Posts tagged ‘japao’

26/09/2015

Cantora com câncer terminal glorifica a Deus em “último show”


xbola-taylorA cantora Bola Taylor e seu marido Ken fazem um trabalho missionário no Japão há duas décadas. Eles fundaram o ministério Hallelujah Gospel Family e além de evangelizar, fazem apresentações musicais de jazz e música gospel.

No dia Vinte um (21), os Taylor farão seu último show em Tóquio. Tudo foi transmitido pela internet. Trata-se da despedida de Bola. Ela faz tratamento para um câncer terminal e não tem muito tempo de vida. Os médicos lhe deram algumas semanas. O material foi gravado e já está disponível.

A cantora usou as redes sociais para explicar que no seu caso não existe operação ou tratamento humano que lhe dê esperança de cura. Ela vem se submetendo a sessões frequentes de quimioterapia desde fevereiro.

Taylor afirma estar grata a Deus pelos anos vividos e tem experimentado uma paz que “só pode vir de Deus”.  “Ele me poupou, permitiu-me entrar na fase de aceitação, sem dramas.  Ainda creio em um milagre”, escreveu Taylor.  “Se o Senhor decidir me curar, não tenho nenhuma dúvida de que ele pode fazer isso”.

Mesmo assim, ela fará seu show de despedida louvando a Deus com uma série de músicas que falam de seu amor e cuidado.

“Eu sei onde para estou indo. É melhor vocês terem certeza que vão para lá também”, escreveu no Facebook, deixando uma mensagem para os fãs.

“Minha oração é que eu tenha vivido de acordo com o plano de Deus. Quando eu morrer quero mostrar às pessoas a confiança que podemos ter quando Jesus é nosso Redentor. Ele está preparando um lugar para mim e estou me preparando para seguir no caminho para a Glória! Estou animada!”. Com informações de Huffington Post

Fonte: Gospel Prime

09/06/2011

SOS Japão: você também pode fazer sua doação


SOS Japão: você também pode fazer sua doaçãoApós sofrer  terremoto seguido de um tsunami, o Japão foi destruído fisicamente e ‘quebrou’ financeiramente após o dia 11 de março. A Junta de Missões Mundiais lançou o SOS Japão, na tentativa de recolher donativos e ajudar os desabrigados com a catástrofe natural, na qual causou vazamento das usinas nucleares ativas no país.

Os missionários pedem doações de água mineral, querosene, pacotes de sopa instantânea, leite em pó, fraldas descartáveis, absorventes, lenços umedecidos e outros produtos não perecíveis.

Nem mesmo as igrejas evangélicas instaladas no país resistiram ao tremor de 8,9 graus na escala Richter. Muitos pastores e missionários sofreram com a escassez de alimentos e água, sem falar no medo de contaminação radioativa.

Para doar ligue para             (21) 2122-1910       ou             0800-709-1900      . Acesse também o site www.jmm.org.br

Fonte: Creio

24/05/2011

Igreja cresce no Japão após tragédias


Igreja cresce no Japão após tragédiasJá faz quase três meses desde que o Japão foi destruído por um terremoto e um tsunami. Bilhões de dólares foram enviados ao país para diminuir os danos dessa profunda recessão, com milhares de empregos perdidos, empresas aleijados, e em alguns casos – destruída pelo desastre. Embora tenha sido uma má notícia para a economia, a tragédia deu à Igreja um impulso.

Joe Handley é presidente da Asian Access , um ministério que apóia a igreja local no Japão. Ele está em Fukushima, com boas notícias sobre o que Deus está fazendo através da igreja pós-terremoto. Ele diz que de todos os grupos de ajuda que ele tem visto na região, a maior resposta veio de “igrejas japonesas de todo o país – Okinawa, Tóquio, Hiroshima. É simplesmente inacreditável a quantidade de amor das igrejas japonesas, como elas têm se mobilizado para alcançar e ajudar neste momento”.

Em conversa com eles, Handley diz que as igrejas têm o desejo de plantar novas icongregações, especialmente em áreas onde há não há templos. “Uma dessas áreas, Iwata, é uma das regiões com menos igreja de todo o país do Japão, e ainda os pastores têm um coração de verdade para alcançá-los neste momento de necessidade.”

Handley diz que uma denominação quer plantar 50 novas igrejas nesta área, enquanto outro grupo quer plantar igrejas nas aldeias à beira-mar que nunca tiveram um templo.

Antes do desastre, o crescimento da igreja estava em declínio. “Esta é realmente uma nova época para a igreja. Novas redes estão se formando. Deus está nos chamando para um novo momento com estas igrejas”, diz Handley.


Fonte: Mission Network News

11/04/2011

Ministério leva esperança à crianças do Japão


Ministério leva esperança à crianças do Japão Em meio ao caos deixado pelos terremotos, tsunami e vazamento radioativo que o Japão enfrenta, os jovens estão procurando por algo “normal” para se recuperarem desse constante clima de tensão. Missionários enviados pelo SEND, ministério internacional, estão tentando proporcionar aos jovens esse apoio. Para isso eles fundaram um campo de futebol durante a primavera.

A missionária veterana Ann Marie Smoker diz que quando os campos de futebol municipais, em Tóquio foram fechados por temor da radiação, eles decidiram formar os campos e usá-los como estratégia evangelística.  “Entramos em contato com as igrejas locais e pessoas da comunidade e abrimos o campo de futebol de segunda à sexta, das 9h as 15h30, e recebemos cerca de 130 crianças por dia”.

De acordo com Ann, esta é uma participação incomum para um evento cristão. “A maioria das crianças vem porque não tem mais nada para fazer. Durante este período de primavera, elas tinham sempre disponíveis campos de esportes, clubes privados e acampamentos da igreja”.

Cerca de metade dos jovens são provenientes de famílias não-cristãs.

Ann diz que é mais do que abrir um campo de futebol, é uma oportunidade para sempre compartilharem o Evangelho. “Algumas crianças saem antes do meio-dia. Então, durante este intervalo, um pastor de uma igreja local pode vir e compartilhar o Evangelho. Nós fazemos isso todos os dias.”

Muitos pais que voltam para alimentar seus filhos, também ouvem o Evangelho.

Ann conta que além de ensinarem um esporte e compartilharem o Evangelho, eles também conseguiram levantar US$ 1,5000 para as vítimas do terremoto através CRASH (sigla em inglês para Socorro Cristão, Assistência, Apoio e Esperança).

“Nós anunciamos que gostaríamos de levantar fundos para CRASH, para a clínica gratuita oferecida à comunidade. Então, as crianças começaram a vir com suas moedas como contribuição. Podemos dizer que as próprias crianças estão salvando seu subsídio.”

O ministério SEND continua a trabalhar através das igrejas locais na região para ajudar as vítimas do terremoto.

Fonte: Mission Network News / Redação CPAD News

09/04/2011

Profeta afirma que desastre no Japão aconteceu por revogação de lei sobre homossexualidade no exército dos EUA


A controvertida e auto-proclamada profeta Cindy Jacobs ligou os desastres naturais no Japão com a revogação dos EUA da lei “não pergunte, não fale,” e está pedindo aos norte-americanos que se arrependam.

Em um vídeo na semana passada, a presidente e co-fundadora do grupo de treinamento missionário Generals International, afirmou que a mensagem profética de que desastres naturais resultariam da revogação de dezembro da proibição de 1993 sobre a homossexualidade aberta no exército militar nos EUA, tornou-se verdade.

“Eu sei que alguns de vocês não entendem o aviso que eu dei … Quando nós quebramos as leis de Deus então isso com certeza causa ciclos de natureza a virem logo em seguida. Eu disse se isso é verdade, então o que nós iremos ver serão desastres naturais, nós iremos ver padrões de tempo mudando radicalmente, iremos ver tormentas, nós iremos ver inundações e assim por diante,” disse ela, citando a passagem bíblica de Hosea 4. “E isso tem acontecido.”

Jacobs primeiramente emitiu um aviso sobre as consequências à revogação da DADT no início deste ano. Ela falou da possibilidade de ligação entre a permissão de homossexuais servindo o exército abertamente e o fenômeno raro com milhares de pássaros mortos e peixes no Arkansas.

O Presidente Barack Obama assinou a legislação de revogação da DADT em Dezembro. Semanas depois, na véspera de Ano Novo, uns 5.000 melros caíram do céu, encontrando-se espalhados por toda a cidade de Beebe, Arkansas. Então alguns dias depois, 100.000 peixes foram encontrados mortos na costa do mesmo estado.

Jacobs está agora traçando o terremoto e tsunami do mês passado que dizimou a costa do Japão e causou problemas na usina nuclear de Fukushima voltando novamente na revogação da DADT.

Eu recebi algumas críticas de pessoas que não entenderam os avisos que eu dei sobre desastres naturais vindo como resultado de nossa revogação no ‘não pergunte, não fale,’ abrindo o nosso exército militar à homossexualidade abertamente,” disse a líder da GI, observando que as Escrituras definem uma união a ser entre um homem e uma mulher.

“Tudo que eu disse aconteceu,” afirmou ela.

“Precisamos nos arrepender por afastar-nos de Deus.”

Bem antes do terremoto e tsunami de 11 de março, que matou pelo menos 25.000 pessoas, outros tem feito comentários similares sobre o desastre estar dando sinais de aviso desde cima.

O Rev. David Yonggi Cho, pastor principal da Yoido Full Gospel Church – a maior Igreja do mundo – veio sob o fogo quando ele disse que o desastre do Japão foi provavelmente “aviso de Deus” para a população japonesa, em que a maioria não é cristã. O Governador de Tóquio Ishihara também ponderou se o desastre não teria sido uma punição divina. Depois ele se desculpou pela observação. Nos EUA, o comentarista da televisão republicana Glenn Beck falou que o desastre que é “uma mensagem enviada.” Beck é um Mórmon. Não é claro qual é a religião que Shintaro.

Um Instituto de Pesquisa Religiosa Pública e Serviço de Notícias Religiosas, liberada no mês passado, encontrou que aproximadamente seis a cada dez entrevistados brancos acreditam que os desastres naturais são sinais de Deus, mais do que sinais de mudança de clima global. A maioria também acredita que os desastres naturais são evidência de que a Bíblia chama para o “fim dos tempos.”

Um número de 53 por cento adicional de brancos evangélicos acreditam que Deus pune as nações pelos pecados de seus cidadãos.

Jacobs, falando aos telespectadores do webcast de Notícias da GI, urgiu por oração para as pessoas feridas no Japão enquanto pediu por arrependimento por perturbar a lei de Deus. Ao mesmo tempo, ela relembrou a audiência que Deus é um Deus de misericórdia. “Se nós orarmos … essas coisas não deverão acontecer.”

Fonte: The Christian Post

 

20/03/2011

Cresce cada vez mais o número de cristãos orientais na nação mais nipônica no mundo depois do Japão


Esta matéria publicada na revista Eclésia nº 137 mostra que, aqui no Brasil, os imigrantes do país recentemente arrasado por terremotos e tsunamis estão abandonando o budismo.

Desde que os primeiros japoneses começaram a desembarcar no porto de Santos, no começo do século passado, depois de uma longa e árdua viagem de 52 dias a bordo do Kasato Maru, que o número de nikkeis – nome usado para designar descendentes e japoneses natos que residem no exterior – só aumentou. Cem anos mais tarde, eles já somam quase 2 milhões e constituem a maior colônia do mundo fora do Japão. Só no Estado de São Paulo, são cerca de 1,3 milhão. Nas últimas décadas, entretanto, o caminho inverso percorrido pelos brasileiros – os dekasseguis – em busca de trabalho e novas oportunidades de vida, comprova, além do forte vínculo de amizade que se criou ao longo dos tempos, a inerência dos usos e costumes às duas raças. Aliás, quando o assunto é tradição, ninguém tem dúvidas quanto à fidelidade dos orientais para com sua rica cultura milenar, cada vez mais incorporada ao cotidiano ocidental – yakisoba e tempurá, por exemplo, tem se tornado quase tão comum como pastel de feira. Por outro lado, em se tratando de evangelismo os nikkeis também têm aprendido muito com os brasileiros e contribuído para fazer do país, não apenas um longínquo pedacinho da “terra do sol nascente”, mas uma nação com um exército de convertidos cada vez mais numeroso.

Fundada nos anos 1980 pelo pastor Fernando Takayama, a Assembleia de Deus Nipo-Brasileira surgiu, a princípio, com o objetivo de levar a Palavra de Deus aos japoneses da Liberdade – o bairro oriental da capital paulista –, onde a igreja ainda mantém sua sede. “Por se localizar numa região privilegiada e histórica, a igreja acabou se tornando uma referência para encontro dos nikkeis, além de representar um espaço de adoração e conhecimento da verdade de Cristo”, orgulha-se Carlos Leandro de Melo, pastor evangelista e líder do setor de missões.

Depois de pouco mais de duas décadas de ministério, a semente plantada por Takayama continua germinando e rendendo bons frutos; atualmente a igreja já conta com mais de 100 filiais, a maioria espalhada pelo Estado de São Paulo. A própria sede foi obrigada a mudar de endereço e hoje ocupa o prédio do antigo Cine Tokyo, onde os rostos de nikkeis e brasileiros se misturam e até se confundem. “Por não sermos tão tradicionais quanto a outras congregações, nosso trabalho se espalhou e a igreja passou a ser frequentada por irmãos sem descendência japonesa”, continua.

Embora a principal verve de toda e qualquer igreja seja a cerimônia dos cultos e ministração da Palavra, a participação ativa junto à comunidade e assistência a seus membros também faz parte das atividades ministeriais da AD Nipo-Brasileira. “Além do evangelismo realizado na Praça da Liberdade, com músicas, depoimentos e mensagens traduzidas para o japonês, realizamos visitas a asilos e dispomos de um trabalho de discipulado específico para os descendentes, enumera o pastor, cuja ligação com a comunidade nipônica transcende os limites do próprio evangelismo; afinal, ele é casado com Sumiko Miyahara, que muito o auxilia na realização de eventos de caráter sócio-religioso e cultural.

Tradição

Professor na Faculdade Teológica Batista de São Paulo, Vanderlei Gianastacio é outro cristão bem antenado com a colônia japonesa. Se atualmente ele frequenta a Igreja Batista em Pinheiros acompanhado da esposa, que pertence à terceira geração de descendentes, e da filha de seis anos, durante mais de uma década – de 1993 a 2007 – o teólogo dedicou parte de seu tempo a missões evangelísticas, primeiro na cidade de Piedade (SP) e depois na capital. “Foi uma experiência muito interessante, porém o contato com pessoas de outras culturas requer que se conheça a cosmovisão do povo. Ao trabalhar com textos bíblicos, a comunicação com os isseis – japoneses natos – e descendentes de primeira geração é mais difícil, visto que na cultura oriental não é o jovem que ensina o idoso; pelo contraio, o que é mais antigo tem maior valor. Assim não faz sentido querer explicar para um descendente de japoneses acerca de Jesus – que nessa proporção, é novo na história – sem antes falar da criação”, adverte.

Para Gianastacio, o aumento do número de cristãos entre os povos de origem oriental se deve também pela confiabilidade que é inerente à raça. “Há muita confiança entre eles; logo, um grupo reunido em algum lugar se torna um motivo para que outros também sejam atraídos. Em outras palavras, japonês chama japonês”. Em contrapartida, as igrejas também precisam fazer a sua parte para atrair todo esse contingente sedento por salvação. “Os japoneses e descendentes são responsáveis, bons profissionais e, dessa forma, se encaixariam perfeitamente em qualquer atividade social desenvolvida pelas comunidades cristãs. Entretanto, não são muitas igrejas que se interessam em trabalhar com eles, por serem um povo questionador, desconfiado e tornarem o processo de conversão mais lento. Acredito, portanto, que a melhor receita é dialogar, não somente para ensiná-los, mas também para aprender com eles; afinal, estamos falando de uma cultura milenar”, receita o professor.

Mais impressionante ainda do que o aumento do número de cristãos orientais, inclusive em seus países de origem – segundo as estatísticas, hoje no Japão os protestantes já superam os católicos – tem sido a significativa redução dos seguidores de religiões tradicionais observada nas últimas décadas – como o budismo e o xintoísmo. De acordo com o IBGE, nas últimas décadas tem caído acintosamente o número de adeptos ao budismo no Brasil – de cerca de 240 mil nos anos 1990 para 215 mil no início do século. Atualmente, calcula-se que haja cerca de 200 mil seguidores no país. “Não dá para dizer se os números são satisfatórios; eles são o que são e refletem os interesses da sociedade em que vivemos”, diz Fabiana Gaspar Gomes, presidente da Sociedade Budista Brasileira (SBB). “Todos os movimentos religiosos seguem ciclos naturais e talvez a mensagem cristã esteja, atualmente, falando mais aos corações dessas comunidades, que muitas vezes vivenciavam a religiosidade como ‘obrigação social’ determinada pela família que mantinha rituais tradicionais do país de origem”, continua a carioca que, apesar dos números apresentados pelo IBGE, garante que o budismo vem sendo cada vez mais praticado no ocidente e que o número de adeptos só não é maior por falta de apoio dos meios de comunicação. “Se houvesse um canal de TV ou emissoras de rádios budistas, como acontece em outras religiões, será que não haveria mais praticantes?, questiona.

De acordo com Frank Usarski, livre docente na área de Ciência da Religião da PUC-SP, um dos fatores responsáveis pela redução do número de budistas no Brasil se deve à falta de “força humana” religiosa. “Diversas comunidades budistas tradicionais não possuem uma autoridade religiosa residente, e tem que se contentar com uma programação precária”, resume. Soma-se também a insuficiência de material religioso traduzido para o português, o que dificulta em muito a transmissão da herança espiritual dentro das famílias de descendência japonesa. “Outra questão pode ser vista como conseqüência a longo prazo das circunstâncias históricas sob as quais o budismo de imigração foi introduzido no Brasil, numa época em que os imigrantes japoneses ainda estavam convencidos de que a sua moradia no país anfitrião seria temporária”, complementa o professor.

“Em geral os nikkeis praticam o budismo e xintoísmo não por convicção doutrinária, mas por tradição aos pais e avós. Dessa forma, uma religião calcada no entendimento e na fé pode atrair mais do que simplesmente as práticas de alguns rituais sem a devida compreensão daquilo”, opina, por sua vez, o teólogo Vanderlei Gianastacio.

Números, questionamentos ou controvérsias à parte, para Fabiana Gaspar o que importa mesmo é a “garantia do respeito e espaço para que todos pratiquem e sigam aquilo que acreditam”.

Holiness

O nome pode não ser tão familiar como outras denominações cristãs gigantes e com grande poder midiático, mas a Igreja Evangélica Holiness também já construiu sua história, que teve início nos anos 1930 com a chegada dos primeiros missionários japoneses a São Paulo. Trilhando estradas, colônias e fazendas do interior, Takeo Monobe cumpriu à risca a determinação bíblica de pregar o evangelho às famílias japonesas que por aqui já se fixavam desde o início do século. Dez anos desde mais tarde, a igreja se estabeleceu como independente e atualmente conta com quase 5 mil membros distribuídos por várias cidades brasileiras – com maior concentração no Estado de São Paulo. “A Igreja Holiness é um fruto da imigração japonesa para o Brasil, e a nossa história se mistura com a história da própria colônia japonesa brasileira”, compara Eduardo Goya, pastor titular de uma das células de São Paulo e presidente da Convenção das Igrejas Evangélicas Holiness do Brasil.

Se antes o ocidente constituía o destino dos missionários, de uns tempos para cá a situação se inverteu, tanto que a Holiness mantém dezenas de evangelistas na Índia, China e no próprio Japão, onde tudo começou. Convertido há trinta anos, Goya, que pertence à terceira geração de descendentes, também já teve a oportunidade de algumas vezes visitar o país de seus ancestrais, em especial para supervisionar as células ministradas por brasileiros. E cada vez que atravessa o mundo, ele volta mais satisfeito e com perspectivas positivas de que o mundo se torne cada vez mais cristão. “Temos orado e nos preparado para que nossa igreja no Japão alcance também os japoneses”, continua o religioso, ciente de que pregar o evangelho nessas circunstâncias é um pouco mais complicado do que considera em condições normais. “Naturalmente que se precisa um pouco de cuidado para não transgredir as tradições culturais dos japoneses e seus descendentes diretos; afinal, eles são cautelosos e demoram mais do que os outros para tomar uma decisão por Cristo”, alerta.

Faz coro à opinião de Goya o pastor Carlos Leandro de Melo que, com muito cuidado e trilhando o mesmo caminho, tem conseguido chegar a dezenas de corações que aguardam por salvação.”É necessário respeitar a cultura, mas também levá-los ao entendimento da verdade de que o evangelho não é apenas um estilo de vida ou um simples ritual”. Assim, mesmo que historicamente os orientais sejam tão enraizados a tradições milenares e espiritualmente ligados a crenças ancestrais, com estratégia correta todos tendem a entender a mensagem. Não é à toda que os cultos da Holiness e da AD Nipo-Brasileira estão sempre cheios.

Fonte: Revista Eclésia

19/03/2011

Bieber, Britney e Katy Perry gravam música para ajudar o Japão


O produtor musical Simon Cowell recrutou Justin Bieber, Britney Spears, Katy Perry além de outros artistas para gravar uma música no estilo We Are The World com o propósito de ajudar as vítimas dos terremotos e tsunamis que arrasaram o Japão na última semana. As informações são do site Popchunch.

No ano passado, o produtor e ex-apresentador do programa American Idol gravou uma música com Sting, Mariah Carrey e Susan Boyle para levantar fundos para a reconstrução do Haiti, que sofreu com um terremoto em janeiro de 2010.

Lady Gaga, que arrecadou US$ 250 mil com a venda das pulseiras Pray For Japan, e Sandra Bullock, que doou US$ 1 milhão, encabeçam a lista do artistas que mais ajudaram o país oriental. Entretanto, fontes em Hollywood começam a reclamar com a falta de campanhas de ajuda comandadas por estrelas norte-americanas.

Fonte: Jornal do Brasil / NR

 

18/03/2011

Cristãos da colônia japonesa no Brasil oram por vítimas de terremoto


Depois da tragédia do terremoto, seguido por um tsunami que devastou as regiões da costa nordeste do Japão, um dos diretores da Igreja Holiness do Brasil, Eduardo Goya comunicou hoje ao The Christian Post que estão fazendo campanha de oração e jejum, além de levantamento de fundos para os afetados pela tragédia e membros das Igrejas no Japão. 

“Estamos organizando uma campanha de oração e vamos tentar levantar fundos para enviar para lá” disse Eduardo Goya.
A Igreja Holiness é uma das maiores denominações evangélicas no Japão, e possui mais de 38 Igrejas no Brasil voltadas para a colônia japonesa do país. 

Goya informou que, de um modo geral, os Cristãos da Igreja brasileira e japonesa não foram afetados diretamente, entretanto algumas Igrejas japonesas da denominação que estão próximas à região do desastre, tiveram eventualmente seus tetos desabados. 

“Não temos informações muito detalhadas, porque a comunicação está limitada lá dentro, mas as informações que temos recebidos, eram de que algumas Igrejas teriam sido afetadas com tetos que desabaram. Mas em geral não foram diretamente afetadas”. 

Algumas Igrejas Holiness Brasileiras (de Kawasaki e Yokosuka-Oppama) próximas à região de Tóquio são as mais afetadas, segundo o diretor. “Eles estão tendo alguns problemas como abastecimento, falta de alimentos básicos, locomoção, entre outros,” informou ele. 

Ele citou também problemas relacionados à energia, combustível e fábricas que suspenderam o trabalho. “Como são trabalhadores que ganham por hora, então estamos prevendo que haverá um grau de dificuldade posterior”. 

Desta maneira, Goya disse que a Igreja está preparando uma campanha para ajudar nesse sentido. Segundo ele, também, os brasileiros estão muito assustados com a tragédia. “Há um sentimento de muita tensão, pois nenhum dos nosso brasileiros foram afetados assim. [Eles] nunca viram algo assim, eles ficaram muito assustados”. 

O terremoto e do tsunami que abalaram o Japão no último dia 11 continuam a ter consequências e ainda não se sabe a magnitude que tomarão. Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), nesta terça-feira, foi confirmado que houve mesmo uma explosão no reator 2 da usina nuclear de Fukushima. 

Fonte: Christian Post
17/03/2011

Imperador do Japão faz oração pelo seu povo


 Imperador do Japão faz oração pelo seu povoO Imperador do Japão Akihito, na quarta-feira, expressou profunda preocupação pela escalada da crise nuclear da nação e disse que ele estava orando pela segurança das pessoas.

Evacuados veem notícias sobre uma usina nuclear com problemas na televisão em um abrigo improvisado em Fukushima, no norte do Japão, terça-feira, 15 de março de 2011, quatro dias depois de um tsunami poderoso e terremoto terem atingido a costa leste no país.

Foi a primeira vez na história do Japão que o imperador discursou para a sua nação na televisão durante a crise, de acordo com a Agência da Casa Imperial. Akihito, 77, disse ao público que ele estava “profundamente preocupado” com a crise nuclear, o qual progrediu ao ponto em que os trabalhadores da fábrica tiveram que evacuar da área temporariamente, na quarta-feira.

“Eu oro pela segurança de quantas pessoas for possível,” disse ele.

Ele também mencionou as severas condições em que os sobreviventes estão vivendo – um frio severo e falta de água e combustível – e disse, “eu não posso ajudar em oração para que o trabalho seja feito rapidamente e a vida das pessoas fique melhor, nem mesmo um pouco.”

Na quarta-feira à tarde, o número oficial de mortes havia saltado para 3.676 mortos confirmados e 7.558 desaparecidos, de acordo com a agência de polícia da nação Mas as autoridades dizem que provavelmente mais de 10.000 pessoas morreram no terremoto de magnitude 8.9 e tsunami que atingiu o país em 11 de março.

O Instituto de Pesquisa dos Estados Unidos registrou 54 tremores no Japão ao meio dia de quarta-feira. Quatro dos terremotos tiveram magnitudes maiores que 6.0.

“Eu espero que no fundo do meu coração que as pessoas irão, de mão em mão, tratar um ao outro com compaixão e superar essas dificuldades,” disse Akihito em uma mensagem de vídeo.

O imperador particularmente destacou a situação “imprevisível” na usina nuclear de Fukushima Daichii, cerca de 150 milhas ao norte de Tóquio. Outro incêndio atingiu as instalações da no início de quarta-feira no reator 4.

A situação na n° 4 “não é boa” e na n° 3 é “prioridade,” disse o operador da usina, de acordo com o Reuteres.

Desde os dois desastres na sexta-feira, trabalhadores tem estado freneticamente tentando as hastes para evitar um colapso nuclear potencial.

Na terça-feira, as autoridades reduziram os 750 trabalhadores da usina para 50. E todos os trabalhadores restantes foram temporariamente evacuados, quarta-feira, porque os níveis de radiação eram perigosamente altos.

Na mensagem de vídeo, o imperador agradeceu as equipes de resgate nacionais e internacionais que estão a responder ao desastre.

Entre os grupos de ajuda humanitária respondendo ao desastre está a equipe da Baptist Global Response da Convenção Batista do Sul. A equipe chegou em Tóquio em 12 de março, mas disse que a ameaça nuclear está complicando seus esforços de socorro.

“Quando a maioria dos desastres ocorrem, um único evento é normalmente acompanhado por uma lista de um conjunto de efeitos. Inundações vão deixar lama, destruir plantações, casas, danos, contaminar a água e causar doenças,” explicou Pat Melancon, BGR especialista em gerenciamento de desastres, na terça-feira. “Quando ocorrem terremotos, você verá alguns dos mesmos resultados, com os problemas adicionais, como transporte interrompido, danos estruturais ou destruição generalizada, e assim por diante.

“O evento no Japão, porém, é diferente. Aqui nós temos três eventos catastróficos: o terremoto, que fez muito dano em áreas não sendo retratados pelas notícias, o tsunami, que atingiu as áreas costeiras baixas do Japão especialmente difíceis, e agora um evento de desdobramento adicional – o fim das usinas nucleares.”

Melancon disse que o desastre do Japão “é diferente de qualquer outro na história recente.”

Estima-se que 850 mil famílias no norte do Japão ainda não têm eletricidade, apesar do frio intenso, disse a Companhia de Energia Elétrica Tohuku, segundo a Reuters. E o governo disse que 1,5 milhões de famílias ou mais não têm água corrente.


Fonte: Christian Post

16/03/2011

Pastor Márcio Valadão utiliza terremoto no Japão como exemplo em ministração


O pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha,  pregou sobre vencer os terremotos e tsunamis pessoais, em uma ministração mencionando o terremoto e a tsunami que devastaram o Japão na última sexta-feira.  Diante de situações adversas ele encorajou os cristãos a confiarem no Senhor.

“Talvez você não venha experimentar como é terrível um terremoto ou quão avassalador são as ondas de um tsunami, mas talvez você esteja experimentando um terremoto dentro de você ou as ondas de um tsunami que tem vindo sobre o seu casamento, sobre sua saúde, sobre seus sonhos”, exemplificou o líder da Lagoinha.

Sobre essas situações inesperadas que atingem a vida dos cristãos ele citou o João 14: 1-3, dizendo “não devemos turbar nosso coração, mas crer em Deus.”

Além dos sofrimentos da alma, o pastor lembrou-se dos irmãos que sofrem  perseguição por crerem em Jesus Cristo. Ele trouxe a memória da igreja que hoje há mais mártires da fé do que no início da igreja.

Valadão ensinou que para superar essas situações é necessário confiar é ter fé, “mas essa fé não é apenas uma fé intelectual, porque essa fé não pode nos ajudar quando o tsunami vem. A fé intelectual nessa hora é vazia. Porque essa fé intelectual até os demônios tem.”

Seu discurso veio ensinar a todos que a fé em Cristo é o único remédio. “A  única coisa que pode trazer cura alívio é a fé no Senhor, porque as crises vem, os problemas aparecem, as terremotos nos ameaçam, mas a única coisa que temos que continuar fazendo é confiar”, disse.

Fazendo referência ao tsunami, ele reafirmou que “o nosso endereço definitivo não é aqui, mas sim no céu,” citando 2 Coríntios 4: 16-17. “Na jornada cristã, há dor sofrimento, cruz, mas o que conta é o final. O céu é o nosso destino, não é a morte que tem a última palavra.”

A palavra de Márcio Valadão não foi para trazer conforto e sim para ensinar a ter confiança e consciência que na Terra somos apenas peregrinos. “O céu é onde Deus vai enxugar as nossas lágrimas, porque aqui a gente chora.”

Fonte: Gospel Prime

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