Posts tagged ‘Escolas Públicas’

12/07/2012

´Novo kit-gay` estaria sendo distribuído; bancada evangélica pede explicações


´Novo kit-gay` estaria sendo distribuído; bancada evangélica pede explicações

O kit-gay, material lançado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) durante o mandato de Fernando Haddad, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff após pressão da bancada evangélica, porém, segundo o pedagogo e diretor de uma escola em São Paulo, Felipe Nery, um material similar estaria sendo distribuído entre alunos da rede pública e privada, com aval do MEC.

Nery foi ouvido na última terça-feira, 04/07, pela Frente Parlamentar Evangélica durante uma reunião sobre o assunto. O pedagogo afirmou que os livros trazem figuras com apologia à homossexualidade, bissexualidade e transexualidade.

O pedagogo é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, e apresentou três livros que fazem parte do suposto novo kit-gay que o MEC estaria distribuindo nas escolhas públicas. De acordo com informações de Sandro Guidalli, do blog Fé em Jesus, os títulos são “Porta Aberta”, voltado para alunos de seis anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R. e editados pela Ciranda Cultural; e “Menino brinca de boneca?”, para todas as idades, de Marcos Ribeiro e editado pela editora Moderna.

Felipe Nery relata que os livros fazem apologia explícita à homossexualidade: “Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma. O ‘kit-gay’, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, afirmou.

O primeiro livro traz um “jogo da memória” com figuras que representem casais homossexuais com filhos, enquanto que no segundo, são apresentadas imagens com instruções para usar preservativos. O livro “Menino brinca de boneca?” traz no prefácio um texto da senadora Marta Suplicy (PT-S), defensora do PL 122.

Essa distribuição acontece nos casos de escolas que não possuem um projeto pedagógico completo, segundo Nery: “O colégio tem a opção de ter o seu próprio trabalho ou adotar o que o governo apresenta e o que ele apresenta são materiais como esse. Esses que apresentei aqui não são escritos pelo governo mas qualquer material que tem o símbolo do MEC vem com esta ideologia, não há diferença nenhuma nas editoras, há apenas um viés ideológico favorável ao homossexualismo, bissexualismo e transsexualismo”.

O pedagogo alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação de seus filhos: “O problema é que nós, pais, muitas vezes não vemos isso aqui. O diretor de colégio não vê isso aqui, ele confia no professor. Para o diretor é muito difícil ver todos os livros porque são pilhas e pilhas no final do ano para analisar. O professor é que vai ver o material. Muitas vezes o colégio ganha os livros que vão para a biblioteca e quem vai ver será o aluno. São centenas de editoras que trazem o mesmo tipo de material que é a ideologia implementada pelos ativistas homossexuais”, observou.

Os parlamentares da bancada evangélica farão uma comissão para analisar a denúncia do pedagogo e os livros apresentados por ele durante a reunião. O deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ) afirmou que deverão ser cobradas explicações do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP): “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, pontuou.


Fonte: Gospel Mais

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04/06/2011

Projeto de Marco Feliciano “Papai do Céu na Escola” já tem trilha sonora


Um dos primeiros projetos apresentados pelo deputado federal e pastor Marco Feliciano, Papai do Céu na Escola, ganhou uma trilha sonora com a canção de mesmo nome interpretada pelo cantor Roberto Marinho.

A música fala sobre uma esperança para acabar com a violência, as armas e as drogas dentro das escolas. A letra também fala que a Palavra de Deus pode ser usada para ensinar nossas crianças como produzir coisas boas e para promover a paz.

O objetivo do projeto, apresentado pelo deputado Feliciano em abril, é inserir o ensino religioso nas escolas públicas dentro do currículo escolar do ensino fundamental.

Papai do Céu na Escola é um projeto que ainda não entrou em votação na Câmara Federal.

Assista ao vídeo com a canção de Roberto Marinho.

 

31/05/2011

ONU critica Brasil por permitir ensino religioso em escolas públicas


Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) que será apresentado essa semana ao Conselho de Direitos Humanos fará um alerta ao Brasil porque foi revelado que centenas de escolas públicas em pelo menos 11 Estados brasileiros desrespeitam o caráter laico do Estado e impõem o ensino religioso.

A pesquisa foi realizada pela relatora da ONU para o direito à cultura, Farida Shaheed, que também alerta que intolerância religiosa e racismo “persistem” na sociedade brasileira.

Shaheed pedirá uma posição mais forte por parte do governo para frear ataques realizados por “seguidores de religiões pentecostais” contra praticantes de religiões afro-brasileiras no País.

A relatora também chamará a atenção para uma das maiores preocupações é o com o ensino religioso, assunto que pôs Vaticano e governo em descompasso diplomático.

Os Estados citados por Farida, que visitou o País no final do ano passado, são Alagoas, Amapá, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A representante da ONU diz ter recolhido pedidos para que o material usado em aulas de religião nas escolas públicas seja submetido a uma revisão por especialistas, como no caso de outros materiais de ensino. Além disso, “recursos de um Estado laico não devem ser usados para comprar livros religiosos para escolas”, esclarece.

Para ela as principais preocupações que impedem a implementação efetiva do que é previsto na Constituição são: deixar o conteúdo de cursos religiosos serem determinados pelo sistema de crença pessoal de professores ou administradores de escolas; usar o ensino religioso como proselitismo; ensino religioso compulsório e excluir religiões de origem africana do curriculum.

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação  o ensino religioso deve ser oferecido em todas as escolas públicas de ensino fundamental, mas a matrícula é facultativa. A legislação também pede que a definição do conteúdo seja feita pelos Estados e municípios, mas afirma que o conteúdo deve assegurar o respeito à diversidade cultural religiosa e proíbe qualquer forma de proselitismo.

“Em tese, deveria haver um professor capaz de representar todas as religiões. Mas, como sabemos, é impossível”, explica Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP)

Para a professora da USP a educação religiosa deve ser restrita aos colégios confessionais, pois lá, o pai matricula consciente de que seu filho terá o ensinamento religioso.

Com informações Paulopes

30/05/2011

Haddad afirma que o “Kit gay” será reformulado e lançado até fim do ano


Haddad afirma que o “Kit gay” será reformulado e lançado até fim do anoO ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que kit anti-homofobia será reformulado e enviado a professores da rede pública de ensino até o fim deste ano. O anunciou foi feito aos jornalistas nesta sexta-feira, 27, na cidade de São Paulo.

Nessa data o material já havia sido suspenso pela presidente Dilma Rousseff depois da pressão que a bancada evangélica e católica fizeram no governo, ameaçando até convocar o Ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para depor sobre seu enriquecimento atípico nos últimos quatro anos.

A decisão da presidente é que de agora em diante todo o assunto de ordem comportamental terá que passar por uma análise pela Secretaria-Geral da República.

Mas Haddad já está garantindo que os vídeos do projeto serão refeitos e distribuídos a professores do ensino médio. O ministro disse também que as mudanças no chamado “kit-gay” não vão onerar o estado, uma vez que o convênio firmado entre o MEC e as ONGs responsáveis pelo kit previa a possibilidade de alterações.

“O custo original de 1,8 milhão de reais inclui quantas reformulações forem necessárias.” O kit contém três vídeos e uma cartilha. Até agora, a produção envolveu gastos com pesquisa, produção e gravação dos vídeos, além da realização de seminários para treinamento de cerca de 200 pessoas no final de 2010.

Fonte: Veja

26/05/2011

‘Ensino gay’ nas escolas causa reação e professor teme aumento da ‘homofobia’


Ministério Público Federal, invoque o princípio de que o Estado é laico e acabe com o proselitismo religioso nas escolas.

Ministério da Educação prepara ‘kit gay’; Igreja Católica reage e condena decisão do Supremo sobre união homossexual.

O Ministério da Educação (MEC) preparou um material com o ‘tema gay’ – três filmes e um guia de orientação aos professores – para ser distribuído nas escolas de todo o Brasil. O projeto-piloto está sendo analisado pelo MEC e o plano inicial é distribuir 6 mil kits nas escolas públicas do país ainda este ano. O objetivo é levar para o ambiente escolar o tema como forma de reconhecimento da diversidade sexual e enfrentamento do preconceito. Mas a idéia de instituir o ‘ensino gay’ nas escolas está provocando reação em todo o País, começando pela Igreja Católica.

A polêmica proposta já provocou caloradas discussões no Congresso Nacional. O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) acusou o Ministério da Educação e grupos LGBT de “incentivar o homossexualismo” e de tornar “nossos filhos presas fáceis para pedófilos”.

Aqui em Maceió o tema começa a repercutir com fortes reações contrárias ao que alguns chamam de “homossexualização da comunidade estudantil”. Nossa reportagem ouviu dois professores da Escola Estadual Irene Garrido, no Tabuleiro, para saber o que acham da ideia de fragmentar o tema para mostrar, nas escolas, apenas um lado da controversa questão sexual.

O professor de geografia Marcos Damasceno é a favor do combate à homofobia, mas não apóia, nem de longe, a proposta de ensinar o homossexualismo nas escolas. “Eu estou trabalhando com crianças, que ainda estão em formação sexual e a homossexualidade envolve muito mais do que apenas a questão moral”.
Na opinião do professor, o importante é discutir na escola a sexualidade de forma ampla e abrangente porque existe a homossexualidade e também a heterossexualidade. “O ideal é falar sobre sexo amplamente, desde as doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência até os gêneros. Se o tema é fragmentado, a discussão é empobrecida”.

Ele se revelou preocupado com a forma como o tal ‘kit gay’ será implementado na sala de aula. “Que preparação terá o professor e a professora? Que suporte e ferramentas serão usados? Para que depois não venha se fazer apologia de algo que você não segue”.

Damasceno afirmou que o debate sobre o tema tem que acontecer em todos os segmentos sociais porque, não sendo assim, corre-se o risco de reforçar o preconceito e ódio contra homossexuais. E citou um exemplo que testemunhou na sua sala de aula, quando um aluno homossexual sentou na cadeira de um aluno evangélico, que posteriomente se recusou sentar na cadeira onde um homossexual havia sentado. “Ele expressou seu fundamentalismo religioso. Se a gente não discutir e o assunto não for bem trabalhado, vamos viver situações de confronto em sala de aula”.

Assim como Marcos Damasceno, a professora de português Gasparina Cavalcante acredita que discutir a sexualidade de forma ampla é a melhor maneira de orientar os alunos sobre o homossexualismo. “Eu defendo a sexualidade de forma ampla e só o homossexualismo não. Por que chamar tanta atenção para o tema? Se a todo momento aprendemos que não devemos discriminar? Então o ensino tem que ser de forma globalizada”.
De acordo com a professora o homossexualismo dentro das escolas é uma realidade, mas isso não é motivo para que o tema seja aplicado em sala de aula fora de um contexto. “Os jovens encaram a vida como pode tudo e querem experimentar de tudo. E se o tema for recorrente, por conta da curiosidade natural da idade, eles podem sim querer experimentar uma relação com pessoa do mesmo sexo”.

Ela acrescentou que, se o projeto do MEC começar, como está previsto, no segundo semestre de 2011, o que vai acontecer é a supervalorização do tema. “Se passar a dizer que usar droga é bom, é o máximo, então vamos supervalorizar isso, e com a homossexualidade pode ser assim”.

Gasparina afirma que não é contra o homossexualismo. Para ela essa é uma questão de nascença: nasce ou não homossexual. “Agora ser orientado de que a homossexualidade é normal, é natural, isso não vai favorecer? Isso não vai facilitar e induzir o jovem a achar isso natural? É complicado”.

Igreja Católica condena decisão do STF

No início de maio, o Supremo Tribunal Federal reconheceu por unanimidade a relação entre pessoas do mesmo sexo. Agora devem ser aplicadas a esse tipo de relação às mesmas regras da união estável heterossexual, prevista no Código Civil. A Corte não relacionou os direitos que decorrem da decisão. Mas, por analogia, os gays poderão pleitear, por exemplo, a declaração conjunta de Imposto de Renda, pensão em caso de morte ou separação, partilha de bens e herança. A pessoa só precisa comprovar que integra uma “convivência pública, contínua e duradoura”, como diz a lei.

Emanoella Remigio, presidente da Comissão de diversidade sexual da OAB/AL, disse que as uniões homoafetivas são antigas e que já era tempo de efetivar os direitos desses casais. “Essas uniões constituem-se com os mesmos requisitos e as mesmas características da união estável heterossexual, com a única diferença do sexo dos envolvidos. O que não constitui restrição de direito, e nem poderia, nos termos na Constituição Federal de 1988”.
Para ela a decisão do STF foi muito acertada. “O Supremo fez um belíssimo trabalho ao reconhecer a qualidade de entidades familiares para esses casais, mostrando que o Direito está acima de quaisquer preconceitos. Essa não foi uma vitória apenas de um grupo, mas da democracia”.
Segundo a advogada esses são sinais de maturidade de uma sociedade que começa a entender que o povo se faz de maioria e minoria e que o direito de todos precisa ser equilibrado no sistema. “Foi uma decisão histórica e de muita sensibilidade. Isso é verdadeiramente um Estado Democrático de Direito”.

A Igreja Católica, através da CNBB, reagiu de pronto à ideia de ensinar o homossexualismo nas escolas. Aqui em Maceió, o arcebispo dom Antônio Muniz preferiu se situar diante da questão invocando a posição assumida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que emitiu nota oficial em que proclama:

“As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana. Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma.

É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política.

A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento. Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa”.

Fonte: Primeira Edição

26/05/2011

Evangélicos ameaçaram convocar Palocci para vetar distribuição do kit gay


Evangélicos ameaçaram convocar Palocci para vetar distribuição do kit gayNa terça-feira, 24, parlamentares das Frentes Evangélica, Católica e da Família se reuniram de forma emergencial para discutir medidas que seriam tomadas para forçar o governo a alterar o material do chamado kit gay elaborado por ONGs a pedido do ministério da Educação.

A reunião foi marcada porque os parlamentares se sentiram desrespeitados pelo ministro Fernando Haddad que mentiu ao dizer-lhes que alteraria o material e depois revelou à imprensa que não mudaria nada, já que as cartilhas e os vídeos que serão distribuídos em 6 mil escolas públicas já estão prontos.

De acordo com o deputado João Campos (PSDB – CE), líder da bancada evangélica, se o governo insistisse em manter o kit, eles bloqueariam a votação na Câmara e apoiariam a convocação do ministro Palocci para dar explicações.

Além dessa convocação ao ministro da Casa Civil os parlamentares cogitavam outras medidas como a saída do Ministro da Educação; a criação de uma CPI para apurar as denuncias de irregularidades no MEC; a obstrução de todas votações do plenário e também a convocação do ministro Fernando Haddad, na comissão de Educação e Cultura, para explicar as cartilhas sobre homofobia.

Essa reunião ganhou grandes proporções no Congresso e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho,  foi ao encontro dos parlamentares para dizer que a Presidente Dilma Rousselff decidiu cancelar a distribuição do kit gay.

Fonte: Gospel Prime

26/05/2011

Dilma suspende ´kit gay` após protesto da bancada evangélica


Dilma suspende ´kit gay` após protesto da bancada evangélicaApós protestos das bancadas religiosas no Congresso, a presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira (25) a suspensão do “kit anti-homofobia”, que estava sendo elaborado pelo Ministério da Educação para distribuição nas escolas, informou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

“O governo entendeu que seria prudente não editar esse material que está sendo preparado no MEC. A presidente decidiu, portanto, a suspensão desse material, assim como de um vídeo que foi produzido por uma ONG – não foi produzido pelo MEC – a partir de uma emenda parlamentar enviada ao MEC”, disse o ministro, após reunião com as bancadas evangélica, católica e da família.

Segundo ele, a presidente decidiu ainda que todo material que versar sobre “costumes” terá de passar pelo crivo da coordenação-geral da Presidência e por um amplo debate com a sociedade civil. “O governo se comprometeu daqui para frente que todo material que versará sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade”, afirmou.

Segundo o ministro, a determinação do governo não é um “recuo” na política de educacional contrária à homofobia “Não se trata de recuo. Se trata de um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia”, disse.

De acordo com Carvalho, Dilma vai se reunir nesta semana com os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Saúde, Alexandre Padilha, para tratar do material didático.

“A presidenta vai fazer um diálogo com os ministros para que a gente tome todos os devidos cuidados. Em qualquer área do governo estamos demandando que qualquer material editado passe por um crivo de debate e de discussão e da coordenação da Presidência.”

Retaliação suspensa

Diante da decisão de Dilma, o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR-RJ), que participou da reunião com Carvalho, afirmou que estão suspensas as medidas anunciadas pelas bancadas religiosas em protesto contra o “kit anti-homofobia”.

Em reunião, os parlamentares haviam decidido colaborar com a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para que ele explique sua evolução patrimonial.

O ministro Gilberto Carvalho negou ter pedido que os parlamentares desistissem de trabalhar pela convocação de Palocci diante da decisão da presidente sobre o “kit anti-homofobia”.

“Isso é uma posição deles. Nós falamos para eles que, em função desse diálogo, que eles tomassem as atitudes que eles achassem consequentes com esse diálogo. Eles é que decidiram suspender aquelas histórias que eles estavam falando. Não tem toma lá da cá, não”, afirmou.

Os deputados também ameaçaram obstruir a pauta da Câmara e abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a contratação pelo MEC da ONG que elaborou a cartilha.

“Ele [Gilberto Carvalho] disse que tem a palavra da presidente da República de que nada do que está no material é de consentimento dela. Mas nós acordamos que ele falará. E nós suspendemos a obstrução e todas as nossas medidas”, afirmou Garotinho.


Fonte: G1

24/05/2011

Audiência pública discute ensino religioso no AL


Audiência pública discute ensino religioso no AL O Conselho Municipal de Educação (Comed) realizou nesta quinta-feira, 19, no Auditório Paulo Freire, na Semed, audiência pública sobre a regulamentação do ensino religioso nas escolas do sistema municipal de ensino de Maceió (AL). A presidenta do Comed, Edna Lopes, apresentou as propostas desenvolvidas com a finalidade de discutir como será a oferta da disciplina na rede municipal de ensino.

A regulamentação dessa oferta vem da necessidade de integrar o ensino religioso na formação básica do cidadão, respeitando a diversidade religiosa e cultural do país, sendo assegurado o direito de facultabilidade e vedada qualquer forma de proselitismo.

O assessor do Departamento Geral de Ensino, Neilton Nunes, disse que esse momento é de extrema importância, pois a participação de cada um contribui para o crescimento na educação. “O sentido da audiência é para que todos possam participar e construir, juntos, novos rumos para organização do ensino aprendizagem”, enfatiza Neilton.

Alguns eixos foram debatidos na reunião: a forma de se entender o fenômeno religioso como construção cultural da humanidade, estudando os pontos de vista da antropologia, da sociologia e da filosofia das religiões; e o conhecimento dos livros sagrados e das tradições orais das matrizes religiosas: ocidental, oriental, africana e indígena.

“A regulamentação vai exigir de nós – educadores de ensino religioso – muita luta. É preciso de muita batalha para sanar a carência das escolas. Temos de aproveitar esse momento de discussão, para buscar melhorias na educação da rede”, falou a coordenadora de ensino religioso, Rosário de Fátima.

A audiência pública, instrumento que leva a decisão política ou legal com legitimidade e transparência, teve a participação de representantes da Secretaria Municipal de Educação de Maceió, Sinteal, Câmara de Vereadores, coordenadores, professores, conselheiros, além dos educadores do ensino religioso.

O secretário de educação, Thomaz Beltrão, destacou a importância de se debater a regulamentação para identificar com clareza o papel do ensino religioso. “É preciso que se construa um ambiente na escola, um espaço tolerante e fraterno, para que possamos acabar com o preconceito religioso”, disse o secretário.

No próximo dia 30 acontecerá uma palestra com a temática: Ensino religioso – área de conhecimento no contexto escolar – com a especialista em ensino religioso e escritora Maria Inês Carneato, no auditório Paulo Freire, às 8h30. O público alvo são diretores, coordenadores e professores de ensino religioso.

Fonte: Creio / O Jornal

21/05/2011

Colunista da Veja afirma que Ministro da Educação mentiu aos parlamentares evangélicos


Em seu blog no site da Veja, o jornalista Reinaldo Azevedo escreveu um texto desmentindo o ministro da Educação, Fernanda Haddad que esteve essa semana com deputados da Frente Parlamentar Evangélica e também com católicos para explicar o conteúdo do polêmico kit anti-homofobia que será distribuído nas escolas públicas.

O jornalista comemora que até aquele momento nenhum representante brasileiro não-gay havia sido chamado para discutir o assunto. “É a primeira vez que brasileiros não-gays estão sendo chamados a debater o assunto. Até a pouco, a questão estava entregue apenas a ONGs estrangeiras e à militância gay, como se o público-alvo do programa não fosse o conjunto dos estudantes.”

Para Azevedo o MEC tem sim culpa nos folhetos e nos vídeos que vazaram para a imprensa e que chegou às mãos dos parlamentares trazendo indignação aos mais conservadores que prometeram não votar em nenhum dos projetos em pauta no Congresso até que esse material seja recolhido.

“Aos congressistas, assegurou que filmes e cartilhas que circulam por aí ainda não são de responsabilidade do Ministério. (…) Conversa mole, e ele sabe disso muito bem. Pode ainda não ser o produto final, mas tudo foi elaborado sob o comando do governo federal”, escreveu o jornalista.

Lembrando do dia que o material didático contra a homofobia nas escolas foi apresentado, o colunista da Veja comprova que o MEC tinha conhecimento do conteúdo do programa.

O texto publicado na última quinta-feira, 19, também contesta os dizeres de um colunista da Folha de São Paulo que não achou certo o ministro da Educação sentar com os parlamentares que ele chamou ironicamente de “Bancada da Bíblia” para falar de um assunto que o Livro já condena.

Confira o texto na integra aqui.

Fonte: Gospel Prime

21/05/2011

Pesquisa mostra que 69% dos pais são a favor das aulas de religião.


ensino religioso

Rio – Pesquisa feita pela Secretaria Municipal de Educação com pais de alunos de sete escolas da rede mostrou que a maioria (69%) quer que os filhos tenham aulas de religião — 31% preferem que, no horário, eles recebam lições sobre valores ligados à cidadania.
O levantamento, porém, só levou em conta a opinião de pouco mais da metade dos responsáveis. A Secretaria entregou para os alunos cerca de 5.600 questionários, todos deveriam ser preenchidos por seus pais e devolvidos à escola. Do total, apenas 51,5% foram respondidos.

Quem não quer
A adesão às lições religiosas é bem menor entre responsáveis por alunos dos últimos quatro anos do ensino fundamental — apenas 14% deles as aprovam. Entre todos os pais que querem essas aulas, 61,5% se disseram católicos; 35%, evangélicos.

Notícias Cristãs com informações do O Dia

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