Posts tagged ‘MANIPULAÇÃO’

06/06/2011

A IMPRENSA BRASILEIRA A SERVIÇO DA CAUSA GAY


“Art. 1º O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros tem como base o direito fundamental do cidadão à informação, que abrange direito de informar, de ser informado e de ter acesso à informação. Art. 2º Como o acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental, os jornalistas não podem admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse, razão por que: I – a divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários e/ou diretores ou da natureza econômica de suas empresas; II – a produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade o interesse público; III – a liberdade de imprensa, direito e pressuposto do exercício do jornalismo, implica compromisso com a responsabilidade social inerente à profissão; IV – a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não-governamentais, deve ser considerada uma obrigação social; V – a obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, garantido o sigilo do denunciante. Capítulo II – Da conduta profissional do jornalista. Art. 3º O exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social, estando sempre subordinado ao presente Código de Ética. Art. 4º O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, deve pautar seu trabalho na precisa apuração dos acontecimentos e na sua correta divulgação. Art. 6º É dever do jornalista: I – opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos; II – divulgar os fatos e as informações de interesse público; III – lutar pela liberdade de pensamento e de expressão”.

O texto acima faz parte do Código de Ética dos jornalistas brasileiros, um documento que está em vigor desde 1987 e que serve para fixar “as normas a que deverá subordinar-se a atuação do profissional, nas suas relações com a comunidade, com as fontes de informação, e entre jornalistas”, e se refere à conduta que se espera dos profissionais da área.Uma imprensa isenta é o sonho de qualquer sociedade, a fim de se conhecer a verdade e de se formar uma opinião própria sobre os acontecimentos à sua volta. Infelizmente, em certos casos, jornalismo e manipulação têm caminhado de mãos dadas, quando determinados interesses estão em jogo, contrariando completamente o Código de Ética da profissão. É o que se pôde observar nesta semana no Brasil.

Na quarta-feira, 01 de junho, uma multidão de mais de trinta mil pessoas foi a Brasília, capital Federal, para protestar contra a aprovação de leis que criminalizam a chamada “homofobia”. A manifestação contou com representantes de igrejas evangélicas e católicas que buscavam pressionar as autoridades a não aprovar o Projeto de Lei Complementar 122/2006 que torna crime qualquer manifestação contrária à prática homossexual no país, sujeitando os críticos dessa prática, inclusive, a penas de reclusão.
O dito Projeto de Lei é um assalto à democracia e à liberdade de expressão, além de uma afronta à Constituição Federal. Reclamar contra a sua aprovação é um dever, não só dos movimentos religiosos, mas de todos os cidadãos brasileiros, que podem ser tolhidos do bem mais precioso da democracia que é a liberdade.
Pois bem, a manifestação ocorreu conforme planejada. Eu não estava lá, mas creio que foi um grande marco nessa luta contra a aprovação de um Projeto de Lei descaradamente inconstitucional. Mas a tristeza que senti foi que, ao procurar nos principais sites de notícias do país, informações sobre o evento, não encontrei praticamente nada, quase nenhuma cobertura da mídia sobre o evento.
Jornal Nacional da Rede Globo divulgou uma pequena reportagem de pouco mais de 2min30seg. Mesmo assim, ocupou boa parte da reportagem com informações sobre o que prevê o PLC-122/2006, e deu considerável espaço para uma declaração do deputado federal Jean Wyllys, homossexual e grande defensor da causa gay no país. A Band dedicou míseros 49 segundos de um de seus telejornais para falar sobre o evento, tratado como uma manifestação meramente religiosa, desconsiderando completamente o aspecto político-social do evento.
Aquela não foi apenas uma passeata religiosa. Foi um movimento em defesa da Constituição, da liberdade e dos rumos da própria sociedade brasileira. Não se tratava apenas de uma defesa de padrões religiosos, mas de se abrir os olhos das autoridades para o respeito à Carta Magna e aos direitos fundamentais da democracia nacional.
Nos principais sites de notícias do país a manifestação não recebeu nenhuma cobertura. Globo.com, G1, UOL, IG, Terra, Folha.com, O Globo não publicaram absolutamente nada a respeito da passeata. Nem mesmo o R7.com, portal de noticias da Rede Record, emissora ligada à Igreja Universal fez qualquer menção da manifestação. Todos esses veículos de informação preferiram silenciar sobre o assunto, e gastar tempo com trivialidades e futilidades. Além de coincidirem em notícias sobre o assassinato de um ex-participante de reality show, a convocação de Palocci para dar explicações na Câmara Federal e sobre o futebol, as notícias variavam do inútil ao sem importância nenhuma. Bife seco e duro? Veja como resolver erros comuns na cozinha”, era uma das matérias do Terra; Sombra marrom é a grande dica para uma maquiagem chique; veja passo a passo”, anunciava o Globo.com. O UOL dedicou tempo para noticiar queValeska Popozuda será uma das participantes de ‘A Fazenda 4’”. O portal IG dedicou um longo espaço para ensinar “Como preparar e oferecer a papinha para o bebê corretamente”. No R7.com, portal ligado à Rede Record, uma das notícias era que Fiuk divulga vídeo de Sou Eu e diz que está louco para lançar CD”. Como se vê, a grande imprensa nacional está mesmo interessada é naquilo que não faz ninguém pensar.
É uma vergonha a maneira como a imprensa brasileira se comporta diante de um tema tão sério. Há uma declarada manifestação da imprensa a favor da causa gay. Não há isenção nas informações. Marcelo Salles escreveu no site Observatório da Imprensa no ano 2007 que “Jornalista tem lado”, afirmando que a imparcialidade jornalística é uma falácia. Guilherme Scalzilli, escrevendo no mesmo site em 2006 disse que “Já não persistem dúvidas de que a imprensa brasileira vive uma crise inédita de credibilidade”. E esta crise fica nitidamente estampada neste episódio em particular.
Não há como confiar em uma imprensa que está a serviço de uma minoria da sociedade, como se suas reivindicações fossem absolutas e inquestionáveis. Não há como aceitar que a imprensa se curve com tamanha submissão à causa gay e não dê aos críticos do comportamento homossexual o mesmo espaço para exposição de suas idéias. Por que quando se trata de manifestações em favor da causa gay há intensa cobertura da imprensa como se isto interessasse a toda a sociedade mais do que a crítica a esse comportamento? Por que a imprensa deu ampla cobertura quando míseros 150 ativistasgays que promoveram um ato desrespeitoso na escadaria de uma Igreja Católica em Florianópolis, e vergonhosa e covardemente, ignorou o protesto de mais de trinta mil pessoas na capital do país em defesa da liberdade e do direito? Por que a notícia de que um marmanjo homossexual chamado Leonardo (vulgo Léa T) desfilando de biquiniem um evento de moda do Rio de Janeiro chama mais atenção da imprensa do que 30 mil vozes pedindo respeito à Constituição Federal e à liberdade de expressão? Por quanto será que a imprensa brasileira se vendeu a esta causa gay?
Pelo visto, as palavras do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros são só um enfeite hipócrita para uma classe subalternizada aos interesses de quem paga mais ou de quem não quer levar a sociedade a pensar. A imprensa brasileira está a serviço da mentira, do engodo e da manipulação. Confesso que sempre admirei o Jornalismo, não apenas como profissão, mas também como missão. Não sou jornalista, mas se pudesse escolher, seria uma das minhas profissões. Mas sinto profunda alegria neste momento por não fazer parte de uma categoria tão comprometida com a parcialidade, com a hipocrisia e com a manipulação, como se vê em nossos dias. Que as exceções se manifestem, se é que elas existem.
Fonte: Creio e Confesso
13/05/2011

Magno Malta teve a transmissão de seu discurso interrompido na TV Senado


Magno Malta teve a transmissão de seu discurso interrompido na TV Senado Na manhã desta quinta-feira, 12, o Senador Magno Malta estava discursando sobre o Projeto de Lei 122/2006 que define crimes de preconceito contra homossexuais quando teve seu discurso cortado pela TV Senado que transmitia a sessão dos senadores que examinava o projeto. O sinal foi cortado tanto para quem assistia pela TV como também na Internet.

O PL foi desarquivado em fevereiro pela senadora Marta Suplicy (PT-SP) que se tornou a relatora do projeto e durante a sessão de hoje pediu para que os senadores que são contra que se manifestassem para que ela tentasse entendê-los.

No trecho que foi transmitido o senador Magno Malta falava que o texto referido é já é errado em seu nascedouro “porque o homofóbico quer matar, que destruir, quer enforcar”.

“O projeto de Iara Bernardes arrumava cadeia para todo mundo. Criminalizava a sociedade como um todo. Você era obrigado a gostar e querer o que ela escreveu no texto dela. Uma série de inconstitucionalidades”, diz Magno Malta.

Ele pede uma audiência pública para ouvir a sociedade para saber o que os cidadãos brasileiros pensam sobre isso. Também pede que organizações como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e também entidades religiosas como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se manifestem sobre isso.

No meio desse discurso a TV Senado saiu do ar e muitas pessoas começaram a reclamar e acusar os diretores de promoverem uma ditadura em favor dos homossexuais. Minutos depois o Senador Marcelo Crivella esclareceu que o debate continuou ao vivo pela TV Senado na Internet, no canal digital e pela Rádio Senado.

No final da sessão os Senadores aprovaram o adiamento do debate e os trechos do que foi discutido hoje podem ser vistos na página de notícias do site do Senado: http://www.senado.gov.br.

Fonte: Gospel Prime

05/01/2011

Rede Globo causa polêmica ao censurar Edir Macedo na posse de Dilma e exibir Valdemiro Santiago no Jornal Nacional


Repercutiu mal na imprensa a estratégia da Rede Globo de cortar a aparição da cúpula da Record durante a posse de Dilma Rousseff.

No sábado (1º), o empresário Edir Macedo, proprietário da Record; o presidente da emissora, Alexandre Raposo; o vice-presidente de Jornalismo, Douglas Tavolaro; e o presidente Corporativo do grupo, Marcos Pereira, foram recebidos pela nova presidente durante cerimônia reservada com os chefes de Estado no Palácio do Planalto.

A TV Globo encerrou a transmissão mais de uma hora antes do previsto na sua programação, minutos antes de os dirigentes da Record aparecerem nas imagens. A GloboNews, canal noticioso do grupo carioca, manteve a transmissão, mas cortou o momento do cumprimento entre Edir Macedo e Dilma para uma imagem do avião presidencial.

Hoje, vários jornais criticaram a postura da Globo.

Cristina Padiglione, colunista do jornal O Estado de S. Paulo, comentou que “Edir Macedo surgiu de raspão na tela da GloboNews durante a transmissão da posse de Dilma”. Segundo ela, “a Globonews (…) se referiu ao presidente da emissora, Alexandre Raposo, como agente do cerimonial.”.

A colunista de televisão da Folha de S.Paulo, Keila Jimenez, informou ainda que a Globo, na hora do corte, “colocou no ar compacto de melhores momentos do Caldeirão do Huck”.

Flávio Ricco, colunista de televisão do UOL e do jornal Diário de São Paulo, também noticiou com o título “corta rápido”.

Dois pesos

No mesmo dia, o Jornal Nacional dedicou um minuto a um encontro de evangélicos liderado por um dissidente da Igreja Universal. O evento reuniu cerca de 100 mil pessoas no autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Há oito meses, um evento da Igreja Universal reuniu mais de 1 milhão de pessoas no mesmo local, em Interlagos. A Globo não noticiou o encontro.

O evento aconteceu no Brasil inteiro e teve a participação estimada de 8 milhões de pessoas.

O único veículo do grupo a noticiar o encontro foi o jornal O Globo. A publicação deu foco ao “congestionamento” e à “sujeira”, com o título pejorativo de “Caos universal e autorizado”.

Fonte: R7 / Gospel+ /Via: O Verbo

02/12/2010

Assassinatos contra gays: dados manipulados


Por Júlio Lins) Segundo reportagem da Agência Câmara, “pesquisas registram mais de 200 assassinatos a homossexuais em todo o país”. Sim, mas assassinados por quê? Pelo fato de serem homossexuais? Pelo fato de estarem em ambientes marcados pela violência? Pelo consumo de drogas? Pela libertinagem? Por latrocínios? Pelo fato de estarem de madrugada em ruas e bairros perigosos? Não se cita. Assim sendo, parece que, se um homossexual estiver andando de madrugada na Vila Cruzeiro no Rio de Janeiro e calhar de ele ser assassinado, engrossará as estatísticas de “assassinatos contra homossexuais”.

Não bastasse a ausência de detalhes em tais pesquisas, todos os veículos de imprensa falham em mencionar que, no Brasil, no ano de 2007, ocorreram 47.707 assassinatos. Logo, se cerca de 200 são contra homossexuais, então o número de assassinatos contra homossexuais é 0,42% do total.

Homossexuais representam 0,42% da população? Certamente não. Não há pesquisas isentas sobre o número de homossexuais no Brasil, embora os grupos gays mais radicais dizem chegar a 9% da população. No entanto, na Europa, onde a aceitação ao homossexualismo é maior que no Brasil, a porcentagem de gays não chega a passar de 2%.

No Reino Unido, segundo pesquisa da ONS (Office for National Statistics), feita com quase 250.000 pessoas, chegou-se à conclusão que 1,3% dos homens são gays, 0,6% das mulheres são lésbicas e 0,5% são bissexuais. No total, 1,5% das pessoas são gays ou bissexuais.

Na Espanha, pesquisa da INE, baseada em 10.838 entrevistas praticadas no último semestre de 2003, assinalou que somente 1% da população mantém relações exclusivamente homossexuais. A população que reconhece ter tido em alguma ocasião este tipo de relação ao longo de sua vida é de 3%, 3,7% entre os homens e 2,7% entre as mulheres.

No Canadá, pesquisas feitas em 2003 com 121.000 adultos canadenses mostrou que somente 1,4% se consideravam homossexuais.

O fato é que, de uma forma ou de outra, se o número de assassinatos contra gays é de cerca de 200, os gays estão subrepresentados quanto ao total de assassinatos, ou seja, os gays são menos propensos a sofrer violência e assassinatos que o resto da população, ao contrário do que a grande mídia propala.

Alguém poderia dizer: e a agressão contra um homossexual ocorrida recentemente em São Paulo? Eu responderia: Sim, é um caso deplorável, mas se a pessoa agrediu o homossexual, o Código Penal já prevê punição para ela; o que não pode acontecer é o crime se tornar maior pelo fato de o agredido ser homossexual, pois isso configuraria uma discriminação contra todos os não-homossexuais.

Quantas pessoas morrem por ano em filas de hospitais? Seriam menos de 200? E o número de mendigos mortos queimados, principalmente no Nordeste? Seriam menos de 200 por ano? Quantas pessoas inocentes morrem por dia na violência das grandes cidades? Seriam menos de 200 por ano? Quantos policiais morrem vítimas da violência? Quantas pessoas morrem por ano vítimas das drogas? Quantas pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito? Seriam menos de 200?

Logo, não faz sentido nenhum as polícias e o Poder Judiciário desviarem a atenção dos 99,58% de assassinados no Brasil (uma vez que a segurança pública brasileira é insuficiente para atender as pessoas que mais precisam dela) para dar tratamento especial a uma minoria de 0,42% que, aliás, está subrepresentada nas estatísticas de assassinatos.

Fonte: O Verbo

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