Posts tagged ‘jovens universitários’

19/04/2011

Grupo de leitura bíblica


Grupo de leitura bíblica Há dois anos, professores universitários da Faculdade Padrão, em Goiânia (GO), formaram um grupo de leitura da Bíblia. Os encontros acontecem uma vez por semana (às segundas-feiras) em uma sala do próprio campus.

A sessão de leitura dura em média 45 minutos e qualquer aluno, docente ou funcionário pode participar.

O grupo já leu até agora cinco livros do Novo Testamento.

A leitura é feita versículo por versículo e inclui comentários e esclarecimentos sobre as passagens bíblicas. O encontro sempre termina com um momento de oração.

“Não somos de uma denominação cristã específica. O grupo é aberto a pessoas de qualquer credo religioso. Para participar, basta levar sua Bíblia ou Novo Testamento. E, caso não tenha, sempre temos material bíblico para emprestar”, convida o professor Orley José, um dos idealizadores do grupo.

Fonte: SBB

16/02/2011

Portugueses protestam contra o crescente número aborto


Portugueses protestam contra o crescente número aborto Representantes de associações contra aborto concentraram-se nesta, sexta-feira, em frente à Assembléia da República de Portugal, em Lisboa, para exigir uma nova discussão sobre a lei da interrupção voluntária da gravidez.

Na escadaria da Assembleia da República, dezenas de jovens universitários se reuniram, vestindo-se de negro e com expressões de sofrimento. Eles traziam flores de papel colorido e fizeram um minuto de silêncio pelas vítimas do aborto, mencionando que “60 mil pessoas que não chegaram a nascer”.

Os jovens fazem parte da associação “Vida Universitária,” que defendem a vida e se manifestam contra os números espantosos de aborto em Portugal desde que a lei que permite o aborto foi aprovada há quatro anos.

“Não queremos ficar indiferentes, queremos mostrar o nosso horror perante estes números, são 60 mil pessoas que não nasceram nestes quatro anos e é preciso lembrá-los,” afirmou a jovem Inês Avelar Santos, porta-voz da associação.

Desta maneira, o grupo considera que depois de ter sido promulgada a lei que legaliza o aborto desde 2007, a questão tenha que ser reconsiderada e a lei modificada.

A associação divulgou também um manifesto onde se alega que o Estado já gastou mais de 100 milhões de euros para eliminar o número de crianças equivalente à população de Aveiro.

Segundo o manifesto, o governo também “cortou em quase todos os apoios sociais, como o abono de família; e o anunciado cheque bebê ficou na gaveta.”

“Milhares de mulheres vivem com graves dificuldades para sustentar os seus filhos. Mas uma mulher que aborte recebe, durante um mês, um subsídio de ‘maternidade’ correspondente a 100% do seu ordenado,” afirma o documento.

E ele acrescenta que “o Estado Social paga aborto, avião, táxi, hotel e subsídio com o dinheiro que usurpa dos bolsos de quem trabalha”.

Antônio Pinheiro Torres, um dos responsáveis da associação e secretário-geral da Federação Pela Vida, defende que a lei não existisse. Ele não concebe que “uma criança possa ser eliminada por seus pais não terem meios para poder sustentar”.

Fonte: Creio

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