Posts tagged ‘Deus é Real’

22/08/2012

‘Tive a prova viva de que Deus existe’, diz Bruno do KLB após ser atropelado


Depois do susto de ser atropelado na saída de uma boate na madrugada desta segunda-feira (20), em São Paulo, Bruno do grupo KLB, deu algumas declarações.

“Tive a prova viva de que Deus existe. Ser esmagado por dois carros com a violência que foi e eu estar com apenas alguns cortes no braço… É porque Deus está no comando mesmo, e não era minha noite. Não tive nenhuma fratura e nenhum risco na perna”, disse pelo Twitter horas depois do acidente. ”Fui literalmente blindado pela força divina. Deus existe e foi minha fé que me salvou”.

O cantor já está em casa após ter ficado algumas horas internado no hospital Albert Einstein. Ele sofreu escoriações nas pernas e no quadril, além de ter levado cerca de 30 pontos nos dois braços.

O acidente ocorreu quando uma fã pediu para tirar foto com Bruno, após ele deixar uma casa noturna. Enquanto estava parado na frente do local, ele foi atingido por um carro e prensado contra uma van.

“Poderia ter sido gravíssimo”, afirmou Franco, pai do rapaz, ao F5 do site da Folha. “Graças a Deus que não aconteceu nada pior”.

De acordo com Luis Carlos Scornavacca, tio de Bruno, a motorista estava alcoolizada.

Ela fez teste do bafômetro no local e chegou a ser detida, mas foi liberada à tarde, após pagar fiança.

Fonte: Verdade Gospel

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07/08/2012

Maioria dos filhos de ateus mudam de ideia quando adultos


Pessoas que crescem em um lar ateu são menos propensos a manter as suas crenças sobre a religião quando adultos, indica um estudo realizado pelo Centro de Pesquisa Aplicada do Apostolado, da Universidade de Georgetown.

Apenas cerca de 30% das pessoas que foram criadas em um lar ateu continuaram sendo ateus depois de adultos. Esta “taxa de retenção” é a menor entre as 20 diferentes categorias do estudo.

Foram ouvidos 1.387 ateus na pesquisa. Quatrocentos e trinta e dois entrevistados disseram ter sido criados por pais ateus. Desses, apenas 131 se identifica como ateu hoje.

“Os resultados mostram que os ateus americanos, em sua maioria, se “tornou” incrédulo quando adulto, mesmo tendo sido criado em outra fé. Parece ser muito mais desafiador criar uma criança ateia e fazê-la manter essa identidade por toda a sua vida “, explica o Dr. Mark Gray , um dos pesquisadores .

Gray também observou que, “entre os que foram criados como ateus, hoje 30% estão filiados a uma denominação protestante, 10% são católicos, 2% são judeus, 1% são mórmons, e 1% são pagãos”.

Os Hindus tiveram a maior taxa de retenção de 84%, seguido pelos judeus (76%), muçulmanos (76%), ortodoxos gregos (73%), mórmons (70%) e católicos (68%).

Entre os cristãos protestantes, os Batistas teve a maior taxa de retenção (60%), seguido por Luteranos (59%) e pentecostais (50%).

Testemunha de Jeová (37%), membros da Igreja Congregacional (37%) e da Igreja Holiness (32%), tem as menores taxas de retenção. Entre aqueles que cresceram sem uma fé religiosa ou sistema de crenças em particular, 38% permaneceram dessa forma.

O estudo utilizou como base os dados do Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública dos EUA de 2008.

Traduzido e adaptado de Christian Post

15/06/2011

Blog ‘Sem deus no Coração’ ironiza intolerância no Twitter contra ateus


No Twitter, uma jovem escreveu ser “uma vergonha falar em público que não acredita em Deus”. Assim como ela, outras pessoas não têm tido vergonha de manifestar em público intolerância contra os ateus. Uma delas, por exemplo, escreveu que ser ateu é acreditar que o homem veio do “verme da merda dos dinossauros”, em uma alusão à teoria da evolução de Charles Darwin.

O analista de sistema André, 30, criou em abril o blog “Sem deus no coração” para ironizar os intolerantes do Twitter, como o rapaz que duvida da existência de ateus porque não conhece ninguém que atende pelo nome de Lúcifer ou Satanás. André retrucou: “O Belzebuzinho daqui de casa já está na quarta série”.

O blog tem cerca de 180 posts e mais de 2.000 seguidores via feed, Twitter e Facebook. André informa que os acessos são mais de 1.500 por dia.

A perseguição aos ateus no Twitter não surpreende porque reflete um dos mais enraizados preconceitos. Uma pesquisa de 2009 da Fundação Perseu Abramo revelou que os ateus e drogados são as pessoas mais odiadas pelos brasileiros. Em segundo lugar, mas com uma razoável distância, estão os homossexuais e os garotos de programa.

O que ocorre no Twitter é que lá muitas pessoas afirmam o que certamente não dizem a um ateu cara a cara. Coisa como: “Acabei de descobrir que odeio ateu. Gente idiota – se é que dá para considerar como gente”. Ou: “Quem não acredita em Deus é maléfico e perigoso.” Ou ainda: “Todo ateu é um depressivo sem esperança”.

Muitas pessoas duvidam que alguém possa ser de fato ateu, como se a descrença fosse um sintoma de uma anormalidade passageira. Nesse sentido, alguém escreveu:  “Ateu é aquele que sabe que Deus existe, mas diz que não para alimentar sua autoestima”. Ou: “Não há ateu quando um avião está para cair”. Mais: “Todo aquele que se diz ateu é porque tem vergonha de dizer que é carente de Deus”.

Existe a turma dos que acreditam que um dia os ateus vão se converter, um a um, como neste exemplo: “Muito bom o filme O Ritual. Os ateus que assistirem irão se converter”. Outro exemplo: “Não existe um ateu no inferno! Depois de 1 minuto, todos viram crentes.”

Há ainda aqueles que evocam a ira Deus contra os descrentes — “Deus não é bonzinho como vocês pensam” —  e os que dizem coisas incompreensíveis. Existe até quem consegue ser engraçado, como este: “É óbvio que Stephen Hawking não acredita em Deus. É um carinha revoltado porque não anda, não fala, nem bate punheta sozinho!”

Uma twitteira provocou: “Obrigada, Senhor, por ser um milagre de tua criação e não um acidente da evolução”. André observou: “Milagre mesmo é arrumar paciência pra ler tanta bobagem”.

Com informação do Sem deus no coração. / Paulo Lopes

20/03/2011

Cresce cada vez mais o número de cristãos orientais na nação mais nipônica no mundo depois do Japão


Esta matéria publicada na revista Eclésia nº 137 mostra que, aqui no Brasil, os imigrantes do país recentemente arrasado por terremotos e tsunamis estão abandonando o budismo.

Desde que os primeiros japoneses começaram a desembarcar no porto de Santos, no começo do século passado, depois de uma longa e árdua viagem de 52 dias a bordo do Kasato Maru, que o número de nikkeis – nome usado para designar descendentes e japoneses natos que residem no exterior – só aumentou. Cem anos mais tarde, eles já somam quase 2 milhões e constituem a maior colônia do mundo fora do Japão. Só no Estado de São Paulo, são cerca de 1,3 milhão. Nas últimas décadas, entretanto, o caminho inverso percorrido pelos brasileiros – os dekasseguis – em busca de trabalho e novas oportunidades de vida, comprova, além do forte vínculo de amizade que se criou ao longo dos tempos, a inerência dos usos e costumes às duas raças. Aliás, quando o assunto é tradição, ninguém tem dúvidas quanto à fidelidade dos orientais para com sua rica cultura milenar, cada vez mais incorporada ao cotidiano ocidental – yakisoba e tempurá, por exemplo, tem se tornado quase tão comum como pastel de feira. Por outro lado, em se tratando de evangelismo os nikkeis também têm aprendido muito com os brasileiros e contribuído para fazer do país, não apenas um longínquo pedacinho da “terra do sol nascente”, mas uma nação com um exército de convertidos cada vez mais numeroso.

Fundada nos anos 1980 pelo pastor Fernando Takayama, a Assembleia de Deus Nipo-Brasileira surgiu, a princípio, com o objetivo de levar a Palavra de Deus aos japoneses da Liberdade – o bairro oriental da capital paulista –, onde a igreja ainda mantém sua sede. “Por se localizar numa região privilegiada e histórica, a igreja acabou se tornando uma referência para encontro dos nikkeis, além de representar um espaço de adoração e conhecimento da verdade de Cristo”, orgulha-se Carlos Leandro de Melo, pastor evangelista e líder do setor de missões.

Depois de pouco mais de duas décadas de ministério, a semente plantada por Takayama continua germinando e rendendo bons frutos; atualmente a igreja já conta com mais de 100 filiais, a maioria espalhada pelo Estado de São Paulo. A própria sede foi obrigada a mudar de endereço e hoje ocupa o prédio do antigo Cine Tokyo, onde os rostos de nikkeis e brasileiros se misturam e até se confundem. “Por não sermos tão tradicionais quanto a outras congregações, nosso trabalho se espalhou e a igreja passou a ser frequentada por irmãos sem descendência japonesa”, continua.

Embora a principal verve de toda e qualquer igreja seja a cerimônia dos cultos e ministração da Palavra, a participação ativa junto à comunidade e assistência a seus membros também faz parte das atividades ministeriais da AD Nipo-Brasileira. “Além do evangelismo realizado na Praça da Liberdade, com músicas, depoimentos e mensagens traduzidas para o japonês, realizamos visitas a asilos e dispomos de um trabalho de discipulado específico para os descendentes, enumera o pastor, cuja ligação com a comunidade nipônica transcende os limites do próprio evangelismo; afinal, ele é casado com Sumiko Miyahara, que muito o auxilia na realização de eventos de caráter sócio-religioso e cultural.

Tradição

Professor na Faculdade Teológica Batista de São Paulo, Vanderlei Gianastacio é outro cristão bem antenado com a colônia japonesa. Se atualmente ele frequenta a Igreja Batista em Pinheiros acompanhado da esposa, que pertence à terceira geração de descendentes, e da filha de seis anos, durante mais de uma década – de 1993 a 2007 – o teólogo dedicou parte de seu tempo a missões evangelísticas, primeiro na cidade de Piedade (SP) e depois na capital. “Foi uma experiência muito interessante, porém o contato com pessoas de outras culturas requer que se conheça a cosmovisão do povo. Ao trabalhar com textos bíblicos, a comunicação com os isseis – japoneses natos – e descendentes de primeira geração é mais difícil, visto que na cultura oriental não é o jovem que ensina o idoso; pelo contraio, o que é mais antigo tem maior valor. Assim não faz sentido querer explicar para um descendente de japoneses acerca de Jesus – que nessa proporção, é novo na história – sem antes falar da criação”, adverte.

Para Gianastacio, o aumento do número de cristãos entre os povos de origem oriental se deve também pela confiabilidade que é inerente à raça. “Há muita confiança entre eles; logo, um grupo reunido em algum lugar se torna um motivo para que outros também sejam atraídos. Em outras palavras, japonês chama japonês”. Em contrapartida, as igrejas também precisam fazer a sua parte para atrair todo esse contingente sedento por salvação. “Os japoneses e descendentes são responsáveis, bons profissionais e, dessa forma, se encaixariam perfeitamente em qualquer atividade social desenvolvida pelas comunidades cristãs. Entretanto, não são muitas igrejas que se interessam em trabalhar com eles, por serem um povo questionador, desconfiado e tornarem o processo de conversão mais lento. Acredito, portanto, que a melhor receita é dialogar, não somente para ensiná-los, mas também para aprender com eles; afinal, estamos falando de uma cultura milenar”, receita o professor.

Mais impressionante ainda do que o aumento do número de cristãos orientais, inclusive em seus países de origem – segundo as estatísticas, hoje no Japão os protestantes já superam os católicos – tem sido a significativa redução dos seguidores de religiões tradicionais observada nas últimas décadas – como o budismo e o xintoísmo. De acordo com o IBGE, nas últimas décadas tem caído acintosamente o número de adeptos ao budismo no Brasil – de cerca de 240 mil nos anos 1990 para 215 mil no início do século. Atualmente, calcula-se que haja cerca de 200 mil seguidores no país. “Não dá para dizer se os números são satisfatórios; eles são o que são e refletem os interesses da sociedade em que vivemos”, diz Fabiana Gaspar Gomes, presidente da Sociedade Budista Brasileira (SBB). “Todos os movimentos religiosos seguem ciclos naturais e talvez a mensagem cristã esteja, atualmente, falando mais aos corações dessas comunidades, que muitas vezes vivenciavam a religiosidade como ‘obrigação social’ determinada pela família que mantinha rituais tradicionais do país de origem”, continua a carioca que, apesar dos números apresentados pelo IBGE, garante que o budismo vem sendo cada vez mais praticado no ocidente e que o número de adeptos só não é maior por falta de apoio dos meios de comunicação. “Se houvesse um canal de TV ou emissoras de rádios budistas, como acontece em outras religiões, será que não haveria mais praticantes?, questiona.

De acordo com Frank Usarski, livre docente na área de Ciência da Religião da PUC-SP, um dos fatores responsáveis pela redução do número de budistas no Brasil se deve à falta de “força humana” religiosa. “Diversas comunidades budistas tradicionais não possuem uma autoridade religiosa residente, e tem que se contentar com uma programação precária”, resume. Soma-se também a insuficiência de material religioso traduzido para o português, o que dificulta em muito a transmissão da herança espiritual dentro das famílias de descendência japonesa. “Outra questão pode ser vista como conseqüência a longo prazo das circunstâncias históricas sob as quais o budismo de imigração foi introduzido no Brasil, numa época em que os imigrantes japoneses ainda estavam convencidos de que a sua moradia no país anfitrião seria temporária”, complementa o professor.

“Em geral os nikkeis praticam o budismo e xintoísmo não por convicção doutrinária, mas por tradição aos pais e avós. Dessa forma, uma religião calcada no entendimento e na fé pode atrair mais do que simplesmente as práticas de alguns rituais sem a devida compreensão daquilo”, opina, por sua vez, o teólogo Vanderlei Gianastacio.

Números, questionamentos ou controvérsias à parte, para Fabiana Gaspar o que importa mesmo é a “garantia do respeito e espaço para que todos pratiquem e sigam aquilo que acreditam”.

Holiness

O nome pode não ser tão familiar como outras denominações cristãs gigantes e com grande poder midiático, mas a Igreja Evangélica Holiness também já construiu sua história, que teve início nos anos 1930 com a chegada dos primeiros missionários japoneses a São Paulo. Trilhando estradas, colônias e fazendas do interior, Takeo Monobe cumpriu à risca a determinação bíblica de pregar o evangelho às famílias japonesas que por aqui já se fixavam desde o início do século. Dez anos desde mais tarde, a igreja se estabeleceu como independente e atualmente conta com quase 5 mil membros distribuídos por várias cidades brasileiras – com maior concentração no Estado de São Paulo. “A Igreja Holiness é um fruto da imigração japonesa para o Brasil, e a nossa história se mistura com a história da própria colônia japonesa brasileira”, compara Eduardo Goya, pastor titular de uma das células de São Paulo e presidente da Convenção das Igrejas Evangélicas Holiness do Brasil.

Se antes o ocidente constituía o destino dos missionários, de uns tempos para cá a situação se inverteu, tanto que a Holiness mantém dezenas de evangelistas na Índia, China e no próprio Japão, onde tudo começou. Convertido há trinta anos, Goya, que pertence à terceira geração de descendentes, também já teve a oportunidade de algumas vezes visitar o país de seus ancestrais, em especial para supervisionar as células ministradas por brasileiros. E cada vez que atravessa o mundo, ele volta mais satisfeito e com perspectivas positivas de que o mundo se torne cada vez mais cristão. “Temos orado e nos preparado para que nossa igreja no Japão alcance também os japoneses”, continua o religioso, ciente de que pregar o evangelho nessas circunstâncias é um pouco mais complicado do que considera em condições normais. “Naturalmente que se precisa um pouco de cuidado para não transgredir as tradições culturais dos japoneses e seus descendentes diretos; afinal, eles são cautelosos e demoram mais do que os outros para tomar uma decisão por Cristo”, alerta.

Faz coro à opinião de Goya o pastor Carlos Leandro de Melo que, com muito cuidado e trilhando o mesmo caminho, tem conseguido chegar a dezenas de corações que aguardam por salvação.”É necessário respeitar a cultura, mas também levá-los ao entendimento da verdade de que o evangelho não é apenas um estilo de vida ou um simples ritual”. Assim, mesmo que historicamente os orientais sejam tão enraizados a tradições milenares e espiritualmente ligados a crenças ancestrais, com estratégia correta todos tendem a entender a mensagem. Não é à toda que os cultos da Holiness e da AD Nipo-Brasileira estão sempre cheios.

Fonte: Revista Eclésia

12/03/2011

Corte Suprema recusa pedido de ateu


Corte Suprema recusa pedido de ateu A Corte Suprema dos Estados Unidos recusou o pedido de um ativista ateu para que seja retirada das moedas e das cédulas do dólar a inscrição In God we trust (Confiamos em Deus). Como a Corte não colocou o assunto em apreciação, não há informação sobre a justificativa da recusa.

O advogado Michael Newdow, que é diretor da associação ateísta FACTS, entrou com um pedido de inconstitucionalidade com o argumento de que o Estado é laico e, além disso, a mensagem é discriminatória porque promove uma religião monoteísta.

A inscrição foi introduzida nas moedas nos anos 70 do século 19 e nas cédulas, nos 50 do século 20. Uma pesquisa feita pelo Instituto Gallup em 2003 revelou que 90% dos norte-americanos gostam da referência a Deus em seu dinheiro.

O advogado já tinha obtido uma sentença desfavorável em uma ação em que contestou o Juramento de Lealdade que faz menção a Deus e que é obrigatória em escolas de alguns Estados.

Newdow informou que vai encaminhar à Corte Suprema um pedido de reconsideração. Ele disse saber que o seu pedido tinha poucas chances de ser apreciado pela Corte, mas o seu objetivo, com a ação, foi manter na imprensa uma discussão sobre da laicidade do Estado, na expectativa de que um dia, quanto a isso, a Constituição venha a ser cumprida.

A inscrição já tinha sido submetida a um tribunal de instância inferior, o de San Francisco, que a considerou constitucional porque não advoga nenhuma religião. Para o tribunal, a frase “Confiamos em Deus” é “cerimonial e patriótica”.

Para Newdow, decisões como essa confirmam que os ateus são hoje o que os negros e homossexuais já foram nos Estados Unidos: vítimas de ferrenha discriminação.

Fonte: Paulopes / Gospel Prime

29/12/2010

Mega-igreja americana substitui anúncio ateu com mensagem cristã


God IS 250x166 Mega igreja americana substitui anúncio ateu com mensagem cristãBem em tempo de Natal, o outdoor em Nova Jersey que declarava Natal é “mito” foi substituído esta semana por um cartaz cristão.

O novo outdoor apresenta “Deus é” e uma infinidade de palavras e frases incluindo “bom,” “vivo,” “Jesus,” “ciente de sua luta” e “aquele que te amou.”

O anúncio está localizado próximo ao Túnel Lincoln, um dos túneis mais viajados no mundo. Foi patrocinado pela Igreja Times Square o qual tinha os mesmos anúncios estampados em mais ou menos 1000 vagões de metrô da cidade de Nova York no início deste ano.

“Nós queremos encorajar as pessoas a buscarem a Deus e provar que de fato Ele é,” disse o Pastor Sênior Carter Conlon.

O anúncio, disse ele, descreve Deus “em apenas algumas das infinitas maneiras que Ele prova Sua presença para nós todos os dias.”

Este é a segunda campanha pró-Deus para atingir a área desde que os Ateus Americanos lançaram o seu cartaz anti-Natal. Por cerca de um mês, o grupo humanista tinha um anúncio que mostrava três reis magos visitando o bebê Jesus na manjedoura e as palavras “Você sabe que é mito. Esta temporada comemora razão.”

O outdoor ateu foi projetado para apelar aos ateus “enrustidos” durante a temporada de férias quando a maioria dos norte-americanos celebram o Natal. Ele chamou bastante atenção e provocou debates.

A Liga Católica respondeu patrocinando seu próprio outdoor perto da saída do Túnel Lincoln, em Nova York. O anúncio apresenta José, Maria e Jesus e a frase “Você sabe que é real. Nesta temporada, celebre Jesus.”

A Igreja de Times Square, que atrai mais de 8.000 pessoas por semana, é a última a se envolver no debate com o seu anúncio “Deus é.”

Fonte: The Christian Post

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