Posts tagged ‘Google’

01/09/2013

55 milhões de buscas por “Deus” a cada mês no Google


55 milhões de buscas por “Deus” a cada mês no GoogleAs pessoas passam cada vez mais tempo na internet. Seja em computadores ou nos celulares, estar conectado com o mundo virtual parece ser essencial ao cidadão moderno. O site mais visitado diariamente ainda é o Google, a ferramenta de busca mais popular.

Uma pesquisa do site Protestante Digital indica que é possível identificar como essas buscas podem estar relacionadas com a experiência espiritual das pessoas. Não por acaso, 55 milhões de vezes as pessoas procuram pela palavra “Deus” a cada mês. O livro mais procurado pelas pessoas diariamente é a Bíblia, que pode ser lida na íntegra em diversas traduções e gratuitamente.

Embora seja impossível dizer qual o total nos outros sites de busca, os dados do Google Trends podem oferecer uma boa ideia sobre o que acontece por trás do mouse.

Essas ferramentas conseguem filtrar cada vez melhor as tendências dos usuários e aplicá-los aos seus resultados de busca. Quando se digita a palavra “Deus”, aparecem cerca de 124 milhões de resultados e para “Jesus” são 67 milhões e 100 mil. Isso somente em português. Inegavelmente há uma procura acentuada por esse termo todos os dias.

Informação: Gospel Prime

A lista de resultados coloca em primeiro lugar, em ambos os casos, o artigo na Wikipedia. A seguir surgem páginas com conteúdo evangélicos, católicos e espíritas. Para Deus o primeiro vídeo em destaque é de humor, do grupo “Porta dos Fundos”. O termo Jesus oferece entre os 10 primeiros resultados o vídeo completo do “Filme Jesus”.

buscas por jesus no google 55 milhões de buscas por Deus a cada mês no Google

O Gospel Prime utilizou uma ferramenta do Google para verificar as buscas somente no Brasil nos últimos meses. Para o termo “Jesus” são, em média, de 120 a 150 mil pesquisas/mês. Já “Deus” apresenta uma média de 100 a 110 mil entre os brasileiros. O termo “Bíblia”, nos últimos meses chegou a 50 mil pesquisas mensais. A igreja mais procurada, por exemplo, é “Assembleia de Deus”. Uma série de frases também podem indicar para quais perguntas as pessoas querem respostas “Como ser Salvo?” por exemplo chega a ser digitada 150 vezes por mês.

Longe de ser visto como algo que tenha valor científico ou seja inquestionável, os dados coletados indicam que a internet pode e deve ser usada como uma maneira de se apresentar ideias sobre Deus, Jesus e a Bíblia. Acredita-se que sites de evangelismo ajudaram a converter 5 milhões de pessoas nos últimos 4 anos. Isso levou a famosa Associação Billy Graham a trocar suas cruzadas pelo trabalho na internet.

Mais da metade das pessoas que fizeram uma decisão por Jesus através da Internet posteriormente compartilharam sua fé com outros. Além disso, 34% deles leem a Bíblia diariamente e quase metade ora um mínimo de 10 minutos por dia, revela o estudo da missão Global Media Outreach [Alcance Global pela Mídia].

A cada dia o portal Gospel Prime procura fazer a sua parte nesse processo. Por isso tem se dedicado, por exemplo, a apresentar vídeos como o que contrasta o relato bíblico com a teoria da evolução, que já passou de 50 mil exibições no Youtube.

16/10/2012

10 mil muçulmanos protestam em frente à sede do Google


10 mil muçulmanos protestam em frente à sede do GoogleNa tarde de ontem (14), cerca de 10 mil muçulmanos se reuniram em frente ao escritório da Google em Londres para tentar tirar do ar definitivamente o vídeo “A Inocência dos Muçulmanos”. Eles pediam ainda que qualquer crítica futura ao Islã seja apagada do YouTube, que pertence ao Google.

Milhares de manifestantes viajaram de países vizinhos para participar na manifestação e já anunciam um grande marcha no Hyde Park, no centro de Londres, nas próximas semanas.

Masoud Alam, um dos organizadores que pertence ao Fórum Muçulmano de Ação, disse: “Nossos próximos protestos serão nos escritórios da Google e do YouTube em todo o mundo. Nós queremos proibir este filme. Isso não é liberdade de expressão, há um limite para isso. Este insulto ao profeta não será permitido. Vamos continuar protestando até que esse material seja proibido”.

Um dos palestrantes, o xeque Faiz Al-Aqtab Siddiqui, disse ao jornal Telegraph: “O terrorismo não é apenas quando pessoas matam os corpos humanos, mas também quando se matam sentimentos humanos. Os criadores desse filme têm aterrorizado 1,6 bilhão de pessoas. Organizações como o Google são importantes e precisam assumir a responsabilidade de civilidade. Você não pode simplesmente dizer que não importa, que é apenas a liberdade de expressão. Isso é uma anarquia.”

A manifestação deste final se semana foi a terceira em um mês no Reino Unido. Barricadas foram erguidas em frente à sede do Google e foi erguida uma multidão de cartazes, com frases como “Amamos o nosso profeta mais que nossas vidas” e “Profeta Maomé é o fundador da liberdade de expressão”.

Foi divulgado que cerca de 800 imãs divulgaram o evento nas mesquitas de toda a Grã-Bretanha e ajudaram a organizar o protesto, que durou quatro horas e bloqueou as ruas até quase a entrada do Palácio de Buckingham.

Quando perguntado onde estavam as mulheres presentes no protesto, um manifestante respondeu: “bem ao fundo”.

Um porta-voz do YouTube afirmou: “Nós trabalhamos duro para criar uma comunidade onde todos podem aproveitar, a qual permite que as pessoas expressem suas diferentes opiniões. Este vídeo que está disponível em vários lugares na web, mas está claramente dentro de nossas diretrizes e, portanto, vai permanecer no YouTube.”

Fonte: Gospel Prime

 

21/05/2011

Google terá que excluir buscas contra judeus


Google terá que excluir buscas contra judeus A Justiça argentina aceitou um pedido da organização israelita Daia (Delegación de Asociaciones Israelitas Argentinas) e ordenou que o Google elimine de suas buscas palavras que indiquem preconceito contra judeus.

O pediu partiu porque, segundo a delegação, ao inserir o termo “judeu” o campo de buscas da ferramenta, o recurso autocompletar automaticamente sugeria termos antissemitas.

Fora isso, Agência de Notícias do Poder Judicial da Argentina divulgou também que o juiz Carlos Molina Portela também ordenou que o Google remova de seus resultados 76 sites apontados pela organização como racistas. Outros 22 deles também estão proibidos de receber publicidade do gigante das buscas.

De acordo com a sentença do juiz, “a aquisição pelo réu de links para conteúdo existente em páginas de cunho racista e/ou a inclusão em seu diretório de tal conteúdo poderia ser classificado como atos de discriminação ou, pelo menos, de incentivo a ela”, proferiu ele na sentença.


Fonte: Gospel Prime / com informações Info

27/04/2011

Google oferece tradução automática do latim


09/12/2010

Google é condenado a pagar honorários à IURD devido à exibição de vídeos no You Tube


A empresa Google Brasil Internet deve pagar honorários advocatícios à Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) no valor de R$ 2.500.

A decisão é do ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que deu provimento a um recurso da igreja.

A IURD ajuizou ação de obrigação de fazer em razão da veiculação de vídeos ofensivos no site You Tube. Os vídeos foram retirados do ar e foi fornecida a identificação dos usuários responsáveis pela publicação. Como o objetivo da ação foi atingido, a disputa entre as partes permaneceu apenas quanto ao pagamento dos honorários advocatícios.

Em primeiro grau, o Google foi condenado a pagamento a verba honorária. Ao julgar a apelação, o Tribunal de Justiça de São Paulo afastou a condenação por entender que a IURD deu causa à propositura da ação.

A igreja ajuizou agravo de instrumento no STJ para que fosse admitido o recuso especial contra a decisão do tribunal paulista. Primeiramente, o agravo não foi conhecido pela Presidência do STJ porque faltava procuração de advogados.

Ao analisar agravo regimental da IURD, o ministro Luis Felipe Salomão reconsiderou a decisão. Isto porque a Quarta Turma firmou o entendimento de que a juntada de qualquer procuração outorgada ao advogado do agravado satisfaz a exigência do artigo 544, parágrafo 1º, do Código de Processo Civil.

Ao analisar o mérito do pedido, o ministro Salomão ressaltou que o princípio da causalidade determina que os honorários advocatícios sejam suportados por quem deu causa a ação. Ele considerou que o litígio teve origem com a exibição das imagens, de forma que quem deu causa à ação foi o Google, ao exibir os vídeos. Portanto, é a parte ré quem deve pagar os honorários.

Segundo o ministro Salomão, “a retirada dos vídeos pela própria ré e o fato de ela estar compelida a resguardar o sigilo de seus usuários não modifica o motivo que originou a demanda, embora tais fatos influenciem no arbitramento do valor da verba honorária”. Ele considerou que a quantia fixada na sentença era razoável e não deveria ser alterada pelo STJ.

Com essas considerações, o ministro Salomão conheceu do agravo de instrumento para dar provimento ao recurso especial, restabelecendo a condenação em honorários advocatícios imposta na sentença.

Fonte: Midiacon

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