Posts tagged ‘Marta Suplicy’

17/09/2012

Suplente de Marta Suplicy diz que seu mandato será pautado pela igreja


Suplente de Marta Suplicy diz que seu mandato será pautado pela igrejaO vereador Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP) será o suplente de Marta Suplicy (PT-SP) no Senado, já que ela está assumindo o Ministério da Cultura. Ao contrário da petista que militava em favor do movimento gay e da liberação do aborto, Rodrigues já informou que seu mandato como senador será pautado pela Igreja.

O novo senador é católico praticante e condena o aborto, a eutanásia e o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. “Sou contra. Homem é homem. Mulher é mulher. Posso perder voto dos gays. Mas sou transparente”, disse ele que é ligado a 22 paróquias da zona Sul de São Paulo.

“Vou acompanhar a Igreja Católica Apostólica Romana”, adianta ele que já avisou que vai votar segundo suas convicções religiosas. “Vocês vão ouvir falar muito de mim, podem esperar. Já estou pleiteando uma vaga na Comissão de Constituição e Justiça para a minha bancada.”

Marta Suplicy militava no Congresso pela aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006 que tenta incluir a discriminação sexual na lei de crime de racismo, o que faria com que toda a opinião contrária ao homossexualismo se tornasse crime. A proposta gera grande polêmica entre os parlamentares, tanto a Bancada Evangélica como a Católica militam contra essa aprovação.

A relatoria do novo texto da PL 122 será assumida pela senadora para a senadora Lídice da Mata (PSB-BA).

Fonte: Gospel Prime

16/09/2012

‘Lula é Deus’, declaração de Marta Suplicy causa polêmica


A infeliz comparação da ativista gay e senadora Marta Suplicy de que “Lula é Deus” causou polêmica nas redes sociais. A declaração foi feita nesta quarta-feira (12), nas vésperas de assumir o Ministério da Cultura.

“Lula é deus, eu sou quem faz e Dilma tem boa reputação”, declarou Marta Suplicy, referindo-se ao poder que ela acredita que o trio trará para o seu partido (PT) em busca da vitória nas eleições de 2012.  ”Assim, com a entrada do trio, vai dar certo. Eu combinei que iria entrar na hora e estou entrando”, acrescentou.

O pastor e deputado Marco Feliciano reagiu por meio de seu twitter, chamando a atitude da nova ministra de “arrogante”. Ele, que tem se envolvido nos conflitos entre ativistas gays e evangélicos, criticou fortemente a postura da nova ministra.

“Marta e suas heresias. A arrogância precede a queda”, escreveu no microblog. “Marta Suplicy, ativista gay assumida, ridiculariza sempre os q tem fé e agora diz q ‘Lula é deus’. Em q planeta? Afirmação + que estúpida!”, declarou o deputado.

“Trindade arrogante”, completou Feliciano referindo-se ao trio “Lula, Dilma e Marta”.

A senadora foi questionada se sua declaração teria algum tipo de sentimento de vingança por ter sido substituída na disputa para a prefeitura de São Paulo nestas eleições. Ela negou, mas admitiu que foi um momento triste para ela.

Marta Suplicy foi a pessoa-chave nas tentativas de implementar o “kit gay” nas escolas públicas e do projeto de lei (PL 122)que criminaliza a homofobia no país. O material foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff depois de pressão dos deputados evangélicos no início deste ano, mas o PL 122 ainda está pendente no Congresso.

Como ministra da Cultura, Marta pode tornar-se uma outra “dor de cabeça” para os cristãos evangélicos, de acordo com Marcos Feliciano. “Os evangélicos, que estavam ‘felizes’ com a aprovação de um projeto de lei que reconhece a música gospel como manifestação cultural, agora têm uma sensação de ‘tensão’ do que esperar de seu Ministério”, completou.

Fonte: The Christian Post

14/09/2012

A maioria dos evangélicos não é homofóbica, diz Marta Suplicy


A maioria dos evangélicos não é homofóbica, diz Marta SuplicyAo assumir o Ministério da Cultura, Marta Suplicy comentou sobre a relação entre o candidato do PT à Prefeitura da capital paulista, Fernando Haddad, com os evangélicos dizendo que nem todos são homofóbicos.

“Acho que a grande maioria dos evangélicos não é homofóbica. Eles respeitam a diversidade”, disse Marta relatora do Projeto de Lei 122/2006 que tem como objetivo criminalizar as opiniões contrárias a homoafetividade.

O projeto que Marta defendeu desde o princípio de seu mandado como senadora é duramente criticado por líderes evangélicos, os mesmos que lutaram contra o projeto do Ministério da Educação, o kit anti-homofobia, que seria distribuído nas escolas públicas de todo o Brasil. Por financiar o projeto, Haddad ganhou o apelido de “pai do kit gay” e tem enfrentado a crítica dos religiosos.

Em sua campanha eleitoral o candidato do PT não fez alianças com igrejas evangélicas, assunto esse que começou a chamar atenção dos coordenadores da campanha, já que outros candidatos fizeram ligações importantes que grandes denominações.

Suplente de Marta no Senado é evangélico

Ao deixar o Senado para ocupar o cargo de ministra da Cultura, Marta Suplicy foi substituída vereador Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP) que é evangélico e contra a união civil entre pessoas no mesmo sexo.

Por esse motivo, ativistas do movimento gay entraram em contato com agora ministra mostrando preocupação em relação ao PL 122 que deve voltar a ser discutido no Congresso.

O jornal Correio Braziliense flagrou Marta mostrando a mensagem de e-mail que recebeu dos ativistas para a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) que dizia: “está havendo muitas críticas pelo suplente, que é evangélico e homofóbico”.

Lídice foi convidada por Marta para substituí-la como relatora do PL 122.

17/05/2012

Marta Suplicy confirma que irá apresentar o texto original do PL 122


A senadora Marta Suplicy está decidida a reapresentar o texto original do Projeto de Lei Complementar 122/2206 de autoria da ex-senadora Fátima Cleide a pedido da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

O texto original defende uma versão modificada do texto da ex-deputada federal Iara Bernardi que coloca a homofobia como crime de racismo, prevendo penas de prisão para quem discriminar ou discordar do comportamento homossexual.

No ano passado, Marta Suplicy tentou rever o projeto tirando trechos que desagradavam os parlamentares que se opõe à proposta, mas a substituição do texto também não ganhou aprovação.

A proposta de Fátima Cleide chegou a ser aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) no final de 2009, portanto tem mais chances de passar pelos outros processos de aprovação até que seja sancionada pela presidente.

“Só vamos mudar a situação atual e aprovar o projeto que criminaliza a homofobia quando os não gays assumirem que não querem mais violência e discriminação contra os homossexuais”, disse a senadora que elogiou o apoio público do presidente americano Barack Obama, que defendeu o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Um dos trechos do PL 122 que mais recebem críticas é a parte que criminaliza qualquer opinião contrária baseada em posicionamento filosófico, o que poderia impedir as igrejas de pregarem contra o homossexualismo, ato condenado pela Bíblia.

Com informações Agência Senado

Fonte: Gospel Prime

07/04/2011

Senadora Marta Suplicy faz alteração na PL 122 “para agradar religiosos” e desagradar cristãos que usam a internet


A Senadora Marta Suplicy anunciou que fez uma mudança no texto da PLC 122, antiga PL122 também conhecida como Lei Anti-Homofobia. A divulgação foi feita durante o programa Cidadania da TV Senado no dia 28 de Março, onde fez um discurso pró-gay.

A alteração foi a inserção de um parágrafo que protege templos religiosos. Segundo o novo texto, agora o projeto deixa claro que a lei não se aplicará a templos religiosos, pregações ou quaisquer outros itens ligados a fé, desde que não incitem a violência: “Eu tenho também que proteger essa liberdade deles de poderem falar dentro de um templo”, afirma a Senadora. O novo texto agora inclui o parágrafo: “O disposto no caput deste artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso 6° do artigo 5° (da Constituição)”.

Porém, o novo texto, segundo a própria Senadora, exclui a mídia eletrônica dessa “liberdade de consciência”: “tomei o cuidado de que em mídia eletrônica não pode fazer isso. Mas, dentro de um templo, se não incitar a violência, for alguma pregação religiosa, de culto, de dogma, de fé…”, afirmou. Nesses termos, com o texto aprovado, portais gospel, sites de igrejas, pregações de pastores postadas em blogs ou páginas na internet que discordarem da prática homossexual podem ser criminalizados pela lei como homofóbicos e seus respectivos autores presos por até 3 anos, além de obrigados a pagar multa.

Segundo Marta Suplicy a alteração seria benéfica e poderia retirar os argumentos contra a lei para assim conseguir votos para aprova-la.

Fonte: Gospel+

20/03/2011

Deputado Marco Feliciano enfrenta Jean Wyllys e o convida para um debate


Deputado Marco Feliciano enfrenta Jean Wyllys e o convida para um debate

Os primeiros pronunciamentos dos deputados federais empossados em fevereiro deste ano já mostraram que a pauta deste mandato será voltada para a discussão sobre os direitos civis aos homossexuais. De um lado a bancada evangélica juntamente com a Frente da Família tenta impedir que projetos como a PLC 122 sejam aprovados e do outro lado o deputado Jean Wyllys, o primeiro parlamentar homossexual assumido, juntamente com outras frentes tentam apoiar entre outras coisas o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

O clima esquentou quando a frente evangélica tentou impedir que os parceiros homossexuais fossem colocados como dependentes no Imposto de Renda. Para debater essa afronta, Jean Wilis disse que pedirá para que todas as igrejas evangélicas prestem contas publicamente daquilo que arrecadam.

Assim que foi noticiado esse desejo do parlamentar, o deputado federal e pastor Marco Feliciano usou seu pronunciamento para mandar um recado ao colega e chamá-lo para um debate “sem preconceito”.

“Quando o assunto passa para questionamento da prestação de contas das igrejas, o nobre deputado envereda pelo campo do confronto, demonstrando vontade de atuar em todas as direções,(…) aconselho o nobre colega a verificar na internet, a prestação de contas de todas as igrejas”, disse o líder do Ministério Tempo de Avivamento.

Feliciano lembrou aos deputados presentes na sessão que muitas igrejas desenvolvem trabalhos sociais relevantes, tirando drogados das ruas e amparando órfãos e idosos. Lembrou também que muitas vezes as despesas dessas instituições superam, e em muito, as receitas.

O pastor disse que não quer desentendimentos, mas quer dar voz aos seus eleitores. “Não estamos aqui para municiar debates midiáticos e sim, para bem representar os milhões e milhões de brasileiros que professam uma fé calcada no que Ensina o Livro Sagrado – Uma família é constituída por pai, mãe e filhos – base para qualquer sociedade se desenvolver no trabalho, na educação e ser feliz”.

Encerrando, o pastor Marco Feliciano convida o parlamentar para uma conversa. “Graças a Deus, esta Casa é um parlamento democrático e convido o nobre colega para um debate de idéias, sem preconceitos e para que possamos como gente civilizada e hoje, na posição de legisladores, podermos encontrar um caminho para o bem comum.”

Fonte: Gospel Prime

05/02/2011

Marta Suplicy consegue as 27 assinaturas


Marta Suplicy consegue as 27 assinaturas O primeiro ato da Senadora Marta Suplicy no Senado foi conseguir as 27 assinaturas necessárias para desengavetar o PLC 122, projeto de lei que quando aprovado tornará crime OPINIÕES e atos “homofóbicos” e discriminatórios contra homossexuais no Brasil. O PLC 122 foi arquivado no dia 02 de janeiro pelo regimento do Senado, que obriga o arquivamento de todo projeto de lei que já tramite por oito anos sem ter sido votado em plenário.

O PLC 122 encontra forte resistência dos setores evangélicos do Senado e Câmara dos Deputados. Além das 27 assinaturas, é necessário que o PLC 122 ganhe nova relatoria, já que Fatima Cleide, que era a relatora do Projeto de Lei, não foi reeleita. Marta Suplicy deve assumir essa função. Estes atos fizeram parte de sua promessa de campanha.

De forma apressada a senadora já conseguiu o número mínimo necessário de assinaturas para desarquivar o projeto. Ela teria 30 dias, segundo o regimento da casa, mas conseguiu todas as assinaturas em apenas um dia. Na noite desta quinta-feira, 3, ela apresentou as assinaturas para a Mesa diretora e pediu seu desarquivamento.

Próximo passo

Eleita vice-presidente da casa, Marta disse que a discussão sobre essa lei será feita “sem pressa e com amplo espaço para o contraditório. Suplicy, que mal assumiu seu cargo no Senado, já anunciou que estaria disposta a assumir a relatoria do PLC 122, justificando a importância do texto. Segundo a política, a questão é “proteger uma parcela da população que vive sob ameaça”.

Uma vez desarquivado, o projeto volta para a Comissão de Direitos Humanos do Senado, onde tramitava antes de ir para a gaveta. Caso aprovado, ele segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ser submetido à votação em plenário.
Fonte: Júlio Severo / CPAD News

23/01/2011

O desarquivar da PL contra a homofobia


O desarquivar da PL contra a homofobia

Segundo informações contidas em seu Twitter, a senadora Marta Suplicy (foto) está em contínua e discreta mobilização para que o Projeto de Lei da Câmara 122, sobre a criminalização da homofobia, saia do arquivamento. Mesmo derrotada na eleição, a ex-senadora Fátima Cleide encontrou em Marta o apoio para tirar da gaveta o projeto que colocará o Brasil no mesmo nível de países em que leis anti-homofobia estão sendo usadas para perseguir os cristãos.

Em entrevista exclusiva concedida à equipe de reportagem de um site pró-GLS, Marta disse que a criminalização da homofobia será uma das prioridades de seu mandato, acrescentando: “Tenho a intenção de assumir a relatoria e colher assinaturas necessárias para evitar o arquivamento do PLC 122″.

De acordo com o Regimento Interno do Senado, há um estabelecimento de que todas as propostas em tramitação há mais de duas legislaturas sejam arquivadas. Esse é o caso do PLC 122/06, que promete criminalizar a homofobia. Para evitar o arquivamento, é necessário que um senador assuma a relatoria e colha 27 assinaturas de senadores em apoio ao projeto.

Sem a participação ativa da mídia, a senadora Marta Suplicy, supostamente, tende a permanecer sua “campanha” interna e passar, de senador a senador, a sua proposta para que o PLC volte à tona.

“Se começarmos a dizer os nomes dos senadores que são favoráveis ao projeto, estamos dando de bandeja para a oposição fazer advocacy contra a nossa proposta,” explicou Beto de Jesus, secretário da região Sudeste da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e representante no Brasil da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersex (ILGA).

Paulo Mariante, advogado e ativista dos direitos humanos, também prestou informações relacionadas ao movimento. Segundo ele, militantes do PT e independentes estão preparando uma moção pública que encaminharão aos senadores simpatizantes do projeto. Um ato público também está na pauta dos ativistas.

Referindo-se ao projeto PLC 122, Marta Suplicy declarou que “… os senadores têm interesse em aprovar projetos especiais”.
Fonte: Gospel Prime

13/01/2011

Marta Suplicy e militância gay agirão com discrição para impedir o fim da PLC 122


Marta Suplicy e militância gay agirão com discrição para impedir o fim da PLC 122A militância brasileira está apostando em um trabalho discreto com os senadores para que eles assinem pela volta do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122, que criminaliza a homofobia. O objetivo da não publicidade é não listar e expor os favoráveis ao desarquivamento do projeto de lei, que poderiam ser interpelados pela oposição. Para o PLC 122 sair do arquivamento, ele precisa das assinaturas de 27 senadores, além de um novo relator ou relatora. A relatora já existe: Marta Suplicy topa assumir a relatoria da polêmica lei. E ela já disse que vai de senador a senador pedindo a assinatura de cada um deles para que o projeto volte a tramitar. Mas não será fácil.

A estratégia é convencer cada Senador com conversas particulares, sem muita mídia envolvida. “Se começarmos a dizer os nomes dos senadores que são favoráveis ao projeto, estamos dando de bandeja para a oposição fazer advocacy contra a nossa proposta”, explica Beto de Jesus, secretário da região Sudeste da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e representante no Brasil da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersex (ILGA).

Ele se diz otimista porque “os senadores têm interesse em aprovar projetos especiais”. Beto lembra ainda que a senadora eleita Marta Suplicy (PT-SP), que assume o cargo em 2 de fevereiro, já disse que toma para si a missão de não deixar o PLC virar mais papel no arquivo do Senado. A negociação da militância com os parlamentares deve ser feita até 60 dias após o começo do ano legislativo (com início em 2 de fevereiro). Se as 27 assinaturas não estiverem prontas até dia 4 abril, o PLC 122 será arquivado de vez e com ele a criminalização da homofobia no Brasil.

Marta Suplicy foi eleita nas Eleições 2010 com do Apóstolo Estevam Hernandes (líder da Igreja Renascer) que indicou a militante gay para seus seguidores. Estevam explicou porque decidiu por Marta: “penso em termos de futuro, no caso da Marta pelo seu suplente que deve assumir e o Netinho é servo de Deus, podem ser opção. Meu voto é pro suplente dela que deverá assumir, Antonio Carlos Rodrigues que luta pela Igreja, entendeu?”. O apóstolo ainda chegou a ser questionado por votar em uma defensora do homossexualismo, mas afirmou que os evangélicos estavam exagerando: “existe (impedimento), no caso do Netinho (que segundo o Apóstolo é evangélico), ele será “aliado contra” ela, e tem alguns exageros (por parte dos evangélicos). Claro que precisamos ficar atentos”, escreveu.

O anúncio do Apóstolo foi as vésperas da Eleição, Marta que vinha em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto foi eleita, Netinho não conseguiu. Todos os ministros de Dilma já foram anunciados, Marta Suplicy não está entre eles.

Fonte: Gospel+ e

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