Posts tagged ‘islã’

06/10/2015

Mulheres cristãs que não negam a fé são estupradas em público pelo Estado Islâmico


cristao na indiaMilitantes do Estado Islâmico (EI) assassinaram 12 cristãos que se recusaram a negar sua fé em Jesus Cristo para seguirem o Islã. Entre os mortos, estava um menino de 12 anos, filho de um líder ministerial, e duas mulheres que foram estupradas em público. Os relatos são do site Gospel Herald.

As execuções aconteceram no dia 28 de agosto, em uma aldeia próxima à Aleppo, na Síria. Na ocasião, os extremistas islâmicos cortaram a ponta dos dedos do garoto, afirmando que só iriam parar se o pai dele voltasse para o Islã, segundo relatos de integrantes do grupo Christian Aid Mission.

“Quando o líder da equipe (pai da criança) se recusou a negar Jesus, os militantes do EI torturaram e espancaram ele e outros dois membros do ministério. Em seguida, os três homens e o menino encontraram a morte na crucificação”, relatou Christian Aid em uma declaração.

Além deles, outros oito membros do ministério, incluindo duas mulheres, foram mortos.

~Antes disso, eles haviam sido levados a um local separado onde foram pressionados a retornar ao Islã. Ao recusar a oferta, as mulheres, com idades entre 29 e 33 anos, “foram estupradas diante da multidão, que foi convocado a assistir a cena. Em seguida, todos os oito foram decapitados.”

Segundo familiares e residentes que assistiram os crimes brutais, os cristãos foram mortos em oração diante dos militantes do Estado Islâmico.

“Alguns moradores disseram que eles estavam orando em nome de Jesus, outros disseram que estavam declarando a Oração do Senhor, e outros disseram que alguns deles levantaram suas cabeças para entregar seus espíritos a Jesus”, disse diretor do ministério Christian Aid. “Uma das mulheres olhou para cima e parecia estar sorrindo quando disse: ‘Jesus!'”.

Os corpos dos mortos ficaram pendurados nas cruzes para exibição. Os doze mártires estão entre milhares de cristãos mortos pelo EI, um grupo muçulmano extremista determinado a “apagar” o cristianismo do Oriente Médio.

Desde que a guerra civil eclodiu em 2011, na Síria, a população cristã despencou em dois terços. No Iraque, a população cristã está à beira da extinção, chegando a abaixo de 200 mil atualmente.

Fonte: Guia-me

06/10/2015

Jovens enfrentam perseguição na Inglaterra ao deixar o islã


jovens-perseguidosJovens britânicos de famílias muçulmanas estão desistindo do Islã e por isso enfrentam diversos problemas familiares. Os relatos foram feitos à BBC de Londres, onde os jovens afirmam que sofreram perseguições e até ameaça de morte por terem abanando a crença da família.

Um dos relatos é de uma garota de 17 anos que três anos atrás começou a questionar a religião e se rebelou contra o uso de hijab (véu que cobre a cabeça das mulheres muçulmanas). Em seguida a jovem moradora de Lancashire, na Inglaterra, resolveu que não queria mais ser muçulmana e foi ameaçada de morte pelo próprio pai.

A garota precisou chamar a polícia depois de ter apanhado muito e por este motivo seu pai foi condenado por crueldade infantil. Hoje ela está sob a guarda do pai de seu namorado, pois precisou se separar de sua mãe e seus irmãos.

Mas a jovem não está sozinha, uma jovem de 25 anos que mora em South Yorkishire resolveu deixar o islamismo quando estava na faculdade porque descobriu que seus pais haviam arranjado um casamento para ela.

Com medo de ser rejeitada pela família por deixar o Islã, a jovem resolveu não voltar mais para casa. “Eu sei que minha família não iria me machucar, não os meus pais e irmãos”, disse ela que não deixou que outras pessoas da família soubessem de sua decisão. “Meu pai me disse que se as pessoas erradas descobrissem, ele não saberia o que poderia acontecer.”

Através de um fórum on-line outros ex-muçulmanos conversam e falam sobre suas experiências e medos, a jovem de 25 anos participa desses debates e incentiva os participantes a conquistarem a independência financeira antes de contar aos seus pais sobre a decisão.

Os relatos de quem sofre por deixar a religião são impressionantes, há jovens que ouviram de parentes que por conta da sua escolha toda a família foi “manchada” e que seus irmãos e irmãs não poderiam mais se casar.

Outros preferem manter a decisão de não mais seguir a religião em segredo, com medo do que a comunidade em sua volta. “Eu vivia em Bradford e era bem discreta porque lá havia muitos muçulmanos na região. Eu ainda tenho esse medo contido, é difícil de explicar. Você simplesmente quer se manter calado a respeito disso. É mais seguro assim”, disse outro jovem.

Alguns países muçulmanos possuem leis severas que podem condenar à morte quem desiste da religião. A lei da blasfêmia mata muitas pessoas em países como o Paquistão. No Reino Unido não há esse tipo de lei, porém os muçulmanos vivem em comunidades fechadas e esse tipo de notícia pode prejudicar os relacionamentos de toda a família.

“Falei com minha mãe pelo telefone e ela berrou: ‘você não é mais meu filho!’ Aí meu irmão pegou o telefone e a mensagem que eles me passaram era de que eu não pertencia mais à família e, desde então, eu nunca mais pude falar com eles”, diz um jovem paquistanês que se mudou para o Reino Unido para estudar teologia e decidiu que não acreditava mais no Islã.

“Eu pessoalmente concluí que essa fé é extremamente misógina e isso se tornou um ponto de virada claro para mim. Todos os meus amigos muçulmanos ficaram chocados. Inicialmente, eles acharam que eu estava brincando, mas quando perceberam que era sério, eles começaram a me xingar, de uma forma leve no início, mas depois passaram a me atacar, me ameaçar”, revela o paquistanês.

Fonte: Gospel Prime

 

10/10/2012

Menina acusada de blasfêmia, no Paquistão, enfrenta novos processos legais


Menina acusada de blasfêmia, no Paquistão, enfrenta novos processos legaisEncaminhada para o tribunal juvenil, Rimsha ainda corre o risco de ser condenada a sete anos de prisão. O caso atraiu a atenção de órgãos da imprensa internacional por se tratar de uma menina portadora de Síndrome de Down que, possivelmente, foi acusada sob provas falsas, de blasfemar contra o Alcorão

A menina cristã Rimsha Masih, portadora de Síndrome de Down, passou o sábado, 6 de outubro, escondida, em meio a temores de que ela enfrentaria anos de prisão no Paquistão por “blasfêmia contra o Islã”, depois de testemunhas a terem exonerado, segundo expectadores do julgamento relataram.

Khalid Shahzad, diretor do Centro para Crianças Especiais Dorothea, da cidade de Lahore, disse à agência de notícias BosNewsLife que está preocupado com a situação de Rimsha, de 14 anos de idade.

“Três testemunhas que depuseram contra [o líder muçulmano] Hafiz Muhammed Khalid Chishti, afirmando que ele plantou provas para acusar a menina de blasfêmia e expulsar os cristãos do bairro, já retiraram o seu testemunho”, disse Shahzad, que acompanhou de perto o caso.

Chishti afirmou que a jovem cristã, detida em 16 de agosto, havia queimado páginas que continham versos do Alcorão, considerado um livro sagrado pelos muçulmanos.

Na semana passada, a BosNewsLife informou que um relatório interino da polícia considerou a moça “inocente” de blasfêmia, baseado em depoimentos de testemunhas.

Rimsha foi libertada, em setembro, sob fiança de um milhão de rúpias paquistanesas (equivalente a 10.600 dólares americanos), mas “se o caso contra Chishti for julgado improcedente por falta de provas, é possível que o processo contra a cristã avance”, explicou Shahzad.

Presa por quanto tempo?

“Um caso de blasfêmia poderia resultar na prisão de Rimsha por muitos anos”, alertou Khalid Shahzad. Desde que foi encaminhada para o tribunal juvenil, Masih enfrenta uma pena máxima de sete anos de prisão.

Se ela tivesse sido julgada como adulta, ela poderia ter sido condenada à prisão perpétua ou até mesmo enfrentar a pena de morte.

Houve relatos de que ela e sua família já haviam fugido para a Noruega. O Ministério de Relações Exteriores e autoridades de imigração, porém, não confirmaram essa informação.

A garota deixou claro que prefere permanecer no seu país, mas ativistas de direitos cristãos dizem que seria perigoso. “Mesmo que Rimsha não enfrente julgamento, ela nunca será capaz de retornar ao bairro onde morava”, acrescentou Farrukh H. Saif, diretor-executivo do grupo de direitos humanos World Vision In Progress, baseado no Paquistão.

Rimsha é inocente

Khalid Shahzad, cujo trabalho inclui uma escola para crianças com problemas mentais e um banco de alimentos para cerca de 200 viúvas cristãs, está convencido da inocência de Rimsha.

“Se Chishti não for punido por acusar falsamente uma menina com deficiência mental e menor de idade, este caso vai reforçar o clima crescente de impunidade com consequências graves a longo prazo, para a comunidade cristã”, alertou.

Os cristãos representam menos de cinco por cento da população de maioria muçulmana do Paquistão, de 180 milhões de pessoas, segundo várias estimativas.

Grupos da Igreja afirmam que cristãos têm sido cada vez mais alvo de militantes e seus apoiadores. Autoridades da União Europeia manifestaram preocupação com a situação e pediram ao Paquistão para combater as controversas leis de blasfêmia no país e aliviar as tensões.

Fonte: Portas Abertas

07/10/2012

Advogado do pastor Youcef Nadarkhani está preso


Advogado do pastor Youcef Nadarkhani está presoO advogado de direitos humanos Mohammad Ali Dadkhah, que não é cristão e representou com sucesso o pastor Youcef Nadarkhani, foi preso neste fim de semana em um dos presídios mais terríveis do Irã: Prisão de Evin.

O governo iraniano havia anteriormente condenado Dadkhah a nove anos de prisão por defender Pastor Nadarkhani, o qual foi acusado pelo Irã de apostasia. O governo também proibiu Dadkhah de praticar ou ensinar Direito por dez anos, multou-o em 1.900 dólares e deu a ele a escolha de cinco chibatadas ou um adicional de 450 dólares. Mas, o advogado estabeleceu um acordo que lhe permitiu continuar representando o pastor Nadarkhani, impedindo-o de enfrentar a punição.

O Irã, porém, acaba de condená-lo mais uma vez. Dadkhah está cumprindo a pena em Evin, uma prisão notória pelos maus-tratos de prisioneiros.

Em maio de 2011, as autoridades sírias prenderam a jornalista da Al Jazeera Dorothy Parvaz também em Evin, após acusá-la de espionagem. Ela compartilhou lembranças de seu encarceramento em um artigo para PBS.org, recordando, entre os tratamentos perturbadores, um no qual ela ficou com os olhos vendados e sujeita a um interrogatório cruel.

“Acabar em Evin é o pesadelo para qualquer iraniano”, Parvaz disse. Histórias de horror saindo de prisões iranianas não são de escassez, e os casos de tortura foram relatados pela oposição e meios de comunicação estrangeiros, bem como o grupo de direitos humanos de Dadkhah, juntamente com o Prêmio Nobel Shirin Ebadi, que fundou os defensores do Centro de Direitos Humanos no Irã. Seu cliente mais famoso, o pastor Nadarkhani, foi condenado à morte por apostasia por questionar a instrução religiosa muçulmana para as crianças porque o Irã via como inconstitucional. Em 2011, a Suprema Corte disse que as acusações seriam retiradas se ele se convertesse ao Islã, mas o pastor Nadarkhani se recusou.

Dadkhah continuou a lutar para a liberação de Nadarkhani e venceu no mês passado. Porque o advogado oferece seus serviços de forma gratuita, o governo muitas vezes o viu como auxiliar seus clientes em seus supostos crimes. Apesar de seu tratamento no Irã, Dadkhah manifestou sua dedicação à defesa da liberdade religiosa.

Fonte: Townhall.com
04/10/2012

Yousef Nadarkhani ainda corre perigo de morte


Yousef Nadarkhani ainda corre perigo de morte

O pastor Yousef Nadarkhani ainda corre risco de morte, segundo declarou uma fonte oficial do ministério Portas Abertas. A pessoa que não foi identificada por motivos de segurança garante que o pastor tem sido vigiado pelo governo iraniano e que o caso continua aberto na justiça.

“Infelizmente ainda existe a possibilidade de o pastor Yousef ser preso e até morto”, disse a fonte.

Além do crime de apostasia que fez com que ele ficasse mais de três anos na prisão, Nadarkhani ainda é acusado de ter convertido alguns muçulmanos, crimes ainda não julgados pela justiça local.

Enquanto goza da sua liberdade, o pastor iraniano segue medidas impostas pelo governo e está proibido de deixar o país. O pedido do Portas Abertas é que as orações em favor dele e de sua família continuem.

Fonte: gospel Prime

27/09/2012

Justiça proíbe exibição no Brasil de filme que ofende Maomé


O YouTube tem dez dias para tirar do ar o trailer de ‘Inocência dos Muçulmanos’, que causou protestos em países islâmicos.

O Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu nesta terça-feira, 25, o site YouTube de exibir o trailer do filme ‘Inocência dos Muçulmanos’ que, ofensivo ao islamismo, tem causado protestos em diversos países. Horas antes, a presidente Dilma Rousseff condenou a islamofobia no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York.

A decisão foi tomada nesta tarde pelo juiz Gilson Delgado Miranda, da 25ª Vara Cível, segundo informações da assessoria de imprensa do TJ, e acata um pedido da União Nacional Islâmica contra a Google Brasil, responsável pelo serviço de vídeos online.

O YouTube tem dez dias para tirar do ar o trailer no Brasil. A cada dia de descumprimento da medida, uma multa de RS 10 mil será cobrada da empresa, segundo o despacho do magistrado. Cabe recurso.

A reportagem entrou em contato com a Google Brasil para que a empresa comentasse o caso. Até o início desta noite, porém, os representantes do site não retornaram o pedido do Estado.

“O caso realmente envolve uma questão complexa e de difícil solução. Em verdade, traz um conflito claro em relação à liberdade de expressão e à necessidade proteção de indivíduos ou grupos humanos contra manifestações que possam induzir ou incitar a discriminação de preconceito de religião. Realmente, o nosso sistema constitucional consagra a liberdade de expressão por considerá-la um dos fundamentos essenciais de uma sociedade democrática (…). Cancelar o que é ilícito, no entanto, não ofende o valor relevante da liberdade de pensamento e de comunicação”, declarou o juiz em sua decisão, argumentando que a medida não representa censura. Leia o documento na íntegra.

O advogado da União Nacional Islâmica, Adib Adbouni comemorou a decisão e disse que o filme viola a Constituição, pois, em sua interpretação, viola o direito de liberdade de religião. Para o advogado, o vídeo “ofende a coletividade islâmica”.

Para o presidente da Associação Beneficente Islâmica do Brasil, Bilal Jumaa, que organizou uma passeata contra o filme, a decisão da Justiça foi acertada. “Foi bom para impedir que digam essas coisas ruins”, disse o religioso. “Isso é um ataque que mexe com todas as religiões e vai proteger a liberdade de religião.”

Ainda de acordo com Jumaa, o fato de a comunidade islâmica brasileira ter se mobilizado pode ter contribuído para a proibição do filme. “Pode ser, sim. A gente se mobilizou e mostrou que esse filme não é legítimo.

Fonte: Estadão

24/09/2012

Cristianismo já é maior que Islã no continente africano


Cristianismo já é maior que Islã no continente africanoCristianismo em seu todo, incluindo evangélicos, católicos, coptas e outros ramos, é hoje a maior religião da África, passando à frente do Islã. Um em cada cinco cristãos do mundo vive na África.

Esta é a conclusão de um estudo apresentado pelo sociólogo Massimo Introvigne, durante um congresso organizado pelo Centro de Estudos de Novas Religiões (CESNUR) da Universidade de El Jadida, no Marrocos.

Segundo os novos dados, os cristãos representam hoje 46,53% da população africana, em comparação com 40,46% de muçulmanos e 11,8% das pessoas que seguem religiões tradicionais africanas, conforme divulgou o jornal italiano La Stampa.

Também mostra que, enquanto em 1900 os cristãos da África eram 10 milhões, em 2012 as chegam a mais de 500 milhões. Em 1900 os africanos representavam 2% dos cristãos do mundo e hoje, são 20% do total dos seguidores de Cristo no mundo.

“Esses dados ainda estão sendo consolidados”, disse Introvigne, fundador da CESNUR, “mas têm grande significado histórico, cultural e político”.

Além disso, a pesquisa mostra que 31 países africanos têm maioria cristã, em contraste com os 21 que são islâmicos e seis que possuem religiões predominantemente tradicionais.

“Hoje há mais cristãos africanos praticantes do que os europeus praticantes. Eventualmente, isso vai mudar, não só na África, mas em todo o cristianismo”, comentou.

Obviamente, essa mudança de rumos no continente não agradou a todos. O estudioso acredita que este crescimento pode ser a principal causa do aumento dos ataques contra os cristãos em várias nações africanas. “O ultra-fundamentalismo islâmico considera escandaloso o fato de que há mais cristãos que os muçulmanos na África, por isso articulou para perseguir e matar cristãos em países como Nigéria, Mali, Somália, Quênia”, acrescentou.

Traduzido de Protestante Digital

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