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04/10/2012

Falsos pastores são presos depois de roubar R$ 6 milhões


Falsos pastores são presos depois de roubar R$ 6 milhõesA Polícia Civil do Rio Grande do Sul, em conjunto com a Polícia Civil do Espírito Santo, conduziram uma investigação que resultou na prisão de uma quadrilha de estelionatários. O líder do grupo, William Dias Cruz, 29 anos, foi preso em Gramado, na serra gaúcha, onde lavava o dinheiro arrecadado com os golpes.

A investigação começou há cerca de cinco meses, quando Cruz foi morar na serra gaúcha. Segundo a polícia, ele usou mais de R$ 1,8 milhão para adquirir uma casa em um condomínio de luxo usando o nome de laranjas.

A maioria dos golpes da quadrilha ocorria no Espírito Santo. Eles utilizavam empresas de fachada para financiar bens, principalmente veículos. Entre suas práticas estava se passarem por pastores de igrejas evangélicas e enganar os fiéis, conforme a polícia.

O estelionatário preso acumulou um patrimônio milionário convencendo suas vítimas de que poderia negociar dívidas de financiamentos, fazendo-as acreditar que se pagassem suas mensalidades ao golpista, estariam fazendo um bom negócio.

O falso pastor usava métodos apurados para convencer as vítimas. Freqüentava cultos religiosos e se aproximava das pessoas para ganhar sua confiança. Segundo a Polícia Civil, ele participava de cultos em uma Igreja Evangélica no Bairro Avenida Central, aonde teria ajudado a comprar equipamentos para o grupo musical do templo.

O montante do dinheiro acumulado pela quadrilha de Cruz é estimado em R$ 6 milhões. Na sua casa foi encontrado ainda um veículo de luxo, além de objetos como relógios de luxo, tablets, notebook, livros de persuasão e psicologia criminal, além de diversos cheques. Willian é acusado de estelionato, falsidade ideológica e falsificação de documento. A Polícia procura agora os outros membros da quadrilha.

Veja o Video:

Com informações Zero Hora e Integração

04/09/2012

Paquistão prende imã que acusou jovem cristã de blasfêmia


Paquistão prende imã que acusou jovem cristã de blasfêmia A história da menina de 11 anos que foi presa no Paquistão ganhou uma nova versão, agências internacionais divulgaram a prisão de um imã que teria plantado provas para incriminar a jovem que está presa há mais de duas semanas.

Rimsha Masih foi acusada de levar dentro de um saco de lixo algumas folhas queimadas do Corão, mesmo tendo problemas mentais a garota foi levada para a delegacia depois que os vizinhos se revoltaram e chamaram a polícia do bairro pobre de Mehrabad, próximo a capital Islamabad.

O caso teve desdobramentos depois que a polícia investigou e chegou até o imã Khalid Chrishti que denunciou a garota, segundo testemunhas foi ele quem colocou páginas do livro sagrado dos muçulmanos entre as páginas que a garota levava no saco com a intenção de incriminá-la.

“O imã (Khalid Chishti) foi preso depois que seu vice, Maulvi Zubair, e outras duas pessoas terem afirmado a um magistrado que ele colocou páginas do Alcorão entre as páginas queimadas trazidas a ele por uma testemunha”, disse o investigador Munin Hussain Jaffri.

Ainda de acordo com as testemunhas a intenção do líder islâmico era fazer com que os cristãos deixassem a região, o que de fato aconteceu já que muitas famílias, incluindo os pais de Ramsha, deixaram o bairro temendo a vingança dos vizinhos muçulmanos.

Agora o imã será julgado por ter sido ele quem queimou o Corão, que na lei paquistanesa é um crime de blasfêmia, podendo ser condenado a prisão perpétua.

“Ao colocar essas páginas nas cinzas, ele também cometeu profanação do sagrado Alcorão e ele está sendo acusado de blasfêmia”, disse o investigador.

O caso de Rimsha já tinha causado indignação na comunidade internacional que não apoia a prisão de crianças em presídios de segurança máxima, principalmente quando a criança sofre de problemas mentais, mas com essas novas informações há esperança de que a jovem seja libertada.

Com informações UOL

17/02/2011

Religioso flagrado com adolescente em motel concede entrevista reveladora


Aos 50 anos, nascido em Crato (CE), formado em Filosofia e Teologia, o frei Erivam Messias da Silva, 29 anos dedicados ao catolicismo, afirma que está arrependido de ter se envolvido com uma adolescente de 16 anos, um romance polêmico que acabou em prisão por flagrante na saída de um motel e um escândalo que abalou autoridades e fiéis da Igreja Católica.

Com passagens a trabalho pelos municípios de Campo Grande e Dourados (ambos em Mato Grosso do Sul), Rondonópolis e, por último, Cuiabá, Erivam está afastado da Paróquia Nossa Senhora da Guadalupe e também da Igreja Mãe dos Homens, onde apenas celebrava missas.

Ao longo da entrevista, o frei questiona a Igreja e opina que a religião deve acompanhar a evolução da sociedade, revendo conceitos, por exemplo, sobre a união estável e sexo antes do casamento.

Erivam confessa relacionamentos com outras mulheres, mas garante que nunca havia se apaixonado. Entre passeios ao shopping e sessões de cinema, o romance com a menor foi seguindo, relatou o frei na tarde desta terça-feira, quando concedeu entrevista exclusiva para A Gazeta.

A Gazeta – Após a prisão, punição da Igreja e possibilidade de responder a processo na Justiça que pode resultar em condenação, o senhor se sente arrependido pelo envolvimento com a garota de 16 anos?

Erivam Messias – Me arrependo profundamente! Olhando as consequências da tempestade e o estrago que ficou tanto do que é verdadeiro quanto das calúnias e difamações, não tenho vergonha de dizer que me arrependo porque esse episódio prejudicou a minha pessoa, as paróquias e a própria garota.

O senhor considera sua atitude um pecado?

Considero minha atitude perante a Igreja uma falha e não um pecado. Entendo que transgredi uma norma do universo católico, o que aceitei livremente. Mas, não um pecado que me condene diante dos olhos de Deus.

O que, em sua visão, configuraria um pecado que poderia condená-lo perante Deus?

Se esse relacionamento fosse com uma criança, alguma menina abaixo de 14 anos ou tivesse forçado alguma situação. Se tivesse forçado a ingerir bebida alcoólica, ou seja, não tivesse consciência do que estivesse acontecendo.

A mãe da garota se declarou surpresa ao descobrir o episódio. Mas ao que se soube esse relacionamento já durava alguns meses. Por que a decisão de ocultar o romance? Não seria mais prudente dialogar com a família da menor e com a própria Igreja?

Por ser proibido pela Igreja! Este relacionamento nasceu a partir de uma amizade. Não foi uma aventura e tampouco uma sacanagem da minha parte. O meu coração falou mais alto e decidi me entregar. De uma convivência harmoniosa, nasceu uma paixão e daí surgiu um namoro. Pela função que exercia, não podia torná-lo público, por isso ficou escondido. Sabia que pelo seu histórico a Igreja não iria entender!

A menor se diz apaixonada. O senhor também compartilha deste sentimento?

Compartilho sim! Eu mesmo disse várias vezes a ela que a amava!

Quanto tempo durava esse relacionamento!

Começou no meio do ano passado. Já dura até bastantes meses!

Em algum momento o senhor avaliou a possibilidade de abandonar a Igreja para casar e construir uma nova vida ao lado dela?

Estava muito cedo como relacionamento para tomar qualquer decisão. Sabíamos das nossas diferenças de idade. O que tornava este relacionamento vívido foram os bons momentos que se tinha ao estar ao lado de uma pessoa que se gosta. Mas, em nenhum momento chegamos a falar de casamento.

Pelas cidades que o senhor passou, chegou a manter relacionamento com alguma mulher?

Com outras mulheres sim, mas uma adolescente não! Mas nada que fosse tão profundo!

O que essa menor tem de tão especial? O senhor saberia descrever?

Tenho que perguntar ao meu coração! É uma garota simples, inteligente, madura que dialogava comigo, apesar da idade, sem nenhuma diminuição. Lógico que ela não tem a maturidade de uma mulher experiente. Mas não é uma garota, é uma mulher.

Como se davam esses encontros amorosos apesar de tanta vigilância?

Cheguei a viajar com a mãe dela e a irmã durante as férias. Em momento algum viajamos sozinhos e nunca estive reunido sem o consentimento da mãe dela. Costumávamos passear no shopping e ir ao cinema.

O senhor discorda da delegacia de que se trata de estupro de vulnerável?

Discordo baseado na lei. Inclusive, não conhecia a lei que tratava disso. Fui conhecer a partir destes fatos. O que está escrito é o que está certo e entendo que não cometi crime algum perante as leis.

A Igreja decidiu pela suspensão das suas atividades. O senhor pretende retornar ou planejar novas atividades?

Foi uma punição da Igreja de Cuiabá e não a Católica! A única arquidiocese que não posso exercer o meu papel de sacerdote é a de Cuiabá. Não tenho impedimento em nenhuma outra, mas estou numa fase discernimento e pensando o que fazer da minha vida.

O que senhor diria aos fiéis da Igreja Católica que estão chocados com este episódio?

Que me perdoem pelo meu erro de manter um relacionamento que não poderia ter enquanto sacerdote. Quero dizer aos amigos paroquianos que fiquei muito agradecido pelas visitas, mensagens e apoio que recebi neste momento difícil. Que Deus abençoe a todos!

O senhor acredita que Igreja deve rever conceitos em relação à união estável e ao sexo antes do casamento nesta sociedade moderna?

São temas bastante polêmicos! Com o passar dos anos, a Igreja se vê obrigada junto com a sociedade a repensar algo neste sentido. Mas não estou aqui colocando meu erro como culpa por conta da Igreja. Mesmo com a função que exercia, decidi me entregar livremente.

O senhor não se sente alvo de uma intolerância da Igreja? Não é uma medida extrema suspender suas atividades ou até mesmo expulsá-lo pela descoberta de um romance?

Foi a decisão que o arcebispo de Cuiabá tomou! Em momento algum manteve contato comigo, me procurou para conversar. Conforme a carta que recebi a punição foi embasada nas notícias divulgadas pela imprensa. É uma decisão da autoridade dele que prefiro não questionar.

Recentemente, o senhor manteve conversas com o frei Aluísio Alves, responsável pela Congregação Franciscana, o que foi tratado nestes diálogos?

As nossas conversas foram no sentido de organizar a minha vida a partir de agora e a garantia de que eu esteja bem e procure refletir enquanto permanecer nas imediações de Cuiabá e permanecer à disposição do meu advogado. Em momento algum mantivemos conversas a respeito da minha culpa ou falha. A Congregação Franciscana agiu no sentido de apoiar e não condenar!

Se houvesse um encontro com Deus, o que o senhor diria?

Muito obrigado por tudo aquilo que o senhor me deu! Perdoe minha falhas! Eu sou um dos teus filhos mais fiéis!

Chegou a ser divulgado que o senhor enquanto padre em Campo Grande (MS) e Goiás (GO) desviou até R$ 800 mil da Igreja. O que o senhor pode dizer a respeito disso?

São calúnias, informações mentirosas que nada condizem com a realidade. Uma Igreja administrar R$ 800 mil é algo fora da realidade. Já foram divulgadas duas notas da paróquia de Cuiabá contestando veementemente essas informações. Nunca morei em Goiânia ou tive acesso ao dinheiro das paróquias. A responsabilidade de lidar com o financeiro sempre pertenceu a outras pessoas. Essas informações contra minha pessoa são ridículas. Todos os gastos feitos por qualquer frade ou frei têm que prestar conta aos hierárquicos.

Fonte: Gazeta Digital
Via: O Galileo

15/02/2011

Deputados evangélicos, Silas Câmara e esposa são citados como “casal encrenca” por revista


Silas Câmara e Antônia Lúcia 200x200 Deputados evangélicos, Silas Câmara e esposa são citados como casal encrenca por revistaA edição dessa semana da revista Época traz uma matéria com algumas acusações contra a deputada federal Antônia Lúcia e seu esposo e também deputado federal, Silas Câmara. Eles, apesar de serem líderes da igreja Assembléia de Deus, somam diversos processos jurídicos.

Segundo a matéria, Antônia responde a sete ações no Acre: compra de voto, falsidade ideológica, fraude processual, formação de quadrilha, peculato, uso de caixa dois e falso testemunho.

E não é só isso, Um pedido de prisão preventiva chegou a ser aprovado em 2010. Os desembargadores entenderam que ela tinha fornecido endereço falso para se livrar de intimações e atrasar processos. Entre eles está um em que é acusada de distribuir 1.200 litros de combustível numa carreata.

Ele por sua vez, foi investigado pela Polícia Federal (PF) a pedido da Justiça Eleitoral do Amazonas. Escutas desvendaram as peripécias do casal nas campanhas simultâneas. O caso mais grave foi em setembro, quando a PF prendeu Heber e Milena Câmara, filhos do casal que estavam com R$ 475 mil sem origem declarada. O Ministério Público diz que o dinheiro tinha sido enviado pelo marido, do Amazonas, para a campanha da mulher, no Acre. Seria gasto com a compra de votos e despesas de caixa dois.

Há dez anos, Silas é réu em um processo que corre em segredo no Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2009, também foi denunciado por falsidade ideológica e uso de um RG falso em procurações e alterações de contratos sociais de uma empresa da qual era sócio. Se for condenado, perde o mandato e pode pegar até cinco anos de prisão.

Os filhos mais velhos do casal dirigem a TV Boas Novas e uma rede de rádio no Amazonas e no Acre. É o maior conglomerado de comunicação evangélica do Norte, mas Silas e Antônia não constam como dirigentes.

Para se defender dessas acusações o casal enviou uma nota única dizendo que o dinheiro apreendido com os filhos não era deles. Sobre o processo no STF, Silas alega inocência. “As acusações têm origem em denúncias absolutamente improcedentes, maquinadas há mais de dez anos por adversário político com interesses paroquiais”, diz.

Amazonas, Acre e Brasília

O casal só pode ser eleito graças a uma brecha da lei eleitoral que só aprova a candidatura de marido e mulher se forem por estados separados. Por isso, apesar de morar no Amazonas com seu esposo, Antônia Lúcia se elegeu pelo estado do Acre.

Em Brasília eles também morarão juntos em um apartamento funcional alugado por Silas. Mesmo assim, ela não abriu mão do auxílio-moradia de R$ 2.500 por mês.

Fonte: Gospel Prime / Revista Época

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