Posts tagged ‘estados israel’

04/10/2015

Netanyahu cala Assembleia da ONU ao denunciar acordo nuclear com Irã


xbenjamin-netanyahuCerca de 24 horas após o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, afirmar diante da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, que pode abandonar os acordos de paz,  quem usou a palavra foi o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Em um discurso considerado histórico, calou durante cerca de 45 segundos os representantes diplomáticos ali reunidos. Netanyahu denunciou o acordo nuclear das potências mundiais com o Irã.

Ele disse que aquele tempo devia servir para que o mundo “pensasse no que fez” em relação às ameaças de Teerã de destruir o Estado judeu. O silêncio do auditório, ironicamente, parece ter falado mais alto.

O premiê afirmou que seu governo “fará de tudo” para defender-se e reiterou que seu país está pronto a retomar “imediatamente” as conversas sobre paz com os palestinos.

“Após 70 anos do assassinato de 6 milhões de judeus, líderes iranianos prometem destruir meu país, matar meu povo. A resposta desta assembleia, de quase todos os governos aqui presentes, foi inexistente. Silêncio total. Silêncio ensurdecedor”, enfatizou.

Deixou ainda uma mensagem aos líderes do Irã: “seu plano para destruir Israel fracassará. E esta é a minha mensagem aos países da ONU: sejam quais forem as resoluções que vocês adotarem neste local, Israel fará todo o possível para defender seu Estado e seu povo”.

Netanyahu lembrou que as Nações Unidas são sempre rápidas em criticar e se postar contra Israel, mas tem falhado em impedir a morte de cerca de 300.000 civis na Síria.

Apesar das dificuldades crescentes nas relações com o governo Obama, o primeiro-ministro israelense tem uma visita agendada na Casa Branca mês que vem. Com informações de Jerusalém Post

Assista:

21/11/2012

Nome da operação de Israel anti-Hamas tem significado bíblico


Nome da operação de Israel anti-Hamas tem significado bíblicoO nome da campanha de Israel contra o Hamas divulgado para a imprensa, em inglês, é “Operação Pilar da Defesa”. Mas a leitura do nome da ação em hebraico poderia provocar surpresa ao se constatar que é “Operação Pilar de Cloud”

Um porta-voz das Forças de Defesa de Israel explicou que a maioria dos israelenses reconheceria o termo “coluna de nuvem”, sendo essa uma referência bíblica.

“Nos baseamos na coluna de nuvem que acompanhou a nação de Israel durante o Êxodo, enquanto eles saiam o Egito e viajavam para a terra prometida”, disse Eytan Buchman, chefe  de mídia das Forças Armadas de Israel. “Eles queriam ter proteção contra os problemas do deserto, ladrões, povos inimigos, cobras e escorpiões.”

Buchman disse que o nome da operação anti-Hamas comunica a mensagem de que se trata de uma manobra defensiva.

“Estamos chegando a uma década de foguetes sendo disparados indiscriminadamente contra civis”, explica Buchman, referindo-se às ações do Hamas no sul de Israel. A atual operação militar do Estado judaico, ressalta, “é como uma nuvem proverbial que está chegando para proteger.”

A primeira referência bíblica a uma coluna de nuvem está em Êxodo 14:19-20, que descreve a fuga dos israelitas da escravidão, culminando com a divisão do Mar Vermelho feita por Moisés.

De acordo com o rabino Shmuel Herzfeld, que lidera a Sinagoga Nacional, em Washington, a ideia da coluna de nuvem refere-se à proteção física e espiritual: “A mensagem espiritual aqui é sobre a oração a Deus pedindo proteção”, disse Herzfeld. ”Em Êxodo, a coluna de nuvem é a proteção espiritual dos israelenses”.

A coluna também aparece no livro de Salmos, em um versículo que lembra que Deus falou com os líderes hebreus como Moisés, Arão e Samuel “na coluna de nuvem”.

Mesmo com muitas críticas pela opção de associar um ataque militar a uma manifestação divina, Buchman disse que ele o exército de Israel simplesmente queria enfatizar a “natureza defensiva da operação”. Ele lembrou ainda que operações anteriores de Israel já usaram referências bíblicas.

Em 2002, disse ele, as forças de defesa usaram o nome “Operação Arca de Noé” na apreensão de um navio palestino carregado com foguetes, mísseis e explosivos. Em 2008, a operação em Gaza foi chamada de “Chumbo Fundido”. Ela começou durante o feriado judaico do Chanuká e faz referência a uma canção religiosa popular neste período do ano. Traduzido de CNN.

20/11/2012

Ataques a Gaza prejudicam o turismo em Israel


Ataques a Gaza prejudicam o turismo em IsraelOs combates na Faixa de Gaza tem distanciado os turistas que planejavam visitar Israel nos próximos dias. A Terra Santa é o principal ponto de turismo religioso do mundo e atrai milhares de pessoas todos os anos.

Mas com os ataques dos últimos dias muitos hotéis, junto com a empresa EI AI tiveram cancelamentos e a expectativa é que nos próximos dias mais pessoas desistam de visitar Israel.

O Ministério do Turismo ainda não deu estatísticas oficiais, mas está ciente que o número de desistências tende a aumentar. “Houve cancelamentos mínimos atualmente, mas é óbvio que essa é uma situação que se desenvolve”, disse uma fonte à agência Reuters.
Enquanto o governo israelense monta uma intensa campanha aérea contra a Faixa de Gaza para deter os foguetes lançados pelos palestinos que só aceitarão o cessar fogos depois que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tirar os israelenses da região.

O primeiro foguete dos palestinos atingiu a região da Cisjordânia na última sexta-feira (15) deixando três israelenses mortos.

O clima de tensão tomou conta da região e os turistas começaram a cancelar suas viagens, como conta o porta-voz do Fattal, a maior rede de hotéis de Israel. “Vemos o início de uma tendência, mas apenas em alguns dias seremos capazes de ver em que direção caminha a tendência geral”, disse.

Belém também está sentindo com a crise, a cidade onde está localizada a Igreja da Natividade recebe milhões de turistas, mas já perdeu metade de suas reservas devido a violência em Gaza.

Quem participa de cruzeiros também está evitando aportar em Israel, no último domingo a Rádio Israel anunciou que quatro cruzeiros, transportando 6.000 turistas no total, evitaram a região com medo dos ataques.

Fonte: Gospel prime

20/11/2012

Rabino acredita que guerra com Gaza é prenúncio da vinda do Messias


Rabino acredita que guerra com Gaza é prenúncio da vinda do MessiasEnquanto um número crescente de israelenses é convocado para se apresentar ao exército e o mundo teme uma invasão de Gaza por terra, Shalom Hammer, rabino-chefe do exército de Israel tenta animar as tropas postando trechos das Escrituras em sua conta do Twitter.

Um dia após o início dos confrontos, quando os primeiros mísseis partiam para Tel Aviv e Jerusalém, ele postou passagens de Zacarias 12:10, “Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas”. Talvez pela limitação de espaço do Twitter, o rabino só mencionou a primeira parte do versículo.

Esse texto, para cristãos e judeus messiânicos apontam a vinda do Messias, pois a segunda parte diz: “e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito”. Essa seria uma clara alusão a crucificação que revelaria Yeshua (Jesus) como o Messias.

O fato de o rabino chefe do exército ter postado esse versículo, segundo o site Israel Today, parece ser especialmente oportuno agora que a tensão da batalha contra Gaza aumenta. O motivo é o verso imediatamente anterior, Zacarias 12:9, que diz: “E acontecerá naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém”.

Dentro do mesmo contexto, os judeus se apoiam na profecia de Zacarias 9:5-6: “Ascalom o verá e temerá; também Gaza, e terá grande dor; igualmente Ecrom; porque a sua esperança será confundida; e o rei de Gaza perecerá, e Ascalom não será habitada. E um bastardo habitará em Asdode, e exterminarei a soberba dos filisteus”.

Os palestinos de hoje, que ocupam a Faixa de Gaza, dizem ser os descendentes dos filisteus. Traduzido de Israel Today.

05/11/2012

Igreja do Santo Sepulcro deve milhões em contas de água


Igreja do Santo Sepulcro deve milhões em contas de águaLocalizada em Jerusalém, a Igreja do Santo Sepulcro pode ser fechada ao público, pois a administração está devendo US$ 2,3milhões para a companhia de água local, segundo o jornal israelense Maariv.

O espaço pertence à Igreja Grega Ortodoxa de Jerusalém que teve suas contas congeladas por causa da dívida. O arcebispo de Constantina, Antonios Peristeris, garante que a igreja tem pago as contas atuais, mas que é difícil pagar a divida que foi acumulada no passado.

Construída na Cidade Velha no século 4 a Igreja do Santo Sepulcro está localizada na colina conhecida como Calvário, foi nesse monte que Jesus foi crucificado.

O local recebe milhões de turistas anualmente, pessoas vindas de diversas partes do mundo que querem estar perto do lugar onde Jesus fora crucificado e sepultado.

Para que o espaço não seja fechado, o arcebispo espera receber doações que lhe ajude a quitar a dívida. “Nós confiamos que Deus e que as pessoas nos ajudarão”, disse Peristeris.

Até o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, e o presidente de Israel, Shimon Peres, foram procurados pelo arcebispo para ajudar a igreja a pagar a dívida.

A companhia disse ao Maariv que não corta o abastecimento para não prejudicar os fiéis que viajam milhares de quilômetros para conhecer a igreja.  Fonte: da Folha de SP.

24/09/2012

Achado reservatório próximo ao Monte do Templo em Jerusalém


Achado reservatório próximo ao Monte do Templo em JerusalémArqueólogos israelenses descobriram um tanque de água (cisterna) datado do período do Primeiro Templo de Jerusalém (1006-586 a. C.). O achado pode lançar uma nova luz sobre os usos e costumes da vida na cidade santa há cerca de 2.500 anos atrás.

Encontrado junto ao muro ocidental da praça onde estava o Templo, no chamado Arco de Robinson. O tanque recebia água do poço de Siloé, que ficava algumas centenas de metros além dos muros, explicam os especialistas.

“Está bastante claro agora que Jerusalém não só tinha sua fonte de água em Gion, mas tinha outros recursos para uso público”, afirmou em um comunicado o arqueólogo Eli Shukron, que lidera o projeto da Autoridade de Antiguidades de Israel. A descoberta mostrou que o abastecimento de água de Jerusalém, além de uma fonte de água natural, contava com grandes reservatórios artificiais do tipo agora descoberto.

A descoberta consiste em uma cavidade meticulosamente esculpida na rocha. A evidência da época é determinada pela forma e pelo tipo de reboco, típicos de reservatórios do período do Primeiro Templo descobertos em outros lugares de Israel. Pode-se ver as impressões digitais dos construtores impressas na parece, feitas quando eles terminaram o trabalho, como nos depósitos descobertos nos depósitos similares de Tel Be’er Sheva, Tel Arad e Bet Shemesh.

Essa cisterna é o ponto final de um canal do Vale do “Tyropoeon”, que alguns estudiosos identificam com o “Vale da Decisão” mencionado no Livro de Joel (Joel 4,14) e também pelo historiador judeu-romano Josefo.

Eli Shukron conta que durante o trabalho debaixo do chão do canal, se abriu uma brecha que revelou a presença da cisterna com dois tanques pequenos, capaz de reter 250 metros cúbicos de água, o que faz dela a maior daquela época já descoberta em Jerusalém.

Seu tamanho grande indica que a água era utilizada para as funções cotidianas no Templo e pelo público em geral, seja para banho ou para ser bebida. Provavelmente servia também como local de purificação dos peregrinos antes de subirem para o banho ritual.

O tamanho original e a localização da cisterna sugerem que ele tenha servido para auxiliar nas atividades de rituais no templo, segundo destacou a arqueóloga Tsvika Tsuk da Autoridade de Parques de Israel. “É possível que a grande cisterna encontrada ao lado do Monte do Templo tenha sido usada na operação diária do próprio Templo, mas também serviu para os peregrinos que vinham e precisavam de água para lavar e beber”, completa Tsuk. “A cisterna foi impermeabilizada com um gesso amarelado típico do período e ainda visíveis nas paredes”.

O local testemunha a existência de uma área com uma elevada densidade de construções. Porém, quando o local cresceu em número de habitantes, na época do Segundo Templo, as construções mais antigas foram desativadas, como ocorreu com o reservatório encontrado.

Calcula-se que o Primeiro Templo tenha sido construído por volta de 950 a.C, de acordo com o registro bíblico e destruído por um exército babilônico em 586 a.C. O Segundo Templo foi edificado começou cerca de 50 anos depois e totalmente destruído por soldados romanos no ano 70 d.C.

Depois de completar as escavações, a Autoridade de Antiguidades de Israel, órgão oficial do governo israelense, examinará a possibilidade de incluir este grande reservatório na rota para os visitantes da Terra Santa.

Traduzido de Acontecer Cristiano

onte: Gospel Prime

14/08/2012

Diretor do FMI avisa que o mundo está se preparando para a guerra de Israel contra Irã


Diretor do FMI avisa que o mundo está se preparando para a guerra de Israel contra Irã Stanley Fischer, um dos diretores do Banco Central de Israel e que trabalha como consultor do FMI, afirma que Israel poderá enfrentar uma crise econômica como consequência de um possível ataque ao Irã. Porém, avisa que o país está “preparado para todos os cenários possíveis.”

Fischer fez essas declarações durante uma entrevista ao Canal 2 após ser perguntado se Israel tem um plano de contingência caso a guerra com o Irã realmente aconteça.

“A principal responsabilidade de cada país é proteger a sua segurança… É possível descrever situações generalizadas de guerra, o que seria muito difícil de lidar. Estamos nos preparando para uma grande crise e ao mesmo tempo a necessidade de garantir a segurança, o que é muito pior… e se mais dinheiro precisa ser investido para que o país se defenda, então é isso que será feito”, resumiu Fischer.

Ele disse que uma guerra contra o Irã pode causar uma crise econômica já que a economia de todos os países está interligada, mas não consegue prever o quanto isso afetaria o restante do mundo. “Vai acontecer, mas é muito difícil calcular”, disse. Fisher confirmou apenas que Israel está se preparando financeiramente para um cenário em que sua “segurança seja comprometida.”

Embora tenha evitado comentar sobre se os cortes orçamentais recentes e o aumento de impostos defendido pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro das Finanças, Yuval Steinitz, acredito que fazem parte da preparação de uma possível crise econômica pós-guerra.

Uma eventual desaceleração na economia é dada como certa. “Netanyahu e Steinitz estão trabalhando de uma forma ponderada”, disse ele, elogiando o trabalho que está sendo feito.

Contudo, reconhece que a crise financeira global não deve melhorar tão cedo. “Se a Grécia sai da zona do euro, estaremos em apuros, porque vai haver uma crise financeira global como em 2008. Isto irá nos causar problemas que podemos enfrentar, mas a economia [de Israel] está em boas condições. Não está em ótimo estado, mas estamos prontos para a lidar com uma crise”, finalizou.

Um dos aspectos que estaria impedindo os EUA de apoiarem Israel é justamente a crise econômica americana que tem forçado o país a cortar gastos com atividade militares no Afeganistão e Iraque nos últimos meses.

O ministro da Defesa iraniano, general Ahmad Vahidi, declarou no início deste mês que advertiu que qualquer aventura militar do regime israelense contra Teerã significará “autodestruição”. “O regime sionista (Israel) sabe que atacar o Irã é um desejo inatingível, a menos que seu regime pretende cometer suicídio”, disse Vahidi afirmando que seu país está preparado para revidar “à altura” qualquer tentativa de ataque de Israel ou dos Estados Unidos.

Traduzido e adaptado de Times of Israel

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