Posts tagged ‘Jerusalem’

01/10/2013

Israel se prepara para iminente “Grande Terremoto”


Israel se prepara para iminente “Grande Terremoto” Após um estudo de três anos, realizado pelo Serviço Geológico de Israel, constatou que a Cidade Velha seria a região mais atingida caso ocorresse um forte terremoto em Jerusalém, pois foi construída sobre camadas de escombros, não sobre a rocha original. Amos Bein, diretor do centro, explicou que os pesquisadores usaram a tecnologia mais moderna existente para varrer a topografia de Jerusalém, analisando sua geologia, tipos de solos e o verdadeiro labirinto subterrâneo existente sob a Cidade Velha.

Obviamente, um sismo também causaria abalos políticos, pois está no centro do conflito entre israelenses e palestinos. Segundo o relatório, o principal ponto da devastação seria justamente o Monte do Templo, onde estão a mesquita de Al Aqsa e o Domo da Rocha.

O doutor Bein tem exortado os administradores da cidade há anos para identificar e reforçar as estruturas fracas. Ele explica que existem registros de apenas meia dúzia de grandes terremotos atingindo a cidade nos últimos mil anos. Os arqueólogos têm encontrado evidências disso.

O último grande sismo na área foi em 1927, com magnitude 6,3 perto de Jericó, cerca de 15 quilômetros a leste de Jerusalém. Curiosamente, foi o responsável por rachaduras no sudoeste da parede exterior da mesquita Al Aqsa e também na Igreja do Santo Sepulcro, construída em torno do local onde acredita-se que Jesus foi crucificado.

Para esses cientistas israelenses, outro grande terremoto deve atingir a Terra Santa nas próximas décadas. Este ano já ocorreram dois, mas de pouca intensidade. O principal motivo é que a cidade de Jerusalém fica no caminho do Grande Fenda do Vale, que se estende por 3.000 quilômetros, indo da Síria a Moçambique.

O Mar Morto na verdade é um lago situado no vale do rio Jordão por onde passa a “falha transformante do Mar Morto” que une a placa geológica da Arábia com a placa Africana. Essa falha passa pelo o vale do Armagedom e pelas muitas das colinas de Jerusalém, como o monte das Oliveiras.

O doutor Shmulik Marco, do Departamento de Geofísica e Ciências Planetárias da Universidade de Tel Aviv publicou em 2007 um estudo onde que a tradição judaica estava correta ao falar sobre um terremoto que partiria o Monte das Oliveiras literalmente ao meio.

Cerca de 70 km ao norte do Mar Morto, existe outra linha longitudinal de uma falha que corta o território israelense entre o porto de Haifa com as cidades de Jenin e Nablus, na Cisjordânia antes de chegar ao rio Jordão.

Em entrevista recente, o Dr. Ephraim Laor, do Comitê de Coordenação Nacional de Preparação para Terremotos, tem se dedicado a preparar os cidadãos de Israel para um grande terremoto que pode atingir o país nos próximos anos.

Em análises das lâminas de sedimentos preservadas pela hipersalinidade do Mar Morto, é possível detectar que ocorreu um grande terremoto por volta do ano 30, o que coincide com a cronologia bíblica.

Ao falar sobre sinais do fim do mundo, a Bíblia fala de terremoto(s) dividindo os montes de Jerusalém e de mudanças dramáticas nas condições de vida em Israel. A maioria dos teólogos apontam para as promessas da vinda do Messias em Zacarias 14:3-5, Mateus 24 e Atos 1:9-12, que ocorreriam da maneira como a ciência agora está comprovando. Com informações Science Daily, Jerusalém Post, Israel National News, ICR e NBC News.

24/09/2012

Achado reservatório próximo ao Monte do Templo em Jerusalém


Achado reservatório próximo ao Monte do Templo em JerusalémArqueólogos israelenses descobriram um tanque de água (cisterna) datado do período do Primeiro Templo de Jerusalém (1006-586 a. C.). O achado pode lançar uma nova luz sobre os usos e costumes da vida na cidade santa há cerca de 2.500 anos atrás.

Encontrado junto ao muro ocidental da praça onde estava o Templo, no chamado Arco de Robinson. O tanque recebia água do poço de Siloé, que ficava algumas centenas de metros além dos muros, explicam os especialistas.

“Está bastante claro agora que Jerusalém não só tinha sua fonte de água em Gion, mas tinha outros recursos para uso público”, afirmou em um comunicado o arqueólogo Eli Shukron, que lidera o projeto da Autoridade de Antiguidades de Israel. A descoberta mostrou que o abastecimento de água de Jerusalém, além de uma fonte de água natural, contava com grandes reservatórios artificiais do tipo agora descoberto.

A descoberta consiste em uma cavidade meticulosamente esculpida na rocha. A evidência da época é determinada pela forma e pelo tipo de reboco, típicos de reservatórios do período do Primeiro Templo descobertos em outros lugares de Israel. Pode-se ver as impressões digitais dos construtores impressas na parece, feitas quando eles terminaram o trabalho, como nos depósitos descobertos nos depósitos similares de Tel Be’er Sheva, Tel Arad e Bet Shemesh.

Essa cisterna é o ponto final de um canal do Vale do “Tyropoeon”, que alguns estudiosos identificam com o “Vale da Decisão” mencionado no Livro de Joel (Joel 4,14) e também pelo historiador judeu-romano Josefo.

Eli Shukron conta que durante o trabalho debaixo do chão do canal, se abriu uma brecha que revelou a presença da cisterna com dois tanques pequenos, capaz de reter 250 metros cúbicos de água, o que faz dela a maior daquela época já descoberta em Jerusalém.

Seu tamanho grande indica que a água era utilizada para as funções cotidianas no Templo e pelo público em geral, seja para banho ou para ser bebida. Provavelmente servia também como local de purificação dos peregrinos antes de subirem para o banho ritual.

O tamanho original e a localização da cisterna sugerem que ele tenha servido para auxiliar nas atividades de rituais no templo, segundo destacou a arqueóloga Tsvika Tsuk da Autoridade de Parques de Israel. “É possível que a grande cisterna encontrada ao lado do Monte do Templo tenha sido usada na operação diária do próprio Templo, mas também serviu para os peregrinos que vinham e precisavam de água para lavar e beber”, completa Tsuk. “A cisterna foi impermeabilizada com um gesso amarelado típico do período e ainda visíveis nas paredes”.

O local testemunha a existência de uma área com uma elevada densidade de construções. Porém, quando o local cresceu em número de habitantes, na época do Segundo Templo, as construções mais antigas foram desativadas, como ocorreu com o reservatório encontrado.

Calcula-se que o Primeiro Templo tenha sido construído por volta de 950 a.C, de acordo com o registro bíblico e destruído por um exército babilônico em 586 a.C. O Segundo Templo foi edificado começou cerca de 50 anos depois e totalmente destruído por soldados romanos no ano 70 d.C.

Depois de completar as escavações, a Autoridade de Antiguidades de Israel, órgão oficial do governo israelense, examinará a possibilidade de incluir este grande reservatório na rota para os visitantes da Terra Santa.

Traduzido de Acontecer Cristiano

onte: Gospel Prime

14/09/2012

Chefe da Al Qaeda convoca mulçumanos a ‘tomarem’ Jerusalém


No lugar de Osama bin Laden, Ayman Al Zawahiri diz que governo dos EUA está protegendo a Síria por temer que outro regime islâmico se levante na região

O chefe do grupo terrorista Al Qaeda, Ayman Al Zawahiri, pediu aos muçulmanos apoio aos rebeldes na Síria. Em vídeo gravado em 11 de setembro e divulgado nesta quinta-feira (13), Zawahiri argumenta que a deposição do presidente Bashar Assad os ajudaria a atingir o objetivo de derrotar Israel.

Para ele, o governo dos Estados Unidos protege Assad por temer que outro regime islâmico se levante na região, o que representaria uma ameaça ainda maior ao estado judaico. “Dar apoio a jihad na Síria para estabelecer um estado muçulmano é um passo básico em direção a Jerusalém”, disse o terrorista.

O chefe da Al Qaeda desde a morte de Osama bin Laden, no ano passado, criticou os governos da Turquia e do Irã e ridicularizou o presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, por procurar a paz com Israel. Segundo ele, a ‘nação islâmica’ precisa focar em seu objetivo de ‘libertar a Palestina’.

Ele ainda destacou que, no Egito, a Irmandade Muçulmana, principal força política do país e grupo ao qual pertence o presidente Mohammed Mursi, está servindo a Israel. “Eu apelo aos honoráveis membros do exército egípcio, e existem muitos deles, para não serem guardas das fronteiras de Israel e não defender seus limites ou participar do cerco do nosso povo em Gaza”, disse.

O novo enviado da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Liga Árabe à Síria, Lakhdar Brahimi, que deu início a sua primeira visita a Damasco nesta quinta-feira, considera que a crise no país é grave e que está piorando com o passar do tempo, segundo declarações citadas pela agência oficial síria Sana.

Histórico

Mais de 20.000 pessoas morreram na Síria desde que teve início, em março de 2011, um levante contra o atual presidente no marco da Primavera Árabe, uma onda de protesto que derrubou os governos do Egito e da Tunísia, locais onde foram estabelecidos governos islâmicos, o que aumentou a influência da religião na região.

 

Fonte: Veja

23/08/2012

Falando sobre reeleição, Obama afirma “Deus está no controle”


Falando sobre reeleição, Obama afirma “Deus está no controle”Uma pesquisa do Pew Research Center indica que 55% dos eleitores americanos acreditam que Obama é cristão e apenas 12% pensam que ele é muçulmano. De acordo com esta mesma pesquisa, 45% dos entrevistados disseram sentir-se confortáveis com a fé do presidente, enquanto 19% dizem estar desconfortáveis.

O relatório da Pew Research indica que 30% dos eleitores entrevistados não sabia a religião do presidente, 17% disseram acreditar que ele é muçulmano. Por outro lado, 60% identificaram corretamente o candidato republicano Mitt Romney como um mórmon.

Embora não discuta abertamente suas crenças religiosas, o presidente Obama aproveitou uma entrevista para a revista da Catedral Nacional de Washington para declarar que acredita que “Deus está no controle” de sua vida.

Embora o público duvide da força de sua fé cristã, o presidente reafirmou sua crença em Deus sobre seu futuro. “Em primeiro lugar, a minha fé cristã me dá a perspectiva e a segurança que eu sou amado. Haja o que houver, Deus está no controle”, disse Obama.

Ambos os candidatos tem recebido críticas pelas suas posturas religiosas, mas a percepção do público sobre as convicções religiosas de Obama mudaram dramaticamente desde que ele concorreu à presidência em 2008.

Mas Obama reafirma que sua crença em Deus ajuda-o a tomar decisões no governo. “A fé nos diz que há algo que nos faz desejar o bem-estar de uma criança que não pode receber os cuidados de saúde que necessita, ou um pai que não consegue encontrar trabalho depois que a fábrica fechou, ou uma família passando fome. A fé sempre proporcionou uma estrutura moral para este país enfrentar seus maiores desafios. Uma das grandes coisas sobre este país é que todas as pessoas podem defender sua fé e crenças e falar sobre o que as impulsiona e motiva”.

Como já ficou claro anteriormente, Barack e a primeira-dama Michelle Obama, tem uma perspectiva prática da fé. “Da escravidão ao movimento pelos direitos civis, a fé – e as obrigações morais que derivam de nossa fé – sempre nos ajudaram a enfrentar alguns dos nossos maiores desafios morais, com o reconhecimento que há algo maior acima de nós. Por isso temos obrigações que se estendem além do nosso próprio interesse”.

Perguntado sobre a crença de parte da população dos EUA de que ele é muçulmano, foi categórico.

“Não há muito que eu possa fazer sobre isso. Eu tenho um trabalho a fazer como presidente, e isso não envolve convencer as pessoas que minha fé em Jesus é legítima e real. Eu faço o meu melhor para viver minha fé, permanecer na Palavra, e fazer minha vida parecida com a dEle. O que eu posso fazer é continuar a segui-Lo, e servir aos outros”.

O presidente Obama tem sofrido críticas sobre suas posições sobre o aborto e o casamento gay, mas ele considera isso uma questão de respeito às decisões do próximo. “Como americanos, entendemos que, para garantir nossa capacidade de defender nossas posições, precisamos proteger a capacidade dos que pensam diferente de fazer o mesmo. A fé exige que vejamos a imagem de Deus no outro e a respeitemos”, finalizou.

A revista da Catedral Nacional deu o mesmo espaço para Mitt Romney. Ele ressaltou a importância da sua religião em sua vida. “Muitas vezes me perguntam sobre minha fé em Jesus Cristo”, disse Romney.

“Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus e o Salvador da humanidade. Cada religião tem sua própria doutrina e história. Elas não devem ser as bases da crítica, mas sim prova de nossa tolerância. A tolerância religiosa seria algo vazio se fosse reservado apenas para as religiões com as quais estamos de acordo.”

Traduzido e adaptado de Daily Mail

29/12/2011

‘Não haverá cristãos em Belém dentro de 20 anos’, diz líder religioso em Israel


Com o aumento dos assentamentos judaicos na região de Belém, em Israel, a cidade tem se tornado cada vez mais impenetrável aos cristãos. é o que diz o padre Ibrahim Shomali, sacerdote de Beit Jala, uma paróquia em Belém.

Ele cita o aumento dos assentamentos judaicos entre Jerusalém e Belém como um obstáculo praticamente intransponível, que nem mesmo o próprio Jesus, se hoje fosse vivo, conseguiria transpor.

“Se Jesus viesse esse ano, Belém estaria fechada”, diz Shomali ao periódico Sydney Morning Herald. Segundo ele, Jesus teria que nascer em um posto de controle ou em um muro de separação. E Maria e José precisariam de permissão israelense ou entrar como turistas.

As comunidades judaicas impedem que os palestinos entrem em Jerusalém Oriental ou em Belém, sem a licença de turista. Segundo o líder religioso, a pergunta é: o que acontecerá quando os palestinos forem fechados do lado de fora?

Um dos assentamentos mais invasivos é Har Homa, uma comunidade de quase 20 mil pessoas. O assentamento foi construído na localidade os líderes cristãos acreditam que os anjos revelaram aos pastores a respeito do nascimento de Jesus.

Os cristãos árabes, que representam somente 2% da população israelense, podem se tornar uma “raridade” no país nos próximos anos.

As celebrações de Natal estão em vias de extinção em muitas cidades israelenses. Comunidades cristãs, como é o caso de trabalhadores filipinos e peregrinos africanos estão comemorando o feriado natalino em espaços públicos em bairros de Tel Aviv e Nazaré.

“Quando olho para os registros dos nomes de famílias tradicionais da igreja, vejo que muitas delas já se foram”, conta Shomali. Ele acredita que “em 20 anos não haverão mais cristãos em Belém”.

Apesar da situação descrita pelo líder religioso, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu fez um discurso para os cristãos exortando que os peregrinos e turistas visitem Israel durante a época de Natal e celebrem abertamente o Natal.

Segundo Netanyahu, “em uma região onde há pouca tolerância com a fé dos outros, Israel quer garantir os lugares sagrados das grandes religiões e a liberdade de culto para todos”, concluiu.

Fonte: The Christian Post

01/06/2011

Igrejas em Jerusalém farão encontro de oração pela paz na Terra Santa


No dia 11 de junho próximo as Igrejas em Jerusalém realizarão um encontro de oração pela reconciliação, a unidade e a paz dos cristãos na Terra Santa.

O encontro chega este ano à sua sexta edição.

A oração comunitária, que terá lugar na igreja do Patriarcado Latino de Jerusalém e será presidida pelo Patriarca Fouad Twal, se realizará em coincidência com a Vigília de Pentecostes, que este ano todos os cristãos celebrarão na mesma data.

Tal iniciativa teve início em 2005, em Jerusalém, por iniciativa de um grupo de monges e leigos durante uma Vigília de oração noturna no Santo Sepulcro.

Por fim, conta no programa deste ano também uma Véspera solene que será feita em latim, árabe e hebraico, na Vigília de Pentecostes.

Fonte: Rádio Vaticano / Folha Gospel

25/05/2011

Primeiro Museu Judaico do Brasil será montado em uma sinagoga no centro de São Paulo


Primeiro Museu Judaico do Brasil será montado em uma sinagoga no centro de São PauloComeçou no dia 23 de maio, segunda-feira, as obras de adaptação do Museu Judaico que será montado na Sinagoga Beth El (Casa de Deus) localizado no centro de São Paulo. De acordo com a diretora da sinagoga, Roberta Sundfeld, o objetivo do museu é difundir a história judaica para toda a sociedade brasileira.

O acervo do museu será composto por mais de 1,5 mil peças utilizadas por imigrantes judeus da Europa Oriental e de países do Oriente Médio, datados dos séculos 18 e 19, quando a imigração judaica foi mais intensa no País.

Esse projeto é inédito no Brasil e contará a história da imigração judaica no País, mostrando sua influência na formação da sociedade contemporânea.

“Também haverá um espaço destinado a falar sobre os judeus no Brasil, como foram recebidos aqui e quem são as personalidades que se destacaram na sociedade brasileira”, complementa Roberta.

Farão parte do acervo ainda obras de arte dos primeiros artistas judeus que se estabeleceram no País, como a prestigiada pintora francesa Bertha Worms, que migrou para o Brasil em 1892.

O futuro museu contará também com uma biblioteca temática, que servirá como centro de referência para pesquisas sobre a história judaica.

Ainda de acordo com Roberta Sundfeld, a previsão de inauguração é para o segundo semestre de 2012 “Será um projeto demorado, porque vamos manter a construção da antiga sinagoga,” diz a diretora que também quer usar o espaço para passar uma mensagem de tolerância. “Queremos mostrar como os judeus foram integrados à sociedade e fazem parte dela hoje.”

Fonte: Gospel Prime /Arca Universal

12/05/2011

Festa na Terra Santa, Israel completa 63 anos


Festa na Terra Santa, Israel completa 63 anos

O dia 10 de maio é um dos mais festejados do ano em Israel, pois a data marca a independência do país do mandato britânico. Em 2011, A Terra Santa completa 63 anos, apesar de ter sua existência constantemente questionada por grupos terroristas e até mesmo por estados soberanos.

Mesmo assim, os israelenses comemoram. É feriado nacional e todos saem às ruas, que são enfeitadas de azul e branco (as cores da bandeira do país).

A sociedade israelense comporta pessoas de todas as nações e religiões. Lá, muçulmanos, judeus e cristãos coexistem e a liberdade religiosa é praticada sem qualquer intervenção do Estado.

Com apenas 63 anos de vida, Israel possui nove prêmios Nobel e destaca-se no cenário mundial nos campos da ciência, cultura e tecnologia, contribuindo para a humanidade de forma inestimável. Um exemplo disso é que, mesmo sendo um deserto, aprendeu a racionar sua água e hoje exporta flores.

Mesmo que Israel seja menor que o estado brasileiro do Sergipe, ainda é  considerado o maior foco de resistência da democracia no Oriente Médio.

Fonte: Arca Universal

11/04/2011

Jerusalém: Uma das cidades mais importantes da Bíblia


Jerusalém é considerada o coração de Israel por vários motivos, e não somente por ser sua capital. Localizada nas montanhas da Judéia, região central do país, entre os mares Morto e Mediterrâneo, a milenar cidade é uma das mais importantes em toda a Bíblia. Nela, há locais sagrados para três das principais culturas do mundo: cristãos, judeus e muçulmanos. Uma das cidades mais antigas do mundo tem uma história bastante confusa e conturbada.

A primeira menção a Jerusalém de que se tem notícia está em textos egípcios do século 19 antes de Cristo (a.C.). Desde essa época, a cidade tem uma história com altos e baixos, sempre disputada por vários povos e ainda hoje cenário de conflitos. Destruída e reconstruída várias vezes, hoje é um importante centro mundial, a despeito de seu pequeno tamanho (cerca de 125,2 quilômetros quadrados). O período mais importante, constante da Bíblia, começou quando o rei Davi escolheu a cidade como corte de seu reinado, unificando nela o centro do poder sobre as 12 tribos do povo hebreu.

Nela foram erguidos os famosos templos de Salomão e de Herodes, onde hoje se situa o islâmico Domo da Rocha, no Monte Moriá. Aos judeus não é permitido o acesso. Por isso, a eles é reservado apenas um pedaço externo da antiga muralha de arrimo do grande templo, ao oeste, conhecido como Muro das Lamentações. Lá, eles depositam seus lamentos e pedidos a Deus, em longas orações e em pedaços de papel entre as frestas das pedras.

As diversas lideranças

A partir da fixação da capital por Davi, os hebreus tornaram-se uma nação, fazendo da cidade seu centro político, religioso, econômico e militar. Em 931 a.C., logo após a morte de Salomão, filho e sucessor de Davi, Israel se viu em meio a uma guerra civil. Novamente os hebreus se separaram. Ao sul, Judá (onde Jerusalém estava), e ao norte, um novo reino de Israel. Em 722 a.C., os assírios conquistaram Judá. Tempos depois, eram os babilônios, governados por Nabucodonosor, os conquistadores do local. Quase toda a população foi deportada para a Babilônia (em 586 a.C.).

Logo depois, os persas a tomaram, permitindo a volta dos judeus do exílio. Mas as muralhas e paredes voltaram a ser derrubadas em 332 a.C., pelos macedônios, comandados por ninguém menos que Alexandre, o Grande.

Após tantas idas e vindas de conquistadores, os romanos tomaram Jerusalém, tornando-a em 63 a.C. a capital do reino de Herodes. Vieram os anos em que Jesus viveu entre os seres humanos, quando Jerusalém ainda era uma extensão do Império Romano. Lá ele foi morto e sepultado, ressuscitando após 3 dias.

Chega o ano de 66 depois de Cristo (d.C.), quando os judeus se rebelaram contra o domínio de Roma, então representada em Jerusalém pelo rei Tito. No ano 70, sem conseguir conter os rebeldes, Tito destrói a cidade, inclusive o grande templo, que havia sido reconstruído e reformulado por Herodes anos antes.

Vieram então os domínios islâmico (de 638 a 1099), das cruzadas cristãs e depois dos egípcios e mamelucos. Chega 1517, e Jerusalém é dominada pelos otomanos, que incluíram na invasão a Palestina. Os otomanos eram abertos a uma espécie de tolerância religiosa entre as três culturas monoteístas.

Já no século 20, o Reino Unido invade a cidade e a torna uma espécie de capital informal de uma região que abrange os atuais Israel, Faixa de Gaza e Jordânia, nomeando-a oficialmente Palestina. Após a Segunda Guerra Mundial, em 1947, a então novíssima Organização das Nações Unidas (ONU) dividiu o território da região entre judeus e palestinos. Jerusalém passou a ser administrada pela comunidade internacional, não pertencendo a nenhum dos dois lados. Mas o novo Estado de Israel entrou em conflito com os jordanianos e tomou a parte ocidental da cidade. Um acordo em 1949 estabeleceu que cada lado seria soberano sobre os lados que conquistaram. Jerusalém volta, então, a ser a capital de Israel. Em 1967, na famosa Guerra dos Seis Dias, os israelenses tomaram a parte dos jordanianos e reunificaram a cidade.

Pode-se dizer com certeza que a cidade ainda é alvo de conflitos. Os palestinos pretendem fazer de Jerusalém sua futura capital – do que, obviamente, Israel discorda.

A despeito dos conflitos, Jerusalém ainda é a maior e mais populosa cidade de Israel. Ainda hoje, pessoas de todo o mundo peregrinam a ela para conhecer de perto lugares importantes por terem sido cenário de passagens bíblicas, como o Monte das Oliveiras, o sepulcro de Jesus, os Portões Dourados, o próprio Monte Moriá com os restos do Templo e vários outros, que fazem parte da história de toda a humanidade.

O teor sagrado da cidade fica bem claro nos versos do Salmo 137 (versículos 5 e 6), de quando os judeus foram expulsos da cidade pela primeira vez:

“Se eu te esquecer, Jerusalém, que a minha mão direita esqueça sua destreza, que a minha língua se pegue em seu palato, se eu falhar em te recordar, se eu não elevar Jerusalém acima de minha maior alegria”.

A Jerusalém de hoje

A capital israelense é moderna, mas conserva traços do passado. Devido a uma lei municipal, é permitido construir na cidade somente com pedras claras, que conservam o estilo antigo do local. No entanto, essas pedras encobrem uma metrópole que progride cada vez mais. Shoppings, restaurantes internacionais, discotecas e bares noturnos são alguns dos exemplos do que pode ser encontrado.

Mas, como qualquer cidade, Jerusalém também tem suas mazelas. O trânsito, por exemplo, é um dos piores do país. Para tentar aliviar esse problema, está sendo construindo um moderno sistema ferroviário, que ligará os centrais pontos da cidade aos moldes do que se tem hoje nas principais cidades europeias. Alguns trechos já estão em funcionamento.

O Centro é um bairro alegre, colorido e cheio de pessoas do mundo inteiro. Nele, é possível comer faláfel (bolinhos fritos de grão-de-bico, que recheiam o pão sírio), sabich (pão sírio recheado com bastante berinjela frita, ovo cozido, humus, picles e condimentos), Shawarma (churrasco de carne de carneiro), e, para os menos simpáticos à culinária local, também há filiais de conhecidas redes de fast food.

Na Rua Jaffa (foto ao lado) há diversas lojas de judeus persas (do Irã). É o melhor lugar para comprar roupas e sapatos – além de farta variedade, pode-se pechinchar o preço.

O Shuk (mercado) Machané Yehuda, judaico, é o lugar ideal para comprar comida. Diferentemente do shuk Árabe da Cidade Velha, que vende mais bugigangas e souvenires, o mercado judaico é o lugar em que a população local compra frutas e verduras pelo melhor preço da cidade.

As frutas que existem em Israel são diferentes das espécies encontradas no Brasil. As tâmaras, doces e carnudas, são famosas no mundo inteiro. Lá também há muitas barracas de sucos naturais, nas quais é possível refrescar-se tomando, entre outros, suco de romã puro e feito na hora, com propriedades depurativas. Israel também é um grande exportador de laranjas de cor e sabor acentuados, excelente para o preparo de sucos.

O shopping Malcha, o principal de Jerusalém, localiza-se ao lado do estádio de futebol, o Beitar Yerushalaim, e é um pouco afastado do centro da cidade. Com um complexo de grifes internacionais e muitas lojas israelenses, é o local preferido da maior parte dos yerushalmim (nascidos em Jerusalém) no sábado à noite, quando encerra-se o Shabat.

A Emek Refaim é uma rua no bairro de Talpiot, com estilo moderno e despojado. É habitada, em sua maioria, por norte-americanos, o que torna mais comum ouvir inglês que hebraico. Possui diversos ateliês de moda e arte, além de ter os restaurantes mais chiques e caros da cidade.

O Shabat

No Sábado, dia de descanso para os judeus, quase nada funciona, nem mesmo as linhas de ônibus. Os bairros ortodoxos têm suas ruas fechadas para a circulação de carros. Um descanso necessário para uma cidade que não pára nunca, seja no trânsito, na agitada vida noturna ou no comércio. O pôr do sol de sexta-feira, refletido nas pedras brancas de Jerusalém, fica ainda mais apreciável com o silêncio que paira sobre a cidade sagrada.

Fonte: Arca Universal

27/03/2011

Mulher morta no atentado em Jerusalém era tradutora da bíblia


Mary Jean Gardner, de 55 anos, foi atingida pela explosão do atentado a bomba contra um ônibus em Jerusalém. A escocêsa foi a única pessoa a morrer no ataque que deixou outras 30 pessoas feridas.
Gardner trabalhava para o Wycliffe Bible Translators como tradutora, e foi para Israel no início do ano para estudar na Universidade Hebraica. Ela havia ido a Jerusalém para aprimorar suas hablidades no hebraico, antes de iniciar uma tradução do Antigo Testamento para a língua Ife, uma das línguas faladas no Togo. A tradução do Novo Testamento já havia sido concluída em 2009.
Um porta-voz da Wycliffe Bible Translators publicou uma nota dizendo: “A Wycliffe Bible Translators lamenta em anunciar a morte de Mary Gardner, em uma explosão terrorista em Jerusalém no dia 23 de março, onde foi estudar hebraico no lar do tradutores da bíblia”.
Após o ataque o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu reagir com agressividade, responsabilidade e sabedoria.
Mary Gardner morre nove anos após a morte de seu compatriota, Yoni Jesne, morto em um atentado suicída realizado pelo grupo terrorista Hamas.

Fonte: Notícias Cristãs com informações do De Olho na Jihad/The Telegraph via BrasilWiki

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