Posts tagged ‘folha de são paulo’

02/10/2013

Autor de novela teme retaliação de evangélicos


novela amor a vidaO autor da novela “Amor à Vida”, Walcyr Carrasco, entregou um capítulo da novela e pediu toda cautela durante a gravação de uma cena que envolve evangélicos.

Nas imagens, as recepcionistas Maristela (Vera Mancini) e Verônica (Miriam Lins) vão até o bar de Denizard (Fulvio Stefanini) com dois missionários para falar sobre o novo templo que abrirá na região e aproveitam para oferecer uma bíblia à família.

Antes de detalhar a cena, Carrasco pediu que não houvesse alteração em seu texto: “Nesta cena eu não gostaria que fosse trocada nem uma palavra, não fosse criada nenhuma piada, nada. Estamos lidando com um tema sensível, que são os evangélicos. O texto foi pensado com todo o cuidado para evitar desgastes com a comunidade evangélica.”

Globo pode desistir de mocinha evangélica em novela

Depois de muitos esperarem pela conversão de Valdirene, personagem de Tatá Werneck (foto) em “Amor a Vida”, autor da trama cogita esquecer a história de mocinha evangélica.

A “piradinha” de “Amor à Vida”, novela das 21h da Globo, de Walcyr Carrasco, deve ter a história original modificada só para atender à demanda do público.

A Folha de São Paulo apurou que tanto a Globo como o autor da trama cogitam esquecer essa história de cantora gospel, mocinha evangélica, para apostar mais no deboche de Valdirene e sua mãe, Márcia (Elizabeth Savalla).

“Amor a Vida” chegou a ser chamada de “novela evangélica” pelo fato de ter uma personagem que se converteria e se tornaria uma autêntica evangélica. Enquanto muitos evangélicos assistiam a novela esperando pela conversão de Valdirene, a Globo aproveitou para defender temas polêmicos como homossexualismo e aborto com posicionamentos contrários a fé cristã.

Fonte: Yahoo

09/09/2013

Líderes petistas contrários aos evangélicos vão ajudar a pagar dívida deixada pelo Papa


Líderes petistas contrários aos evangélicos vão ajudar a pagar dívida deixada pelo Papa Após o final da Jornada Mundial da Juventude, a Arquidiocese do Rio de Janeiro ficou com uma dívida milionária. Segundo o bispo auxiliar, dom Antônio Augusto, os gastos com a Jornada foram estimados em R$ 350 milhões. A sede da Igreja Católica no Rio não informou o montante do “prejuízo”, mas estima-se que seja mais de 100 milhões de reais.

Antes e durante sua realização, o evento foi muito criticado pois recebeu investimentos de R$118 milhões dos cofres públicos. Foram fundos do governo federal, municipal e estadual. O Federal gastou R$62 milhões, quase metade desse valor apenas para ações de segurança. O governo estadual investiu R$28 milhões e o municipal mais R$28 milhões para receber o pontífice.

Segundo notícias veiculadas pelos jornais Folha de São Paulo e O Globo, uma das primeiras opções foi a venda de um imóvel que pertence à Casa do Pobre de Nossa Senhora de Copacabana. Propriedade da Arquidiocese, no local atualmente funciona o hospital Quinta D’OR, mas está alugado desde 2001. A Rede D’OR pagou R$ 46 milhões pelo espaço no final de agosto.

Ainda de acordo com a imprensa, desde o fim da Jornada, o arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, tem pedido ajuda a empresários e políticos para encontrar uma solução para a dívida.

Já está sendo avaliada a possibilidade de vender o antigo prédio do Hospital São Francisco de Paula, da Ordem de São Francisco dos Mínimos. Os recursos seriam repassados como empréstimo para o Instituto Jornada Mundial da Juventude. A opção mais viável no momento é colocar à venda o cemitério do Catumbi, no Rio de Janeiro, que valeria cerca de R$ 80 milhões.

Com apoio da Rede Globo, a Arquidiocese lançou uma campanha para arrecadar o que falta. Os fiéis podem depositar qualquer quantia na conta do Instituto Jornada Mundial da Juventude. O anúncio foi feito no Jornal Nacional, que também mostrou a abertura de uma auditoria “pra poder exatamente sabermos o que aconteceu, o que está acontecendo, pra que saber onde foi aplicado cada centavo e quais são as verdadeiras necessidades”, explica Orani.

Nos últimos dias, dom Orani Tempesta recebeu conselhos de José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, e forte liderança no PT. O arcebispo é amigo de Evanise Santos, ex-mulher do petista. Os dois almoçaram juntos recentemente. Outro petista que está se movimentando para ajudar a Igreja é Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República.

Curiosamente, os dois líderes petistas criticaram as igrejas evangélicas no ano passado. Em janeiro de 2012, Gilberto Carvalho afirmou que era preciso que o governo se preparasse para um “confronto ideológico” com os evangélicos, que incluiria a formação de uma rede de comunicação para aplacar a força de igrejas que usam a televisão para propagar sua mensagem.

Em março, Dirceu escreveu em seu blog pessoal: “Não podemos ficar na defensiva e no recuo frente à violência e à chantagem de certos setores evangélicos que querem interditar o debate sobre esses temas no país e patrulhar todas as políticas públicas com relação às questões do aborto e da homossexualidade. Esses grupos buscam impor ao Estado brasileiro uma visão preconceituosa e repressiva”. Com informações de G1, Radar On-line e Folha de SP.

16/11/2012

Tribunal de Justiça rejeita última ação da Igreja Universal contra a Folha


A 8ª Câmara Cível de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou ontem, por unanimidade, sentença que havia julgado improcedente a ação de indenização movida pela Igreja Universal contra a Folha de São Paulo e o jornalista Fernando de Barros e Silva.

O relator Caetano Lagastra entendeu que não houve abuso na coluna “Fé do bilhão”, de 17 de dezembro de 2007.

A Igreja Universal havia alegado que o texto tinha “cunho tendencioso”. Em sua defesa, a Folha afirmou que ele representava o “exercício da liberdade de expressão do pensamento”. A coluna comentava a reportagem “Universal chega aos 30 anos com império empresarial”, de Elvira Lobato, que receberia o Prêmio Esso de Jornalismo.

A reportagem foi alvo de ações movidas país afora por adeptos da Igreja contra a Folha e a jornalista. A maioria dos processos foi ajuizada em comarcas remotas, forçando o deslocamento de advogados e jornalistas por avião, ônibus, táxi e barco. As ações usavam as mesmas frases.

A tentativa de intimidação foi classificada pelo juiz Edinaldo Muniz dos Santos como “assédio judicial”.

A Igreja ainda entrou diretamente com processos referentes à reportagem, à coluna e ao editorial “Intimidação e má-fé”, de 2008, que questionava a série de ações.

“Espero que o julgamento represente o encerramento do embate judicial que durou quase cinco anos envolvendo a Igreja Universal e a Folha”, declarou a advogada do jornal, Taís Gasparian.

Segundo ela, “nesse período a igreja entrou com três ações, e seus fiéis, com mais de 110, em uma iniciativa que tinha por propósito inibir a publicação de textos jornalísticos. Apesar das dificuldades, acredito que a imprensa tenha saído saído vencedora, já que nenhuma das ações foi julgada procedente”.

Fonte: Folha de São Paulo

03/11/2012

CONTRADIÇÃO: Marcelo Rossi critica envolvimento de evangélicos com políticos


Marcelo Rossi critica envolvimento de evangélicos com políticosNa inauguração, amanhã, do Santuário Theotokos – Mãe de Deus, considerado a maior igreja católica do Brasil, estarão presentes o governador Geraldo Alckmin e o prefeito Gilberto Kassab. Mas o padre Marcelo Rossi esperava ver também no altar Fernando Haddad, prefeito eleito de São Paulo pelo PT.

Durante o período eleitoral, Dom Fernando Figueiredo, bispo da diocese de Santo Amaro, a qual Rossi pertence, recomendou que os padres deveriam abrir espaço a todos os políticos que quisessem falar nas paróquias. Quatro anos atrás, Figueiredo e o padre Marcelo dividiram palanque com Serra e Gilberto Kassab. Em 2012, José Serra recebeu novamente o apoio informal de Rossi que disse acreditar nele, segundo a Folha de São Paulo.

Além de José Serra (PSDB), Gabriel Chalita (PMDB) e Celso Russomanno (PRB) passaram pelo Santuário do Terço Bizantino, onde Rossi realizava suas missas, para receber a benção do padre eleito como o líder religioso mais influente do país.

Haddad esteve em uma missa em maio, mas o padre Marcelo não apareceu na celebração, pois teve um contratempo. O padre quebrara um dente na ocasião e foi levado às pressas para fazer um implante. Terminada a campanha, Rossi admite “Estava em falta com ele”.

O padre afirma ter uma boa expectativa sobre o governo Haddad. “Pelos projetos que apresentou, vai ser benéfico à população”.   Mas aproveitou para fazer uma ressalva “Eu acolhi todos, mas nunca apoiei”. E acrescentou “Jamais falei ‘vote neste ou naquele’, diferentemente do que fizeram alguns evangélicos. É complicado quando qualquer igreja mistura o religioso com o poder político”.

A exemplo da eleição presidencial de 2010, pastores, bispos e apóstolos evangélicos tiveram um papel de protagonistas. Em diferentes partes do país, os candidatos comemoravam o apoio de lideres religiosos e muitas igrejas, inclusive, dedicaram-se a fazer campanha, transformando-se em verdadeiros comitês eleitorais.  Curiosamente, o prefeito eleito Fernando Haddad criticou no primeiro turno o uso político da religião, mas no segundo conseguiu atrair vários pastores para sua campanha.

Obs: Tudo que a Igreja Catolica tem agradeça seu envolvimento na politica pois pelo contrario teria que pagar bilhoes pelo que conseguiu de graça envolvendo com os politicos, que conhece a historia da igreja catolica sabe disto.

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