Posts tagged ‘Marco Feliciano’

08/11/2013

Pastor primo de Marco Feliciano morre em acidente de carro


Pastor primo de Marco Feliciano morre em acidente de carroNa madrugada desta segunda-feira (4) o pastor Cleiton Luiz Aparecido da Silva, mais conhecido como Cleiton Feliciano, faleceu vítima de um acidente de carro na cidade de Orlândia, interior de São Paulo.

Cleiton era primo do deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e mesmo sem ter o mesmo sobrenome usava-o como referência.

A notícia foi confirmada pela assessoria do deputado que lamentou a perda, mas glorificou à Deus pela salvação. No comunicado, a assessoria afirma que o pastor Cleiton estava voltando de um culto na Assembleia de Deus Madureira da cidade de Presidente Alves (SP).

De acordo com informações do site G1, o carro do pastor Cleiton colidiu de frente com um caminhão carregado com cana-de-açúcar. O caminhão tombou e o veículo do pastor ficou completamente amassado. Ele morreu no local.

O tenente da Polícia Rodoviária Thales Borges Leite acredita que o primo do pastor estava em alta velocidade e que teria invadido a pista contrária. “Toda pista simples exige mais cuidado do motorista, principalmente durante as ultrapassagens”, disse.

Os veículos foram periciados pela equipe da Polícia Civil e o corpo de Cleiton foi levado ao Instituto Médico Legal de São Joaquim da Barra. O pastor deixa mulher e um casal de filhos.

23/09/2013

Ativistas lançam campanha nas redes sociais para incentivar beijos gay durante cultos com pastor Marco Feliciano


Durante o Glorifica Litoral no último fim de semana, o pastor Marco Feliciano mandou prender duas jovens que estavam se beijando.

As provocações por parte dos ativistas gays ao pastor Marco Feliciano (PSC-SP) após a polêmica do beijo gay durante sua pregação no Glorifica Litoral no último fim de semana deverão aumentar nos próximos dias.

campanha-ativistas-gays-200x145Open in new windowUma campanha iniciada por Gustavo Don pede aos ativistas que “curtiram” sua página, Beijos para Feliciano, enviem fotos suas se beijando durante pregações do pastor para serem publicadas na rede social. A Beijos para Feliciano possui mais de 38 mil adeptos.

“Nada melhor do que expressar o nosso amor contra o ódio e o preconceito. Envie sugestões de fotos, sua ou de famosos, artes digitais, pinturas, etc”, pede o autor da campanha.

Um blog chamado AcidBlackNerd comentou a campanha e criticou a iniciativa: “Já que os militantes radicais já estão recorreiramente invadindo cultos religiosos não vai demorar muito até que esses ambientes sejam aos poucos invadidos por militantante beijoqueiros que não respeitam nada nem ninguém”, publicou.

O texto ainda afirma que quando uma página ativista “conclama as lésbicas para irem se beijar em cultos, estão oficialmente declarando que a lei que protege os praticantes de um culto de serem vítimas de escárnio durante suas cerimônias não precisa ser aplicada, pois aqueles declarados como ‘menos que humanos’ não merecem os mesmos direitos que os demais humanos”.

Fonte: Gospel+

 

10/09/2013

O pastor e deputado federal Marco Feliciano fala sobre sua pretensão em ser presidente


pastor-marco-felicianoO apresentador leu a seguinte frase escrita pelo político brasileiro: “Eu sonho em um dia ver o povo brasileiro assistindo a voz do Brasil e o presidente cumprimentar o povo com a paz do Senhor Jesus”.

O religioso respondeu que lançou essa ideia com a esperança do país mudar e de ter representantes mais justos. “Nós já tivemos na última eleição uma candidata evangélica [à presidência], que foi a Marina. Embora eu tenha divergências com ela em algumas questões ideológicas. Não veja ela como uma pura evangélica. Ou seja, alguém que defende de fato seus princípios. Mas já começou a aparecer”.

E completou: “Se algum partido me desse essa legenda, eu entraria nesse barco. Porque eu acredito que é possível. […] Isso é promessa bíblica! Bendita é a nação cujo Deus é o Senhor”.

A primeira questão discutida na atração foi como conciliar a política e o evangelho/ministério. O parlamentar respondeu: “Eu sempre fui hiperativo. Eu nunca fui muito normal. Aliás, Deus tem dificuldade de usar gente normal. Quanto mais louco, mais atrevido, esse parece fazer parte do métier que Deus gosta de usar. Eu sempre me desdobrei em várias coisas. Hoje eu sou pastor de Igreja, sou conferencista, sou deputado federal, eu tenho um programa de televisão, escrevo livros, faço shows cantando, porque sou cantor também. E ainda sou pai de família. […] A pessoa tem que ter determinação. Deus deu ao ser humano capacidade e força de vontade”.

E continuou: “Quando você tem convicção de que aquilo que você está fazendo é certo, vai ajudar o futuro e vai ajudar o ser humano, você dá conta! […] Ainda novinho nasceu a chama, a centelha da política. E olha que eu preguei contra a política a vida inteira. De repente, eu encontrei na política uma ferramenta que Deus poderia usar para ajudar a mudar conceitos e valores. Me entreguei a política”.

O evangélico falou que foi utilizado para esconder problemas no país e mostrou que está fortalecido, sendo, pela primeira vez, uma unanimidade no mundo gospel. “É possível ser pastor e estar cheio do Espírito Santo”.

Sobre as manifestações, que ocorreram em junho deste ano (2013), exclamou: “Acredito que tive até uma parcela de cooperação em tudo isso […] Tudo era uma mera maquiação”. Ele falou que Dilma tem um grande abacaxi nas mãos, porque o Parlamento aprovou muitas reinvindicações, mas não há dinheiro para atender todas as demandas da sociedade. “A linha que separa a democracia e a anarquia é muito tênue”, afirmou em outro trecho. Feliciano comentou sobre a Copa do Mundo e outros eventos que o Brasil irá sediar.

O religioso falou sobre as distorções da grande mídia para os projetos em que ele está envolvido. Ele chama isso de ‘desonestidade intelectual’. Os jornalistas nacionais, segundo Feliciano, são militantes da causa gay. Ele falou de todas as hostilidades pelas quais vem passando, como grupos LGBT que subiram no seu carro e mostraram o corpo nu para suas duas filhas. “Antes da liberdade sexual, o ser humano precisa de liberdade de consciência”, refletiu.

Segundo ele, há uma ditadura homossexual. “É sabido que a comunidade homossexual é uma comunidade que sofre muito. Eles sofrem preconceito sim. Mas, hoje, o preconceito é maior entre eles do que do lado de fora. Hoje todo mundo tem medo até de expor seu pensamento. Mas nem todos os direitos que eles conseguiram, são a cura da sua angústia. Não estou falando de cura da sua homossexualidade. Porque não tem cura. Porque isso é um fenômeno de comportamento. Mas a angústia interior. […] Eles [comunidade LGBT] buscam algo que não encontram nunca”.

Feliciano contou que já trabalhou na lavoura, como engraxate e depois atuou como vendedor de picolé. “Não tenho vergonha do meu passado. Pelo contrário, meu passado deu alicerce pro homem que sou hoje. Passo isso para minhas famílias”. O atual parlamentar discorreu sobre a importância de Ouriel de Jesus, que o consagrou pastor nos Estados Unidos (EUA).

Sobre o canal online Porta dos Fundos e o vídeo “Oh, meu Deus”, o deputado falou: “Esperei pra ver se tinha um humor inteligente. Geralmente, faz o humor com crítica, mas não tinha. Puro vandalismo! Para pegar a fé cristã das pessoas e jogar no lixo”.

Durante a entrevista, o pastor corrige o apresentador dizendo que seu nome não é Marcos, e sim Marco Feliciano. “É um só”, brincou ele. Assista a conversa abaixo.

05/12/2012

CQC questiona Marco Feliciano e Silas Malafaia sobre a “cura gay”


CQC questiona Marco Feliciano e Silas Malafaia sobre a “cura gay” CQC questiona Marco Feliciano e Silas Malafaia sobre a “cura gay”

A repórter Monica Iozzi do programa CQC foi até Brasília para acompanhar a Audiência Pública sobre o projeto chamado de “cura gay” que aconteceu na semana passada reunindo profissionais da área de psicologia, parlamentares, líderes do movimento LGBT e alguns pastores, em especial o pastor Silas Malafaia.

Na reportagem do programa da Band que foi ao ar nesta segunda-feira (3) vemos que a repórter tentou falar com alguns deputados que participaram da reunião, entre eles alguns parlamentares evangélicos como Arolde de Oliveira e Marco Feliciano, questionando se é possível curar homossexuais e se é da mesma forma possível curar heterossexuais.

Ao comentar o caso, Feliciano disse que o psicólogo deve ter o direito de tratar de tudo o tipo de angustia do paciente, mas que não pode ser usado a palavra “cura”, pois o homossexualismo não é doença.

Ao falar com o pastor Silas Malafaia a repórter questionou os 165 assassinatos de homossexuais que foram identificados desde o início do ano de 2012.

“Morreram 50 mil pessoas assassinadas o índice que ela está dando é ínfimo. Você quer que eu te dê o número é 0,00152% dos homicídios”, disse ele bastante irritado com as perguntas da repórter.

Fonte: Gospel Prime

31/10/2012

Marco Feliciano estreia novo programa na CNT


Marco Feliciano estreia novo programa na CNTNa última segunda-feira (29) Feliciano fez os últimos acertos para a estreia de seu novo programa, que leva o seu nome “Marco Feliciano”. O programa será em horário nobre na CNT e estreia no próximo domingo (4) às 13 horas.

A atração marca sua reestreia em rede nacional após saída da RedeTV! e seguirá a linha Talk Show, com um convidado por semana e tratará assuntos polêmicos. O tema da primeira exibição será “A vida continua”.

Marco falará sobre Nick Vujicic, australiano que acometido de uma terrível má formação nasceu sem baços e pernas. O evangelista de 22 anos é hoje um importante palestrante motivacional e já conseguiu evangelizar mais de 200 mil pessoas pelo seu testemunho.

A estreia também contará o terrível acidente da cantora Lydia Moisés. A cantora falará sobre como superou o acontecido.

Roberto Marinho também participará cantando ao vivo, e para terminar, pastor Marco Feliciano trará uma ministração sobre como seguir ir em frente diante de terríveis traumas da vida.

Fonte: Gospel prime

06/10/2012

Ativismo gay só serve para promover violência, diz Marco Feliciano


Ativismo gay só serve para promover violência, diz Marco FelicianoO deputado federal, Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) voltou a chamar a atenção contra o ativismo gay no país. Feliciano escreveu um texto em seu blog afirmando que ativistas gays já ameaçaram pegar em armas para defender o que fazem.

O pastor afirma que em um seminário promovido por ativistas LGBT em parceria com a UNESCO E UNICEF, sob o título de “Diversidade Sexual na Infância”, liderado pelo Deputado Federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), um convidado afirmou que pegará em armas se preciso for para defender o que faz. Feliciano promete divulgar um vídeo mostrando as ações do Movimento LGBT no seminário.

“No vídeo vocês assistirão um dos convidados do deputado já citado, dizendo: PEGAREI EM ARMAS SE PRECISO FOR PARA DEFENDER O QUE FAÇO, e a plateia tomada por militantes gays aplaudindo em êxtase!”, escreve.

O deputado evangélico também alertou dizendo que poderá chegar o dia em que os militantes gays poderão pegar em armas, “ou conquistarem todos os projetos que hoje tramitam na Câmara dos Deputados”.

Feliciano também afirma existir projetos pedindo o fim do uso dos termos pai e mãe nos documentos para não ofenderem crianças que forem criadas por dois homens ou duas mulheres.

Leia o texto na íntegra aqui.

16/09/2012

‘Lula é Deus’, declaração de Marta Suplicy causa polêmica


A infeliz comparação da ativista gay e senadora Marta Suplicy de que “Lula é Deus” causou polêmica nas redes sociais. A declaração foi feita nesta quarta-feira (12), nas vésperas de assumir o Ministério da Cultura.

“Lula é deus, eu sou quem faz e Dilma tem boa reputação”, declarou Marta Suplicy, referindo-se ao poder que ela acredita que o trio trará para o seu partido (PT) em busca da vitória nas eleições de 2012.  ”Assim, com a entrada do trio, vai dar certo. Eu combinei que iria entrar na hora e estou entrando”, acrescentou.

O pastor e deputado Marco Feliciano reagiu por meio de seu twitter, chamando a atitude da nova ministra de “arrogante”. Ele, que tem se envolvido nos conflitos entre ativistas gays e evangélicos, criticou fortemente a postura da nova ministra.

“Marta e suas heresias. A arrogância precede a queda”, escreveu no microblog. “Marta Suplicy, ativista gay assumida, ridiculariza sempre os q tem fé e agora diz q ‘Lula é deus’. Em q planeta? Afirmação + que estúpida!”, declarou o deputado.

“Trindade arrogante”, completou Feliciano referindo-se ao trio “Lula, Dilma e Marta”.

A senadora foi questionada se sua declaração teria algum tipo de sentimento de vingança por ter sido substituída na disputa para a prefeitura de São Paulo nestas eleições. Ela negou, mas admitiu que foi um momento triste para ela.

Marta Suplicy foi a pessoa-chave nas tentativas de implementar o “kit gay” nas escolas públicas e do projeto de lei (PL 122)que criminaliza a homofobia no país. O material foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff depois de pressão dos deputados evangélicos no início deste ano, mas o PL 122 ainda está pendente no Congresso.

Como ministra da Cultura, Marta pode tornar-se uma outra “dor de cabeça” para os cristãos evangélicos, de acordo com Marcos Feliciano. “Os evangélicos, que estavam ‘felizes’ com a aprovação de um projeto de lei que reconhece a música gospel como manifestação cultural, agora têm uma sensação de ‘tensão’ do que esperar de seu Ministério”, completou.

Fonte: The Christian Post

25/08/2012

Marco Feliciano fala no Jornal Nacional contra proposta de descriminalização do uso de drogas


O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), criticou no Jornal Nacional, da Rede Globo, a proposta apresentada na Câmara dos Deputados para uma mudança no tratamento legal dado aos usuários de drogas.

De acordo com a reportagem a proposta, que foi entregue nesta quarta-feira pela Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia (CBDD), visa classificar a posse de entorpecentes para uso pessoal como infração administrativa, alterando a legislação atual, que define que comprar, guardar e transportar droga, mesmo que para consumo pessoal é crime, passível de pena de 5 a 15 anos de prisão.

– Certamente é um caso de saúde pública. Quem pode dar as formas e os meios para esse tratamento é o pessoal da área da saúde, pessoal da área da educação, com a participação também muito importante das iniciativas do campo das religiões – afirmou presidente da CBDD, Paulo Gadelha.

Feliciano, que se posiciona contrário a opinião de Gadelha, afirmou ao jornal que tal proposta é inaceitável.

– É preciso políticas públicas que combatam a criminalidade das drogas e não emancipe os usuários para que possam cometer essas loucuras – afirmou Feliciano sobre a proposta.

Agora o anteprojeto ficará pelo menos 90 dias no site da Câmara dos Deputados, aberto a comentários, críticas e colaborações da sociedade. Depois desse prazo os deputados irão “vislumbrar qual encaminhamento dar a uma proposta dessa natureza”, conforme afirmou o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-SP).

A reportagem foi destacada no site do deputado, que ressaltou também os elogios feitos por Feliciano à presidente Dilma Rousseff na última quinta feira na tribuna do Plenário. Em seu discurso, Marco Feliciano parabenizou a presidente por sua atuação junto a empresários para fomentar o Programa de Investimentos em Logística do Governo Federal.

Fonte: Gospel+

14/05/2011

Após ”Bate-Boca” Evangélicos Impedem Votação do Projeto que Criminaliza Homofobia


A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia, que seria votado na manhã desta quinta-feira, 12, na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Numa sessão que ao final contou com troca de xingamentos e ofensas entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto foi retirado de pauta sem previsão de retorno.

Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. “Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos”, disse o senador Magno Malta (PR-ES).

O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há 10 anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara. Relatora do projeto na CDH, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia (17 de maio), que vão movimentar a Esplanada em Brasília.

Marta chamou a atenção para esse momento “de maior compreensão e humanidade” que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões homoafetivas os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais. “O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar”, completou a petista. “Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais”, concluiu.

A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial. O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.

O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais. A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregarem contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos. Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.

Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência. “O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão. Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas. O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?”, questionou Marta.

Bate-boca

Na saída da sessão, durante uma entrevista coletiva de Marta aos jornalistas, o deputado Jair Bolsonaro e a senadora Marinor Brito trocaram xingamentos e ofensas mútuas. Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade. Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de “criminoso”. Bolsonaro retrucou chamando-a de “heterofóbica” e ambos partiram para a discussão.

Fonte:  AE / Estadão / Ogalileo

14/05/2011

“Houve um golpe” diz pastor sobre aprovação da união entre pessoas do mesmo sexo


“Houve um golpe” diz pastor sobre aprovação da união entre pessoas do mesmo sexoO pastor Daniel Sampaio da Igreja Batista Central do Barreiro, Belo Horizonte (MG) se manifestou sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal de aprovar a união estável entre pessoas do mesmo sexo.

Sampaio não utilizou os textos bíblicos que falam contra a homoafetividade para defender sua tese, apenas leu o capítulo de Isaias que denuncia que faz das trevas luz e da luz, trevas (Isaias 5:20) e citou o artigo sete Constituição Federal que fala sobre a família.

“Eu queria me manifestar publicamente porque houve um  golpe essa semana, houve uma manipulação da verdade, houve uma atropelo da Constituição,” defendeu o pastor.

Ele explica que o pedido da Defensoria Pública da União só poderia ser atendido pelo STF se antes houvesse uma mudança na Carta Magna que diz que a união estável só reconhecida entre um homem e uma mulher. “Se o guardião da Constituição abre brecha em relação a isso, então qualquer coisa pode ser feito aqui”.

Para o pastor a decisão do STF foi programada pelo Governo Federal. Ele lembra que o censo está sendo divulgado aos poucos e bem na semana da votação foi liberado a informação de que há 60 mil casais homossexuais no Brasil.

De acordo com o pastor esse número parece grande, mas frente aos 200 milhões de habitantes, os 120 mil homossexuais que possuem um relação estável representam apenas 0,6% da população brasileira.

Inconformado o pastor também fala do kit gay distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) e convida seus ouvintes a reagirem contra esse golpe.

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