Posts tagged ‘judeu’

25/10/2015

Expo Israel irá reunir cristãos e judeus em 2016, em São Paulo


exposisraelOs mesmos organizadores do Salão Internacional Gospel estão preparando para 2016 um evento com um novo foco: a cultura judaica. A Expo Israel irá apresentar os ensinos, hábitos e costumes do povo que ilustra todo o conteúdo da Bíblia.

A Expo Israel será realizada entre os dias 7 e 10 de setembro, no Expo Center Norte, na capital de São Paulo. Segundo o Grupo MR1, responsável pela organização do evento, a feira judaica acontecerá no mesmo pavilhão do Salão Internacional Gospel — dividindo os temas e, ao mesmo tempo, os complementando.

Na programação, estão previstos congressos, palestras, workshops, danças, música, culinária e oficinas temáticas. Além do espaço cultural, a feira também apresenta um ambiente para a exposição de produtos e serviços, a fim de fomentar os negócios entre empresas israelenses e brasileiras.

“É um momento de confraternização de toda a sociedade com a comunidade judaica, que contribui de maneira efetiva para o desenvolvimento do Estado de São Paulo e do Brasil, como um todo. A feira tem o objetivo de difundir a cultura judaica para os visitantes mostrando de forma intensa e respeitosa as peculiaridades deste país que, apesar de jovem, traz consigo uma tradição de mais de 3 mil anos de história”, comenta Marcelo Rebello, presidente do Grupo MR1.

Rebello conta que durante o processo de planejamento do evento, o grupo esteve reunido com com representantes do Governo de Israel e entidades ligadas ao judaísmo ortodoxo e messiânico. Além disso, um conselho de cultura judaica tem feito parte das decisões da Expo Israel.

“Nos sentimos felizes e abençoados por servir a mais este propósito do Eterno. Estamos trabalhando muito já na preparação de mais essa feira, são muitas atividades culturais e uma grande área de exposições sendo preparadas para receber os visitantes nos quatro dias de evento”, conclui Rebello.

Serviço:
Expo Israel – Feira Internacional da Cultura Judaica
Data: 7 a 10 de setembro de 2016
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – SP

04/10/2015

Netanyahu cala Assembleia da ONU ao denunciar acordo nuclear com Irã


xbenjamin-netanyahuCerca de 24 horas após o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, afirmar diante da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, que pode abandonar os acordos de paz,  quem usou a palavra foi o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Em um discurso considerado histórico, calou durante cerca de 45 segundos os representantes diplomáticos ali reunidos. Netanyahu denunciou o acordo nuclear das potências mundiais com o Irã.

Ele disse que aquele tempo devia servir para que o mundo “pensasse no que fez” em relação às ameaças de Teerã de destruir o Estado judeu. O silêncio do auditório, ironicamente, parece ter falado mais alto.

O premiê afirmou que seu governo “fará de tudo” para defender-se e reiterou que seu país está pronto a retomar “imediatamente” as conversas sobre paz com os palestinos.

“Após 70 anos do assassinato de 6 milhões de judeus, líderes iranianos prometem destruir meu país, matar meu povo. A resposta desta assembleia, de quase todos os governos aqui presentes, foi inexistente. Silêncio total. Silêncio ensurdecedor”, enfatizou.

Deixou ainda uma mensagem aos líderes do Irã: “seu plano para destruir Israel fracassará. E esta é a minha mensagem aos países da ONU: sejam quais forem as resoluções que vocês adotarem neste local, Israel fará todo o possível para defender seu Estado e seu povo”.

Netanyahu lembrou que as Nações Unidas são sempre rápidas em criticar e se postar contra Israel, mas tem falhado em impedir a morte de cerca de 300.000 civis na Síria.

Apesar das dificuldades crescentes nas relações com o governo Obama, o primeiro-ministro israelense tem uma visita agendada na Casa Branca mês que vem. Com informações de Jerusalém Post

Assista:

25/05/2011

Primeiro Museu Judaico do Brasil será montado em uma sinagoga no centro de São Paulo


Primeiro Museu Judaico do Brasil será montado em uma sinagoga no centro de São PauloComeçou no dia 23 de maio, segunda-feira, as obras de adaptação do Museu Judaico que será montado na Sinagoga Beth El (Casa de Deus) localizado no centro de São Paulo. De acordo com a diretora da sinagoga, Roberta Sundfeld, o objetivo do museu é difundir a história judaica para toda a sociedade brasileira.

O acervo do museu será composto por mais de 1,5 mil peças utilizadas por imigrantes judeus da Europa Oriental e de países do Oriente Médio, datados dos séculos 18 e 19, quando a imigração judaica foi mais intensa no País.

Esse projeto é inédito no Brasil e contará a história da imigração judaica no País, mostrando sua influência na formação da sociedade contemporânea.

“Também haverá um espaço destinado a falar sobre os judeus no Brasil, como foram recebidos aqui e quem são as personalidades que se destacaram na sociedade brasileira”, complementa Roberta.

Farão parte do acervo ainda obras de arte dos primeiros artistas judeus que se estabeleceram no País, como a prestigiada pintora francesa Bertha Worms, que migrou para o Brasil em 1892.

O futuro museu contará também com uma biblioteca temática, que servirá como centro de referência para pesquisas sobre a história judaica.

Ainda de acordo com Roberta Sundfeld, a previsão de inauguração é para o segundo semestre de 2012 “Será um projeto demorado, porque vamos manter a construção da antiga sinagoga,” diz a diretora que também quer usar o espaço para passar uma mensagem de tolerância. “Queremos mostrar como os judeus foram integrados à sociedade e fazem parte dela hoje.”

Fonte: Gospel Prime /Arca Universal

21/05/2011

Google terá que excluir buscas contra judeus


Google terá que excluir buscas contra judeus A Justiça argentina aceitou um pedido da organização israelita Daia (Delegación de Asociaciones Israelitas Argentinas) e ordenou que o Google elimine de suas buscas palavras que indiquem preconceito contra judeus.

O pediu partiu porque, segundo a delegação, ao inserir o termo “judeu” o campo de buscas da ferramenta, o recurso autocompletar automaticamente sugeria termos antissemitas.

Fora isso, Agência de Notícias do Poder Judicial da Argentina divulgou também que o juiz Carlos Molina Portela também ordenou que o Google remova de seus resultados 76 sites apontados pela organização como racistas. Outros 22 deles também estão proibidos de receber publicidade do gigante das buscas.

De acordo com a sentença do juiz, “a aquisição pelo réu de links para conteúdo existente em páginas de cunho racista e/ou a inclusão em seu diretório de tal conteúdo poderia ser classificado como atos de discriminação ou, pelo menos, de incentivo a ela”, proferiu ele na sentença.


Fonte: Gospel Prime / com informações Info

11/04/2011

Jerusalém: Uma das cidades mais importantes da Bíblia


Jerusalém é considerada o coração de Israel por vários motivos, e não somente por ser sua capital. Localizada nas montanhas da Judéia, região central do país, entre os mares Morto e Mediterrâneo, a milenar cidade é uma das mais importantes em toda a Bíblia. Nela, há locais sagrados para três das principais culturas do mundo: cristãos, judeus e muçulmanos. Uma das cidades mais antigas do mundo tem uma história bastante confusa e conturbada.

A primeira menção a Jerusalém de que se tem notícia está em textos egípcios do século 19 antes de Cristo (a.C.). Desde essa época, a cidade tem uma história com altos e baixos, sempre disputada por vários povos e ainda hoje cenário de conflitos. Destruída e reconstruída várias vezes, hoje é um importante centro mundial, a despeito de seu pequeno tamanho (cerca de 125,2 quilômetros quadrados). O período mais importante, constante da Bíblia, começou quando o rei Davi escolheu a cidade como corte de seu reinado, unificando nela o centro do poder sobre as 12 tribos do povo hebreu.

Nela foram erguidos os famosos templos de Salomão e de Herodes, onde hoje se situa o islâmico Domo da Rocha, no Monte Moriá. Aos judeus não é permitido o acesso. Por isso, a eles é reservado apenas um pedaço externo da antiga muralha de arrimo do grande templo, ao oeste, conhecido como Muro das Lamentações. Lá, eles depositam seus lamentos e pedidos a Deus, em longas orações e em pedaços de papel entre as frestas das pedras.

As diversas lideranças

A partir da fixação da capital por Davi, os hebreus tornaram-se uma nação, fazendo da cidade seu centro político, religioso, econômico e militar. Em 931 a.C., logo após a morte de Salomão, filho e sucessor de Davi, Israel se viu em meio a uma guerra civil. Novamente os hebreus se separaram. Ao sul, Judá (onde Jerusalém estava), e ao norte, um novo reino de Israel. Em 722 a.C., os assírios conquistaram Judá. Tempos depois, eram os babilônios, governados por Nabucodonosor, os conquistadores do local. Quase toda a população foi deportada para a Babilônia (em 586 a.C.).

Logo depois, os persas a tomaram, permitindo a volta dos judeus do exílio. Mas as muralhas e paredes voltaram a ser derrubadas em 332 a.C., pelos macedônios, comandados por ninguém menos que Alexandre, o Grande.

Após tantas idas e vindas de conquistadores, os romanos tomaram Jerusalém, tornando-a em 63 a.C. a capital do reino de Herodes. Vieram os anos em que Jesus viveu entre os seres humanos, quando Jerusalém ainda era uma extensão do Império Romano. Lá ele foi morto e sepultado, ressuscitando após 3 dias.

Chega o ano de 66 depois de Cristo (d.C.), quando os judeus se rebelaram contra o domínio de Roma, então representada em Jerusalém pelo rei Tito. No ano 70, sem conseguir conter os rebeldes, Tito destrói a cidade, inclusive o grande templo, que havia sido reconstruído e reformulado por Herodes anos antes.

Vieram então os domínios islâmico (de 638 a 1099), das cruzadas cristãs e depois dos egípcios e mamelucos. Chega 1517, e Jerusalém é dominada pelos otomanos, que incluíram na invasão a Palestina. Os otomanos eram abertos a uma espécie de tolerância religiosa entre as três culturas monoteístas.

Já no século 20, o Reino Unido invade a cidade e a torna uma espécie de capital informal de uma região que abrange os atuais Israel, Faixa de Gaza e Jordânia, nomeando-a oficialmente Palestina. Após a Segunda Guerra Mundial, em 1947, a então novíssima Organização das Nações Unidas (ONU) dividiu o território da região entre judeus e palestinos. Jerusalém passou a ser administrada pela comunidade internacional, não pertencendo a nenhum dos dois lados. Mas o novo Estado de Israel entrou em conflito com os jordanianos e tomou a parte ocidental da cidade. Um acordo em 1949 estabeleceu que cada lado seria soberano sobre os lados que conquistaram. Jerusalém volta, então, a ser a capital de Israel. Em 1967, na famosa Guerra dos Seis Dias, os israelenses tomaram a parte dos jordanianos e reunificaram a cidade.

Pode-se dizer com certeza que a cidade ainda é alvo de conflitos. Os palestinos pretendem fazer de Jerusalém sua futura capital – do que, obviamente, Israel discorda.

A despeito dos conflitos, Jerusalém ainda é a maior e mais populosa cidade de Israel. Ainda hoje, pessoas de todo o mundo peregrinam a ela para conhecer de perto lugares importantes por terem sido cenário de passagens bíblicas, como o Monte das Oliveiras, o sepulcro de Jesus, os Portões Dourados, o próprio Monte Moriá com os restos do Templo e vários outros, que fazem parte da história de toda a humanidade.

O teor sagrado da cidade fica bem claro nos versos do Salmo 137 (versículos 5 e 6), de quando os judeus foram expulsos da cidade pela primeira vez:

“Se eu te esquecer, Jerusalém, que a minha mão direita esqueça sua destreza, que a minha língua se pegue em seu palato, se eu falhar em te recordar, se eu não elevar Jerusalém acima de minha maior alegria”.

A Jerusalém de hoje

A capital israelense é moderna, mas conserva traços do passado. Devido a uma lei municipal, é permitido construir na cidade somente com pedras claras, que conservam o estilo antigo do local. No entanto, essas pedras encobrem uma metrópole que progride cada vez mais. Shoppings, restaurantes internacionais, discotecas e bares noturnos são alguns dos exemplos do que pode ser encontrado.

Mas, como qualquer cidade, Jerusalém também tem suas mazelas. O trânsito, por exemplo, é um dos piores do país. Para tentar aliviar esse problema, está sendo construindo um moderno sistema ferroviário, que ligará os centrais pontos da cidade aos moldes do que se tem hoje nas principais cidades europeias. Alguns trechos já estão em funcionamento.

O Centro é um bairro alegre, colorido e cheio de pessoas do mundo inteiro. Nele, é possível comer faláfel (bolinhos fritos de grão-de-bico, que recheiam o pão sírio), sabich (pão sírio recheado com bastante berinjela frita, ovo cozido, humus, picles e condimentos), Shawarma (churrasco de carne de carneiro), e, para os menos simpáticos à culinária local, também há filiais de conhecidas redes de fast food.

Na Rua Jaffa (foto ao lado) há diversas lojas de judeus persas (do Irã). É o melhor lugar para comprar roupas e sapatos – além de farta variedade, pode-se pechinchar o preço.

O Shuk (mercado) Machané Yehuda, judaico, é o lugar ideal para comprar comida. Diferentemente do shuk Árabe da Cidade Velha, que vende mais bugigangas e souvenires, o mercado judaico é o lugar em que a população local compra frutas e verduras pelo melhor preço da cidade.

As frutas que existem em Israel são diferentes das espécies encontradas no Brasil. As tâmaras, doces e carnudas, são famosas no mundo inteiro. Lá também há muitas barracas de sucos naturais, nas quais é possível refrescar-se tomando, entre outros, suco de romã puro e feito na hora, com propriedades depurativas. Israel também é um grande exportador de laranjas de cor e sabor acentuados, excelente para o preparo de sucos.

O shopping Malcha, o principal de Jerusalém, localiza-se ao lado do estádio de futebol, o Beitar Yerushalaim, e é um pouco afastado do centro da cidade. Com um complexo de grifes internacionais e muitas lojas israelenses, é o local preferido da maior parte dos yerushalmim (nascidos em Jerusalém) no sábado à noite, quando encerra-se o Shabat.

A Emek Refaim é uma rua no bairro de Talpiot, com estilo moderno e despojado. É habitada, em sua maioria, por norte-americanos, o que torna mais comum ouvir inglês que hebraico. Possui diversos ateliês de moda e arte, além de ter os restaurantes mais chiques e caros da cidade.

O Shabat

No Sábado, dia de descanso para os judeus, quase nada funciona, nem mesmo as linhas de ônibus. Os bairros ortodoxos têm suas ruas fechadas para a circulação de carros. Um descanso necessário para uma cidade que não pára nunca, seja no trânsito, na agitada vida noturna ou no comércio. O pôr do sol de sexta-feira, refletido nas pedras brancas de Jerusalém, fica ainda mais apreciável com o silêncio que paira sobre a cidade sagrada.

Fonte: Arca Universal

05/04/2011

Em 2030 a maioria da população de Israel será ultraortodoxa e nacionalista diz pesquisa


Um estudo da Universidade de Haifa revela que a rápida mudança demográfica condenará a sociedade israelense  à pobreza e ameaça sua existência como sociedade ocidental e democrática.

O alarme é dado pelo pesquisador Arnon Soffer que analisou um relatório da evolução dos distintos grupos que convivem no país e concluiu que em 2030 a maioria da população será ultraortodoxa e sionista religiosa.

“Israel está a caminho de se transformar em um Estado religioso, o que ameaça a sua própria existência”, diz o pesquisador.

A tese de Soffer está baseada na questão de como a população israelense vai sobreviver se o número de ortodoxos continuar a crescer,  já que eles não trabalham para se dedicar ao estudo da Torá. Para compensar o governo dá a essa população pensões, ajudas sociais, isenções fiscais e benefícios conforme o número de filhos que tem.

Para Soffer essas contribuições criam “uma crescente desigualdade, insatisfação, ressentimento e sensação de asfixia entre os que pagam os impostos”.

A esse impacto na produtividade é somado o fato de que a grande parte deste grupo é de inclinação nacionalista, situação que se vê potencializada pelo maior crescimento entre os sionistas religiosos.

“Por sua forma de vida e suas crenças, ambos os grupos têm muitos filhos e continuarão tendo”, prevê o especialista em declarações à Efe.

Em Jerusalém a maioria das crianças em idade pré-escolar é ultraortodoxa, como revela o pesquisador. “Neste ano, cerca de 40% das crianças nascidas em todo o Estado Israel serão ultraortodoxos e, se a eles acrescentamos os que são sionistas religiosos (uma percentagem similar), o resultado é que os laicos estão desaparecendo”.

A população de Israel é de 7,2 milhões de habitantes sendo 5,6 milhões deles são judeus, 1,2 milhão são árabes de origem palestinas e restante pertencem a minorias. É essa a preocupação de Soffer que se declara laico. “A pergunta é se meus netos viverão aqui dentro de 20 anos. Se não viverem, o capítulo sionista de nossa história terá chegado a seu fim”, alerta.

Ele propõe a educação como uma aposta para o futuro e como garantia de que “a população laica não fugirá do país” dentro de duas décadas. A única receita, em sua visão, é criar um recesso político e educativo que conduza eventualmente à ocidentalização e democratização das juventudes ortodoxas e religiosas.

Fonte: Gospel Prime

04/03/2011

Papa exonera judeus de serem os culpados pela morte de Jesus


No dia 10 de março o papa Bento XVI lançará a segunda parte do livro “Jesus de Nazaré” que fala sobre a paixão, morte e ressurreição de Cristo e os momentos mais decisivos na vida de Jesus, segundo o papa. Nessa obra o bispo de Roma exonera os judeus de serem os culpados por Jesus ser condenado à morte.

O Pontífice assinala que, quando no Evangelho de Mateus se fala que “todo o povo” pediu a crucificação de Cristo, “não se expressa um fato histórico”. Na visão dele não seria possível ter tantas pessoas condenando. “Como seria possível todo o povo (judeu) estar presente nesse momento para pedir a morte de Jesus?”, questiona o papa teólogo.

De acordo com ele essa errônea interpretação de que todos os judeus condenaram Cristo teve consequências “fatais”, em referência às contínuas acusações de deicídio aos judeus durante séculos, que propiciou sua perseguição.

Bento XVI acrescenta que a “realidade” histórica aparece mais correta nos evangelhos de João e Marcos. E que o verdadeiro grupo de acusadores foram alguns círculos do templo de Jerusalém e a massa que apoiava Barrabás no contexto da anistia pascal.

O Concílio Vaticano II (1962-1965), que lançou à Igreja ao século XXI, promulgou a declaração “Nostra Aetate”, com o fim dos católicos retiraram as acusações de deicídio contra os judeus.

A primeira parte de “Jesus de Nazaré”, de 448 páginas, foi apresentada pelo Vaticano no dia 13 de abril de 2007 e nela o pontífice mostrou um Jesus “real”, e afirmou que Cristo é uma figura “historicamente sensata e convincente”.

Fonte: Gospel Prime

 

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