Posts tagged ‘Intolerância Religiosa’

10/04/2018

China admite proibição de Bíblias e justifica que ela fere a “harmonia social” do comunismo


Em seu livro biográfico “Desinformação”, Ion Mihai Pacepa, ex-Chefe de Espionagem da Romênia revela diferentes táticas criadas pelo Partido Comunista para “confundir” o Ocidente com informações mentirosas ou meias-verdades, além de atacar a religião, sobretudo o cristianismo.

A obra, bastante extensa e detalhada, fala sobre o período da Guerra Fria, mas serve para evidenciar que pouca coisa mudou desde então nas estratégias comunistas.

O anúncio da proibição da venda de Bíblias na China desde o início do mês é um claro exemplo disso.

O governo proibiu a comercialização das Escrituras e de algumas literaturas cristãs em livrarias on-line em todo o país, para cumprir com novas normas que exigem um controle de literatura que não esteja de acordo com os “valores centrais do socialismo”.

Ao mesmo tempo publica o documento “Políticas e Práticas para Proteger a Liberdade de Crença Religiosa na China”. Apesar do nome pomposo, trata-se de uma nova tentativa do governo comunista em censurar o direito dos cristãos de praticarem sua fé. Porém, as autoridades insistem que se trata da “proteção” da liberdade religiosa.

Devido à grande repercussão do assunto, que pelas redes sociais conseguiu furar a forte rede de censura de informações instituída pelo regime, o Partido Comunista divulgou sua versão dos fatos. E parte da imprensa está divulgando a desinformação, nome dado a toda informação oferecida com o propósito de induzir a erro.

Através do Global Times, que funciona como um jornal oficial do partido, com publicações em inglês, a explicação dada pelo regime foi: “A China regulou recentemente a venda de livros e revistas online. Algumas versões da Bíblia que não tinham um número de série de publicação foram retiradas da internet junto com outras publicações não autorizadas. O movimento foi mal interpretado por alguns meios de comunicação ocidentais”.

Segundo o Partido Comunista, “Esta não é uma campanha direcionada a todas as publicações religiosas. Vários outros livros relacionados ao estudo da Bíblia continuarão disponíveis, desde que sejam publicados através de canais legais. No entanto, a China permite que a Bíblia seja vendida apenas através de igrejas, não em livrarias, e algumas plataformas on-line burlavam essa regra”.

O comunicado afirma que são “infundadas” as declarações de que o governo “irá fazer sua própria versão da Bíblia ou que o cristianismo esteja sob repressão”. Diz também que “Uma atividade normal de gerenciamento de mercado está sendo criticada por ‘infringir a liberdade religiosa’. A Bíblia é sagrada para os cristãos, mas, como livro, tem as mesmas características de outros objetos. Como livro, a Bíblia não deve ser sacralizada no sistema de gestão social do país”.

Liberdade vigiada

O que se depreende do texto é que existe liberdade, mas uma liberdade vigiada. A livre circulação de Bíblia é um mito, que já foi desmentido inúmeras vezes. Organizações cristãs que acompanham a situação no país, como a China Aid, há muito vem mostrando ao mundo testemunhos de cristãos perseguidos, além de fotografias e filmagens de igrejas sendo fechadas, demolidas ou que tiveram as cruzes retiradas do seus templos.

Mesmo assim, o governo chinês insiste na narrativa de que existe liberdade. Os cristãos não são os únicos a serem perseguidos. Existem diversos relatos que a minoria muçulmana do país também sofre com as violações aos direitos humanos e proibições de livre expressão religiosa.

A questão principal é que o cristianismo tem defensores mais expressivos. Isso ficou evidente quando Nikki Haley, embaixadora dos EUA junto à ONU, que é sabidamente evangélica usou suas redes sociais para denunciar a proibição da venda de Bíblias.

Recheada de contradições, o comunicado do governo chinês se justifica: “Existem muitas religiões na China e todas devem ser iguais perante a administração pública. Atualmente, algumas religiões são menos propensas a conflitos e as políticas do governo têm menos probabilidade de serem mal interpretadas. Mas quando se trata do cristianismo, a questão se torna mais complicada”.

Culparam a mídia

A opção foi atacar os críticos, de forma generalizada, mas incisiva. “Algumas forças ocidentais e a mídia ocidental gostam de se intrometer nos assuntos cristãos da China, interpretando mal as políticas do governo e instigando confrontos. Eles parecem estar promovendo um conceito de que as atividades cristãs devem seguir as práticas ocidentais ao invés de se adequarem à realidade social e à governança da China. Promover tal ideia não é condizente com a harmonia da sociedade chinesa. O cristianismo tem que se integrar com a nossa sociedade.”

Em outras palavras, não há cerceamento de liberdade para quem se submete ao que o governo determina. “A maior verdade é que os cidadãos chineses desfrutam de liberdade religiosa. Os cristãos chineses não têm dificuldade em adquirir a Bíblia. A gestão social da China se alinha com o desenvolvimento saudável das religiões”, alegam as autoridades.

Finaliza dizendo que o controle de assuntos religiosos “fazem parte do sistema político da China e não são contraditórios com a liberdade de crença religiosa. Tentar criar tal problema não vem dos crentes comuns. Precisamos ficar atentos a essas tentativas”.

Toda essa argumentação e a escolha de palavras seguem a mesma linha de outros discursos do Partido Comunista, que trata o cristianismo como “religião ocidental, de valores ocidentais”, ainda que a fé tenha surgido na Ásia.

Embora possa haver questionamentos sobre a real intenção do governo em produzir sua própria tradução, embora a formação de uma “teologia chinesa”, com elementos ideológicos socialistas já esteja em curso há mais de uma década. A pretensa liberdade dos cristãos é tão real na China quanto em outros países comunistas, como Coreia do Norte e Cuba. E a grande mídia repete a desinformação como se fosse verdade.

Por: Gospelprime

09/04/2018

Mais de 200 cristãos mortos na Nigéria por milícia islâmica este ano


Centenas de cristãos foram mortos desde o início do ano, resultado dos ataques coordenados das milícias islâmicas da etnia fulani na Nigéria. Segundo um novo relatório, esses jihadistas já superaram o Boko Haram como a maior ameaça na região norte da África.

Somente em março, foram 27 ataques a aldeias, que deixaram 225 cristãos mortos e forçaram mais de mil famílias a fugirem de suas casas. Igrejas foram queimadas e muitas propriedades destruídas. Foi o mês mais violento nos últimos dois anos, o que deixa a comunidade cristã do país preocupada sobre o crescimento da violência.

Segundo a organização de direitos humanos International Christian Concern (ICC), que produziu o relatório, o governo nigeriano não tomou nenhuma medida eficaz para que a perseguição acabe. O presidente Muhammadu Buhari é muçulmano e há vários relatos que ele ignora as denúncias contra os jihadistas.

A ICC diz que, em mais de 75% dos casos, os fulani atacaram civis desarmados e indefesos. Em contraste, o Boko Haram matou 37 pessoas no mesmo período, muitas das quais eram militares envolvidos em combate.

O documento da ICC afirma que “Esta situação séria requer uma resposta séria”. Exigiu uma posição do governo, que insiste em dizer que são conflitos tribais, quando fica evidente que o assassinato em massa é coordenado e os fulani estão recebendo armamentos do exterior.

Além de matar e expulsar os cristãos das aldeias, os jihadistas ficam com suas terras, animais e propriedades. Os fulani são uma das maiores etnias da África, sendo majoritariamente muçulmanos.

Embora o governo nigeriano venha tratando esses ataques como conflitos étnicos, existem vários relatórios que os homens estavam fortemente armados e alguns ataques tiveram cobertura de helicópteros. Com informações de Persecution

07/04/2018

Ex-homossexual, pastor denuncia ativistas LGBT por “intolerância”


Hoje pastor, David Kyle Foster viveu muitos anos o estilo de vida homossexual. Há décadas ele prega que qualquer pessoa pode ser liberta como ele foi e mudar de vida, mas ultimamente vem sendo perseguido e caluniado por ativistas LGBT.

“Porque eles nos odeiam? É por amor que proclamamos as boas novas que Jesus Cristo pode libertar o cativo. É por nossa própria experiência, como ex-gays, que gritamos dos telhados que qualquer um deseje se arrepender de seu pecado pode ser perdoado e curado daquelas coisas que estão destruindo suas vidas”, escreveu ele em uma “carta aberta” publicada pela revista pentecostal Charisma.

Foster lembra que nunca forçou ninguém a tomar essa decisão e os homossexuais que buscam ajuda em seu ministério não ficam presos em algum “campo de conversão”. “Essas ideias são pura ficção, inventadas por ativistas LGBT, que talvez tenham, subconscientemente, medo de estar vivendo uma mentira. Por isso, empregam publicamente táticas de intimidação para se esconder de seus próprios medos e justificar sua decisão imprudente de permanecer como estão”, afirma o pastor.

Citando trechos bíblicos, ele lembrou que qualquer pessoa que deseje ser um discípulo de Jesus deve entender que as Escrituras trazem ensinamentos morais. “De acordo com 1 Coríntios 6: 9-11, as pessoas estavam deixando o estilo de vida gay 2.000 anos atrás, para seguirem a Cristo. Eu conheci milhares de ex-gays nos meus 30 anos de ministério”.

O líder religioso diz que vem pesquisando sobre o assunto por mais de 20 anos e diz ter provas científicas e estatísticas que mostram, inequivocamente, que o estilo de vida gay é perigoso para aqueles que o praticam e que sua causa não é “geneticamente determinada”.

“Existem muitos estudos clínicos mostrando que pode ser o resultado de trauma, negligência, abuso e / ou uma série de outras causas ao mesmo tempo”, assegurou. Destacou ainda que as taxas de suicídio entre a população LGBT é “significativamente mais alta, bem como de abuso de entorpecentes, depressão e outros problemas de saúde mental”.

Com anos de experiência no auxílio aos que desejavam abandonar a homossexualidade, Foster lamenta que “os ativistas gays deliberadamente deturparam a terapia e os ministérios que tentam ajudar aqueles que desejam abandonar o estilo de vida gay”. Diz não ter dúvida que “em seu esforço para fazer com que juízes e legisladores proíbam tal ajuda, os ativistas pressionaram legisladores, profissionais de saúde mental e líderes religiosos com argumentos falaciosos e mentirosos”.

Em tom de desabafo, o pastor Foster evita generalizar, mas diz que a motivação de muitos grupos ativistas organizado é somente financeira. Eles exigem verbas para garantia de seus “direitos” e tentam destruir a todos que “atrapalham” seu negócio.

“Os ativistas se tornaram profissionais em interpretar o papel de vítima, sabendo que as pessoas bem-intencionadas sempre estarão do lado de alguém que seja vítima. Isso se chama manipulação emocional e tem sido uma estratégia bem conhecida dos movimentos LGBT desde os anos 1950, quando tinham outros nomes”, destaca. No seu entendimento, “está se tornando cada vez mais difícil manter essa fachada de vítima quando fazem esforços claros de silenciar sumariamente qualquer pessoa que fale a verdade em amor sobre essas pessoas tão quebradas pela vida que escolheram.

O pastor chama a atenção para o que seria a nova estratégia dos ativistas: focar nos menores de idade. “Eles estão tentando aprovar novas legislações que impedem os pais de se manifestarem contrários a decisões que afetam a vida inteira de uma pessoa, como tratamentos hormonais e mudanças de sexo”, denunciou Foster.

Finalizou dizendo que “o que está em jogo é a saúde emocional e espiritual de nossos filhos, que estão sendo sacrificados no altar do engano, do dinheiro e do ganho político. Está na hora de pararmos de viver de ilusões e fazermos o que é certo, para variar”.

19/12/2015

Ex-feminista pede perdão aos cristãos por promover “beijaço gay” em frente à igreja


Uma das ativistas do movimento feminista Bastardxs, que promoveu um “beijaço gay” em frente à Igreja da Candelária, no Centro do Rio, se arrependeu do ato e pediu perdão aos cristãos, em um vídeo divulgado no YouTube nesta terça-feira (15).

Na ocasião, Sara Winter se colocou em frente a uma cruz seminua junto com sua amiga Bia Spring. As duas se beijaram e também proferiram palavras em repúdio ao discurso do candidato à presidência Levy Fidelix (PRTB) sobre a comunidade LGBT.

Imagem redimensionada“Pedir desculpas com certeza não é um ato fácil, mas é um ato louvável e de muita coragem”, desabafa Sara. “Nós exageramos muito e acabamos ofendendo muitas pessoas religiosas e não religiosas por conta desse protesto.”

Arrependida, Sara se classifica hoje como uma ex-feminista. Há menos de três meses a jovem de 23 anos deu à luz a seu primeiro filho, passou a se denominar pró-mulher e é contra o ato de abortamento. Nesta semana, traz a público seu livro digital “Vadia, Não! Sete Vezes que Fui Traída pelo Feminismo”, onde a ex-ativista relata a desilusão com o movimento por igualdade de gênero.

Após a maternidade, a ex-ativista conta que passou a valorizar mais sua vida espiritual. “Eu também tento seguir na minha vida os Dez Mandamentos, e para mim não existe nada mais lindo do que isso na face da terra. E eu gostaria que todos os seres humanos tentassem, seguir é muito difícil, mas tentassem seguir todos os dias”.

No entanto, o ponto-chave para o arrependimento foi durante uma ação social com crianças de uma comunidade carente, quando uma delas orou durante uma brincadeira.

“Isso me fez pensar em como as pessoas devem ter se sentido quando eu fiz essa blasfêmia no ano passado. Elas devem ter se sentido muito mal, muito bravas, muito magoadas, e eu entendo. É muito difícil a gente sentir empatia pelas pessoas, mas eu sinto agora e peço o seu perdão”, disse Sara. “Mesmo eu tendo demorado um pouco eu venho pedir perdão a todos os cristãos e todas as pessoas que eu tenha ofendido com esse protesto.”

Veja o Vídeo:

04/12/2012

Cidades na Europa rejeita cristãos, o evangelho de Jesus e é “invadida por demônios”


Em alguns lugares da Europa os cristãos são rejeitados e consequentemente o evangelho de Salvação é repudiado, haja visto é um ritual a adoração a uma “deusa pagã” europeia estar sendo resgatado nos últimos anos e nesse ano com força total. Trata-se de um tradição que cultua “demônios” que na cultura os ajuda a ter proteção. -Confira, entenda e ore por missões…

Uma antiga tradição de ofertar a uma “deusa pagã” Europeia (o Perchten) é considerado nocivo e perigoso para a alma cristã parece estar de volta com toda força. Numa Europa que cada vez mais rejeita o cristianismo, o festival esta sendo feita com mais enfase este ano nas ruas de Salzburg (Suíça) e Tirol (Áustria).

 As máscaras com traços diabólicos são usados em procissões e festas nas regiões montanhosas da Áustria e Suíça. Isso faz parte dos costumes tradicionais de Natal nestas regiões europeia, que segundo tradição é para assustar os espíritos que o inverno traz.

Até o século 16 a tradição de ofertar a “deusa pagã” tinha duas versões uma delas era harmoniosas e bondosa (Schöne Perchten), enquanto que a outra era feia e escuro (Finster Perchten). Enquanto a primeira versão era comemorada com enfeites de fitas, correntes de ouro, folhagens e flores, a outra era com garras, presas, chifres, peles de animais e foi a que ficou nos costumes até hoje.

Diz a tradição que homens usando “Perchten escuro” deve visitar as casas fazendo barulho para afugentar os maus espíritos. Pessoas receber uma mistura de carbonato de sódio e de farinha de milho, alimento, que representa a força de regeneração de vida após a morte.

Este é o ressurgimento do paganismo europeu. Centenas de pessoas vestidas como demônios, cobertas da cabeça aos pés com peles de animais e máscaras de madeira, ficando com a aparência de de um culto a adoração ao diabo do que como é a pretensão deles afastar espíritos malignos. Durante o festival, adultos e crianças corriam pelas ruas da cidade, que em muitos casos assustam as crianças um pouco mais crescidas, enquanto as crianças pequenas vão se acostumando com o ambiente macabro e com certeza quando crescerem acharão tudo normal.

A explicação para este festival nestas regiões da Europa é para tentar resgatar este ritual a esta “deusa pagã” que começou por volta do ano 500 anos. Naquela época, os agricultores faziam esses ritos pagãos para afugentar os “fantasmas do inverno” e ajudar a trazer uma colheita proveitosa. Eles pensavam que ao trabalharem com máscaras assustadoras conseguiriam espantar os espíritos do inverno. Cientes que as vestimentas que usavam era alusivas ao “demônio” que por sua vez acreditavam que estas figuraças demoníacas assustariam os fantasmas que prejudicavam a produção das colheitas.

Veja um vídeo postado em 2011,onde mostra um pouco do festival e podemos ver claramente a condição a qual são levadas as crianças a aceitarem estes rituais como sendo normais e benéficos para suas vidas

Fonte: Inforgospel

04/12/2012

Episódio de Os Simpsons queima Bíblia e debocha de Deus


Episódio de Os Simpsons queima Bíblia e debocha de DeusA série animada “Os Simpsons” famosa por suas polêmicas está sendo multada em 22.600 euros por debochar de Deus.

A multa foi aplicada pelo Alto Conselho Audiovisual (RTUK) turco ao canal de televisão CNBC-E por ter exibido um episódio que Deus aparece servindo uma xícara de café a Satã.

De acordo com o órgão, o episódio “debocha da crença”. Além disso, no mesmo episódio, jovens são encorajados a consumir álcool por ocasião do Ano Novo e a morte incentivada por “ordem divina”, segundo o jornal turco Hurriyet.

“A Bíblia é publicamente queimada e Deus e Satã são mostrados sob a forma de humanos”, denunciam as autoridades citadas pelo jornal. As informações são da Revista Veja.

28/11/2012

Magno Malta visita missionários presos no Senegal


Magno Malta visita missionários presos no SenegalOs missionários, José Dilson da Silva e Zeneide Novaes, receberam a visita do senador Magno Malta acompanhado dos deputados federais, Paulo Freire e Roberta Fonseca. A comitiva esteve na carceragem de Mbour, na África para ouvir a versão dos missionários presbiterianos sobre as acusações que mantem ambos presos.

José Dilson e Zeneide Novaes estão presos no Senegal há 15 dias sob acusação de recolher menores de ruas sem autorização do governo do Senegal. Eles foram presos no final de outubro por estarem evangelizando crianças muçulmanas.

Os missionários são membros do projeto assistencial Obadias, que retira menores de ruas em total estado de pobreza. Por telefone, Malta revelou que não há nenhum crime que possa manter os brasileiros presos, mas uma negligência do advogado que não registrou devidamente o estatuto do projeto evangélico na África.

“É difícil segurar lagrimas. São inocentes presos no cumprimento de uma nobre missão de paz”, disse Magno.

Pastor José Dilson e a missionária Zeneide foram ouvidos na presença do diretor do presídio. Ambos negaram o ter convertido um menor de idade ao cristianismo. “Com absoluta certeza, a questão religiosa é o motivo principal da prisão, já que a denúncia foi feita por um pai mulçumano”, explicou Magno.

Senador Malta também ficou estarrecido com as condições do presídio de Thiés, que tem capacidade para 400 presos e tem mais de 1200.

“Trata-se de uma crise política religiosa entre os Brasil e Senegal, mas a comitiva brasileira não deve colocar mais lenha na fogueira e buscar esperança no parlamento que será visitado nesta sexta-feira. A comoção entre os cristão em todo o mundo é grande e temos a responsabilidade de tirar os acusados da cadeia”, finalizou Magno Malta.

Fonte: Gospel prime

23/11/2012

Fórum de Liberdade Religiosa reúne especialistas em Brasília


Fórum de Liberdade Religiosa reúne especialistas em BrasíliaA Associação Internacional de Liberdade Religiosa (IRLA) estará realizando no dia 29 de novembro o “Fórum de Liberdade Religiosa” com o tema “Como responder aos novos desafios à liberdade religiosa no mundo”.

O evento acontece em Brasília e deve reunir líderes religiosos, profissionais da área do Direito e autoridades governamentais que discutirão sobre as dificuldades que impendem que exista liberdade religiosa em diversas religiões do mundo.

Entre as personalidades que confirmaram presença está a advogada Damaris Kuo, presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da OAB/SP, o advogado Bernardo Pablo Sukiennik, presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da OAB/DF e o secretário geral da IRLA, o especialista John Graz.

O tema a ser discutido é bastante pertinente, já que um estudo divulgado recentemente mostra que as restrições à liberdade religiosa têm crescido de maneira geral atingindo até países ocidentais que tradicionalmente impõem menos limites à prática da fé.

A pesquisa foi realizada entre meados de 2009 e 2010, mas só foi publicada este ano pela Pew Research Center afirmando que três quartos da população mundial estão sob restrições governamentais religiosas ou vivem em países com grandes hostilidades sociais relacionadas à religião.

“Nossa ideia é justamente a de discutir essa temática no Brasil e na América do Sul, por isso estamos reunindo especialistas e pretendemos concluir o Fórum com um documento que será entregue à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência do Brasil”, explica Edson Rosa, secretário da IRLA para a América do Sul.

Fonte: Gospel Prime

20/10/2012

Culto vira caso de polícia em Minas Gerais


Na noite desta quarta-feira (17) a polícia foi chamada durante um culto em uma igreja evangélica no bairro Jardim Glória na cidade de Lavras, em Minas Gerais.

Um morador vizinho ao templo ligou o som em sua casa e posicionou os alto-falantes em direção à igreja que fica em frente, prejudicando a realização do culto.

De acordo com o G1, o mesmo homem já havia sido sentenciado pelo Juizado Especial de Lavras à prestação de serviços comunitários por já ter atrapalhado o culto em outras ocasiões.

Ele alegou aos policiais que se sente incomodado com o som da igreja e por isso tomou a atitude de usar seu próprio sistema de som para “superar” o som do templo religioso.

Os envolvidos foram encaminhados para a delegacia para prestar depoimento e liberados em seguida.

Discussão antiga

A polêmica entre o som produzido pelas igrejas católicas e evangélicas é recorrente.

Em junho deste ano a Câmara Municipal de João Pessoa (PB), discutiu a criação de um Termo de Ajustamento de Conduta para tratar do barulho oriundo de igrejas evangélicas na cidade.

Na reunião estiveram presentes pastores da capital paraibana e representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMAM). A vereadora Eliza Virgínia (PSDB), lembrou que a Igreja tem papel fundamental para a sociedade e enfatizou a importância dos templos como pontos de transformação de vidas.

Ela relatou que as igrejas vem sofrendo com a visita de fiscais do meio-ambiente, que muitas vezes não são amistosas. Ela ressaltou que muitas vezes as igrejas sofrem constrangimento, pois estabelecimentos como bares, shows e carros não tem a mesma intensidade na fiscalização.

Por outro lado, o procurador da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Sudema), André Batista, disse na ocasião que “é favorável à manifestação de cultos religiosos, mas dentro das normas estabelecidas, mesmo porque as pessoas que participam dos eventos também sofrerão com os efeitos desse som acima do permitido”, esclareceu. Ele ressaltou que apesar de serem resguardados pela lei, os cultos evangélicos não podem se opor a outras legislações.

Os pastores presentes frisaram, por sua vez, que o direito à liberdade de culto deve ser respeitado e solicitaram prazos para a adequação dos templos às normas ambientais.

Fonte: Gospel+

17/10/2012

Perseguição contra cristãos aumentou 309% na última década


Perseguição contra cristãos aumentou 309% na última décadaO Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo, divulgado nesta terça-feira (16), indica que cerca de 350 milhões de cristãos em todo o mundo sofrem algum tipo de perseguição ou discriminação.

Os ataques contra cristãos aumentaram 309% entre 2001 e 2010, segundo o estudo apresentado pela organização Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

Este documento é relevante para analisar a violação deste direito fundamental em mais de 196 países. O diretor do escritório da AIS na Espanha, Javier Menendez Ros, disse que “a falta de liberdade religiosa e as ameaças só aumentaram”.

As nações do Oriente Médio, especialmente as que passaram pela “primavera árabe” são as que representam as maiores ameaças para os cristãos.

“No Egito, Tunísia e Líbia a insegurança dos cristãos aumentou ainda mais”, disse Menendez. Além disso, sofrem com o problema países africanos como Quênia, Mali, Nigéria, Chade e Sudão, especialmente depois da radicalização do Islã.

A China também é parte dessa longa lista de países onde cresce a discriminação religiosa. É “um país que preocupa”, pois o governo tem um “controle global” dos membros da igreja, explica Javier Ros. Em 133 dos 196 países analisados pelo estudo, piorou o direito à liberdade religiosa, de acordo com o relatório.

Ainda segundo a AIS, 75% da perseguição religiosa nos dias de hoje é contra as comunidades cristãs.

Traduzido de ABC Es

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