e espiritual de nossos filhos, que estão sendo sacrificados no altar do engano, do dinheiro e do ganho político. Está na hora de pararmos de viver de ilusões e fazermos o que é certo, para variar”.

31/05/2011

Evangélicos marcam ato contra lei anti-homofobia


também foi notícia no Jornal Nacional. Sob a coordenação do pastor Silas Malafaia, milhares de evangélicos celebraram a paz com louvores a Deus.

O pastor Silas Malafaia pretende reunir mais de 30 mil pessoas nesta quarta-feira, 1º de junho, em frente ao Congresso Nacional.

Grupo evangélico prepara uma nova ofensiva contra o projeto de lei que criminaliza a homofobia no País, em discussão no Congresso. O pastor Silas Malafaia, da Igreja Vitória em Cristo, está convocando uma manifestação para esta quarta-feira em frente ao Congresso Nacional contra o Projeto de Lei 122, que torna crime a discriminação contra os homossexuais e que prevê penas de detenção de 2 a 4 anos. São esperadas 30 mil pessoas no protesto.

De acordo com o pastor, a lei em estudo criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil.

Segundo Malafaia, o texto do projeto de lei fere a liberdade religiosa e de expressão, direitos garantidos pela Constituição brasileira, expressas no artigo 5º, incisos 4, 6, 8 e 9.

“Essa é uma lei vergonhosa, que finge proteger a prática homossexual, porém, sua intenção real é colocar uma mordaça na sociedade e criminalizar os que são contra o comportamento homossexual. Com essa lei querem atingir as famílias, as questões religiosas e a liberdade de expressão”, afirma o pastor.

A manifestação contra a lei anti-homofobia programado para Brasília acontece quase uma semana após a bancada religiosa no Congresso, tanto evangélicos como católicos, ter pressionado a presidenta Dilma Rousseff a vetar o kit-gay que seria distribuído nas escolas para combater o preconceito ao homossexualismo.

No dia 13, a bancada evangélica obteve mais uma vitória ao conseguiu barrar a votação do PL 122 em comissão do Senado

Fonte: O Dia

12/03/2011

Site com críticas aos Testemunhas de Jeová é retirado do ar por determinação judicial


No dia 21 de fevereiro de 2011, um ex-Testemunha de Jeová anônimo informou que, por determinação judicial, estava tirando do ar o site Índice TJ, que relatava em detalhes vários  fatos tenebrosos da história da religião.

A Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, da TJs, tinha entrado na Justiça contra o ex-fiel com a alegação de que o site divulgava “conteúdo difamatório e calunioso”, mas o dono do site divulgava documentos e citava textos de publicações da própria religião.

Entre eles uma matéria de outubro de 1921, publicada na revista  ”A Idade de Ouro”, a religião TJs incitou os fiéis a usarem “seus direitos como cidadãos americanos para abolir para sempre a prática demoníaca das vacinas”.

A mesma revista afirmou em julho de 1929 que “[os negros] são uma raça de serviçais. Não há no mundo um serviçal tão bom quanto um bom serviçal de cor”.

E não era só isso. O site criado em 2004 para apresentar a religião de uma perspectiva crítica, divulgava muitos outros textos defendidos pela religião.

O dono do Índice TJ começou a ser pressionado em julho de 2010, quando recebeu uma petição da sede mundial da religião, em Nova York, e das filiais da Alemanha e Canadá para que desativasse o site. O que incomodou mais a TJs teria sido a divulgação de 200 cartas, algumas delas consideradas confidenciais.

A sentença pelo fechamento do site não é final, porque cabe recurso, mas o dono do site desistiu dos tribunais.  Mas a  maioria dos 800 artigos do Índice TJ continua na internet, agora no endereço http://www.indicetj.info/. Trata-se de um “espelho” (cópia) feito pela internauta que se identifica como “thegirl”.

No arquivo da “thegirl” há depoimentos extraídos da imprensa de pessoas que teriam sofrido as consequências dramáticas dos equívocos da religião, como o de um menino que ficou cego de um olho porque não pôde fazer transplante de córnea.

Fonte: Gospel Prime

02/03/2011

Crônicas de Nárnia leva título de filme mais cristão de 2010


Crônicas de Nárnia leva título de filme mais cristão de 2010

Todo ano, existe um prêmio chamado Movieguide Faith and Values Awards (Prêmio de Fé e Valores no Cinema) cedido aos filmes que mais se enquadram nos preceitos cristãos. E quem ganhou na edição deste ano, que corresponde aos filmes exibidos em 2010, foi Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada.

Outros dois filmes também foram reconhecidos como as produções mais cristãs do ano passado: Toy Story 3 e Secretariat, ambos da Disney.

A instituição também divulgou um “balanço positivo” nas bilheterias dos filmes que sustentam a fé cristã. Segundo a Comissão do Cinema e TV Cristãos, filmes com mensagens pró-ateístas lucraram US$ 6,6 milhões, enquanto filmes com “forte moralidade bíblica” conseguiram US$ 78 milhões.

Fonte: Terra

23/12/2010

Evangélicos ganharam católicos na preocupação com união gay


Evangélicos ganharam católicos na preocupação com união gay

Chamado para fazer a ponte de Dilma Rousseff com os religiosos durante as eleições, o deputado federal Gabriel Chalita (PSB-SP) declarou que grupos evangélicos estavam mais preocupados com o casamento gay que o grupo de católicos.

Chalita foi o responsável pelo discurso de temas polêmicos da candidata eleita pelo PT, como o aborto.

Levando Dilma para conversar com bispos, Chalita disse que o tema mais discutido entre os bispos era o aborto, liberdade religiosa e liberdade de imprensa. Já para a comunidade evangélica o casamento gay era prioridade.

Fonte: OGalileo

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